Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Alemanha ajudará Cabo Verde a ter 100% de energia renovável


Uma delegação liderada pela vice-primeira-ministra e ministra dos Assuntos Econômicos, Ambiente, Energia e Planejamento Territorial do Estado alemão da Renânia-Palatinado, Eveline Lemke, é esperada sexta-feira próxima na cidade da Praia para dar início a uma parceria destinado a levar o arquipélago a ter possibilidade de produzir 100 por cento de energia renovável, anunciou a PANA.
Em sua visita, em abril último à Renânia-Palatinado, um dos 16 Estados da Alemanha, situado no sudoeste do país, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, defendeu que o seu Governo deve repensar o seu plano estratégico de energias renováveis e estabelecer novas metas mais ambiciosas para chegar aos 100 porcento no consumo de energias limpas em 2020.

O chefe do executivo cabo-verdiano, que visitara nessa altura empresas produtoras de energias limpas, disse que a informação que havia obtido naquele país irião permitir estabelecer uma forte parceria com aquele país europeu nessa área.

“Há soluções aqui de energia solar muito interessantes e penso que Cabo Verde pode rapidamente evoluir para os 100 porcento de penetração de energias renováveis”, argumentou na altura.

Para solucionar alguns problemas energéticos no arquipélago cabo-verdiano, José Maria Neves acredita que a solução pode estar nas baterias, embora o país já tenha uma penetração de 25 porcento, mas que enfrenta ainda alguma instabilidade na rede.

“Quando a empresa Unicles apresentou a solução das baterias, vimos também que elas poderão estabilizar a produção e distribuição de energia eólica em Cabo Verde”, justificou.

O chefe do Governo realçou nessa altura que essa solução vai permitir revisitar e renovar completamente o plano de desenvolvimento de energia fóssil de Cabo Verde, o qual está em andamento com a construção de centrais únicas e redes de distribuições.

Já no início deste ano, um estudo de viabilidade, desenvolvido pelo Governo em parceria com a Cooperação Alemã para a materialização do projecto, Cabo Verde 100 porcento de energias renováveis, mostra que é tecnicamente possível a Cabo Verde conseguir alcançar o objetivo traçado.

À margem de um encontro com José Maria Neves, o coordenador dos Estudos do Projeto de Energias Renováveis em Cabo Verde, o alemão Peter Heck, explicou que os dados recolhidos permitem chegar a esta conclusão.

Terça-feira, na Praia, o diretor do Departamento Internacional do Instituto de Gestão e Pesquisa da Alemanha (IFAS), Michael Knaus, disse que, nos últimos 12 meses, especialistas alemães trabalharam em todas as ilhas no processo de transição do fuel para as energias renováveis.

“Calculámos que o montante necessário a investir é de 1.200 milhões de euros", frisou Knaus, citado pela agência Inforpress.

Segundo aquele responsável do instituto alemão, actualmente, Cabo Verde gasta cerca de 13 milhões de euros/anuais (cerca de 2,3% do Orçamento do Estado) na importação de combustíveis, mais nove milhões do que em 2004.

A ideia, explicou, é manter um preço estável durante 20 anos, baixando de 0,23 para 0,18 euros o preço do quilowatt (Kw), produzindo, paralelamente, o dobro de energia actual.

"Já conversamos com empresas da Alemanha que se mostraram interessadas em entrar no mercado cabo-verdiano. As empresas chinesas, que tiveram conhecimento do programa, mostraram-se também interessadas", salientou Knaus, frisando que o "ideal" será atrair investidores estrangeiros para criar parcerias.

"A longo prazo, se for um projecto de sucesso, a experiência pode ser exportada para os países da sub-região e Cabo Verde pode transformar-se num exportador de energias renováveis", prognosticou.

A missão do Estado alemão da Renânia-Palatinado, que acompanha Eveline Lemke na visita a Cabo Verde, integra ainda 30 empresários que nos próximos dias irão manter contatos com empresas e serviços cabo-verdianos com vista ao estabelecimento de futuras parcerias em vários domínios.

-- Angop

terça-feira, 7 de maio de 2013

O alemão e a ecologia


O que é, para você, tipicamente alemão? Quem faz essa pergunta a alguém de outro país espera respostas como cerveja, salsicha, chucrute, calças de couro... Recentemente, uma amiga francesa me respondeu: "A separação do lixo". Ela é fascinada tanto pela palavra nativa, Mülltrennung, quanto pela coisa em si.
Sem sombra de dúvida, nós, alemães, somos campeões mundiais na separação do lixo e isso nos deixa muito felizes. Que espetáculo quando o marido alemão leva o lixo para fora. Tudo bem que as mulheres também façam isso de vez em quando. Mas separar o lixo é uma tarefa técnica, da qual o homem alemão não abre mão facilmente. Que prazer quando ele se vê diante das lixeiras amarelas, verdes, cinzas e azuis – e começa a classificar.
O que não é assim tão fácil. O humorista Robert Gernhardt contou certa vez a história de um casal defensor do meio ambiente que discutia sobre onde jogar um saquinho de chá. O chá é orgânico, então vai para a lixeira marrom. Mas a etiqueta na ponta do cordão é papel, assim, lixeira azul. O grampo vai para a lixeira amarela. E o que se faz com o cordão? Será que o pedaço de barbante é lixo orgânico, não reciclável ou até mesmo um resíduo tóxico? É preciso uma lixeira própria para isso? Questão difícil...


Com a floresta no coração


Mas nós, alemães, não fugimos de tarefas árduas. Quando abraçamos uma causa de coração, a levamos até o fim. E o meio ambiente está trancado no nosso coração a sete chaves. Porque, de certa forma, está nos nossos genes. O alemão sempre foi muito ligado à natureza. Provavelmente foi ele que inventou o amor pelo meio ambiente.
Os alemães se identificam especialmente com a floresta. Em nenhum outro país, os bosques são cantados em verso e prosa com tanta paixão como na Alemanha. Os românticos do século 19 fizeram isso como ninguém. Eles se referiam à natureza ora como irmã, como mãe, amiga ou amante – como uma pessoa, portanto. Esse sentimento segue vivo em todos nós.
Os rios, o ar, o solo: os alemães mantêm tudo limpo. Claro que já tivemos rios na Alemanha que eram mais cloacas do que cursos d’água. Mas isso foi inevitável, pois o milagre econômico após a Segunda Grande Guerra exigiu sacrifícios. Esse tempo, no entanto, passou. Hoje, o céu sobre a região do Ruhr é tão azul quanto Willy Brandt prometeu em 1961, os peixes estão de volta ao rio Reno, os prados, florestas e campos da Alemanha estão limpos. Pelo menos, em grande parte. Deixar algo para trás após um piquenique ao ar livre só acontece por deslize. E se tiver um monte de lixo jogado numa área de descanso da autoestrada, certamente foram os holandeses.

A caminho da ditadura ecológica?


Como sempre, há quem nos critique, dizendo que estamos exagerando de novo. Isolamento térmico até não poder mais, energia sustentável, biocombustível, trilhas para sapos em vez de novas rodovias, proibição das velhas e boas lâmpadas incandescentes – estamos correndo de braços abertos para uma ditadura ecológica, afirmam os críticos.
Nós, porém, respondemos com toda a calma: "Só quando a última árvore for cortada; o último rio, envenenado e o último peixe, capturado, o ser humano vai perceber que não pode comer dinheiro". A frase não é do cacique Seattle, nem uma profecia dos índios canadenses Cree. É simplesmente uma excelente frase criada pelo movimento ambientalista norte-americano. Tão boa, que poderia ter origem alemã.


Autoria: Peter Zudeick (smc)
Revisão: Roselaine Wandscheer



terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MEIO AMBIENTE: Alemanha cumpre as normas do Protocolo de Kyoto


Segundo o Escritório de Meio Ambiente da Alemanha divulgou nessa segunda-feira (25.02), a Alemanha cumpre com os padrões do Protocolo de Kyoto: em comparação com 1990, as emissões tóxicas de gás carbônico diminuíram em 2012 cerca 25,5 por cento, enquanto que o acordado pelo protocolo seria de 21 por cento entre 2008 e 2012.
 No entanto, as emissões tóxicas aumentaram 1,6 por cento com relação a 2011. O motivo desta subida foi o incremento da produção elétrica mediante a utilização de lignite e carvão mineral, assim como o incremento no uso do gás para calefação dos lares, devido a incidências climáticas.
 
Segundo informa o Escritório de Meio Ambiente, a ampliação da produção de energias alternativas atuou como fator atenuante. As emissões de dióxido de carbono também diminuíram no trânsito, antes de tudo graças ao aumento no consumo de combustíveis biológicos.
 
Em 2012 terminou o primeiro período do Protocolo de Kyoto, em cujo marco 37 países industrializados prometeram diminuir as emissões de gases que causam o efeito estufa. O documento foi firmado em 1997, na 3° Convenção das Nações sobre Mudanças Climáticas, e até agora é o único tratado de articulação internacional sobre o clima.
 
Durante a XVIII Conferência sobre Mudanças Climáticas, realizada em Qatar em 2012, ficou acordado entre os países participantes um novo período de compromissos até o ano 2020.
© dapd

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O ENIGMA DA MORTE DAS ABELHAS

Devastação de colmeias
Há alguns anos, numerosas colônias de abelhas têm entrado em colapso em massa. Principais vítimas são as abelhas-de-mel (Apis mellifera), que vivem na Europa, América do Norte e Oriente Médio. A primeira onda de mortes, nos Estados Unidos em 2006 e na Alemanha em 2008, foi causada por um pesticida chamado neonicotinoide, que atualmente só pode ser aplicado em pequenas doses.
Efeito danoso
Porém novos estudos na França e Grã-Bretanha mostram que até mesmo pequenas doses de neonicotinoide podem ser prejudiciais às abelhas. O pesticida não é aplicado diretamente nas plantas, suas sementes é que são banhadas na substância. Assim esperava-se que as abelhas ficassem menos expostas ao veneno desenvolvido para combater pragas herbívoras.
Menos rainhas
Em seus experimentos, os pesquisadores expuseram as abelhas às mesmas doses aplicadas nas plantações. Seis semanas mais tarde, constataram que 85% das colmeias tratadas com neonicotinoide não produziram abelhas-rainhas, essenciais para a sobrevivência das colônias. Além disso, os seus ninhos eram menores do que os das abelhas não expostas ao pesticida.
Falta de orientação
Num segundo experimento, pesquisadores implantaram chips eletrônicos em 653 abelhas, a fim de estudar seus padrões de voo. Algumas delas foram expostas a uma pequena dosagem de neonicotinoide, e sua mortalidade durante o voo foi duas a três vezes maior do que entre os insetos não tratados. Os pesquisadores acreditam que o pesticida interfere no senso de orientação das abelhas.
Mini-piolhos
Além dos pesticidas, o ácaro varroa (Varroa destructor) representa um enorme problema para as abelhas-de-mel na Europa e na América do Norte. As abelhas melíferas asiáticas são imunes ao parasita, originário de seu próprio continente. Como as sanguessugas, esses minúsculos piolhos picam as abelhas ou suas larvas nos favos, para sugar um líquido semelhante ao sangue, chamado hemolinfa. 
Vacina controversa
As larvas do sexo masculino são particularmente vulneráveis aos ácaros. Por isso, certos apicultores usam como isca favos contendo futuros zangões, para retirá-los pouco antes de eclodirem junto com os ácaros. Os ácaros são também combatidos com ácidos orgânicos. Mas muitos se recusam a empregar uma vacina de DNA modificado, desenvolvida para tornar as abelhas mais resistentes e matar os ácaros.
Perdas enormes
De acordo com o grupo ambiental alemão Nabu, a população inteira de abelhas na Europa caiu 10% nos últimos anos. A queda da população é ainda maior nos Estados Unidos, com 30%, chegando a 85% no Oriente Médio. Uma única colônia abriga mais de 60 mil insetos. Se 300 mil colônias sucumbem, como aconteceu na Alemanha no último inverno, isso significa a morte de 18 bilhões de abelhas.
Trabalhadoras árduas
Como produtoras de mel e polinizadoras de plantas, as abelhas desempenham um papel crucial na agricultura e no ecossistema. Elas são encontradas em todo habitat do planeta que contenha plantas polinizadas por insetos. Esse processo natural garante lucros econômicos globais na casa de 70 bilhões de dólares por ano.

Autoria: Andreas Sten-Ziemons | Edição: R. Álvares / A . Valente







Mudanças climáticas: uma questão de educação


Pedagogos ambientais pesquisam maneiras mais eficientes de transmitir informações ambientais. O tema deve ser abordado em cursos universitários, escolas e na formação de jornalistas.
Todo mundo discute as mudanças climáticas. Muitas notícias tratam desse tema, que também é considerado uma das grandes questões da política ambiental desta década. Pelo menos essa é a impressão que ficou após as últimas Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2012, no México, de 2011, na África do Sul, e de 2012, no Catar.
Porém, uma pesquisa realizada pela Comissão Europeia revelou que essa impressão não condiz com a realidade. Os resultados indicaram que um quarto dos europeus são céticos com relação às mudanças climáticas. Além disso, quase metade dos entrevistados não se considera bem informado sobre o aquecimento global.
"Em geral, há um conhecimento superficial. Quando se trata de um tema específico, a maioria da população sabe pouco sobre o assunto", conta Udo Kuckartz, professor de Pedagogia da Universidade de Marburg. "Precisamos de novos modelos educacionais para tratar das questões climáticas e abordagens que transformem conhecimentos em atitudes pró-ambientais."
Da teoria à prática
Kuckratz, um dos pesquisadores sobre consciência ambiental mais conhecidos da Alemanha, levanta a seguinte questão: Qual é o método didático mais eficiente para se abordar a mudança climática com o objetivo de gerar ações a favor do meio ambiente? Pedagogos e psicólogos do mundo inteiro trabalham em pesquisas nessa área.
A mudança climática é um novo campo de investigação. A maioria das pesquisas parte do seguinte princípio: descobrir quais são os modelos didáticos utilizados atualmente para tratar dessa questão e quais deles mostram-se eficientes em escolas e cursos de graduação e pós-graduação.
Segundo Gerhard de Haan, professor de Pedagogia da Universidade Livre de Berlim (FU Berlin), a maioria dos cursos que abordam a temática é de formação profissional complementar, voltada para adultos.
De Haan destaca a eficiência de bolsas para pesquisa, como as concedidas pela Fundação Humboldt a pesquisadores de países emergentes e em desenvolvimento. Através desse programa, os bolsistas podem trabalhar por um ano em projetos energéticos e climáticos em universidades alemãs. "Essas ações são muito eficientes, pois focam em multiplicadores e são voltadas para o lado econômico. Fundações, empresas e governo deveriam oferecer mais bolsas como essa", diz.
Vários grupos de empresas já financiam pesquisadores. "Tem muita coisa acontecendo no momento", diz Kuckartz. Além disso, há iniciativas governamentais, como na Dinamarca. Por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de Copenhague, em 2009, o governo distribuiu bolsas de estudo para estudantes estrangeiros em áreas como tecnologia eólica, engenharia e química ambiental.
Kuckartz observou que na última década foram criados vários cursos universitários com foco em temas como clima e energia. "Entretanto, a maioria deles é nas áreas de ciências naturais ou administração ambiental. Cursos com conteúdos sociais quase inexistem." 
Há também um déficit nas escolas. "Educação ambiental é um tema tratado, principalmente, nas aulas de geografia e não em outras disciplinas, como biologia, política e ciências sociais", explica De Haan. Além disso, o conteúdo ambiental não faz parte da grade curricular dos cursos de formação dos futuros professores. Posteriormente, os docentes decidem se abordarão ou não o tema em suas aulas.
Existem, entretanto, algumas iniciativas regionais. É o caso do programa de formação complementar Coragem para a Sustentabilidade, financiado pela Unesco. Esse projeto foi desenvolvido por um grupo de fundações em parceira com o governo federal alemão e é oferecido aprofessores dos estados de Hessen, Sarre e Renânia-Palatinado. Mas a oferta ainda é pequena. "Apenas 5% das escolas são alcançadas pela iniciativa", diz Kuckartz.
Formação de jornalistas: EUA como modelo 
A falta de conhecimento sobre questões relacionadas ao meio ambiente também atinge outros setores. Os meios de comunicação de massa são os principais fornecedores de informação sobre o clima. No entanto, na Europa faltam disciplinas sobre esse tema nas grades universitárias para os estudantes de jornalismo.
Já nos Estados Unidos, há vários cursos de jornalismo ambiental. Também são frequentes os debates especializados sobre o tema. Há ainda atores internacionais relevantes na área, como a Sociedade de Jornalistas Ambientais (SEJ, na sigla em inglês), que foca na questão de como produzir melhores matérias sobre clima e meio ambiente.
Porém, o jornalismo europeu parece estar se mexendo, dedicando-se com cada vez mais frequência aos temas clima e sustentabilidade. Grandes eventos deram um novo sentido à temática, como o Global Media Forum da Deutsche Welle de 2010 – voltado à formação de jornalistas sobre as mudanças climáticas.
Autor: Torsten Schäfer (cn)
Revisão: Luisa Frey


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Nasa afirma que 2012 está entre os dez anos mais quentes da história


Desde 1976 as temperaturas globais estão acima da média do século 20. Cientista afirma que a próxima década deverá ser mais quente do que a anterior.
 A temperatura global média registrada no ano passado foi de 14,6°C, o que significa uma temperatura acima da média do século 20 pelo 36º ano consecutivo.
"O planeta está em desequilíbrio. É possível prever que a próxima década será mais quente do que a anterior", disse o diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da Nasa, James Hansen.
Desde que as medições começaram, em 1880, a temperatura global média subiu 0,8°C, de acordo com a Nasa, a Aeronáutica e a Administração Espacial dos EUA. O Instituto Nacional de Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês) também constatou que 2012 foi um dos anos mais quentes da história, classificando-o, porém, como o décimo mais quente.
O planeta está mais quente do que a média do século 20 desde 1976, e apenas um ano do século passado, 1998, foi mais quente que 2012. Cientistas céticos em relação ao aquecimento global usam o ano de 1998 como termo de comparação para afirmar que o fenômeno já chegou ao fim.
Hansen argumenta que 1998 não foi um ano representativo, pois nele ocorreu o El Niño, provocado por correntes de ar quente do Pacífico. "A década passada foi claramente mais quente do que a última do século 20", diz.
Na contramão, segundo dados do NOAA, na maior parte do Alasca, no extremo oeste do Canadá, na Ásia Central e em áreas dos oceanos Pacífico e Antártico, as temperaturas registradas em 2012 foram mais frias do que a média.
MC/afp/rtr
Revisão: Luisa Frey

sábado, 20 de outubro de 2012

MEIO AMBIENTE Acidente químico obriga 1.800 pessoas a deixar suas residências na Alemanha


Acidente aconteceu durante a limpeza de um tanque, quando um funcionário se enganou e misturou ácido nítrico com soda cáustica. A reação formou uma nuvem tóxica, obrigando à evacuação da região próxima à fábrica.
A situação na cidade de Bad Fallingbostel, na Baixa Saxônia, permanece delicada nesta terça-feira (16/10) após o acidente químico que ocorreu numa fábrica da empresa Kraft Foods no dia anterior. A região num raio de 500 metros da fábrica foi evacuada. Cerca de 1.800 moradores tiveram que deixar suas residências.
O acidente aconteceu durante os trabalhos de limpeza num tanque. Um funcionário se enganou e derramou 10 mil litros de ácido nítrico num tanque que continha 14 mil litros de soda cáustica. A reação formou uma nuvem altamente tóxica. "A inalação desse tóxico pode causar irritação nas vias respiratórias e, em casos mais graves, edema pulmonar", explicou um médico.
A situação continua crítica e devido ao aquecimento da substância há o risco de o tanque se partir e também da formação de uma nova nuvem tóxica. Os bombeiros estão trabalhando no resfriamento e esvaziamento do tanque. Devido ao elevado risco, apenas 20 especialistas trabalham no local. "O sinal de alerta só poderá ser retirado quando os trabalhos estiverem concluídos e isso ainda vai demorar um pouco", relatou um porta-voz dos bombeiros. Cerca de 3.000 litros da substância são retirados por hora.
Por causa do acidente as aulas foram suspensas na região e uma rodovia ficou bloqueada durante algumas horas. A fábrica possui cerca de 600 funcionários e nela são produzidos maionese, ketchup e cream cheese.
CN/dpa/dapd/afpd
Revisão: Alexandre Schossler

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MEIO AMBIENTE Intervenção humana ameaça biodiversidade em Madagascar


Cerca de 85% das espécies que vivem na quarta maior ilha do mundo existem apenas lá. Mas as mudanças climáticas e a atividade humana ameaçam esse ambiente singular.
Madagascar fica localizada a leste do continente africano, no Oceano Índico. Lá, flora e fauna desenvolveram-se em completo isolamento, porque ao longo da formação do planeta a ilha se desprendeu do continente africano. O resultado é uma riqueza biológica muito especial.
De acordo com a organização ambientalista WWF, 85% das espécies existentes na ilha são endêmicas, isto é, existem apenas lá. Entre elas estão os lêmures - das cerca de 100 espécies diferentes existentes na ilha, cerca de 30 estão na lista de espécies amea­çadas. Seu significado religioso para a população nativa é expressivo. Grande parte da população acredita que as pessoas se tornam lêmures depois da morte. Não é por acaso que eles são também chamados de "espírito da floresta".
Além disso, quase todas as espécies de cobras, sapos, camaleões e lagartixas são consideradas endêmicas. O tesouro biológico abriga cerca de 250 espécies de pássaros e 3 mil de borboletas. A variedade da flora também é única: 80% das 12 mil espécies conhecidas de plantas com flores existem apenas em Madagascar, assim como cinco das seis espécies de baobá, também conhecido como árvore pão-de-macaco. Cientistas suspeitam que nas poucas áreas com floresta virgem que ainda existem, haja muitas espécies animais e vegetais que ainda nem foram catalogados.
Mais pessoas – menos floresta
Cerca de 20 milhões de pessoas vivem em Madagascar, e o número de habitantes aumenta em cerca de meio milhão por ano. Como a população vive principalmente da agricultura, mais e mais terras são preparadas para o cultivo e a pecuária, na maioria dos casos por meio da queimada de florestas. Além disso, muitas árvores são cortadas para a produção de lenha e combustível.
Isso tem efeitos dramáticos sobre a paisagem. A floresta, que já chegou a cobrir 90% da superfície de Madagascar, hoje ocupa apenas 10% do território, segundo dados da WWF. E a cada ano são derrubados 120 mil hectares de árvores. Se continuar nesse ritmo, em 40 anos Madagascar não terá mais árvores, projeta a organização ambientalista.
Biodiversidade ameaçada
Com a perda das florestas, perde-se cada vez mais o habitat de plantas e animais. "Se elas [as florestas] não forem salvas, perderemos inúmeras espécies que sequer conhecemos“, diz a especialista em Madagascar da WWF, Dorothea August. A espécie de lêmure mirza, descoberta recentemente, é um exemplo dos segredos que as florestas de Madagascar ainda abrigam.
"Se a destruição não for impedida, os dias de muitas espécies de animais e plantas estarão contados“, diz August. O crescente desflorestamento em Madagascar leva a uma gigantesca erosão. As consequências são deslizamento de terras, inundações, por um lado, e escassez de água devido ao ressecamento do solo. Essas transformações são favorecidas pelas mudanças climáticas globais.
Apesar de tudo, algumas espécies de plantas podem se adaptar. O baobá, por exemplo, pode armazenar até 500 litros de água em seu tronco e com isso sobreviver aos períodos de seca, que são cada vez mais frequentes.
Proteção ambiental apenas em nível local
O governo de Madagascar reconhece o princípio da conservação da natureza. E por isso trabalha, por exemplo, com a WWF em um projeto para o manejo sustentável da água. Até o momento, cerca de 35 mil pessoas de 13 municípios do Platô Mahafaly já se beneficiaram com o projeto. Mas em outros processos a situação está estagnada. "O país passa de crise política em crise política, não há confiabilidade", diz Daniela Freyer, bióloga da organização Pro Wildlife.
O sistema de fiscalização estaria totalmente desmantelado, o que, junto com a corrupção, permite o avanço na extinção de espécies de animais e plantas. "A exportação de madeira protegida para a Alemanha e para a China é aprovada pelas autoridades", diz Freyer. Isso acontece muitas vezes pela concessão de "isenções". Para completar, há ainda o comércio ilegal – e também legal – de animais de Madagascar, como as lagartixas e sapos.
Dorothea August, do WWF, critica também a falta de ação política e a impunidade. A instabilidade política no país "não ajuda na implementação de projetos ambientais", reclama a especialista do WWF.
Para Daniela Freyer, é importante que organizações ambientalistas locais estejam engajadas, para substituir a caótica estrutura organizacional e de controle do país. "Para assim garantir um mínimo de proteção."
Autor: Po Keung Cheung (ff)
Revisão: Roselaine Wandscheer

MEIO AMBIENTE Shell responderá na Justiça holandesa por vazamentos de óleo na Nigéria


Ativistas acreditam que caso poderá abrir precedente a que outras companhias petrolíferas sejam processadas por danos ao meio ambiente nos países em que estão sediadas.
O colorido sobre as águas do delta do rio Níger revela um problema sério: as manchas de óleo que se espalham pela superfície do rio e do mar na Nigéria contaminam os manguezais e poluem a água potável. No local onde antigamente os principais meios de sobrevivência eram a pesca e agricultura, agora só há poluição e petróleo.
Por conta do desastre ambiental causado por sucessivos vazamentos, quatro produtores de um vilarejo nigeriano entraram com um processo nesta quinta-feira (11/10) contra a multinacional petrolífera Shell. Para ativistas, o caso poderá abrir jurisprudência para outras reivindicações de compensação contra companhias internacionais
Juntamente com representantes da associação internacional Amigos da Terra, pescadores e produtores rurais acusam a Shell de poluir o solo e os cursos de água da região do Delta do Níger, uma das maiores produtoras de petróleo na África. O processo foi aberto em um tribunal civil de Haia, na Holanda, onde fica a sede da multinacional. Eles querem que a Shell pague pela limpeza da área e compense os prejuízos causados.
A contaminação do solo e da água fez com que produtores rurais perdessem seu meio de subsistência
A Shell nega as acusações, afirmando que os vazamentos são causados por atos de sabotagem – ladrões que estariam quebrando as tubulações para roubar petróleo. Segundo a direção da empresa, cerca de 150 mil barris de petróleo são roubados todos os dias na região, somando um prejuízo de 6 bilhões de dólares por ano.
Cobrando responsabilidades
Um estudo das Nações Unidas divulgado no ano passado apresentou um balanço dos fortes prejuízos causados pela produção de petróleo ao longo dos últimos 50 anos. A região onde vive o povo Ogoni na Nigéria, uma área bastante afetada pela contaminação de petróleo, foi meticulosamente analisada.
Os resultados foram devastadores: a descontaminação da região duraria quase 30 anos e custaria até um bilhão de dólares.
Geert Ritsema, da ONG holandesa Milieundefensie, acredita que a Shell seja a responsável pela poluição. Por isso, o ativista deu entrada no processo em Haia contra a companhia juntamente com os quatro produtores nigerianos. Ele ainda acusa a petrolífera de adotar dois pesos e duas medidas, dependendo do país.
"Na Europa é impensável que uma companhia polua o terreno de um agricultor com petróleo e simplesmente deixe a situação como está durante anos", afirma Ritsema.
Justiça
Os acusadores querem que a Shell construa novos dutos, a fim de evitar mais vazamento de petróleo. Eles também exigem que a empresa realize uma despoluição do solo e dos lençóis freáticos, e que promova compensações dos prejuízos para os agricultores e pescadores que perderam seu meio de subsistência.
Este é o primeiro caso do tipo registrado na Holanda. De maneira geral, empresas europeias responderem na Justiça por seus atos no exterior é uma raridade. A jurisdição competente, nestes casos, não é muito clara. Questiona-se se a Justiça europeia deveria ser o fórum responsável para julgar um caso que aconteceu fora da Europa.
Segundo Liesbeth Enneking, que pesquisa responsabilidades de empresas multinacionais na Universidade de Utrecht, há muitas dificuldades. O caso envolvendo a Shell no Delta do Níger faz parte de sua tese de doutorado. Não apenas os custos do processo costumam ser uma barreira, mas também é difícil se chegar a materiais comprobatórios.
"Por que houve derramamento de petróleo? Foi sabotagem ou manutenção preventiva feita de maneira errada? Com que frequência os dutos passam por uma revisão? Como a Shell procedeu após o derramamento de óleo? Qual a influência da Shell na forma como os dutos nigerianos devem ser manejados?", questiona Enneking, ressaltando que faltam comprovações decisivas aos acusadores.
Abrindo precedentes
Essas provavelmente serão perguntas que a Shell precisará se fazer ao longo do julgamento. Inicialmente a empresa tentou escapar de um processo na Holanda e quis levar o caso para a Justiça nigeriana. O argumento de que a responsabilidade cabia à filial da companhia na Nigéria, no entanto, não foi aceito pelos juízes de Haia.
Essa decisão já é considerada um precedente. "Agora é possível fazer queixa à Justiça holandesa não apenas de matrizes de multinacionais, mas também de filiais no exterior", afirma Enneking.
Nos EUA, há queixas frequentes sobre atos criminosos cometidos por multinacionais. E, por lá, as leis costumam tender para o lado dos acusadores. No entanto, raramente se chega a uma sentença, completa
Em vez de se arriscarem a uma sentença desfavorável, as companhias acusadas acertam diretamente um pagamento. "Empresas multinacionais tendem a fazer acordos extrajudiciais quando têm receio de perder, e assim evitam precedentes", avalia Enneking.
MSB/dw/rtr/dpa
Revisão: Roselaine Wandscheer

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

FUTEBOL ONU aponta caminhos para que Brasil realize uma Copa do Mundo verde



O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) fez uma série de recomendações com base no desempenho da África do Sul no mundial de 2010. Maior desafio do Brasil é coordenar ações federais, estaduais e locais.
Após reuniões com autoridades brasileiras, representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) apresentaram recomendações para que a Copa do Mundo de 2014 tenha um desempenho ambiental sem precedentes.
As recomendações vieram seguidas da apresentação de um relatório independente produzido pelo órgão sobre o desempenho ambiental da África do Sul durante a Copa do Mundo de 2010, a partir do chamado programa "Gol Verde 2010" (Green Goal 2010), que previa ações como o corte na pegada de carbono, redução do uso de água, menor produção de resíduos e conservação da biodiversidade.
Como resultado, o relatório apontou que a pegada de carbono – ou medida do impacto que as ações humanas têm na emissão de gases do efeito estufa – do mundial de 2010 chegou a 1,65 milhões de toneladas de CO2eq – a estimativa era de 2,64 milhões de toneladas. Esse desempenho, segundo o PNUMA, está relacionado a algumas razões, como o número de visitantes menor do que o previsto, esquemas de caronas e alternativas eficientes de estadia, uso de energia solar e de outras formas de energia renovável.
Além de identificar iniciativas bem sucedidas, o relatório apontou a falta de foco ao se tratar de questões ambientais na fase de planejamento da Copa do Mundo. Segundo o estudo, um resultado melhor poderia ter sido obtido se a África do Sul tivesse colocado prioridades ambientais no projetos mais cedo.
"Um aspecto crucial e que é um desfio para todos os organizadores de olimpíadas ou de copas do mundo, é colocar as ações ambientais em prática logo no início", disse o porta-voz do Pnuma Nick Nuttall, durante entrevista coletiva nesta terça-feira (09/10), em Brasília.
Recomendações para o Brasil
Com base na avaliação, o PNUMA elaborou uma lista de ações que deram certo e que merecem ser replicadas, como a clareza e vinculação legal das diretrizes ambientais. Cláudio Langone, Coordenador da Câmara Temática Nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade para a Copa do Mundo 2014 do Ministério dos Esportes, mencionou a certificação ambiental dos estádios como uma recomendação da FIFA que acabou sendo transformada em obrigatoriedade.
"O primeiro ponto que todos os estádios observaram foi o reaproveitamento do material de demolição. Praticamente todos os projetos chegaram a uma solução muito interessante, que foi reaproveitar esse material como base na própria obra", detalhou Langone.
Ele também mencionou outras iniciativas sustentáveis que contribuem para a obtenção do certificado: iluminação eficiente com lâmpadas que consomem menos energia e sistema de acionamento e desligamento automático, equipamentos hidráulicos, sistemas de reservatórios para captação de água de chuva e irrigação, além de uso de materiais certificados comprados localmente.
O relatório do Pnuma também recomendou elaboração de um compromisso formal de todas as partes envolvidas na organização do evento, além da geração de dados ambientais para que a avaliação possa ser feita de maneira mais completa.
Complexo sistema político e engajamento
A distribuição dos jogos da Copa em 12 cidades-sede e a organização federativa do país pode ser um fator complicador no processo de gestão e tomada de decisão para a Copa. "O Brasil tem uma estrutura que envolve o governo central, governos estaduais e autoridades locais, e isso é um grande desafio", disse Nuttall, quando perguntado sobre o qual seria, na avaliação do órgão, o maior desafio do Brasil.
Cláudio Langone disse que o fato de o Brasil ter começado com bastante antecedência a elaboração de projetos sustentáveis não garante o sucesso, mas que o engajamento desses diversos atores é essencial. "Uma parte significativa dessas diretrizes nacionais depende muito do engajamento dos governos locais", reconheceu Cláudio, e acrescentou que já há câmaras temáticas instaladas em todas as cidades-sede para facilitar o processo de decisão.
O governo brasileiro também avalia que, além das autoridades, os visitantes que vão acompanhar a Copa também precisam estar engajados para que os projetos sustentáveis sejam aproveitados completamente, e o Passaporte Verde, ferramenta lançada pelo Pnuma em junho, terá papel de destaque. Os detalhes da utilização do Passaporte Verde durante a Copa ainda estão sendo definidos, mas ele rastreará a adesão do torcedor com as iniciativas de sustentabilidade.
Autora: Ericka de Sá, de Brasília
Revisão: Francis França



sábado, 6 de outubro de 2012

BIODIVERSIDADE Os corvos conquistar Berlim


Outono em Berlim - este é o momento das torres. Eles vêm em grande número da Europa Oriental e competir com os corvos locais para alimentar. E Berlim para lutar corvos contar histórias.
Sábado à noite, Berlin Alexanderplatz: alta acima da multidão de transeuntes, turistas e pessoas do partido um bando de corvos circulando no céu de outono cinza, desaparecendo lentamente na direção do distrito de governo. Não é silencioso e escuro à noite, um bom lugar para dormir a bandos de corvos. Centenas de pássaros pousados ​​noite após noite nas árvores ao redor do escritório do chanceler, no aeroporto de Tegel, em Jungfernheide em Mauer Park, no Tiergarten. E muitos berlinenses regularmente caçar calafrio na espinha.
"Quando vejo os corvos nos telhados, eu preciso de Hitchcock" Os Pássaros "pensar" tantas vezes ouvido quando um transeunte "História Corvo", pergunta. Quase todo mundo já ouviu falar que uma vez um homem em Prenzlauer Berg foi atacada por corvos ou o fato de que, antes de o local havia sido fechado antes do teatro alemão por causa de ataques de corvos.
Crows proteger sua prole
Exatamente onde, quando, e especialmente como ataques violentos foram os corvos, que é nas histórias, no entanto, muitas vezes esquecido ou confuso selvagem, diz ornitólogo Jens Sharon de conservação associação NABU. Embora soubesse de relatos de corvos agressivos para cerca de dez anos, mas ataques a pedestres seria quase apenas na primavera. Em seguida, ser a época de reprodução os corvos - e que queriam proteger no momento, muitas vezes simplesmente os seus descendentes.
O biólogo estimou que existem apenas cerca de cinco a dez casos por ano. "Há apenas alguns casais corvos que mostram tal comportamento territorial forte que o contato físico entre animais e humanos vir. 'S não a regra." Muitas vezes era o caso que cobriu os corvos jovens quando fledge, em suas primeiras tentativas de voar de seus ninhos. E que os residentes urbanos, com um grande coração, mas pouca idéia de natureza, então acho que eles têm que salvar os filhotes. Pais Corvo - ver o vermelho e depois ir para o ataque.
Por cerca de 20 anos, mais e mais corvos vêm do campo para Berlim - atualmente cerca de 5-6000 pares ninho na capital. Agressivo, Jens Sharon comportar especialmente os animais que têm ao longo dos anos muito usado nas pessoas. Em um caminho conhecido no Lago Tegel, houve um tempo em cada ano relatos de ataques de corvos. Lá, diz ornitólogo, tinha aninhados um casal corvos que haviam perdido o medo de pessoas completamente. "Neste passeio, muitos animais são alimentados regularmente por peões Mas como entender um corvo. Um homem me alimenta e tem seu prazer em quando eu dizer-lhe para saltar e pegar a mão da comida e do outro o vê como uma ameaça. . "
Os pássaros são cada vez menos comida na área circundante
Uma ameaça à pessoa ou até mesmo uma praga não eram os corvos-capital, diz Guntram Meier, um biólogo e especialista em espécies invasoras. Em vez disso, reflete a mudança da relação entre a cidade e sempre werdendem envolvente urbana. Por um lado era Berlim um verdadeiro paraíso para os seguidores da cultura como corvos - com suas barracas de fast-food, latas de lixo abertos e o "Piquenique na Cultura Park", deixar o povo depois do churrasco recados de seus alimentos são muitas vezes fáceis de detectar . Segundo: não há campos de irrigação menos e menos e terras em pousio na área - e alternativas, portanto, cada vez menos para as aves em busca de comida na cidade.
As gralhas que todos os anos no outono, aos milhares da Europa de Leste na metrópole são de forrageamento. "No passado, a torre foi muito útil para a agricultura, pois ele tem comido pragas, larvas, larvas e besouros. Hoje existem no entorno imediato campos Berlim menos pragas e menos nos campos. Os animais têm seus alimentos agora e na cidade encontrar. "
Pragas com brincadeiras
E se eles outono e inverno estão todos lá - os corvos locais e torres -, então eles ainda podem obter em seus nervos. Que dar mesmo os ativistas dos direitos animais. Limpadores e bagageiros de carros sobre dizendo Guntram Meier usou os corvídeos ensináveis ​​schonmal como ferramentas para quebrar nozes. "Eu tenho uma serra corvo que tinha firmado um ramo de uma árvore de avelã em um rack de teto. E então tem de ser escolhido para chegar as nozes. Mas também é tempo passou com seu bico e invadiu a pintura."
Dois anos atrás, os corvos bicavam selos do telhado da estação central de Berlim por chovendo lá em cima, diz Jens Sharon. Mais cedo, os animais já haviam sido adulterados no telhado do Estádio Olímpico. Ou eles haviam jogado pedras de Dachbekiesung do hotel Radisson, no centro de Berlim. Precisamente sobre o telhado de vidro da passagem abaixo. "Ele é, então, explodiu discos que o custo por peça é tão € 5000", lembra o engenheiro Uwe Abraão. "E ele realmente parecia às vezes como se os corvos tenham gostado se o disco de ruptura. Eles queriam jogar, o que iria estragar, como os meninos sempre querem estragar."
"Você tem que ter empatia com os animais"
Então o que fazer? Crows caça ou destruir seus ninhos - que proíbe, na Alemanha, a Lei de Bem-Estar Animal. Mas "dissuasão" é permitido, Guntram Meier diz: "Pode-se estender redes ou colocado em espinhos populares assentos de evitar que os animais não podem mais sentar lá.". Às vezes ele ajudou a cortar árvores já que o lixo em outro lugar fazer ou reparar uma luz de rua quebrada, assim que acendeu um canto, que serviu como um corvo capoeira, porque ela era tão agradável e escuro. "Mas, para ter sucesso, você tem que lidar com os animais, deve ter empatia com eles."
Em Guntram conselho Meier, Uwe Abraão trocados no telhado do hotel Radisson, no momento os corvos seixo bico orientada original simplesmente a pedras maiores. "Agora eles não podem mais entrar no projeto de lei, a ter tentado um par de vezes, não era o brinquedo se foi - ... O problema foi resolvido"


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Fundada há dois anos, a fundação dos Enovos empresa de energia Luxemburgo na quarta-feira apresentou um projeto de pesquisa no campo das energias renováveis, que irá ajudá-lo.



"Queremos ser uma empresa responsável que pensa sobre o futuro", disse Jean Lúcio, CEO da Enovos. Este foi o princípio norteador da empresa, e porque queria mantê-lo. Que levou dois anos antes tínhamos decidido em um projeto que vem do fato de que demorou até que a coisa foi encontrado.

O projeto em instalação questão de pesquisa Henri Tudor governo tem um prazo de três anos. O objetivo dos pesquisadores é encontrar uma fórmula para calcular boas previsões sobre o volume de produção atual de instalações solares no Luxemburgo.Para este fim, os pesquisadores vão dividir a terra em pequenas regiões. Com as previsões sobre a força do sol, eles calculam para as plantas selecionadas, eletricidade quanto será produzido bem. Mais tarde, os sistemas de medição estão ligados aos sistemas solares seleccionados, e as previsões são comparadas com a realidade. No final de uma fórmula deve ser desenvolvido para melhorar as previsões do modelo existentes.

Como o volume de produção de electricidade no futuro irá flutuar muito mais do que hoje - nem sol nem vento pode fornecer um volume de produção estável - era importante trabalhar com boas previsões. A economia também desempenha um papel: Em tempos onde a eletricidade é produzida relativamente pouco, o preço sobe na energia.


Prêmios para estudantes de engenharia
Não é apenas sobre a pesquisa científica básica, de modo Lucius.Em alguns anos esperamos ser capazes de tirar benefícios práticos para a economia do Luxemburgo. No total, Enovos este projeto custou 300.000 euros.
Enovos A Fundação apóia não só a pesquisa em energia. Ele também irá apoiar projetos na área social, como o Kriibskrank Fondatioun Kanner ou a Special Olympics Luxemburgo. Além de Preços prêmios Enovos (2.500 euros por habitante) em estudantes de engenharia Luxemburgo. O objetivo é este curso, que é importante para o futuro desenvolvimento de cada país para atualizar. Em 17 de Novembro é a cerimônia de premiação primeiro lugar. Além disso, a execução do "Fundo naturstroum nova", que apoia projectos na área das energias renováveis, sob a égide da Fundação Enovos. O orçamento anual da Fundação é de 330.000 €.

A fundação de Enovos está alojado no "Fondation de Luxemburgo". Esta organização guarda-chuva para as fundações foi fundada em 2008 para promover a filantropia no Luxemburgo.Ele assume uma espécie de intermediário entre potenciais doadores e projetos, é necessária para o dinheiro. Com o resultado anterior tônica Hirdman, diretor da instituição, bastante satisfeito. Dentro de poucos anos atrás, "estamos agora a casa de 26 fundações com dinheiro worth mais de 70 milhões de euros."


(Christian Muller / Tageblatt.lu)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

MEIO AMBIENTE Relatório aponta falhas em quase todas as usinas nucleares europeias


Testes elaborados pela União Europeia em 145 reatores revelaram que todas as instalações nucleares do continente precisam se submeter a melhorias. Custo pode chegar a 25 bilhões de euros.

Após o acidente nuclear em Fukushima, a Comissão Europeia encomendou um estudo para saber se o mesmo poderia acontecer nos 145 reatores nucleares, desativados ou em operação, do continente europeu e o que poderia ser feito contra essa ameaça. Nesta segunda-feira (1°/10), parte do relatório foi divulgada pela imprensa.

A porta-voz do comissário europeu de Energia, Günther Oettinger, declarou nesta segunda-feira em Bruxelas que a versão final do relatório não deverá ser divulgada antes de 18/10, mas segundo o jornal alemão Die Welt e agências de notícias que tiveram acesso a uma primeira versão do documento, o estudo critica duramente os padrões de segurança das instalações nucleares no bloco europeu.

"Com base nos resultados do teste de resistência, praticamente todas as instalações nucleares precisam se submeter a melhorias", assinalou o estudo elaborado pela Comissão Europeia, acrescendo que "na sequência dos acidentes em Three Mile Island e Tchernobil, foram acordadas medidas urgentes para proteger as instalações nucleares. Os testes demonstraram que ainda hoje, décadas mais tarde, sua implantação continua pendente em alguns países-membros".

Reatores afetados


Ao mesmo tempo, o estudo assinalou que "todos os Estados participantes começaram a tomar providências para melhorar a segurança de suas instalações". O relatório estimou que, se aplicadas em toda a União Europeia (UE), o custo de tais medidas poderá chegar até 25 bilhões de euros.

As recomendações vão desde a instalação de instrumentação sísmica no local à capacidade de restaurar as funções de segurança em menos de uma hora em caso de perda de energia. Somente o reator de Olkiluoto, na Finlândia, e o de Forsmatk, na Suécia, não conseguiram preencher o último pré-requisito.

Os piores resultados foram verificados nos reatores franceses. Os pontos críticos foram, principalmente, a falta ou a pouca quantidade de instrumentos de medição de terremotos, o armazenamento seguro de equipamento de combate a acidentes e falhas na avaliação de ameaças de terremotos e enchentes

Também as nove usinas nucleares alemãs apresentaram lacunas de segurança, principalmente no sistema de prevenção de terremotos. Dos 27 países-membros da União Europeia, 14 mantêm usinas nucleares. No total, 134 reatores nucleares ainda estão operantes na UE.

Comissão Europeia

A Comissão Europeia não quis comentar os resultados dos testes de resistência. O estudo ainda não está finalizado e será apresentado somente na próxima semana, durante a cúpula da UE, nos dias 18 e 19/10, disse a porta-voz do comissário Günther Oettinger. O relatório fará sugestões aos países-membros para melhorar a segurança de suas usinas nucleares, acresceu a porta-voz.

O comissário europeu da Energia declarou, por sua vez, que "nosso teste de foi árduo, sério e transparente: ele apontou de forma direta e objetiva os pontos em que estamos bem e em que ainda é há necessidade de melhorias". Os testes avaliaram "a segurança e a robustez" das usinas nucleares, disse o ministro.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Crime organizado responde por até 90% do desmatamento ilegal em florestas tropicais


Participação de cartéis na retirada ilegal de madeira chocou Interpol e ONU, autoras de um relatório sobre o tema. Em parceria com Brasil, Interpol desenvolveu treinamento para combater a ação criminosa na floresta.

O comércio ilegal de madeira movimenta anualmente até 100 bilhões de dólares, aproximadamente 203 bilhões de reais. O valor surpreendeu até a Interpol, Organização Internacional de Polícia Criminal, que investiga o crime registrado principalmente no Brasil e em países da África Central e Sudeste Asiático.

O dado faz parte do relatório Green Carbon: Black Trade divulgado nesta quinta-feira (27/09), uma parceria do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, Pnuma, e a Interpol. O estudo afirma que a retirada ilegal de madeira responde por até 30% do comércio global.

"Ficamos chocados com a escala e ainda mais com o nível de envolvimento do crime organizado nas transações. O tráfico de madeira ilegal tem sido um crime de baixo risco, que tem atraído cartéis como um negócio ilegal rentável", disse Christian Nellemann, pesquisador do Pnuma, em entrevista à DW Brasil.

Sofisticação dos criminosos
Segundo o relatório, organizações criminosas são responsáveis por entre 50% e 90% do desmatamento em países que detêm florestas tropicais. Além do Brasil, Indonésia, República Democrática do Congo, Malásia e Papua Nova-Guiné são territórios onde a ilegalidade acontece com maior frequência.

A sofisticação dos criminosos também chamou a atenção dos investigadores. No caso do Brasil, grupos costumam invadir sites oficiais para obter informações privilegiadas fundamentais para o planejamento das atividades ilegais. "Eles são extremamente organizados", revelou Nellemann.

"Mas também reconhecemos o esforço da Polícia Federal brasileira em combater os crimes na floresta. Como a fiscalização no Brasil aumentou nos últimos anos, contamos com uma migração da extração ilegal para os países vizinhos, como Chile e Peru", disse Nellemann. Em parceria com os brasileiros, a Interpol desenvolveu um workshop na floresta amazônica para treinar oficiais estrangeiros que irão prevenir o crime ambiental em seus países.

Desmatamento e violência
"No caso da Amazônia, é certo dizer que 80% da extração de madeira era ilegal há até alguns anos", diz Paulo Barreto, pesquisador do Imazon, Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia, em conversa com a DW Brasil. Atualmente, o crime está por trás da metade do desmatamento – número ainda "extremamente alto", considera.

Com o bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos, a madeira retirada de forma ilegal abastece principalmente o mercado interno. Atualmente, cerca de 20% a 30% segue para a exportação. "Quem atua nessa atividade tem um alto poder de corrupção. São agentes que corrompem secretarias de Estado, etc", pontua Barreto.

O delito ambiental transnacional também está associado à violência. Segundo a Interpol, outros crimes como assassinatos e atrocidades contra os habitantes das florestas e indígenas estão ligados ao desmatamento. O relatório publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos confirma essa tendência: dos 50 municípios com mais de 10 mil habitantes mais violentos do país, nove estão na Amazônia Legal.

"A ameaça que esse crime representa para o meio ambiente requer uma forte, eficaz e inovadora resposta por meio de leis que protejam esses recursos naturais e combatam a corrupção e violência ligada a esse tipo de crime. Afinal, esse delito também pode afetar a estabilidade e a segurança de um país", comentou Ronald K. Noble, secretário-geral da Interpol.

Autora: Nádia Pontes
Revisão: Francis França

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Crime organizado responde por até 90% do desmatamento ilegal em florestas tropicais


Participação de cartéis na retirada ilegal de madeira chocou Interpol e ONU, autoras de um relatório sobre o tema. Em parceria com Brasil, Interpol desenvolveu treinamento para combater a ação criminosa na floresta.


O comércio ilegal de madeira movimenta anualmente até 100 bilhões de dólares, aproximadamente 203 bilhões de reais. O valor surpreendeu até a Interpol, Organização Internacional de Polícia Criminal, que investiga o crime registrado principalmente em países da América Latina, África Central e Sudeste Asiático.

O dado faz parte do relatório Green Carbon: Black Trade divulgado nesta quinta-feira (27/09), uma parceria do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, Pnuma, e a Interpol. O estudo afirma que a retirada ilegal de madeira responde por até 30% do comércio global.

"Ficamos chocados com a escala e ainda mais com o nível de envolvimento do crime organizado nas transações. O tráfico de madeira ilegal tem sido um crime de baixo risco, que tem atraído cartéis como um negócio ilegal rentável", disse Christian Nellemann, pesquisador do Pnuma, em entrevista à DW Brasil.

Sofisticação dos criminosos

Segundo o relatório, organizações criminosas são responsáveis por entre 50% e 90% do desmatamento em países que detêm florestas tropicais. Além do Brasil, Indonésia, República Democrática do Congo, Malásia e Papua Nova-Guiné são territórios onde a ilegalidade acontece com maior frequência.

A sofisticação dos criminosos também chamou a atenção dos investigadores. No caso do Brasil, grupos costumam invadir sites oficiais para obter informações privilegiadas fundamentais para o planejamento das atividades ilegais. "Eles são extremamente organizados", revelou Nellemann.

"Mas também reconhecemos o esforço da Polícia Federal brasileira em combater os crimes na floresta. Como a fiscalização no Brasil aumentou nos últimos anos, contamos com uma migração da extração ilegal para os países vizinhos, como Chile e Peru", disse Nellemann. Em parceria com os brasileiros, a Interpol desenvolveu um workshop na floresta amazônica para treinar oficiais estrangeiros que irão prevenir o crime ambiental em seus países.
Desmatamento e violência

"No caso da Amazônia, é certo dizer que 80% da extração de madeira era ilegal há até alguns anos", diz Paulo Barreto, pesquisador do Imazon, Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia, em conversa com a DW Brasil. Atualmente, o crime está por trás da metade do desmatamento – número ainda "extremamente alto", considera.

Com o bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos, a madeira retirada de forma ilegal abastece principalmente o mercado interno. Atualmente, cerca de 20% a 30% segue para a exportação. "Quem atua nessa atividade tem um alto poder de corrupção. São agentes que corrompem secretarias de Estado, etc", pontua Barreto.

O delito ambiental transnacional também está associado à violência. Segundo a Interpol, outros crimes como assassinatos e atrocidades contra os habitantes das florestas e indígenas estão ligados ao desmatamento. O relatório publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos confirma essa tendência: dos 50 municípios com mais de 10 mil habitantes mais violentos do país, nove estão na Amazônia Legal.

"A ameaça que esse crime representa para o meio ambiente requer uma forte, eficaz e inovadora resposta por meio de leis que protejam esses recursos naturais e combatam a corrupção e violência ligada a esse tipo de crime. Afinal, esse delito também pode afetar a estabilidade e a segurança de um país", comentou Ronald K. Noble, secretário-geral da Interpol.
Autora: Nádia Pontes
Revisão: Francis França

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

POLÍTICA NUCLEAR Merkel: Não Erro em Gorleben


35 anos foi a controvérsia sobre a eliminação de resíduos nucleares de Gorleben toma como apropriado. Merkel nega falha na exploração do domo de sal ter feito durante o seu tempo como ministro do Meio Ambiente.
Do seu ponto de vista, então era sua decisão de 1995 tomada por uma maior exploração do domo de sal de Gorleben como depósito de resíduos nucleares "responsabilizado e necessária" foi, a chanceler alemã Angela Merkel (CDU) como testemunha em Gorleben-comissão do Bundestag. A oposição acusa Merkel de ter cometido unilateralmente ao site Baixa Saxônia.

Merkel: "Não há evidência de inadequação"


"Até o final da legislatura 13 há evidência robusta que teria apontado a um não-adequação de Gorleben", disse Merkel, que foi ministra do Meio Ambiente 1994-1998 no governo do chanceler Helmut Kohl (CDU). Além disso, a decisão foi tomada por uma concentração em Gorleben anos antes de sua posse. "Meu trabalho é deixá-los continuar o trabalho de exploração foi."

Ao mesmo tempo, rejeitou as representações que tinha na época já era uma decisão de Gorleben. A adequação de Gorleben não foi até o final de seu mandato provou ministro do meio ambiente. Portanto, não tinha pensado para uma exploração de locais alternativos - no caso de Gorleben deve provar ao contrário das expectativas na hora de ser inadequada. O chanceler também observou que era na época o consenso na União liderada governo era que a energia nuclear "para fazer uma contribuição significativa para o fornecimento de energia" deveria.

Estabelecimento unilateral?

O chanceler ressaltou, no entanto, que ela tentou "chegar a um consenso sobre a questão disposição."Fala sobre isso, mas não tinha conseguido 1995 A adequação do domo de sal de Gorleben como depósito de resíduos nucleares também não foi refutada hoje. Eles tomaram a decisão com base no julgamento profissional.

A comissão de investigação tem tentado por dois anos e meio para esclarecer se a decisão foi tomada há décadas em favor da exploração exclusiva do domo de sal por razões puramente técnicas ou foi influenciado por considerações políticas. Fundo são as alegações de que o governo de então tinha tomadas desde 1983 influência no conhecimento científico.

Geólogos segurar domos de sal, "adequado"
A disputa gira em torno de Gorleben tudo, se o domo de sal para o armazenamento a longo prazo dos resíduos nuclear é segura o suficiente, mesmo. Para uma nova pesquisa deve, portanto, ser reexaminada resultado se argila sal ou o granito é uma rocha do host para o armazenamento subterrâneo melhor. França e Suíça decidiram tom que é considerado impermeável. Finlândia e Suécia dependem de granito na Alemanha, mas é considerado como um "outsider".

Geólogos realizar cúpulas de sal alemães adequados para garantir alto nível de resíduos radioactivos. A indústria nuclear está longe de ser determinado por uma adequação de Gorleben, porque não existe ainda nenhum contraprova técnica definitiva. A oposição diz Gorleben tornou-se circunstâncias controversas e não com base em critérios científicos site de exploração.

DG / pg (DAPD dpa, rtr)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Poluição reduz expectativa de vida na Europa, aponta relatório


A poluição do ar está reduzindo o tempo de vida das pessoas em quase dois anos em regiões da União Europeia, afirmou nesta segunda-feira (24) a Agência Europeia do Ambiente (AEA), reforçando o argumento de que são necessárias mais restrições sobre as emissões do bloco.

A legislação adotada atualmente permitiu diminuir a quantidade de alguns poluentes liberados por escapamentos e chaminés em toda a Europa, disse um relatório da AEA publicado nesta segunda. Mas ainda existem níveis perigosos de partículas microscópicas, conhecidas como material particulado, associadas a doenças como câncer de pulmão e problemas cardiovasculares, segundo o texto.

Em média, a poluição do ar reduziu o tempo de vida em toda a Europa em cerca de oito meses, segundo o relatório. O texto também cita outra pesquisa que mostra que a redução dos níveis de partículas na atmosfera pode aumentar a expectativa de vida em um ano e dez meses em algumas regiões europeias.

O relatório não especificou as regiões onde houve redução, mas disse que a Polônia e outras áreas industriais do leste europeu têm níveis particularmente altos de poluição ou partículas.

Londres tem a pior qualidade do ar de qualquer capital da União Europeia e foi a única cidade britânica a exceder os limites diários para poluentes divulgados pelo bloco, diz o relatório.

A comissária do meio ambiente da União Europeia, Janez Potocnik, disse que uma revisão das leis de qualidade do ar do bloco no próximo ano precisa ampliar limites para os níveis de poluição que se aproximem das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre níveis seguros de poluentes.

“Isso [o relatório] é um aviso muito sério sobre a importância para a nossa qualidade de vida e saúde”, disse Potocnik a agências internacionais.

Além do impacto sobre a saúde, a diretora-executiva da AEA, Jacqueline McGlade, afirmou que a poluição custa ao bloco 1 trilhão de euros (US$ 1,30 trilhão) por ano em cuidados com saúde e impactos mais amplos sobre os ecossistemas.

“A política da União Europeia reduziu as emissões de muitos poluentes ao longo da última década, mas podemos ir mais longe”, disse ela.

Risco maior – O material particulado é visto como o mais grave risco de poluição do ar na Europa. Usando os dados mais recentes, de 2010, o relatório afirma que 21% da população urbana do bloco foi exposta a material particulado acima do limite estabelecido pela União Europeia.

Os poluentes vêm da fumaça de carros, indústria e queima de combustível doméstico. Depois de passar por reações químicas no ar, eles entram na água, no solo e na cadeia alimentar, e podem reduzir a produção agrícola. (Fonte: G1)