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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Amizade Brasil-Vietnã inicia os trabalhos


Ficou aprovado um plano de trabalho para desenvolver as relações de amizade entre os dois países e seus respectivos povos. No plano da divulgação, a Abraviet deverá estruturar um site que concentre uma série de conteúdos de informação sobre ambos os países, sua localização geográfica, características econômicas, sociais e políticas, cultura e seus povos, histórias e noticias de atualidades.

Com relação ao esforço de cooperação econômica, a Abraviet trabalhará no sentido de ativar a Câmara de Comércio Brasil-Vietnã (que foi criada em 2007, na cidade do Rio de Janeiro), com suas características próprias, para aproximar entidades e empresários interessados em desenvolver contatos comerciais e econômicos. Trocas comerciais são de interesse de ambos os países, como no caso do café, da madeira, do caju, da pesca, do petróleo, da tecnologia de desenvolvimento agrícola etc. O contato com a Embrapa, nesta área seria de extrema importância.

Um campo de interesse estratégico para o Brasil é a área de Defesa Nacional. As forças armadas brasileiras têm interesse em troca de informações a respeito de luta na selva – que os vietnamitas detêm conhecimento acumulado através de vários séculos de luta contra o colonialismo e o imperialismo. O Brasil tem uma das maiores florestas nativas do mundo, o que faz com que seja cobiçada por grandes potências. 

Cultura

Na esfera cultural, a Abraviet organizará exposições e seminários que mostrem o que há de mais interessante e representativo na produção cultural do Vietnã aqui no Brasil, e — ao mesmo tempo — procurará preparar exposições e visitas de delegações culturais ao país irmão vietnamita, com aquele mesmo objetivo. Nesta tarefa a Abraviet contará com a ajuda e contribuição da Associação homônima vietnamita de Amizade com o Brasil, sediada em Hanói, capital do Vietnã.

Ainda neste campo, a Abraviet entrará em contato com a Universidade de Brasília, entre outras no país, para a elaboração de cursos de língua vietnamita, que na verdade é uma “chave” importante para o desenvolvimento de relações com o país amigo. 

A Associação brasileira, neste sentido, já está colaborando para a edição do primeiro dicionário Português-Vietnamita, que está sendo preparado na Universidade de Hanói. O esporte também deverá merecer toda atenção da Abraviet, aproximando a Federação de Futebol Vietnamita e o Ministério do Esporte do Brasil, para troca de informações e de cooperação mútua.

Na área do cinema, existe a possibilidade de serem exibidos filmes vietnamitas no Brasil e brasileiros no Vietnã, com a colaboração da Ancine, a Agência de Cinema do Brasil.

Esfera política

Ficou estabelecido, também, que a Abraviet estabelecerá contatos com associações políticas, culturais e sociais que tenham objetivos semelhantes, como a Grupo Parlamentar de Amizade e cooperação com o Vietnã, entre outras. Será de interesse da Abraviet organizar seções regionais em estados da Federação brasileira, procurando polarizar os trabalhos de cooperação onde haja uma demanda maior. Destacou-se, durante a reunião, a possibilidade de se organizar junto ao Ministério do Turismo e a Embratur, uma série de acordos que facilitem as relações turísticas entre os dois países.

Por fim, os participantes do encontro firmaram a importância de um plano anual de troca de delegações entre o Brasil e o Vietnã, que será estabelecido por ambas as Associações — a Abraviet e sua homônima vietnamita — com o objetivo de estreitar as relações de amizade e cooperação. A Associação deverá colaborar para a montagem destas comitivas de visitas ao país do sudeste asiático. 

Neste sentido, a Abraviet procurará sempre trocar informações e estabelecer a colaboração com a Embaixada do Vietnã em Brasília, assim como com os escritórios regionais para organizar em conjunto as atividades da Associação. Já existe uma demanda concreta no mês de junho próximo, quando se realizará sob os auspícios da embaixada vietnamita em Brasília, uma reunião do grupo de países da Ásia e Oceania, para a qual a Abraviet deverá contribuir.

De Brasília, Pedro Oliveira


                          

De um país que estava em guerra tirou idéia e lição para o negócio e expansão de um estrangeiro de origem Vietnamita.


                         



Empreendedor estrangeiros se rende aos atrativos brasileiros

O empreendedor sueco Johan Jonsson: casamento com uma brasileira facilitou as coisas


Boa performance do país durante a crise e aumento da massa consumidora atraem empresários de fora.

Com uma performance relativamente melhor que a de muitos países durante a crise financeira internacional, o Brasil entrou no radar dos empreendedores estrangeiros.

Embora não haja um mapeamento oficial do número de empresas abertas, o Ministério do Trabalho e Emprego informou que no primeiro semestre de 2012 os estrangeiros pessoa física aplicaram R$ 107,80 milhões no Brasil, uma alta de 32% sobre os R$ 81,79 milhões registrados no mesmo período de 2011.

De acordo com o professor de Empreendedorismo do Ibemec, Eduardo Bonomo, o que atrai esses empreendedores é a situação em que o Brasil se encontra em relação a outros países. "É um local atraente, uma economia que está aquecida, trabalhou com pleno emprego um bom período durante a crise. Enfim, é uma conjuntura favorável para a abertura de empreendimento", comenta.

Um dos casos de estrangeiros que vieram ao país no recente boom é o do sueco Svante Westerberg. Em 2004, ele abriu uma consultoria, depois tornou-se sócio da Braspag - empresa comprada pela Cielo - e então fundou a MaxiPago, que oferece soluções de pagamento com padrões de processamento global.

Westerberg conta que a maioria das pessoas subestima a dificuldade de fazer negócios no Brasil. Ainda assim, a demanda e oportunidades oferecidas pelo país o tornam atrativo. O sueco estabeleceu uma meta agressiva de ter 30% do mercado de soluções de pagamento para e-commerce até o final de 2013.

Outro sueco que veio se aventurar nos trópicos foi Johan Jonsson, fundador do Agente Imóvel, portal que disponibiliza informações sobre o mercado imobiliário, além de busca para compra e aluguel de imóveis.

Após tirar um ano sabático, Jonsson terminou sua viagem no Brasil. E decidiu voltar para morar no país. Quando se mudou, passou o primeiro ano estudando português e o mercado financeiro local.

Com experiência em internet e corretoras, o sueco percebeu que as informações sobre imóveis para aluguel estavam disponíveis apenas em jornais; além disso, não havia fontes para comparação de preços.

Em 2008, ele montou o portal Agente Imóvel ao estilo "Vale do Silício": em sua própria casa. Hoje, a empresa tem 14 funcionários e está perto de bater um milhão de usuários por mês. Mas não foi tão fácil.

"A demora para abrir conta bancária, uma empresa, dificulta. E sendo estrangeiro, o tempo dobra. Para mim foi mais fácil porque casei com uma brasileira", lembra. "Mas quando estava esperando a identidade brasileira, o sobrenome do meu pai estava errado. Demorou um ano e meio para refazer o documento e sem isso não se podia abrir a empresa".

De acordo com Paulo Melchor, consultor do Sebrae-SP, há duas formas do empreendedor estrangeiro entrar no Brasil.

A primeira é abrir uma filial, após obter autorização do governo, e a segunda é obter um visto permanente e abrir uma empresa brasileira - ou seja, que tenha sede no Brasil e seja constituída sob a legislação nacional. Melchor também cita a concessão de vistos permanentes para estrangeiros que venham trabalhar em cargos de chefia.

O francês Jean-Luc Senac se enquadra nesse caso. Há nove anos, quando estava empregado por uma empresa francesa no país, Senac decidiu tornar-se seu próprio chefe.

"Quando cheguei na idade dos 30, pensei o que eu queria fazer da vida. Eu já tinha vontade de montar uma empresa, encontrei aqui uma oportunidade".

Segundo ele, o único obstáculo a mais que os estrangeiros têm para abrir uma empresa no Brasil é conseguir o visto. Como já possuía os documentos, não teve tantos problemas. Assim, abriu a Saúde Service no final de 2003.

Com um crescimento médio de 63% ao ano, é focada em meios de pagamentos no setor de saúde. A experiência deu tão certo, que ele decidiu fundar a Evolucard, que vincula cartão de crédito ao celular.

Como Senac, diversos estrangeiros vêm ao Brasil. De acordo com dados do MTE, entre janeiro e junho de 2012, foram concedidas 32.913 autorizações de trabalho a estrangeiros, a maioria dos Estados Unidos e para a região Sudeste.

Porém, ainda faltam incentivos, fato que é notado por todos os entrevistados. Como resume Westerberg, "o Brasil está indo muito bem, apesar de si mesmo. Imagine se houvesse políticas que estimulem o investimento. O Brasil passaria a China".


O Brasil a estabilidade e oportunidades / The Brazil stability and opportunities


         


A combinação de estabilidade econômica e institucional, crescimento sustentável, mercado doméstico em expansão, políticas sociais inovadoras e distribuição de renda criam uma nova imagem do Brasil diante do cenário internacional. Todas essas mudanças, aliadas a um sistema financeiro com forte regulação, tornaram o País mais resistente para enfrentar crises econômicas globais.

Com um território de 8,5 milhões de km² e população de mais de 190 milhões, o Brasil é a sétima  economia do mundo. Os fundamentos do seu sistema financeiro são a inflação controlada e o crescimento em torno de 4,5% nos últimos cinco anos.
Exportações
Além de ter um mercado doméstico crescente, o Brasil é uma importante plataforma de exportações. O volume de exportações cresceu de US$ 58,2 bilhões em 2001 para US$ 201,9 bilhões em 2010.

Os resultados positivos da balança comercial e o fluxo de investimentos em produção fizeram as reservas internacionais excederem o valor de US$ 330 bilhões até a metade de 2011.
Outra grande vantagem competitiva é a produção energética diversificada e segura. Fontes renováveis garantem cerca de 45% da matriz nacional – um recorde mundial. A eletricidade é gerada quase que inteiramente por meio de hidrelétricas e outras fontes limpas como biomassa e eólica.

O Brasil também é o maior exportador de etanol do mundo, um biocombustível produzido no País desde 1974 a partir da cana-de-açúcar.  Em contraste com outros tipos de etanol, o produto brasileiro não afeta a produção de alimentos nem compromete reservas ambientais, já que sua produção ocupa menos de 1,4% da área agriculturável do território nacional.
Reservas de Petróleo

Líder em tecnologia de prospecção e produção de petróleo e gás em águas profundas, o ano de 2008 foi marcado pela descoberta de imensas reservas a cerca de 7 mil metros da superfície do mar.
Conhecida como “Pré-sal”, essa área gera oportunidades de investimentos para companhias de petróleo interessadas em um dos maiores depósitos de gás e óleo do mundo.  O objetivo é aumentar a produção diária de petróleo e gás, no Brasil e no exterior, de 2,6 milhões barris para 3,9 milhões por dia em 2014. A idéia é chegar em 2020 com uma produção diária de 5,4 milhões de barris.

Aliado a isso, o País é pioneiro no desenvolvimento de tecnologia flex fuel. Criada em 2003, a tecnologia permite que automóveis possam usar tanto gasolina quanto etanol, em qualquer proporção. Atualmente, montadoras multinacionais produzem cerca de 100 modelos diferentes de carros com a inovação.
Mercado de aviação

Reconhecida pela sua capacidade tecnológica e criativa, a indústria aeroespacial brasileira é a maior do hemisfério Sul e compete em diversos segmentos do mercado global.
A Embraer, produtora de aviões, é líder regional na produção de jatos comerciais de até 120 assentos. Com mais de 17 mil empregados, a companhia atingiu um faturamento de US$ 16,6 bilhões em março de 2011, quando 246 aviões foram entregues.
A indústria aeroespacial brasileira também produz equipamento militar, jatos executivos e satélites, além de equipamentos de monitoramento.


The combination of institutional and economic stability, sustainable growth, expanding domestic market, innovative social policies and income distribution creates a new image of Brazil on the international scene. All these changes, together with a financial system with strong regulation, made the country more resilient to global economic crises.

With a territory of 8.5 million km ² and a population of over 190 million, Brazil is the seventh largest economy in the world. The foundations of the financial system are controlled inflation and growth around 4.5% over the past five years.
Exports
Besides having a growing domestic market, Brazil is an important platform for exports. The volume of exports grew from $ 58.2 billion in 2001 to $ 201.9 billion in 2010.





The positive balance of trade and investment flows in production made international reserves exceed the value of $ 330 billion by mid 2011.
Another major competitive advantage is diversified and secure energy production. Renewable sources account for around 45% of the national matrix - a world record. Electricity is generated almost entirely by hydropower and other clean energy sources such as biomass and wind.

Brazil is also the largest exporter of ethanol in the world, a biofuel produced in the country since 1974 from cane sugar. In contrast to other types of ethanol, the Brazilian product does not affect the production of food or compromise environmental reserves, since its production occupies less than 1.4% of the agricultural area of ​​the country.
Oil reserves

Technology leader in exploration and production of oil and gas in deep waters, the year 2008 was marked by the discovery of vast reserves of about 7000 meters from the sea surface.
Known as "pre-salt", this area generates investment opportunities for oil companies interested in one of the largest oil and gas deposits in the world. The goal is to increase the daily production of oil and gas in Brazil and abroad, 2.6 million to 3.9 million barrels per day in 2014. The idea is to come in 2020 with a daily production of 5.4 million barrels.

Allied to this, the country is a pioneer in the development of flex fuel technology. Founded in 2003, the technology allows cars to use both gasoline and ethanol in any proportion. Currently, multinational automakers produce about 100 different models of cars with innovation.
Aviation market

Recognized for its technological and creative, the Brazilian aerospace industry is the largest in the southern hemisphere and compete in various segments of the global market.
Embraer aircraft manufacturer, is a regional leader in the production of commercial jets up to 120 seats. With over 17,000 employees, the company achieved a turnover of $ 16.6 billion in March 2011, when 246 aircraft were delivered.
The Brazilian aerospace industry also produces military equipment, jets and satellites, and monitoring equipment.


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http://www.brasil.gov.br/para/press/reference-texts/brazil-stability-and-great-oportunities