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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DEUTSCHE WELLE E ONU: Estreitamento da cooperação é celebrado em Nova Iorque

No mais recente desenvolvimento de uma parceria estabelecida há cinco anos, a Deutsche Welle e a Organização das Nações Unidas assinaram nessa semana um novo acordo para fomentar a cooperação no domínio dos meios de comunicação. O tratado permite que a emissora alemã complemente sua programação de TV com materiais e documentários produzidos pela ONU.

Um dos primeiros projetos a contar com tal colaboração será a série World Stories (Estórias Mundias). Disponível nos idiomas inglês, espanhol e árabe, o programa mostrará novas perspectivas e estórias cativantes ao redor do globo.

Erik Bettermann, Diretor Geral da Deutsche Welle, comemorou bastante o estreitamento parceria. “A cooperação entre DW e a ONU é particularmente importante para nós, principalmente devido ao senso de próposito compartilhado”, disse. “Temas como a promoção dos direitos humanos, participação e democratização, que são aspectos centrais da nossa programação multimídia em 30 idiomas, também são pedras fundamentais da ONU”, exemplificou.

Peter Launsky-Tieffenthal, Sub-Secretário-Geral para Comunicação e Informação Pública da ONU, também celebrou a iniciativa. “Nós da ONU temos o prazer de poder construir a nossa cooperação a longo prazo com a Deutsche Welle e a certeza de que o novo acordo permitirá ampliar e aprofundar essa parceria”, sublinhou.

Além de projetos de televisão, a cooperação bilateral entre a DW e ONU inclui divulgação de eventos das Nações Unidas, realização de oficinas de mídia durante a Cúpula do Clima de Copenhague, participação de especialistas da ONU no Global Media Forum e na produção de importantes projetos multimídia da DW, como Educação para Todos, Vozes de Hoje - Ideias para o Amanhã, ou Learning by Ear, para a África. Além disso, a Deutsche Welle oferece programas de treinamento de mídia no âmbito da DW Akademie para funcionários da ONU.

Os Monumentos de São Paulo

Nada melhor para conhecer a história de São Paulo do que visitar seus monumentos. As Bandeiras e seus desbra-vadores, a Independência proclamada em solo paulista, os heróis da Revolução de 32 e muito mais. São passeios que valem a pena.

Monumento às Bandeiras 

De autoria de Victor Brecheret, o monumento representa a memória ao bandeirante português e ao guia índio. Há também a representação de outras raças que participaram das bandeiras, como os negros e mamelucos, todos numa união de forças para carregar a canoa das monções.

Monumento à Independência

Obra de Ettore Ximenez feita em 1921. O artista usou 131 peças esculpidas em bronze. O monumento foi dedicado à Independência do Brasil de Portugal. Nele, encontra-se a Capela Imperial com a cripta e despojos de Dom Pedro I e da princesa Leopoldina.
Obelisco Mausoléu aos heróis de 32

Em homenagem aos combatentes de 32, o monumento é dividido em quatro grandes painéis trabalhados em mosaico de procedência italiana. A concepção dos desenhos da abóboda e da cripta do mausoléu são do artista Galileo Emendabili. Já as legendas são do poeta Guilherme de Almeida.




terça-feira, 11 de setembro de 2012

EUA homenageiam vítimas dos ataques de 11 de setembro uma lembrança dolorosa não só para eles mas para o mundo foi algo que marcou muito as pessoas o terror e até que ponto nós humanos chegamos.

Cerimônias em Washington, Nova York e em Shanksville marcam o 11º aniversário dos atentados que deixaram cerca de 3.000 mortos


Há 11 anos, o dia 11 de setembro traz a lembrança de um dos maiores atentados terroristas de todos os tempos.

Uma ação orquestrada pela rede Al Qaeda sequestrou quatro aviões para atingir as torres do World Trade Center, em Nova York, o Pentágono, em Washington, além de derrubar uma das aeronaves na Pensilvânia.

Na ocasião, o mundo parou para assistir aos prédios atingidos e, mais tarde, desabar e cobrir a cidade de poeira.


O Memorial 11 de Setembro, em Nova York, foi construído para se tornar a principal homenagem às vítimas do maior atentado terrorista de todos os tempos, que completam 11 anos nesta terça-feira (11).

Após anos de limpeza, projetos e construção, o memorial mostrou ser um sucesso turístico, capaz de atrair 4,5 milhões de pessoas anualmente.

Mas passado tanto tempo, alguns norte-americanos começam a questionar as cifras absurdas da obra, que ainda não está pronta. Segundo a agência de notícias Associated Press, o memorial deve custar ao final cerca de R$ 1,4 bilhão, além de consumir anualmente um montante de R$ 120 milhões, só em manutenção.


 

Inaugurado há um ano, o Memorial 11 de Setembro é formado por duas piscinas gigantes iluminadas, compostas por uma fina queda d'água na lateral e cercadas por um parapeito com os nomes de todas as vítimas escritos em cobre.

Além disso, um museu localizado entre as duas piscinas e dois novos arranha-céus estão em fase final de construção.

De acordo com a AP, a homenagem às vítimas custou 700 milhões de dólares, o equivalente a R$ 1,4 bilhões. Por ano, o museu e a construção custarão R$ 122 milhões, cerca de 60 milhões de dólares, aos cofres norte-americanos.

Em seu primeiro ano de funcionamento, o memorial já recebeu mais de 4,5 milhões de visitantes. Porém, o custo desse novo monumento tem gerado críticas, pois os gastos com sua manutenção, em torno de R$ 120 milhões, são muito superiores a outros monumentos do país.

Segundo a AP, este ano o Serviço de Parques Nacionais gastou R$ 17 milhões para manter o Gettysburg National Military Park e, aproximadamente R$ 7 milhões no monumento das vítimas de Pearl Harbor.

Com o Cemitério Nacional de Arlington, que possui 14 mil covas e recebe 4 milhões de visitantes por ano, o governo americano gasta R$ 90 milhões com manutenção.

Cerca de 20% de todos os gastos anuais com o memorial, ou R$ 24 milhões, serão com a segurança do local, em razão do receio de novos ataques.

“O fato é que esse é um lugar que já foi atacado duas vezes”, disse Joseph Daniels, chefe executivo e presidente da fundação que administra o memorial.

Os visitantes que chegam ao local passam por sistema de segurança parecido com o dos aeroportos e guardas armados patrulham as instalações.

Segundo o porta voz da fundação, só para manter as duas fontes localizadas nos locais das duas torres, gasta-se cerca de R$ 10 milhões anualmente.

Mesmo com os altos custos, a obra ainda não foi concluída. O museu, previsto para ser aberto ao público este mês, ainda não está pronto. De acordo com o presidente da fundação, o museu só será aberto no próximo ano.

O museu contará ainda com um espaço onde serão exibidos fotos das 3.000 vítimas do atentado e poderão ser ouvidas histórias da tragédia, além de ver objetos do lugar, como a escada que os trabalhadores dos prédios usaram para fugir antes que a torre viesse a baixo.

Com a inauguração, espera-se que só o museu receba mais 2 milhões de visitantes por ano, além dos 4,5 milhões que visitam o restante do memorial. Com uma taxa estimada em R$ 24 (U$S 12) para o museu, os membros da fundação pretendem cobrir pelo menos 40% dos custos de manutenção. Outra fonte de renda para o memorial será a venda de suvenirs.
Existem também propostas para que a população americana arque com pelo menos um terço dos custos. Um projeto de lei, do senador democrata Daniel Inouye, propõe que o Serviço Nacional de Parques arque com R$ 40 milhões (US$  20 milhões) anualmente.

Em oposição a esta proposta, o republicano Tom Coburn alega que o governo federal já gastou R$ 600 milhões (US$ 300 milhões) no projeto


Representante do Serviço Nacional de Parques, William Shaddox atestou que R$ 40 milhões (US$ 20 milhões) é mais do que a agência pode arcar e é mais do que eles recebem anualmente para cuidar de todos os parques nacionais americanos.




Onze anos após os ataques de 11 de Setembro de 2001 , a região do Marco Zero , como é conhecido o local onde ficavam as Torres Gêmeas em Nova York, continua lotada de trabalhadores e equipamentos de construção.

Uma multidão de turistas visita a área de 6,5 hectares todos os dias, fotografando os novos edifícios que estão sendo erguidos no local – ainda incompleto, o novo World Trade Center já é o prédio mais alto da cidade , à frente do Empire State

O One World Trade Center, ao centro, o prédio mais alto de Nova York (06/09)

Four World Trade Center: com 72 andares e 198 metros de altura, já está cosntruído e deve abrir em outubro de 2013. Um dos locatários será a polícia portuária.
Three World Trade Center: no momento com oito andares, chegará a 80 e terá 350,5 metros de altura. A construção deve ser finalizada em 2015 ou 2016.
Two World Trade Center: está na altura da terra, mas deverá chegar a 88 andares. Só será construído quando tiver um número mínimo de locatários definidos.
Sistema de transporte: vai conectar 13 linhas de metrô e trem quando for inaugurada, em 2015. A estimativa é que 250 mil usuários passem pelo local diariamente.

Centro de apresentações culturais: o projeto ficou paralisado durante anos, mas um órgão diretor foi anunciado neste ano. Os membros têm como tarefa arrecadar fundos para o centro, que deverá incluir um teatro com mil lugares.



domingo, 24 de outubro de 2010

Livro :Diário de Anne Frank. The Diary of a Young Girl.

Em 3 de abril de 1946, o mundo conheceu a tragédia de Anne Frank, que se tornou um dos símbolos do holocausto: artigo intitulado Kinderstem ("A voz de uma criança") publicado no jornal holandês Het Parool contava trechos do diário da menina que havia sido morta em campo de concentração.

Anne nasceu na Alemanha em 1929. Seu verdadeiro nome era Annelies Marie, mas todos em sua família a chamavam carinhosamente de "Anne". Ela era a segunda filha do casal Otto e Edith Frank. Sua irmã, Margot, era quatro anos mais velha.

O pai era um homem de negócios e um oficial condecorado que lutou no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1934, quando o nazismo fez aumentar as perseguições aos judeus na Alemanha, a família mudou-se para Amsterdã, na Holanda.

As filhas do casal foram matriculadas em escolas locais, onde se saíram muito bem nos estudos: Margot demonstrava maior aptidão para matemática, enquanto Anne demonstrava maior interesse em leitura e redação.

Em 1938, Otto Frank e um sócio, Hermann van Pels, fundaram uma empresa nova. O sócio também era um judeu que havia fugido com a família para a Holanda. Em 1939, a avó materna de Anne Frank veio morar com a família e permaneceu com eles até sua morte em janeiro de 1942.

Ocupação da Holanda

Em maio de 1940, a Alemanha nazista invadiu e ocupou a Holanda. Sob a ocupação nazista, os judeus que viviam na Holanda passaram a ser alvo de leis segregacionistas. Crianças judias ficaram proibidas de estudar nas mesmas escolas onde estudavam crianças não-judias. Por causa dessa proibição, Anne e Margot tiveram que ser transferidas das escolas onde estudavam para um colégio judaico.

No dia 12 de junho de 1942, quando completou 13 anos, Anne Frank ganhou de presente de seu pai um livro. Esse livro era o mesmo que estava na vitrine de uma loja em que ela e o pai passaram e que havia lhe chamado a atenção. Embora fosse um livro para autógrafos, Anne começou a usá-lo como diário quase que imediatamente.

Nele, a jovem começou a registrar fatos corriqueiros na vida de qualquer adolescente. Pouco a pouco, Anne começou a registrar com freqüência cada vez maior as dificuldades enfrentadas pelos judeus por causa da ocupação nazista.

O esconderijo

No mês de julho de 1942, a família Frank recebeu a notícia de que seria obrigada a se mudar para um campo de trabalhos forçados. Para fugir desse destino, a família transferiu-se para um esconderijo no prédio onde funcionava o escritório do pai.

Para deixar a impressão de que haviam fugido apressadamente, Anne e seus familiares deixaram o apartamento todo desarrumado. Além disso, o pai deixou um bilhete, tratava-se de uma pista falsa com o intuito de levar os nazistas a acreditarem que a família estava tentando viajar para a Suíça.

O prédio comercial onde Anne e sua família se esconderam tinha dois andares, com escritórios, um moinho e depósitos de grãos. O esconderijo consistia em alguns cômodos num anexo que ficava nos fundos do prédio. Para disfarçar o esconderijo, uma estante de livros foi colocada na frente da porta que dava para o anexo.

Na montagem do esconderijo, Otto Frank contou com a ajuda dos quatro funcionários em quem mais confiava: Victor Kugler, Johannes Kleiman, Miep Gies e Bep Voskuijl. Eles mais o pai de Johannes e o marido de Miep eram os únicos que sabiam da existência do esconderijo.

Vida clandestina

Essas pessoas mantinham os Frank informados com notícias da guerra e da perseguição dos nazistas aos judeus. Também os ajudavam trazendo comida que compravam no "mercado negro", tarefa que foi se tornando cada vez mais difícil e arriscada com o tempo. Os cidadãos não-judeus que ajudavam judeus a se esconderem corriam o risco de ser executados imediatamente pelos nazistas caso fossem descobertos.

No final de julho daquele ano, outros judeus buscaram abrigo no mesmo esconderijo: a família van Pels, que era composta por Hermann, o sócio de Otto Frank, sua esposa, Auguste, e o filho Peter, um jovem de dezesseis anos.

No começo, Anne não se interessou pelo tímido Peter por achá-lo desajeitado demais, mas depois mudou de opinião e ambos iniciaram um romance. Em novembro, um amigo judeu da família de Anne também passou a morar no esconderijo: o dentista Fritz Pfeffer. Como era de se esperar, com tantas pessoas vivendo juntas e em condições precárias, problemas de convivência começaram a surgir. Para piorar, estava cada vez mais difícil conseguir comida.

Anne passava a maior parte do tempo escrevendo seu diário ou estudando. Todo dia, logo após o almoço, ela fazia atividades de matemática, línguas, história e outras matérias.

Na manhã de 4 de agosto de 1944, a polícia nazista invadiu o esconderijo, cuja localização foi descoberta por um informante que jamais foi identificado. Todos os refugiados foram colocados em caminhões e levados para interrogatório. Victor Kugler e Johannes Kleiman também foram presos, ao contrário de Miep Gies e Bep Voskuijl, que foram liberados.

Esses últimos voltaram ao esconderijo onde encontraram os papéis de Anne espalhados no chão e diversos álbuns com fotografias da família. Eles reuniram esse material e o guardaram na esperança de devolver à Anne depois que a guerra terminasse.

Auschwitz

Anne Frank e sua família foram mandadas para o campo de Auschwitz, na Polônia. Mais do que um campo de concentração, era também um campo de extermínio. Idosos, crianças pequenas e todos aqueles que fossem considerados inaptos para o trabalho eram separados do demais para serem exterminados de imediato.

Dos 1.019 prisioneiros transportados no trem que trouxe Anne Frank, 549 (incluindo crianças) foram separados dos demais para serem mortos nas câmaras de gás. Mulheres e homens eram separados. Assim, Otto Frank perdeu contato com a esposa e as filhas.

Junto com as outras prisioneiras selecionadas para o trabalho forçado, Anne foi obrigada a ficar nua para ser "desinfetada", teve a cabeça raspada e um número de identificação tatuado no braço. Durante o dia, as prisioneiras eram obrigadas a trabalhar. À noite elas eram reunidas em barracas geladas e apertadas. As péssimas condições de higiene propiciavam aparecimento de doenças. Anne teve sua pele vitimada pela sarna.

No dia 28 de outubro, Anne, Margot e a senhora van Pels foram transferidas para um outro campo, localizado em Bergen-Belsen, na Alemanha. A mãe, Edith, foi deixada para trás, permanecendo em Auschwitiz. Em março de 1945, uma epidemia de tifo se espalhou pelo campo de Bergen-Belsen.

Estima-se que cerca de 17 mil pessoas morreram por causa da doença. Entre as vítimas estavam Margot e Anne, que morreu com apenas 15 anos de idade, poucos dias depois de sua irmã ter morrido. Seus corpos foram jogados numa pilha de cadáveres e então cremados.

O sobrevivente

Otto Frank foi o único membro da família que sobreviveu e voltou para a Holanda. Ao ser libertado, soube que a esposa havia morrido e que as filhas haviam sido transferidas para Bergen-Belsen. Ele ainda tinha esperança de reencontrar as filhas vivas.

Em julho de 1945, a Cruz Vermelha confirmou as mortes de Anne e Margot. Foi então que Miep Gies entregou para Otto Frank o diário que Anne havia escrito. Otto mostrou o diário à historiadora Annie Romein-Verschoor, que tentou sem sucesso publicá-lo. Ela o mostrou ao marido, o jornalista Jan Romein, que escreveu um texto sobre o diário de Anne.

O diário foi finalmente publicado pela primeira vez em 1947.

A obra teve tal sucesso, que os editores lançaram uma segunda tiragem em 1950. O "Diário de Anne Frank" foi traduzido para diversas línguas, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. O livro que começou como um simples diário de adolescente transformou-se num comovente testemunho do terror nazista.








Para se saber mais tem o site do museu em memória.
link:  http://www.annefrank.org/

The Diary of a Young Girl

The Diary of a Young Girl is a book of the writings from the Dutch language diary kept by Anne Frank while she was in hiding for two years with her family during the Nazi occupation of the Netherlands. The family was apprehended in 1944 and Anne Frank ultimately died of typhus in the Bergen-Belsen concentration camp. After the war, the diary was retrieved by Anne's father, Otto Frank, the only known survivor of the family. The diary has now been published in more than 60 different languages.
First published under the title Het Achterhuis: Dagboekbrieven van 12 Juni 1942 – 1 Augustus 1944 (The Annex: diary notes from 12 June 1942 – 1 August 1944) by Contact Publishing in Amsterdam in 1947, it received widespread critical and popular attention on the appearance of its English language translation Anne Frank: The Diary of a Young Girl by Doubleday & Company (United States) and Valentine Mitchell (United Kingdom) in 1952. Its popularity inspired the 1955 play The Diary of Anne Frank by the screenwriters Frances Goodrich and Albert Hackett, which they subsequently adapted for the screen for the 1959 movie version. The book is in several lists of the top books of the twentieth century.
Anne Frank's diary is among the most enduring documents of the 20th century. She documented her life in hiding from 12 June 1942 to 1 August 1944. Initially, she wrote it strictly for herself. Then, one day in 1944, Gerrit Bolkestein, a member of the Dutch government in exile, announced in a radio broadcast from London that after the war he hoped to collect eyewitness accounts of the suffering of the Dutch people under the German occupation, which could be made available to the public. As an example, he specifically mentioned letters and diaries. Anne Frank decided that when the war was over she would publish a book based on her diary. Because she did not survive the war, it fell instead to her father to see her diary published.
The first transcription of Anne's diary was made by Otto Frank for his relatives in Switzerland. The second, a composition of Anne Frank's rewritten draft, excerpts from her essays, and scenes from her original diaries, became the first draft submitted for publication, with an epilogue written by a family friend explaining the fate of its author. In the spring of 1946 it came to the attention of Dr. Jan Romein, a Dutch historian, who was so moved by it that he immediately wrote an article for the newspaper Het Parool:

This apparently inconsequential diary by a child, this "de profundis" stammered out in a child's voice, embodies all the hideousness of fascism, more so than all the evidence of Nuremberg put together.
Jan Romein

This caught the interest of Contact Publishing in Amsterdam, who approached Otto Frank to submit a draft of the manuscript for their consideration. They offered to publish but advised Otto Frank that Anne's candor about her emerging sexuality might offend certain conservative quarters and suggested cuts. Further entries were deleted before the book was published on 25 June 1947. It sold well; the 3000 copies of the first edition were soon sold out, and in 1950 a sixth edition was published.
At the end of 1950, a translator was found to produce an English-language version. Barbara Mooyaart-Doubleday was contracted by Vallentine, Mitchell & Co. in England and by the end of the following year her translation was submitted, now including the deleted passages at Otto Frank's request and the book appeared in America and Great Britain 1952, becoming a bestseller. Translations into German, Italian, Spanish, Russian, Japanese, and Greek followed. The play based on the diary won the Pulitzer Prize for 1955, and the subsequent movie earned Shelley Winters an Academy Award for her performance, whereupon Winters donated her Oscar to the Anne Frank House in Amsterdam.


Anne Frank Museum Amsterdam - the official Anne Frank House website:
http://www.annefrank.org/

domingo, 12 de setembro de 2010

setembro 2010

É triste de ver um prédio que foi um dos maiores cartões postais do planeta.
Lamento profundamente por esse fato ter ocorrido no dia 11 de setembro de 2001.Uma das atrocidades cometida pelo homem contra a humanidade que traz muita dor.Quero lembrar que no faz 9 anos que as duas estruturas ruiram e matando 2,752 pessoas é triste ,acho que sempre é bom nos lembrarmos para tentar refletir que isso,extermina o próximo mesmo sendo de outra nação por motivos religosos ou motivos passados não justifica nos matarmos ou massacrar a humanidade só traz dores não somente aos familiares, mas traz dores para todos ao lembramos só basta saber que este dia devemos pedir a Deus que  NUNCA MAIS SE REPITA NOVAMENTE.


PAZ!!!!!!!!!
FRED!!!!!!!
PEACE!!!!!
AS-SLÄM!!
MIR!!!!!
SÜLH!!!
KHAGHAGHUT'YAN!!!
HÉPÍNG!!!
PYEONGHWA!!!
HEIWA!!!
PAIX!!!
BARIS!!!
CBIT!!!!
HÒA BÌNH!!!
HEDDWCH!!!
PE!!!!
PACE!!!
AMANI!!!