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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Governo britânico protegerá direito à autodeterminação de Falklands e Gibraltar


O governo britânico prometeu nesta quarta-feira a proteção do direito de autodeterminação dos habitantes das ilhas falklands e de Gibraltar, dois territórios reivindicados respectivamente por Argentina e Espanha, em um discurso solene lido pela rainha Elizabeth II.

O anúncio foi feito durante o chamado "Discurso do Trono", no qual a soberana apresenta com grande pompa na Câmara dos Lordes o programa legislativo do governo para a próxima sessão parlamentar.

— Meu governo irá garantir a segurança, a boa governança e o desenvolvimento dos territórios de ultramar, incluindo a proteção do direito dos habitantes das Falklands (malvinenses para os argentinos) e dos gibraltarinos de determinar seus futuros políticos — declarou a soberana.

Esta é a primeira vez em ao menos duas décadas que um governo britânico faz com que a rainha mencione a disputa de soberania com a Argentina pelas Ilhas Falklands.

A referência é feita num momento de tensão diplomática entre os dois países devido a este arquipélago do Atlântico Sul sob controle britânico desde 1833, que deu lugar a uma curta, mas sangrenta guerra em 1982.

A presidente argentina, Cristina Kirchner, realiza há dois anos uma agressiva campanha internacional para exigir da Grã-Bretanha um diálogo bilateral sobre o arquipélago sem a participação dos ilhéus, que em março votaram de forma esmagadora (99,8%) em um referendo a favor de continuar sendo um território de ultramar britânico.

O governo espanhol, por sua vez, exige há anos a soberania sobre Gibraltar, um estratégico enclave situado no sul da península ibérica, cedido pela Espanha ao Império Britânico em 1713 pelo Tratado de Utrecht.

As tensões entre a Espanha e a Grã-Bretanha também aumentaram no ano passado, quando os dois países mantiveram uma forte disputa sobre os direitos de pesca ao redor do território.

Londres convocou em novembro o embaixador espanhol, Federico Trillo, para pedir a ele que a Espanha detivesse as "incursões provocadoras" em suas águas, após vários incidentes entre embarcações de ambos os países.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

MUNDO Primeiro de Maio é marcado por protestos na Europa


Dezenas de milhares vão às ruas de vários países em manifestações contra políticas adotadas na União Europeia diante da crise. No Vaticano, Papa cita desempregados do continente e critica falta de "justiça social".
O 1º de Maio foi marcado por protestos na Europa, grande parte por insatisfação em relação às medidas adotas para enfrentar a crise no continente. Houve manifestações em Portugal, Espanha, França, Alemanha e Grécia – neste último país combinada com uma greve geral.
A greve geral, programada para durar 24 horas, é a segunda deste ano na Grécia, onde o feriado do Dia do Trabalho foi transferido para a próxima semana por coincidir com a Páscoa ortodoxa. Nesta quarta-feira, hospitais operaram apenas com funcionários de emergência, o transporte público foi severamente afetado e órgãos oficiais permaneceram fechados. Os dois maiores sindicatos do país são contra as medidas de arrocho adotada pelo governo, em especial a que prevê o corte de mais de 15 mil empregos no setor público até o fim de 2014.
Na Espanha, sindicatos convocaram protestos em mais de 80 cidades. Na França, além das manifestações das uniões trabalhistas, o bloco de extrema direita Frente Nacional, de Marine Le Pen, realizou uma marcha no centro de Paris. "O país está afundando em uma política de austeridade sem fim", disse Le Pen durante o protesto.
Protesto também em Bangladesh
Na Alemanha, estima-se que centenas de milhares de pessoas tenham ido às ruas de várias cidades nesta quarta-feira em protestos convocados por sindicatos.
"O grande número de participantes envia um sinal claro neste ano eleitoral: este continente não pode ser destruído pela austeridade. Quem quer salvar a Europa deve começar do zero economicamente e estabilizar o Estado social", disse em Berlim Michael Sommer, presidente da Federação de Sindicatos Alemães (DGB).
A crise econômica foi assunto também da mensagem de 1º de Maio do Papa Francisco. "Eu penso nas dificuldades que, em vários países, afetam hoje o mundo do trabalho e dos negócios", disse o Pontífice aos fiéis na Praça de São Pedro. "Penso em quantas pessoas, e não apenas jovens, estão desempregadas, muitas vezes devido a uma concepção puramente econômica de sociedade, que busca o lucro individual à margem dos parâmetros de justiça social."

As manifestações de 1º de Maio aconteceram em geral de forma pacífica na Europa. A exceção foi em Istambul, onde um protesto terminou em confronto entre manifestantes e policiais. Dezenas de pessoas ficaram feridas e mais de 70 foram detidas.
Também houve manifestações na Ásia. Em Bangladesh, milhares de trabalhadores saíram às ruas para voltar a exigir pena de morte para os proprietários das fábricas de confecção do prédio que ruiu, há uma semana, causando mais de 400 mortes.
RPR/ afp/ ap/ rtr

DW.DE



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Câmeras nas cidades


Câmeras invadem privacidade, mas também flagram crimes


No mundo moderno não faltam exemplos de pessoas que se sentiram vigiadas por todos os lados, seja no trabalho, na rua (pelas câmeras que fiscalizam o trânsito), em qualquer estabelecimento comercial e até em situações inusitadas, como a de uma equipe de basquete feminino norte-americano, que se viu filmada dentro do vestiário, quando as jogadoras trocavam de roupa. Essas imagens foram parar na internet, e a história na Justiça. Descobriu-se mais tarde que as cenas das moças de calcinha e sutiã ficaram por quase seis meses nos computadores da escola e foram vistas por vários internautas.

Na prática, é muito fácil fuçar a vida alheia. O perigo está em todos os lugares. O ditado popular “matos têm olhos e paredes ouvidos” nunca foi tão atual. A realidade é que as lentes indiscretas não apontam só para chiques e famosos. Estão em toda parte. Em elevadores, portarias de prédios, bancos, ruas, supermercados. Na avaliação do titular do Departamento de Inteligência Policial (DIP), Lúcio Pontes, é como se vivêssemos num imenso reality show, como o Big Brother, em que a intimidade fica 24 horas acessível a milhões de pessoas. A mesma câmera ou escuta que observa o comportamento de babás, em casos de maus-tratos a crianças tão divulgados, ou que filma o assassino da mulher saindo tranqüilamente com o filho do prédio em que a vítima morava, é a mesma que tira a intimidade de todos.

O que pode fazer o cidadão comum para se proteger dessa invasão? Infelizmente, não se tem muito o que fazer. No entanto, ensina Lúcio Pontes, atos simples, como falar o necessário pelo celular ou nunca informar dados pessoas pela internet ou telefone, podem evitar o pior, como seqüestros relâmpagos ou clonagem de cartão de crédito. “É importante ficar atento para ligações muito comuns como aquelas em que a pessoa liga e diz outro nome”, exemplifica.

O delegado ressalta que, nesses casos, não se deve deixar que a pessoa do outro lado da linha puxe muita conversa e vá, aos poucos, pegando o endereço, nome completo e outras informações. “São golpes aplicados por bandidos que se utilizam da tecnologia de modo ilegal para fazer o mal”.

Um especialista na área de contra-espionagem orienta que, para se proteger contra os arapongas, empresários, políticos, juristas ou qualquer um que se sinta observado por olhos e ouvidos alheios de forma ilegal, é necessário fazer um verdadeiro check-up no ambiente de trabalho, em casa e até nos veículos que circulam. Assim como uma equipe médica que efetua exames no paciente, utilizando os melhores e mais modernos equipamentos, visando diagnosticar e curar doenças, a equipe de contra-espionagem, usando os melhores e mais modernos equipamentos, realiza a varredura completa no ambiente e na rede de telefonia do cliente, no objetivo de detectar qualquer dispositivo de espionagem. 

Se quiserem dar uma olhada basta olhar na página do blog e descer a tela e observe no lado direito e vocês terão algumas cidades e locais tanto do Brasil quanto do mundo sendo filmados em tempo real é só clica e pronto!!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Westerwelle não aprova entrega de armas à oposição síria


Perante as massivas críticas na Europa ao pedido de abastecimento de armas para a oposição na Síria, o ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle (FDP- Partido Democrático Liberal), afirmou nesta segunda-feira em Bruxelas, antes da reunião com seus compatriotas europeus, que “uma suspensão do embargo de armas não seria razoável e levaria a uma corrida armamentista”. Da mesma maneira têm se manifestado diplomáticos da República Checa, Áustria e Suécia.

Há vários meses Londres pressiona seus aliados europeus para que se modere o embargo de armas. “Uma mudança neste regime de sanções é necessária para que possamos apoiar substancialmente a oposição”, destacou o ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague, nesta segunda-feira. Até o momento, os envios de armas por parte dos países europeus estão proibidos. O que sim está basicamente permitido é o envio à Síria de equipamento de proteção, como colete anti-balas ou equipamentos de visão noturna. Entretanto, trabalha-se em uma resolução para legitimar com claridade o envio de material não-belicoso.

“É necessário que continuem se aprofundando as sanções aplicadas até agora”, afirmou Westerwelle. Desta maneira se apoiará os grupos de oposição que se uniram na Coalizão Nacional e “assim proteger sua própria gente”. Westerwelle espera que os ministros possam delinear uma solução, para que seja colocada em prática nos próximos dias.

Ele disse também que é imprescindível chegar a um consenso, senão dia 1 de março terminará o embargo e será também possível que o regime de Bashar el Assad seja abastecido de armamento. Também o ministro de Relações Exteriores da Áustria, Michael Spindelegger, exige que se mantenha este embargo sem nenhuma mudança, já que qualquer outra decisão seria um fiasco. “Enviar mais armas à Síria representaria uma escalada militar”; em vez disso, devemos apoiar os esforços da oposição de lograr o diálogo com Al Assad para alcançar uma solução política. Westerwelle advertiu novamente que a situação na Síria “continua consternando”.

© dapd

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

DOSSIÊ Direita na Alemanha


Na Alemanha, em novembro de 2011, por acaso, de assassinatos com motivações racistas 2000-2007 revelado. Pelo menos 10 assassinatos, ataques múltiplos e assaltos a bancos são o grupo de extrema-direita definido para Böhnhardt Uwe, Uwe e Mundlos Zschäpe Beate para carregar. O trio da cidade de Jena, na Turíngia, que fundou a célula terrorista chamado "Underground Nacional-Socialista" (NSU), em 1998. Os eventos provocaram um amplo debate político e social sobre a extrema direita na Alemanha e no trabalho das autoridades de segurança.
O dossiê resume relatórios, análises e de fundo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

INTERNACIONAL: Alemanha aumenta ajuda humanitária para refugiados sírios


A Alemanha anunciou que oferecerá recursos adicionais no valor de 5 milhões de euros para ajuda humanitária na Síria e nos países vizinhos. Um dos focos é o atendimento médico dos refugiados e os preparativos para o inverno próximo. Organizações alemãs de ajuda, a Agência de Técnicos de Socorro (THW) e o ACNUR, irão fornecer aos refugiados roupas quentes, cobertores e fogões.
"O aumento dramático no número de refugiados na Síria e nas proximidades  nos causa grande preocupação. Para estas pessoas faltam muitas necessidades básicas. Com o inverno se aproximando, a situação vai se agravar ainda mais. Com estes fundos adicionais esperamos contribuir para aliviar o sofrimento. É o nosso dever para com as pessoas", destacou o Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle.
Com os recursos adicionais, a assistência humanitária do Governo Federal para a Síria e Estados vizinhos aumentou para 28,3 milhões de euros.
A situação humanitária na Síria continua a se deteriorar. Conforme a Agência de Refugiados da ONU (ACNUR), mais de 340 mil refugiados foram oficialmente registrados na região. Cada dia mais pessoas estão fugindo dos conflitos no país.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Alemanha está disposta 'a princípio' a receber refugiados sírios



O ministro alemão de Relações Exteriores, Guido Westerwelle, informou nesta terça-feira (16, horário local) que a Alemanha está "disposta a princípio" a receber refugiados sírios que estão na Turquia fugindo da guerra civil em seu país, mas no âmbito de um plano internacional.

"A Alemanha está disposta, a princípio, a receber refugiados sírios", declarou ao jornal regional Rheinische Post, mas defendeu a aplicação de um plano coordenado com as Nações Unidas, a União Europeia e organizações de ajuda a refugiados.

"A grande maioria de refugiados quer permanecer na região (fronteiriça com a Turquia) para poder voltar ao seu país quando permitirem novamente as circunstâncias", comentou.

Por isso, a Alemanha põe destaque por enquanto na ajuda humanitária no próprio campo, acrescentou.


"Caso terrível" acusações Tonga polícia

 O comissário de polícia de Tonga disse que os cinco policiais acusados ​​do homicídio de um policial Auckland é uma "terrível estado de coisas".

Um inspetor, quatro policiais e um detento nas celas policiais foram acusados ​​pela morte de Kali Fungavaka.

Fungavaka, que estava em Tonga para um funeral da família, foi alegadamente agredida pelo companheiro detento Semisi Kalisitiane Manu na delegacia Nuku'alofa central, depois de ser preso por embriaguez em 17 de agosto.

Ele morreu no Hospital Vaiola seis dias depois.

Manu, juntamente com o oficial encarregado da noite, o incidente aconteceu, inspetor Kelepi Hala'ufia e policiais Manu Tu'ivai, Tevita Vakalahi, Salesi Maile e Fatai Faletau são todos que enfrentam acusações de homicídio.

O comissário de polícia de Tonga Grant O'Fee disse ontem que não espera que ninguém a ser cobrado sobre a morte Fungavaka, mas não descartou a possibilidade de que a investigação de homicídios continuou.


O'Fee disse que as prisões não tinha afetado a eficácia operacional de sua força policial, mas disse notícias Matangi Tonga organização, a situação era triste.

"Tem sido um terrível estado de coisas para mim e para minha equipe a perceber que cinco de nossos colegas foram acusados ​​de homicídio culposo", disse ele.

"No final, não importa se são policiais ou não, porque eles são as pessoas que escolhemos depois de avaliar a evidência para enfrentar o julgamento sobre estas questões e é assim que deve ser."

Trabalho estava progredindo com o gabinete do Procurador Geral, uma vez que ajudou a preparar os arquivos para a acusação, disse ele.

"Temos um longo caminho a percorrer no que diz respeito a restaurar a confiança do público após o incidente, mas um passo importante é que nós colocamos o nosso próprio pessoal perante o tribunal", disse ele.

"Se eu estava presidindo uma organização policial que não tinha integridade e era totalmente corrupto não teríamos policiais enfrentam acusações em tudo."

Todos os seis acusados ​​haviam seu caso adiado até o próximo mês depois que apareceu no Tribunal do Magistrado Nuku'alofa no início desta semana.

Comissário de Direitos Humanos vai para Nauru


Novo Comissão de Direitos Humanos presidente Gillian Triggs espera inspecionar centros de processamento offshore em Nauru e Papua Nova Guiné para ver o que aguarda os requerentes de asilo enviados da Austrália.
A Comissão manifestou preocupações profundas sobre a mudança para o processamento offshore em Nauru e PNG Manus Island.
Mas o professor Triggs disse que tinha ainda para ver como ele iria trabalhar.
O comissário visitou o Natal facilidade Island e pretende obter permissão para visitar Nauru e Manus Island.
Prof Triggs disse que não havia nada sobre o processamento offshore que era contrária ao direito internacional.
"Mas certamente estamos preocupados, haverá um declínio nas condições de operação", ela disse a um estimativas Senado auditivos em Canberra na terça-feira.
"Não haverá um declínio na qualidade dos processos legais e não o nível apropriado de preocupações para as crianças, para as famílias ... os jovens."
A Comissão está preocupada que as crianças enviadas a centros offshore estaria em desvantagem por falta de acesso à educação e aos serviços de apoio.
O governo afirmou que os requerentes de asilo que chegam à Austrália de barco vai ganhar "nenhuma vantagem" sobre aqueles que procuram vêm de campos de refugiados no exterior.
O conceito de "nenhuma vantagem" não tinha significado jurídico, Prof Triggs disse.
"Ele pode adquirir um significado, mas no momento não há nenhuma referência ou média contra a qual se pode medir uma vantagem ou desvantagem", disse ela.
A comissão iria esperar para ver o que a política significa na prática antes de comentar sobre a sua conformidade com o direito internacional.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MUNDO Turquia arrisca própria estabilidade ao se envolver em conflito sírio


Cidadãos turcos temem que a atitude de confronto do primeiro-ministro Erdogan venha a ameaçar a fase de crescimento econômico do país. Popularidade do governo está em jogo.
A Turquia reforça sua presença militar na fronteira com a Síria. Há vários dias, mais aviões de combate estão sendo estacionados na cidade de Diyarbakir, próxima à fronteira com a Síria. O número de tanques também sobe, e diariamente ocorrem incidentes fronteiriços. As tropas turcas reagem com fogo de artilharia às contínuas explosões de morteiros em solo turco, lançadas do lado da Síria. Não há informação sobre feridos pelas explosões. Mas no dia 3 de outubro, duas mulheres e três crianças foram mortas por bombardeios sírios na cidade fronteiriça turca de Akcakale. Um dia depois, o Parlamento em Ancara concedeu ao governo turco um mandato para intervir militarmente na Síria, se considerar necessário.
A situação se deteriorou ainda mais quando na quarta-feira (10/10) um avião de passageiros da Síria que ia de Moscou para Damasco foi interceptado por caças turcos e obrigado a aterrissar em Ancara. De acordo com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, foram encontrados a bordo "materiais militares". Enquanto o ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, alegou que o avião estava fazendo uma entrega "totalmente legal" de peças de radar e disse que a empresa russa que enviou as peças para a Síria vai exigir da Turquia o retorno da carga apreendida.
Na sexta-feira, houve mais um incidente. De acordo com oficiais turcos, um avião de caça da Força Aérea turca rechaçou um helicóptero sírio que tinha se aproximado da fronteira.
Beco sem saída
O pouso forçado do avião de passageiros da Síria piorou as relaçções entre Turquia e Rússia. A Rússia apoia as autoridades sírias. Já o primeiro-ministro turco se distanciou muito cedo de Assad. "A Turquia calculou que talvez levasse de dois a três meses até que o regime de Assad caísse", explica Günter Seufert, especialista em Turquia do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança, em Berlim. "Mas como não recebeu do Ocidente nenhum apoio expressivo, o país percebeu que estava manobrando para um beco sem saída."
No começo de 2011, quando o presidente sírio, Bashar al Assad, reprimiu por meio da força as inicialmente pacíficas manifestações em seu país, a Turquia rapidamente abriu suas fronteiras aos sírios. E o afluxo de refugiados não para. Só na sexta-feira, de acordo com a agência de notícias turca Anadolu, quase 600 refugiados chegaram no país, incluindo dois generais do exército sírio. Até agora, há 93 mil sírios nos campos de refugiados, e a Turquia não pretende acolher mais de 100 mil.
O primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan pede o estabelecimento de uma zona de proteção ao longo da fronteira e de corredores para auxílio humanitário, tendo buscado o apoio de seus aliados ocidentais para resolver a questão. A Otan, por sua vez, salientou novamente sua solidariedade inquebrantável, e confirmou que, se necessário, a Aliança apoiaria a Turquia num conflito contra a Síria ─ mas o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, ressaltou que um pedido de ajuda militar de Ancara conforme os termos do artigo 5º da Carta da Otan é uma possibilidade "hipotética" e que o conflito com Síria só pode ser resolvido politicamente.
Apoio aos rebeldes
Assim, o envio de armamentos a partir do território da Turquia continua a ser o principal apoio para os rebeldes sírios. Os oponentes de Assad do Exército Livre da Síria conseguiram, com isso, colocar sob seu controle uma faixa de fronteira de cerca de 20 quilômetros adentro no lado sírio, incluindo algumas passagens de fronteira com a Turquia. A população dessas áreas deixou a região, o comércio está fechado. Munição e até mesmo pão e água têm que ser buscados na Turquia. Seus feridos são tratados do lado turco, porque as rotas de abastecimento vindas da Síria estão bloqueadas pelas tropas de Assad, segundo relatos de um jornalista turco que prefere não ser identificado.
O centro do abastecimento dos rebeldes com equipamento militar é Antakya, capital da província meridional turca de Hatay. A província pertenceu até 1939 à Síria, então sob domínio francês. De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, na cidade se encontram negociantes de armas vindos de Qatar, Arábia Saudita e Líbano. Dali ocorreram, em meados deste ano, os últimos grandes carregamentos de armas para os rebeldes. De lá para cá, o suprimento é suficiente apenas "para resistir, mas não para vencer", afirmou um comandante rebelde citado pelo jornal inglês.
Nesse meio tempo, são grandes os temores de que bazucas, rifles de assalto e munição caiam nas mãos de militantes islâmicos. Por isso, funcionários da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), dos EUA, controlam a distribuição das armas e já estabeleceram contatos com opositores moderados do regime, segundo o New York Times. Este desenvolvimento preocupa Günter Seufert, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança. "É perturbador que soldados do Exército dos EUA tenham chegado à Jordânia e à Turquia para dar assessoria aos refugiados, mas também estejam realizando treinamento militar." O especialista vê isso como uma possível causa de agravamento do conflito.
A maior parte da opinião pública turca não concorda com a posição de seu primeiro-ministro diante do conflito com a Síria. Pela primeira vez em seus dez anos no cargo, Erdogan tem a maioria dos eleitores contra si. A metade deles tinha votado em seu partido nas eleições parlamentares do ano passado. O AKP deu estabilidade ao país. Desde então, a Turquia goza de altas taxas de crescimento e está entre as 20 maiores economias do mundo. Uma grande parcela da população conseguiu uma modesta prosperidade. Mas os cidadãos turcos temem que a atitude de confronto de Erdogan venha a pôr tudo a perder.
Autora: Gabriele Ohl (md)
Revisão: Francis França


Partes do Monte Fuji podem desmoronar se falha se deslocar


Um estudo, feito por sismologistas durante três anos, descobriu uma falha ativa até então desconhecida debaixo da montanha, que fica 100 km a oeste de Tokyo


Tokyo - Partes do Monte Fuji, símbolo nacional e uma das principais atrações turísticas do Japão, poderiam desmoronar se uma falha recém-descoberta debaixo da montanha se deslocar, alertou um relatório encomendado pelo governo japonês.


Um estudo, feito por sismologistas durante três anos, descobriu uma falha ativa até então desconhecida debaixo da montanha, que fica 100 km a oeste de Tokyo.

"É possível que (partes d)a montanha possam ruir com deslizamentos de terra na direção de Gotemba", cidade situada entre a montanha e o Pacífico, afirmou Yasuhiro Yoshida, diretor de pesquisas sismológicas do Ministério da Ciência.

Uma equipe de cientistas, liderada por acadêmicos da Universidade de Tokyo, disparou ondas sísmicas simuladas na montanha, que revelaram uma falha que teoricamente seria capaz de produzir um terremoto de magnitude até 7.

A equipe disse acreditar que a falha se moveu alguma vez no passado no último milhão de anos, embora não tenha ficado claro quando isto ocorreu.

Yoshida explicou que a geografia local mostrou que o Monte Fuji sofreu importantes deslizamentos cerca de 3.000 anos atrás, porém ressaltou que mais estudos são necessários para determinar como a falha poderia afetar uma atividade vulcânica em potencial e vice-versa.

A área em torno da montanha, um cone vulcânico quase perfeito que é muito admirado por sua beleza, é conhecida pelos terremotos frequentes e pelas numerosas falhas.

O país está em alerta para possíveis tremores e outros desastres naturais desde o terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami de 11 de março de 2011, que matou 19 mil pessoas e provocou uma emergência nuclear em Fukushima.

ORIENTE MÉDIO: União Europeia aprova novas sanções contra a Síria


A União Europeia (UE) aprovou nesta segunda-feira (15.10), durante um encontro de Ministros do Exterior em Luxemburgo, novas sanções ao regime do presidente sírio Bashar al-Assad, incluindo o congelamento de bens e proibições para viagens de mais 28 sírios e duas empresas do país.

Segundo diplomatas, as duas empresas são suspeitas de ter comprado armas ou outros bens usados na repressão à oposição síria. Também a empresa aérea Syrian Arab Airlines foi proibida de viajar para a Europa.

Esta foi a 19ª rodada de sanções desde o começo do conflito na Síria, em março de 2011, e elevou para 181 o número de pessoas e para 54 o de empresas incluídas na lista negra da UE.

Sanções ao Irã

Além da Síria, os ministros deverão aprovar um reforço das sanções ao Irã, por causa da ausência de progressos nas discussões sobre o programa nuclear do país.

"O Irã não avançou em nenhuma das questões importantes os últimos meses. Sendo assim, devemos aumentar a pressão com as sanções", declarou o Ministro alemão do Exterior, Guido Westerwelle.

De acordo com fontes diplomáticas, o novo pacote de sanções deverá visar em particular as transações financeiras e os setores do gás, transportes e comércio. Todos os negócios entre bancos europeus e iranianos serão proibidos acima de um limite "relativamente baixo", embora exceções possam ser feitas em casos de emergências médicas ou humanitárias, de acordo com um diplomata.

A importação de gás iraniano, mesmo pequena, será proibida, e mais 30 companhias entrarão na lista negra de congelamento de bens da UE.
© Redação Deutsche Welle

domingo, 14 de outubro de 2012

Da Sérvia no sistema de bem-estar social alemão?


Nos Balcãs, o inverno está se aproximando - e na Alemanha, Sérvia e Macedônia ciganos procurar asilo para milhares de pessoas. Agora os políticos exigiam o fim do regime de isenção de vistos para os sérvios e macedónios.
78 pessoas. Assim, muitos - ou melhor, os cidadãos tão poucos dos Estados da Sérvia e Macedónia pediu asilo na Alemanha em 2010.
2435 pessoas. Requerentes de asilo tantos de Macedónia e Sérvia só veio em setembro de 2012. O número vem do Ministério Federal Alemão do Interior - e deixa demanda muitos políticos que o regime de isenção de vistos para os sérvios e macedónios está marcada.
Porque desde setembro de 2009, os cidadãos dos dois países para a UE sem visto. Desde então - e especialmente nos últimos meses - o número de candidatos destes países aumentou drasticamente.
Escritório Federal para os Refugiados: "É sobre questões econômicas"
"Do nosso ponto de vista, ele está localizado no momento da chegada dos sérvios e macedónios claramente um abuso de liberalização dos vistos. E isso deve levar a conseqüências", diz Manfred Schmidt, presidente do Serviço Federal de Migração e Refugiados (BAMF).
"Nós também temos um influxo de grupos familiares relativamente grandes", explicou em entrevista à DW. Mas o dinheiro do bolso, que seria pago no momento correspondia, cerca de três vezes os lucros mensais na Sérvia e Macedónia. "Como vai a preocupações econômicas", disse Schmidt. O problema é, principalmente, a duração da sua estada na Alemanha. "Se as pessoas que vêm da Sérvia e Macedónia, fique aqui por oito semanas, ou três meses na Alemanha pode, então isso é suficiente, para que seja capaz de financiar na Sérvia ou Macedônia para os próximos seis ou nove meses."
Desempenha um papel fundamental neste contexto, um acórdão do Tribunal Constitucional Federal, de julho, aumentando assim os benefícios para os requerentes de asilo na Alemanha e os benefícios sociais habituais tiveram que ser ajustados.
Friedrich: "UE deve suspender a isenção de visto"
O ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich, agora quer verificar a entrada sem visto. O Ministério do Interior, em conjunto com as províncias que procuram maneiras "para o processo de asilo, reduzir os processos administrativos e da terminação de ficar pelas autoridades de imigração do país continua."Em outras palavras método, mais rápido, mais rápido expulsão.
Friedrich fala de um "abuso não é aceitável o aumento do asilo". O afluxo maciço de sérvios e macedónios nacionais deve ser interrompido imediatamente, fontes do Ministério do Interior. Os ministros do interior dos estados de Hesse e Baviera expressar-se de forma semelhante.
Friedrich olha para a solução do problema, a União Europeia tem o dever: "Deve ser possível para a viagem da UE sem visto para esses países o mais rápido possível exposto." Além disso, o Ministério do Interior esteve em estreito contacto com os governos da Sérvia e Macedónia, Frederick DW escreve em um comunicado.
Asilo Pro: "alarmismo totalmente inadequado"
Para oficial de política jurídica no asilo Pro, Marei Pelzer, no entanto, a discussão na direção errada. "Isso é totalmente equivocada sentimento e alarmismo, dirigida contra os refugiados aqui", diz ela em entrevista a DW.
O teor do debate poderia, em sua opinião também afetar o clima na Alemanha. "Já fizemos isso na década de 1990, experiências ruins, palavra-chave Rostock-Lichtenhagen", diz ela. Em 1992, havia na cidade alemã a partir do centro de recepção central para os requerentes de asilo, a xenofobia mais maciça na Alemanha pós-guerra. "O humor pode se transformar em racismo", disse Pelzer.
O inverno está chegando - os ciganos ir
"Os ciganos vivem muitas vezes em suas casas em favelas e assentamentos precários que não protegem apenas o frio no inverno", diz ela. Por esta razão, muitos ciganos sair agora, no outono de sua terra natal, acredita Pelzer. Os cuidados de saúde é ruim, muitas crianças não vão à escola.
De acordo com um relatório da Anistia Internacional 60 por cento dos vivos Roma e Sinti na Sérvia em condições econômicas difíceis, um em cada três não tem acesso a água potável. Expectativa de vida - especialmente as mulheres - é dito ser menor do que a média nacional.
Adicionada para Pelzer vem: "O número de aplicações não é flagrantemente alta." Assim, a Alemanha poderia lidar com calma. A taxa de reconhecimento dos pedidos de asilo se encontram de qualquer maneira praticamente nulo. "Na França é diferente", explica ela. Não foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal, que estas pessoas devem ser objecto de protecção especial. "Portanto, é inconcebível que se fala de abuso", diz Pelzer.


A história dos policiais como vítimas


E fica ainda pior para a polícia, de acordo com discursos políticos e relatórios de vítimas.Imagens aterrorizantes na mídia para dar-lhes legal. Mas os números contam uma história diferente.
O comissário de polícia Sven Kaden parece, à primeira vista, como se tudo isso não precisa de proteção, que vai investir antes de começar a dever - colete, bastão, pistola de serviço. Ele não é muito grande, mas tem ombros largos. Um cara bem treinado a fazer como policial federal em Berlim estação de serviço central. Uma galeria acima as faixas, ele se inclina contra a grade, olhando para o próximo nível. "Estamos treinados para as pessoas e situações para selecionar no perigoso ou seguro", ele está dizendo. "A violência, pelo menos sentiu a aumentar." Com as mãos na cintura Kaden continua. "Há um ano, cinco de seus colegas queriam prender um suspeito, que foi apedrejado e tem um responsável mordido na perna."
Kaden colegas da na Polícia Federal são mais frequentemente em aplicações que envolvem violência espetacular contra os oficiais vem - nas manifestações violentas em 1 De maio em Berlim, com tumultos em estádios de futebol ou os embarques controversos do lixo nuclear. Reflex detenção registar após tais eventos representantes sindicais e políticos nacionais para falar, que condenam a "crescente" de violência contra policiais. "O fato de que estes policiais é atacado, prejudicar a sua saúde", alerta também ministro do Interior, Hans-Peter Friedrich, "um desenvolvimento que não podemos aceitar é".
Proteção para os protetores
Policiais que defendiam publicamente torna-se o protetor dos protetores. Isso dá força. Recentemente aumentou o nível federal de violência criminosa contra policiais 2-3 anos. Até mesmo os membros da coalizão de governo estavam convencidos por unanimidade por um aumento dramático na violência contra policiais.
A proporção da população às suas forças policiais parecem ter se deteriorado. "Na verdade, estamos recebendo os bichos-papões", diz Thomas Polizeioberkommissar Stetefeld. O patrulheiro Berlim acha que a sociedade lida sempre desrespeitoso com ele e seus colegas. "Você sabe, estes são empurrões tão pequena, onde, na verdade, se você deve vê-lo bem de perto, já existe uma forma de violência." Ignorância ostensiva, insultos, t-shirts com a ACAB acrônimo para "Todos os Cops Are Bastards" - Stetefeld não se sente confortável na estrada.
Lacunas estatísticos
Christian Pfeiffer, diretor do Instituto de Pesquisa Criminológica da Baixa Saxônia, apresentou recentemente o estudo abrangente "polícia como vítimas de violência." "Isso mostra que as agressões são experiências todos os dias o policial", diz Pfeiffer. O seu estudo tem atraído muita atenção.Também porque eles não estão limitados às formas criminosas de violência.
Polícia é exigente, mas é perigoso? Muitos vêem investigação Pfeiffer buscar provas. E ele mesmo? "Eu não acho que o 'Immerschlimmerismus" se aplica aqui, finalmente, foi o instantâneo único. " Na verdade, a empresa vai ficando mais velho e tão pacífica.E, assim, o ambiente de trabalho da polícia, os juízes Pfeiffer.
Neste sentido, os números oficiais sugerem. A medida mais importante nas estatísticas de criminalidade aqui é a resistência a agentes da lei. Ele caiu novamente em 2011: por 241 a 21.257 casos.Análogo ao relatório da força-tarefa de violência contra os policiais, os ministros do Interior estão por trás deles, provavelmente, menos de um por cento, o que resultou em ferimentos graves. Quase um quarto tem uma ligeira, três quartos ter causado nenhum dano à saúde. Tal como em relação às pesquisas feitas inserções na maior parte em falta, dificilmente pode detectar tendências reais.
A sociedade como um agressor
Talvez não seja mais, mas mais brutal? "A intensidade aumentou significativamente", observa Michael Eckerskorn do serviço sociológica da Polícia Federal, "que é chocante quantas agressores são direcionados a lesões graves de". Eckerskorn com base nas muitas conversas que teve com os funcionários em causa.
A impressão da prática de polícia não é suficiente contraste Rafael Behr. "Não há nenhuma evidência estatística robusta de um serviço cada vez mais grave", diz o professor da Academia de Polícia, em Hamburgo. "É claro que a percepção da violência nos meios de comunicação e os funcionários tem crescido." Em geral, ainda não está em debate policial interna concordar com o que é realmente entender tudo pela força. Behr perturbar o contexto atual, em que os funcionários retratados como vítimas, e os constantes apelos à sociedade a respeitar mais seus protetores. Isso também poderia ter um impacto negativo sobre a motivação da polícia. Sim quero ser ativo e ajudar. Behr, portanto, conclui: "A empresa dificilmente vai mudar, mas podemos melhorar a prática de policiamento."


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

AVIAÇÃO Rússia exige explicação da Turquia


Moscou está irritado. Rússia quer saber sobre a Turquia, por sua força aérea forçou um avião de passageiros de Moscou a Síria Ancara para uma aterragem. Moscou nega que a Airbus tinha armas a bordo.
O Ministério das Relações Exteriores em Moscou, disse: "Estamos preocupados que esta emergência colocou em perigo a vida ea segurança dos passageiros, entre os quais 17 eram cidadãos russos". As autoridades turcas deve explicar como ele veio para o pouso forçado e como prevenir incidentes similares no futuro poderia ser, disse um porta-voz do ministério. Um representante da agência russa de exportação de armas garantiu que a aeronave havia realizado nenhuma arma ou partes de armas.
Caças turcos foram na quarta-feira obrigou o Airbus A-320 da Síria a caminho de Moscou para Damasco em Ancara para uma aterragem. De acordo com o governo turco a bordo foi uma "carga ilícita" apreendido, de acordo com as regras internacionais teriam de ser notificados. Depois de inteligência era "carga não-civil" a bordo. Ministro das Relações Exteriores Ahmet Davutoglu indiretamente acusou a Rússia de fornecer armas para a liderança síria e por abusar de aeronaves civis. "Estamos determinados a controlar as armas a um regime que tais massacres brutais perpetrados contra a população civil", disse Davutoglu.
O Airbus tinha carregado?
Depois de várias horas, a aeronave pousou na residência manhã de quinta seu vôo para Damasco continuou com 37 passageiros. A embaixada russa em Ancara colocar um protesto e exigiram uma explicação do governo turco.
Sobre a carga confiscada há informações conflitantes. A imprensa turca informou uma carga de 300 kg, que havia sido destinado para o Departamento de Defesa dos EUA em Damasco. Entre eles estavam também equipamentos que poderiam ser usados ​​como componentes para mísseis, escreveu o portal de notícias turca "estrela". Contraste, informou a televisão estatal turca TRT, o Airbus estava carregado aparentemente militar equipamentos de comunicação.
Putin fica em casa
Kremlin líder Vladimir Putin disse a partir de uma viagem à Turquia para esta segunda-feira. Seu porta-voz Dmitry Peskov, disse na quinta-feira, Putin não podia por causa de outros compromissos para se encontrar com o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan. O jornal "Vedomosti" citou um funcionários do Kremlin no entanto, dizendo que Putin não iria ficar na escalada do conflito entre Damasco e Ancara em uma página.
A Rússia tem no passado como um fornecedor confiável de armas para o ditador sírio, Bashar al-Assad. Um representante da agência russa de exportação de armas agência de notícias Interfax disse que seu país não tinha ajustado a cooperação militar com o seu aliado da Síria, apesar do constante desde março de 2011 levante contra o presidente Bashar al-Assad.
O ministro dos Transportes sírio Mahmoud Said acusou o país vizinho sob a "pirataria aérea" antes.Interceptar um avião sírio pela Força Aérea turca violado acordos internacionais sobre aviação civil, citando o libanês Al Manar para o Ministro.
kle / s (afp, DPA, rtr DAPD,)

MUNDO Após suspeita, Turquia libera avião sírio com passageiros


Governo turco confisca parte da carga da aeronave interceptada e afirma que ela continha mercadorias ilegais. Rússia diz que interceptação pôs em perigo os passageiros.
As autoridades turcas liberaram um avião de passageiros que voava em direção a Damasco, na Síria, após tê-lo interceptado devido à suspeita de que levava uma carga ilegal.
O Airbus A320 e seus passageiros receberam permissão para deixar a capital turca, Ancara, nesta quinta-feira (11/10), horas depois de ser interceptado por jatos turcos ao entrar no espaço aéreo do país, vindo de Moscou.
O ministro turco do Exterior, Ahmet Davutoglu, afirmou que as autoridades confiscaram parte da carga por causa da suspeita de que o avião estivesse carregando armas para Damasco. "Havia carga ilegal no avião que deveria ter sido comunicada", afirmou.
Ele se recusou a comentar o que teria sido apreendido, mas acrescentou que a Turquia tem o direito de investigar aviões civis, de acordo com as leis internacionais. "Nós estamos determinados a controlar a transferência de armas para um regime que realiza massacres brutais contra sua própria população. É inaceitável que isso ocorra dentro do nosso espaço aéreo", disse o ministro.
O avião, que vinha de Moscou, voava em direção a Damasco com 35 passageiros a bordo, informa a imprensa turca. A Rússia é a mais importante fonte de armas para as tropas leais ao presidente Bashar al-Assad.
O governo russo exigiu explicações da Turquia. Uma nota do Ministério russo do Exterior afirma que interceptação do avião por caças pôs em perigo os passageiros, dos quais 17 eram cidadãos russos.
RO/rtr/dpa/lusa
Revisão: Alexandre Schossler

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Alemanha pede apoio no Kosovo

Alemanha empurrando os seus parceiros da OTAN a se envolver mais no Kosovo. A Bundeswehr foi acusado, juntamente com soldados da Áustria e da Itália indevidamente assim, no norte do país balcânico para cumprir as metas acordadas internacionalmente, o ministro da Defesa, Thomas de Maiziere disse à margem de uma reunião com os seus homólogos da NATO, em Bruxelas."Isso é incorreto e não corresponde com a situação."

vai exigir que as tropas já alcançados pelo uso quase constante de forças de reserva, criticou. Entre eles estavam sofrendo, particularmente na Alemanha, Áustria e Itália, que havia passado fez três vezes devido ao uso de reserva e se sobrecarregue. Alemanha iria encorajar a dia segunda consulta dos ministros da defesa da OTAN para desenvolver uma opção militar, disse o Ministro.

De Maizière: Teto da tropa não é praticável

Segundo ele, as tropas poderia reagrupar o mais silencioso do sul do país, nos países norte inquietos ou outro da NATO são convidados para um compromisso maior. No norte do Kosovo, o conflito entre os albaneses maioria e da minoria sérvia recentemente apareceu de novo e de novo em violência.

No presente teto tropa força formal de cerca de 5.700 homens, incluindo 800 reservistas em qualquer caso, não é prático. "Ou nós precisamos de mais tropas, então você deve dizer isso." Ou não, deve, no entanto, dar qualquer uso a longo prazo de forças de reserva.

"Plano Preliminar" para a retirada do Afeganistão

Também na agenda dos 28 ministros de defesa da NATO é a missão no Afeganistão. De Maizière NATO acordo irá desenvolver um "plano preliminar" para o período após a retirada das tropas de combate em 2015. "O então é aperfeiçoada ao longo do próximo ano, para que, então, certamente no decorrer de 2013, uma ferramenta de apoio à decisão para os governos e parlamentos nacionais", disse De Mazière. "Nós não vamos decidir amanhã sobre ordens de grandeza."

Com a retirada do Afeganistão, a OTAN está a enfrentar um de seus maiores desafios das últimas décadas. A partir de 2015, o estado se responsáveis ​​por sua segurança. NATO está prestes a se aposentar depois de mais de dez anos de uso no treinamento e assessoria ao exército afegão. Um aumento de ataques de criminosos em uniforme militar ter feito este último objetivo em questão. A aliança militar ocidental, mas mantém seu plano de retirada.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

AFEGANISTÃO Afeganistão à beira?


O chefe da Cruz Vermelha no Afeganistão faz uma avaliação sóbria. Veio mais e mais civis em meio ao fogo cruzado, ameaça de uma catástrofe humanitária. Os cientistas políticos temem o caos após a retirada da OTAN.
Reto Stocker deixar o Afeganistão depois de sete anos. Espero que a situação da população civil no país é no Hindu Kush melhorar no futuro previsível, ele tem pouco. A guerra da Otan contra o Taliban radical islâmica e as lutas em curso de regionais grupos armados uns contra os outros foram estimados pelo diretor cessante do Comité Internacional da Cruz Vermelha-CICV piorou a situação da população, mais e mais. "Deixo este país com preocupação", disse Stocker em Cabul. "Desde que cheguei aqui, em 2005, as milícias armadas locais têm proliferado, os civis não estão entre uma, mas várias linhas de frente e capturados torna cada vez mais difícil para as pessoas comuns do Afeganistão para obter cuidados médicos." Conflitos tribais locais contribuiu com um ressurgimento do Taliban antecedência.
A população sofre, mas cada vez mais não só entre o conflito armado, mas também entre a má situação econômica. O balanço dos últimos sete anos, caindo negativo em sua opinião: "A esperança para o futuro tem caído de forma constante", disse o médico Stocker.
A Cruz Vermelha Internacional tem vindo a trabalhar desde 1979 no Afeganistão. Ele opera onde o uso de sua maior, com 1.800 funcionários, 15 escritórios e um orçamento de cerca de 73,5 milhões de euros para o corrente ano. Chefe regional do CICV novo, Gherardo Pontrandolfi tomou seu posto este mês.
Política de pesquisadores temem o caos
A análise de segurança, que foi publicado pelos pesquisadores de política do International Crisis Group prevê que o governo cada vez mais impopular do presidente Hamid Karzai colapso após a retirada das tropas da OTAN no Afeganistão. O país está longe de ser assumir a responsabilidade pela segurança, disse no relatório publicado em Bruxelas. Exército e polícia no país foram "oprimidos e despreparados para a transição."
Acrescenta que os chefes de estado e chefe de governo de Karzai era mais ocupado tentando consolidar sua base de poder do que se preocupar com a estabilização a longo prazo do país. Karzai, que já completou o seu segundo mandato pode, a eleição presidencial de 2014 próximo não vai correr novamente. No entanto, especula-se que ele poderia enviar um terno sua raça ou seu candidato para continuar em segundo plano para influenciar. Havia o risco de que Karzai declarar um estado de emergência - o que poderia levar a uma guerra civil, alertou Crise.
A credibilidade do governo havia sido seriamente danificada pelo "caótico e marcado por fraudes" eleições parlamentares e presidenciais em 2009 e 2010, analisou o grupo de peritos independentes. O Grupo de Crises pediu Karzai nomear finalmente uma data de eleição.
As eleições anteriores havia desenhado uma disputa complicada legal sobre o poder de decisão do Judiciário sobre a Comissão Eleitoral a ser responsável. Milhão de votos teve que ser contados novamente contra a falsificação e adulteração. Karzai tinha insinuado vagamente escolha preferível a 2013.
qu / sti (rtrE, DPA, afp, EPD)

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

ACL: "Resultado insuficiente para a estação de controle"


(JW) - O Automóvel Clube do Luxemburgo ACL respondeu a uma série de ações que apresentaram o ministro dos Transportes Claude WISELER eo SNCT estação de controle na quarta-feira.
A SNCT recebeu da ACL "insatisfatório". Com o ministro não o fez tão difícil para o julgamento, ele recebeu uma "estada" pelo Automóvel Clube. No geral, porém, não teve "ação imediata" ao abrigo das propostas que o problema dos longos tempos de espera, a curto prazo regula o controle do veículo, a ACL escreve em um comunicado de imprensa que foi enviada na quinta-feira.
Nos olhos dos líderes das soluções da ACL SNCT propostas foram elaboradas sem consultar os motoristas. Afinal match medidas de longo prazo das propostas que a ACL haviam sido submetidos, em julho. Assim encorajado, o primeiro cheque para veículos novos executar somente depois de quatro anos eo segundo dois anos depois.

Website para motoristas

Mesmo a abertura de mercado pressionado a ACL em ouvidos surdos. As medidas de curto prazo foram contraste com duras críticas. "Isso significa que a antecipação do horário de funcionamento por meia hora não é apenas a acumulação de um pouco mais cedo?" Diz o ACL, a "ação imediata" em questão. No geral, muitas perguntas ficou sem resposta, basta escrever o representante dos motoristas.
A Associação Automóvel anunciou continuar a pressionar por melhores condições no controle do veículo e criado para esse fim, um novo site. De sexta-feira 5 Outubro é www.raslebol.lu ser publicado, um site que vai coletar e publicar propostas específicas dos motoristas e. Estes serão submetidos ao Ministério também.

Testes de voo do Osprey são realizados em meio a protestos em Okinawa


As Forças Armadas dos Estados Unidos conduziram os primeiros testes de voo do avião de transporte Osprey na província de Okinawa, extremo sul do Japão, em meio a protestos da população local.

Na quinta-feira, dois Osprey participaram dos voos experimentais a partir da base aérea de Futenma, dos fuzileiros navais dos Estados Unidos, na cidade de Ginowan. Cada voo teve duas horas de duração.

O primeiro Osprey decolou na manhã de quinta-feira e retornou à base passando pelo aeródromo da Fuzilaria Naval americana na ilha de Iejima, ao largo da costa oeste da principal ilha de Okinawa. Outro Osprey decolou cerca de 20 minutos antes do meio-dia.

As duas aeronaves fazem parte dos nove Osprey que saíram nesta semana da base aérea de Iwakuni, dos fuzileiros navais americanos, na província de Yamaguchi, para serem posicionados em Futenma. Outros três Osprey continuam na base de Iwakuni, até que sejam enviados a Futenma.

As Forças Armadas dos Estados Unidos planejam dar início às operações em escala total das doze aeronaves em Okinawa até o fim deste mês.