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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Alemães à procura de uma nova pátria no Brasil

O Instituto Cultural Brasileiro na Alemanha exibe a exposição "O Brasil não é longe daqui" - Alemães do Hunsrück e outras regiões à procura de uma nova pátria" - uma verdadeira lição da história da imigração alemã, que completa 188 anos em 2012.

A exposição itinerante "O Brasil não é longe daqui" tem Karen Lisboa como curadora e é uma verdadeira lição da história da imigração alemã, que completa 180 anos em 2004.Organizada pelo Instituto Cultural Brasileiro na Alemanha (Icbra), em Berlim, ela consiste em painéis explicativos e reproduções de fotografias que traçam um panorama da emigração alemã para o Brasil. Vindos do Hunsrück e de outras regiões, os alemães cruzaram o Atlântico em busca de uma nova pátria e de melhores condições de vida.


Os documentos e fotografias foram obtidos através de várias pessoas e junto a instituições alemãs e brasileiras, como o Museu Histórico de Bremerhaven, cidade portuária no norte da Alemanha, o Arquivo Histórico do Estado do Espírito Santo, a Sociedade Blumenau e o Memorial do Imigrante em São Paulo.
A imigração em filmes
Os visitantes também podem assistir três filmes ligados à temática: o documentário dos tempos do cinema mudo (1920) "Surgimento de uma colônia alemã no Brasil", que descreve em imagens e legendas as várias etapas, desde a chegada à região da futura colônia, o desmatamento e a construção das primeiras casas até a lavoura.
"Como se o tempo tivesse parado", de Gernot Schley, mostra o cotidiano de uma família de agricultores descedentes de pomeranos que se fixaram no sul do Brasil no século 19. E como são transmitidas de geração a geração as tradições de cultivo do solo, criação de animais e elaboração dos alimentos. O terceiro é "Jacobina", de Wolf Gauer e Jorge Bodansky, de 1978, um filme histórico sobre a seita religiosa dos "Muckers" fundada por Jakobine Maurer por volta de 1870 no Rio Grande do Sul.
Brasil queria população e mão-de-obra
Uma política de imigração só surgiu no Brasil a partir da independência em 1822, embora antes disso suíços tivessem fundado Nova Friburgo (RJ) e alemães a colônia Leopoldina, na Bahia. Importante na vinda de alemães ao Brasil foi o papel da Imperatriz Leopoldina, que era da poderosa dinastia dos Habsburg.
O Brasil tinha basicamente dois interesses na imigração: povoar regiões de pouca densidade demográfica, a fim de firmar as fronteiras. A idéia era também que a criação de pequenas propriedades e estruturas tipicamente familiares dessem impulso ao mercado interno. Por outro lado, os latifundiários precisavam de mão-de-obra sobretudo para a lavoura do café e após a abolição da escravidão (1850).
As várias ondas de imigração
Como não houve um registro sistemático das autoridades brasileiras, só há estimativas do número dos imigrantes alemães. Elas variam de 235 mil a 280 mil no período de 1824 a 1940. Até meados do século 19, a maioria dos imigrantes era procedente do sudoeste da Alemanha. Por volta de 1820 houve uma grande onda de emigração do Hunsrück, do Sarre e do Palatinado. Foram 4800 hunsrüquianos ao Brasil entre 1824 e 1829.
Em São Leopoldo e arredores ainda hoje em dia se encontra descendentes desses colonos que falam o dialeto dessa região. Mas o alemão falado pelos colonos também sofreu a influência das palavras novas do português, resultando numa curiosa simbiose, como documenta a exposição, através de uma lista de termos alemães emprestados do português. "Baderne", por exemplo, a nossa baderna, usado em vez de Unordnung, como manda o alemão não bagunçado.
Os pioneiros e sua contribuição
A partir de 1850 aumentou a emigração do norte e do leste da Alemanha. Grandes ondas migratórias houve em 1870, 1890 e, sobretudo, entre 1920 e 1930. No entanto, a emigração alemã não chegou a ser numericamente tão representativa quanto a portuguesa, espanhola ou italiana. Seu significado, porém, foi grande, pois coube-lhes o trabalho pioneiro de desbravarem sozinhos o sul do Brasil e estabelecer as primeiras lavouras, até que os demais chegassem, a partir de 1870.

Genealogia na Alemanha: procurando a agulha no palheiro

Os dados da imigração alemã para o Brasil estão espalhados em muitos arquivos e bibliotecas alemães, o que dificulta a pesquisa. A digitalização de alguns acervos com listas dos passageiros que deixaram os portos de Bremen ou Hamburgo permite uma pesquisa na rede, nem sempre gratuita.


Conhecer os pais, avós e ancestrais muitas vezes se transforma numa procura da própria identidade. Sendo o Brasil um país que recebeu imigrantes de tantos países, nada mais natural que a curiosidade de saber alguma coisa sobre a origem da família ou do sobrenome.
No caso dos descendentes de alemães das primeiras colônias no Brasil, como São Leopoldo (RS) ou São Pedro de Alcântara (SC), ou mesmo Domingos Martins (ES), em que se manteve uma forte influência alemã, isso não é tão difícil e não faltam historiadores e publicações locais para ajudar na reconstrução do passado.
A variedade de fontes
Mas para os que se mudaram ou se instalaram em grandes cidades, a busca não é tão fácil. Principalmente quando não se sabe o nome exato do imigrante, do navio, ou a data da chegada, dados estes que são, em parte, necessários para garantir êxito na consulta de fontes na Alemanha.
Para complicar as coisas, as informações sobre os imigrantes que deixaram o país nos séculos 18 e 19 rumo aos EUA, América do Sul ou Ásia não estão centralizadas: estão dispersas em mais de 2700 bibliotecas e 3000 arquivos na Alemanha. Sem falar em outros países, pois muitos imigrantes alemães foram recrutados no Leste Europeu, na Pomerânia, por exemplo, hoje pertencente à Polônia.
Bremen e Bremerhaven
Mais de sete milhões de pessoas deixaram a Alemanha através de Bremen e Bremerhaven nos séculos 19 e 20. No início da onda migratória, essas duas cidades portuárias chegaram a ser mais importantes do que Hamburgo, de onde saíram cinco milhões de pessoas.
Bremen tinha uma boa fama junto aos imigrantes pelas leis que datam de 1832 (!), obrigando as companhias de navegação a garantir espaço e provisões suficientes nos navios. E foi a primeira cidade portuária a introduzir a obrigatoriedade de listas de passageiros dos barcos, uma excelente fonte de pesquisa.
No entanto, poucas se salvaram, pois os arquivos da cidade têm uma história tumultuada: em 1875, seus funcionários decidiram destruir todas as listas de passageiros, com exceção das dos três últimos anos, por falta de lugar. E assim sucessivamente até 1908. Já as listas que a polícia e um escritório da Câmara de Comércio mantinham foram destruídas durante um bombardeio na Segunda Guerra.
Como pesquisar nos bancos de dados
No arquivo da Câmara do Comércio existem hoje 2953 listas de passageiros que embarcaram em navios em Bremen, de 1920 a 1939, com destino principalmente aos Estados Unidos e Canadá, mas também à América do Sul. Em 1942, essas listas e outros documentos estiveram guardados numa salina. Após a guerra, foram levadas pelos soviéticos a Moscou, sendo devolvidas a Bremen somente em 1987 e 1990.
As listas foram digitalizadas, em sua maior parte, formando um banco de dados. Em 1999, foi criada a sociedade Die Maus para atender o público e auxiliar interessados. Somente estão plenamente disponíveis os dados de 1920 a 1929, podendo-se consultar via internet (veja link abaixo).
As listas de 1930 e 1931 estão sendo digitalizadas e só estão parcialmente disponíveis. O banco de dados inclui 433.876 passageiros (maio de 2004). Consultas por escrito podem ser dirigidas a kwesling@nwn.de. Mas, tratando-se de passageiros dos anos ainda não processados, só se aceitam consultas de pessoas que souberem o nome do navio e a data de partida do porto alemão.
Mais sobre os EUA do que a América do Sul
Especialmente sobre o Brasil, o Arquivo Estatal de Bremen possui dados sobre os imigrantes que partiram entre 1826 e 1828, sendo estes dos dados mais antigos disponíveis em fontes alemãs.
Já a vizinha Bremerhaven possui o maior banco de dados sobre emigrantes alemães, o DAD (Deutsche Auswanderer Datenbank), incluindo os que deixaram o país por Bremen/Bremerhaven, Hamburgo e Cuxhaven. Parcialmente, o banco de dados também abrange os imigrantes que embarcaram em Boulogne, Cherbourg, Le Havre e Southampton e outros, uma vez que os navios recolhiam pessoas e faziam escala em vários portos antes de cruzar o Atlântico.
Quando o projeto do DAD estiver concluído, abarcará 10 milhões de emigrantes, de 1820 a 1939. No entanto, ele se concentrou mais nos que foram para os Estados Unidos.
Hamburgo oferece excelentes serviços
Outro projeto semelhante é o link to your roots, do Arquivo Estatal de Hamburgo, que já disponibilizou na rede uma série de informações, mas também principalmente sobre a emigração para os EUA. E isso por um motivo muito simples: as autoridades norte-americanas de Washington e Nova York arquivaram cuidadosamente todas as listas de passageiros e formulários de imigração, muitos das quais chegavam a conter até 14 dados da pessoa, inclusive o local de origem e a última cidade em que morou.
Quem consulta o site – com versão também em espanhol – e consegue encontrar o nome do seu ancestral na rede, pode solicitar mais informações, pelas quais o arquivo cobra uma taxa (o mínimo é de 20 euros, para informações sobre até três pessoas da mesma família).
Já estão digitalizadas as listas de passageiros de 1890 a 1905. Pesquisas referentes ao período entre 1850 e 1934, cujos dados ainda não foram processados, podem ser solicitadas por escrito (info@linktoyourrouts.com ou Link to your Roots, Besenbinderhof, 37 - 200097 Hamburg). O arquivo oferece também, sob pagamento, cópias da lista de passageiros, sob a forma de certificado, e mapas históricos sobre a imigração.
Mais arquivos
Há muitos dados espalhados pela Alemanha, pelo que destacamos apenas mais duas fontes de pesquisa. Os arquivos estatais da Baixa Saxônia também mantêm uma página na rede, que permite a busca de nomes nos documentos arquivados em Hanôver, a capital do Estado, Osnabrück e Wolfenbüttel.
O Arquivo Estatal Central de Stuttgart (Konrad-Adenauer-Strasse 4, 70173 Stuttgart) está de posse da documentação sobre emigração de Hans Glatzle, com dados de 50 mil pessoas de Baden-Württemberg, mas os dados não estão disponíveis em seu site.
À parte dos arquivos, existem inúmeras associações e iniciativas privadas ligadas à genealogia, das quais citamos apenas, a título de exemplo, a Sociedade de Genealogia e Pesquisa Familiar da Vestfália. Muitos descendentes de alemães no Brasil mantêm páginas na rede com a história de suas famílias, como é o caso dos Engler, Hartum, Wiechers e Richartz, entre muitos outros.

Genealogia alemã: fontes de pesquisa no Brasil

Vários museus, institutos e arquivos no Brasil possuem documentos sobre a história dos imigrantes nas diversas regiões. Alguns sites também trazem links imprescindíveis para quem quer saber mais sobre o passado "alemão" do Brasil.


As principais instituições com grande acervo de livros, atas e documentos através dos quais se pode reconstruir a história da imigração alemã no Brasil encontram-se nos estados em que ela se concentrou, principalmente na região Sul, em São Paulo, no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.
Memorial do Imigrante em São Paulo
O memorial na capital paulista possui um Museu da Imigração, que existe desde 1993, e um Centro de Pesquisa e Documentação. Instalado num dos poucos edifícios centenários de São Paulo, o museu ocupa parte da antiga Hospedaria dos Imigrantes, um conjunto de prédios construídos entre 1886 e 1888 no Brás para receber e encaminhar os imigrantes trazidos pelo governo do Estado de São Paulo.
De 1882 a 1978, cerca de 60 etnias e nacionalidades por ali passaram, totalizando mais de 2,5 milhões de pessoas. Existe um registro de todas as pessoas que estiveram na antiga hospedaria. Entre os documentos estão listas de bordo dos navios que atracaram em Santos, cartas chamando imigrantes, cerca de cinco mil fotografias e documentos pessoais.
Aproximadamente 22% das informações dos livros de registro da hospedaria já estão informatizadas. Um grupo de especialistas atende aos pedidos de informação sobre imigrantes. Em 2002, foram mais de dez mil solicitações de pesquisa.
Quanto aos alemães, o Museu do Imigrante, que realiza um trabalho exemplar de informação, preservação da história nacional e de fontes de pesquisa, possui registro de 375 mil nomes de pessoas que estiveram na hospedaria, isto é, somente imigrantes que chegaram ou passaram por São Paulo. A entidade também emite certificados.
Instituto Martius-Staden
Mantido pela Fundação Visconte de Porto Seguro, à qual pertence o Colégio Porto Seguro, o Instituto Martius-Staden de Ciências, Letras e Intercâmbio Cultural está localizado no centro antigo de São Paulo e é um dos grandes pólos de estudo para assuntos ligados à imigração dos povos de língua alemã, assim como literatura, história e cultura da Alemanha.
"Nós temos aproximadamente 120 mil registros de pessoas, empresas e famílias alemãs desde o século 19. É um acervo enorme", disse à DW-WORLD seu diretor, Dirk Brinkmann, referindo-se ao arquivo, situado no quarto andar do prédio. Já a biblioteca tem mais de 30 mil volumes, distribuídos em três andares.
O instituto responde questões sobre genealogia de famílias de origem germânica no Brasil. Seu arquivo formou-se a partir de doações da comunidade, depois de publicado um anúncio no diário alemãoDeutsche Zeitung de São Paulo, em 1925, solicitando envio de documentos, fotos, relatórios anuais, anúncios de comemorações da comunidade alemã e publicações de todo tipo relacionadas ao crescimento da colônia alemã. Ele reúne ainda certificados, cartas, espólio de famílias alemãs, certidões e até registros judiciais de crimes ocorridos na cidade.
Com o patrocínio da Siemens e da MWM, o instituto criado em 1916 como associação de professores da primeira escola alemã, a Deutsche Schule de São Paulo, está informatizando seu acervo e integrando os módulos Biblioteca e Internet, para melhor atendimento público.
Arquivo do Estado de São Paulo
Situado na zona norte da capital paulista, é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Sua biblioteca de apoio à pesquisa possui 39 mil volumes, além dos 25 mil do núcleo da Biblioteca Estadual.
O arquivo possui documentos administrativos do governo do Estado, da Secretaria da Agricultura (nos quais há vários dados sobre os imigrantes alemães levados a fazendas de café), informações sobre núcleos colonais, como também lista de imigrantes e navios.
No entanto, como se trata de fontes primárias, os documentos e registros não estão separados por nomes, o que dificulta a pesquisa. Ela tem que ser feita pessoalmente, com a ajuda de catálogos abarcando os períodos colonial, imperial e republicano.
Fontes em outros estados
Fundado em 1938, o Instituto Histórico de Petrópolis tem um bom site na internet, com um índice alfabético com mais de 300 nomes de colonos alemães. Ao todo chegaram a Petrópolis mais de 450 famílias germânicas, entre 29 de junho de 1845 e 31 de dezembro de 1846. Entre os trabalhos listados, há vários que abordam "a colônia imperial" e a vida dos alemães.
Merece destaque também o site do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, com informações sobre a imigração no Estado que até hoje tem cidades com forte influência alemã e também sobre como obter cidadanias estrangeiras.
O Arquivo Histórico de Joinville tem um registro da imigração na cidade e em Santa Catarina, possuindo um setor de pesquisa histórica e um amplo acervo de jornais. Já em Florianópolis está situado o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina.
Na internet, o Portal São Bento do Sul tem a lista de imigrantes de 1872 com destino à Colônia Dona Francisca, informações sobre São Pedro de Alcântara e as colônias alemãs, nomes de cidades, nomes antigos de municípios em Santa Catarina e um informativo artigo de Rodolfo Lincoln Hey sobre a imigração alemã em Santa Catarina e no Paraná.
No Rio Grande do Sul, há o Museu Visconde de São Leopoldo, entre outros, o Instituto Genealógico do Rio Grande do Sul, bem como importantes trabalhos realizados na Universidade Federal do RS e na Unisinos de São Leopoldo.
Associações e sites interessantes
A Associação Nacional de Pesquisadores da História das Comunidades Teuto-Brasileiras realiza seu próximo seminário em Teutônia, RS, de 8 a 10 de julho próximo, destinado a professores, pesquisadores e pessoas que trabalham em centros da cultura alemã, museus e arquivos históricos.
Um site da Paróquia Martin Luther traz informações sobre os primeiros pastores protestantes vindos da Alemanha e as primeiras comunidades evangélicas que deram origem à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Ele contém ainda a relação dos navios que trouxeram imigrantes alemães ao Brasil entre 1824 e 1830 e um "mural dos antepassados".
O Colégio Alemão de Genealogia e a Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia, por sua vez, congregam vários estudiosos da imigração. Esta lista ficará necessariamente incompleta, uma vez que as fontes são muitas. Mas no tocante à internet, é digna de nota a Brazilgenweb, que promete as "mais completas dicas de genealogia na internet" e cumpre realmente.
Seu projeto Imigração Alemã traz uma cronologia da colonização alemã desde Nova Friburgo e Ilhéus (1818), passando por vários estados brasileiros, páginas dedicadas às colônias, relação de famílias alemãs com suas histórias na rede e vários links para quem quiser conhecer mais detalhes da história da imigração e procurar suas raízes alemãs.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

05/10/1964: êxodo em massa do Túnel de Berlim

"A arma mais importante é a vigilância dos guardas de fronteira, e não a sua Kalashnikov, sua principal arma é a vigilância. Vigilante Ele deve exercer as suas funções, deve-se ter sempre o inimigo no olho, de modo que nada pode acontecer com ele pessoalmente." As palavras do ex-subsecretário de Defesa DDR Fritz Streletz falhou dois dias antes do 15 . Aniversário da fundação da RDA Strelitzer estrada 55Neste dia, Walter Ulbricht perdido no Muro de Berlim 58 indivíduos, um deles perdeu a vida: O GDR Sargento Egon Schultz morreu na segunda-feira 5 Outubro de 1964.

 Ao 0:15 relógio em frente à casa de Berlim Oriental Strelitzer Straße 55 sob os tiros de seus próprios companheiros, que tentou impedir a fuga Ele morreu na entrada oriental do túnel de fuga, o Ocidente e Berlim Oriental desde o dia 13Agosto haviam cavado sob as barragens dos passes de fronteira de setor.

 Exército do Povo cercaram a saída do túnel - uma desuso fora higiênico - e disparou 200 balas de munição na bandeja MP. Mas por esta altura os refugiados - 23 homens, 31 mulheres, três crianças e seus ajudantes - longos em segurança. As empresas vôo bem sucedido este ano estava se preparando para terminar após 178 dias. Moles de Wall Em 10 de Abril de ter começado. 30 jovens berlinenses ocidentais, a maioria estudantes, se reuniram para quase o dobro da RDA cidadãos hindurchzulotsen sob muro, arame farpado e 100 metros de faixa de fronteira.

 Uma das contrabandistas, Hasso Herschel, recordou: "Trabalhamos à exaustão, que foram todos loucos jovens, para nós não foi problema (...) Mas nós parecia engraçado. pálido, suado, apenas sangrando um pouco, porque seremos prejudicados em pedras, cacos e ferramentas, exausto pelo ar ruim ".

 Como ponto de partida, eles escolheram o porão de uma padaria abandonada no casamento, Bernauer Strasse 97, imediatamente ao longo da fronteira. Onze metros que passou em profundidade, que escavou 140 metros de duas larguras de viação e um bloco até o quintal da casa em Berlim Oriental Strelitzer Rua 55 Hasso Herschel lembrado. 

"Estamos, então, os passos do porão até tivemos um especialista lá que poderia abrir as portas, então estamos esperando e pontualmente às 19,25 relógio deve vir primeira família - .. eles chegaram ouvimos o barulho de sapatos femininos, pés dos homens, eo slogan foi "Encouraçado Potemkin" do planejado muito Os atores tinha preparado o seu plano com bastante antecedência. Membros de Berlim Ocidental CDU doou o equivalente a € 15.000. Oeste repórter Berlim tinha adquirido um adicional de € 7.500 convertidos os direitos dos túmulos do túnel. Com esta almofada financeira comprou os contrabandistas seu extenso equipamento técnico: ferramentas de graves e de perfuração, polias, telefones, rádios e até mesmo máscaras de gás. 

Assistência técnica, o Ocidente polícia de Berlim, que completou na fase final do posto de observação empresa disponível. Prestados a prudência dos parede-Moles era mais do que necessário, finalmente teve vida guardas da ordem fronteiras claras. Graças aos trabalhadores corajosos, o número de refugiados prisioneiros desde o outono de 1961 encontrou seu caminho para o Ocidente, para mais de 200 Autor: Doris Bulau

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

1938: Lançamento do Queen Elizabeth

No dia 27 de setembro de 1938 foi lançado à água, em Liverpool, o então maior navio de passageiros de todos os tempos. Com suas 83 mil toneladas, o Queen Elizabeth podia transportar 2.285 pessoas.


O transatlântico Queen Elizabeth foi fabricado no estaleiro John Brown, no Rio Clyde, perto de Glasgow. Só que o lançamento às águas do então maior navio de passageiros do mundo aconteceu numa época não muito propícia. O início da Segunda Guerra Mundial, no ano seguinte, levou por água abaixo (pelo menos temporariamente) os planos da companhia de navegação Cunard Line.

Os últimos detalhes da embarcação foram montados às pressas e a pintura substituída por uma camuflagem, para o transporte de tropas na guerra. O navio era uma verdadeira obra-prima da navegação: 314 metros de comprimento, 36 metros de largura e mais de 83 mil toneladas de peso.

Foi necessário esperar a enchente de fevereiro de 1940 para deslocar o navio sem tocar o fundo do rio. Para protegê-lo de minas, o Queen Elizabeth foi desmagnetizado e navegou sem iluminação.


Estratégia antinazista
No dia 2 de março de 1940, tomou rumo para Nova York, escoltado por destróieres da Marinha. Para despistar os submarinos inimigos alemães, foi organizada uma partida falsa. Centenas de pessoas se aglomeraram no porto, malas e caixas com supostos mantimentos foram empilhados no cais. E os submarinos de Hitler caíram na armadilha. Eles mobilizaram em vão seus bombardeiros, pois o Queen Elizabeth há muito já estava fora do alcance.

Cinco dias depois, o transatlântico aportava em Nova York, onde já estava o navio-irmão Queen Mary, que era menor e mais rápido. Quatro anos mais velho que o Elizabeth, o Mary também estava sendo camuflado e equipado para o transporte de tropas na Austrália.

Alguns meses mais tarde, o Elizabeth estava prestando serviço em Cingapura, para depois transportar soldados australianos até o norte da África. Finalmente, em março de 1946, o Queen Elizabeth começou as atividades para as quais havia sido concebido: os cruzeiros marítimos.

Tanto o Queen Mary como o Queen Elizabeth viveram seu auge principalmente graças aos ex-soldados, que conheceram as embarcações em outras circunstâncias e agora pretendiam realmente desfrutar do luxo e do conforto de um transatlântico.


Concorrência do avião

Os navios começaram a tornar-se um negócio altamente lucrativo para as companhias marítimas. Para garantir lugar, as cabines de primeira classe tinham que ser reservadas com um ano de antecedência. Nos primeiros anos da década de 1960, entretanto, cada vez mais pessoas passaram a viajar da Europa à América de avião. Os enormes hotéis flutuantes começaram a ficar vazios.

Tentando reverter esta situação, em 1965, a Cunard Line resolveu reformar completamente o Queen Elizabeth para torná-lo ainda mais atraente. Como estes esforços fossem em vão, o navio foi retirado definitivamente de circulação. Sua última viagem sob bandeira britânica aconteceu em outubro de 1968, com destino aos Estados Unidos. Mas, devido à falência do grupo que iria usá-lo para fins turísticos na Flórida, o transatlântico foi comprado num leilão por um chinês.

Seus planos eram transformar o transatlântico numa universidade flutuante. Durante a reforma total que a embarcação estava sofrendo em Hong Kong, entretanto, um incêndio a destruiu completamente, levando o Queen Elizabeth a pique no dia 9 de janeiro de 1972.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

1945: Campo para acolher refugiados e ex-prisioneiros de guerra alemães

Em 26 de setembro de 1945 foi aberto numa pequena cidade perto de Göttingen, no centro da Alemanha, um acampamento para receber os prisioneiros e refugiados alemães que retornavam do Leste Europeu após a Segunda Guerra.


Nos primeiros três meses de funcionamento, mais de 500 mil pessoas passaram pelo local que nos anos anteriores já funcionara como centro de atendimento a refugiados de guerra.

Friedland, a pequena cidade no centro da Alemanha reunificada (fronteira com a Alemanha comunista depois de 1945), havia sido escolhida para sede do campo de recepção de prisioneiros de guerra alemães libertados pelos soviéticos. Na época, Friedland era o ponto de interseção das zonas de ocupação britânica, norte-americana e soviética e, ao mesmo tempo, importante núcleo ferroviário.

Imediatamente depois do final da Segunda Guerra Mundial, o local se tornou parada obrigatória para milhões de alemães do Leste Europeu que haviam sido banidos de suas casas. Entre 1949 e 1955, seguiram-se os prisioneiros alemães libertados pelos soviéticos. Mais tarde, foram os descendentes de alemães e, depois, os indesejados pelo governo na Alemanha Oriental.

Museu para manter a história viva
Com exceção dos refugiados chilenos e vietnamitas que passaram por Friedland, foi essencialmente a crise econômica provocada pela derrocada do socialismo que motivou a prorrogação das atividades do campo de acolhimento.


Era um enorme barracão de folhas de zinco, onde há muito não morara ninguém. Ele funciona como museu, esclarecendo sobre a importante função do lugar para as pessoas que retornavam à então Alemanha Ocidental apenas com a roupa do corpo.

Por acentuar esse papel como centro de reintegração social não só de alemães, o campo de Friedland passou a ser conhecido como "Portão para a Liberdade". Depois serviu durante muitos anos como único centro de acolhimento de Aussiedler, imigrantes de origem alemã provenientes do antigo Bloco do Leste, sobretudo da ex-União Soviética.

O Ministério do Interior considerava altos os custos de manutenção e alegava que o número de descendentes de alemães do Leste que retornariam ao país dos antepassados continuaria diminuindo. O ministério, no entanto, resolveu manter o local, destacando seu valor histórico no pós-guerra.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

25/09/1912: Biblioteca alemão em Leipzig



A cidade de Leipzig como um centro do livro e indústria editorial no Império Alemão apresentou-se como o local é atraente. Começar a recolher para a memória futura da nação foi o primeiro Janeiro de 1913. . Daquele dia em todos os produtos de impressão alemães a partir de casa e no exterior, bem como suas respectivas traduções são arquivados completamente Irmgard Spencker, o ex-líder da casa, lembrou: "Você vai encontrar nesta casa todas as primeiras edições de escritores mais importantes do século 20 nas obras completas .

 Especialmente importante talvez no contexto que tem no período de 1933 dada a 1945 não cortar as atividades de coleta da Biblioteca alemão, por isso são, portanto, as respectivas publicações primeiro dos autores, que foram perseguidos durante o Terceiro Reich, totalmente presente aqui . " Depois da divisão da Alemanha em 1947 foi coletado duas vezes:. Leipzig e na Biblioteca recém-fundada alemão em Frankfurt E ele ficou após o Tratado de Unificação de 1990, as duas casas foram mesclados com o Arquivo de Música Alemã em Berlim para uma biblioteca nacional. Seu Nome: A Biblioteca alemão. Neste dispositivo, a Biblioteca alemã trouxe a literatura do exílio completa coleção é outro tesouro: a documentação da cultura nacional do livro no livro alemão e Museu de escrita.

 Isto é, "(...) que tanto sobre a área de coleta também são publicações exemplares da carteira desde surgimento da imprensa e pode ser mostrado. Este pode-se entender, como é que desde Gutenberg produção de livros e design do livro, desenvolvido na Alemanha", relatado Irmgard Spencker. 2004, o tradicional alemã Nacional entrou em operação em 2006, a biblioteca foi renomeado os alemães na Biblioteca Nacional da Alemanha. O estoque total da Biblioteca Nacional da Alemanha é atualmente cerca de 23,5 milhões de unidades são listados, dos quais cerca de 13,9 milhões em Leipzig, cerca de 8,2 milhões, em Frankfurt, e cerca de 1,4 milhões no Arquivo de Música Alemã em Berlim. Autor: Werner Herzog

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

1957: Os Nove de Little Rock

Em 24 de setembro de 1957, o presidente Dwight Eisenhower envia tropas militares a Little Rock, capital do Arkansas, para escoltar nove escolares negros que deveriam frequentar uma escola de brancos.


Final da década de 50 nos Estados Unidos: com base numa sentença da Corte Suprema, todas as escolas do país foram conclamadas a eliminar as restrições raciais. Também em Little Rock, capital do estado de Arkansas, as autoridades escolares começaram a preparar um plano de integração.
Chegou-se a um consenso: seriam mantidos os colégios exclusivos dos negros, mas alguns escolares negros teriam permissão para frequentar os colégios dos brancos. Foram escolhidos nove candidatos negros, seis moças e três rapazes, que deveriam frequentar a Central High School no ano letivo que se iniciava, juntamente com 1.900 escolares brancos.
Resistência aberta


Para muitos, no sul dos EUA, era inaceitável a eliminação da segregação racial nas escolas. Um dos principais adversários da integração era o governador de Arkansas, Orval E. Faubus. Ele conclamou abertamente à resistência e ordenou às tropas da Guarda Nacional de Arkansas que cercassem a escola.

No dia 3 de setembro de 1957, os escolares negros tentaram, pela primeira vez, entrar no colégio. Foram impedidos pelos soldados, os quais receberam aplausos frenéticos da turba de brancos, reunida diante do prédio da escola. No dia 4 de setembro, Elisabeth Eckford, uma das estudantes negras, quase foi linchada pela multidão. Os soldados presenciaram o incidente sem intervir.

Mas logo a imprensa americana divulgou os acontecimentos e as autoridades federais ficaram cientes do conflito. Uma sentença judicial obrigou o governador de Arkansas a retirar, finalmente, as tropas da escola. No dia 23 de setembro de 1957, os escolares negros tentaram mais uma vez assistir às aulas.

O New York Times informou sobre os acontecimentos do dia da seguinte maneira: "Uma turba de manifestantes em pé de guerra, aos berros histéricos, obrigou hoje nove escolares negros a deixarem a Central High School. Apesar da presença de um grande número de policiais locais e estatais para proteger os negros contra ataques, essas forças policiais acabaram desistindo em face da fúria de cerca de mil manifestantes brancos e, por volta do meio-dia, ordenaram aos alunos negros que deixassem a escola. A tentativa de integração durou 13 minutos. Os negros foram escoltados pela polícia através da turba e levados para suas casas, sem serem feridos".


A posição de Eisenhower

No entanto, diversos repórteres, especialmente os negros, foram atacados e espancados pela multidão. Na noite de 23 de setembro, o presidente Dwight Eisenhower fez um pronunciamento pela televisão, dirigindo-se ao povo americano: "Como se sabe, a Corte Suprema dos Estados Unidos decidiu que são inconstitucionais as leis sobre a segregação racial nas escolas. Nossa opinião pessoal quanto à decisão não desempenha qualquer papel na imposição do cumprimento da lei. A base dos nossos direitos e liberdades individuais é assentada na garantia de que o presidente e o Poder Executivo apoiam e impõem as decisões da Corte Suprema. Se necessário, com todos os recursos à disposição do presidente".

O discurso do presidente deixou duas coisas claras. Em primeiro lugar, Eisenhower não era exatamente um paladino do movimento em prol dos direitos civis dos negros. Sua argumentação foi mantida quase exclusivamente no nível formal. Mas também ficou muito claro que o presidente estava decidido a acabar com a resistência em Little Rock. O conflito em torno dos nove escolares negros transformara-se também numa luta de poder entre as autoridades estaduais e federais.


Primeiro dia de aula "normal"
Como a situação em Little Rock continuava inalterada, Eisenhower pôs todas as unidades policiais e militares de Arkansas sob o comando federal, no dia 24 de setembro. Além disso, enviou mil homens da 101ª divisão, uma tropa federal regular, para Little Rock. Os soldados postaram-se diante da escola e dissolveram imediatamente toda tentativa de agrupamento de manifestantes. Cada um dos nove escolares recebeu um guarda-costas, que o acompanhou à sala de aula, montando guarda à porta todo o tempo.

Com tal proteção, os nove escolares negros puderam no dia 25 de setembro de 1957 frequentar, pela primeira vez, um dia inteiro de aulas no seu novo colégio. Mas os nove adolescentes tiveram de enfrentar, sem qualquer amparo, as provocações verbais, sociais e, em parte, físicas dos colegas brancos.

domingo, 23 de setembro de 2012

A antiga monarquia Alemã Prússia 1701~1918.Seus sucessores e até atualmente, mesmo ter terminado o reino



O Reino da Prússia (em alemão: Königreich Preußen) foi um reino alemão de 1701 a 1918 e, a partir de 1871, o principal Estado-membro do Império Alemão, compreendendo quase dois terços da área do Império. Seu nome originou-se do território da Prússia, embora sua base de poder tenha sido Brandemburgo.


O Reino da Prússia foi uma monarquia autocrática até as Revoluções de 1848nos Estados germânicos, após o que a Prússia tornou-se uma monarquia constitucional e Adolf Heinrich von Arnim-Boitzenburg foi eleito o primeiro primeiro-ministro da Prússia.

A primeira constituição do Reino da Prússia — muito menos liberal do que a constituição federal do Império Alemão— foi aprovada em 1850, e emendada nos anos que se seguiram. Após sua promulgação, formou-se um parlamento bicameral. A Câmara baixa (após 1855: Abgeordnetenhaus) era eleita por todos aqueles que pagavam impostos, que eram divididos em três classes, cujos votos tinham maior peso de acordo com o montante de impostos pagos. As mulheres e aqueles que não pagavam impostos não tinham direito ao voto. Isto permitiu que um pouco mais de um terço do total de eleitores escolhesse 85% dos legisladores, garantindo com isso, uma posição dominante em relação aos menos abastados da população. A Câmara alta (após 1855: Herrenhaus) era indicada pelo rei. Ele detinha total autoridade executiva e os ministros deviam satisfação apenas a ele (a ponto de próximo a 1910, os reis prussianos acreditarem que governavam por vontade de Deus).

Como consequência, o poder dos proprietários de terras, osj unkers, permaneceu inalterado, especialmente nas províncias orientais. A Polícia Secreta da Prússia, formada em resposta àsRevoluções de 1848 nos Estados Alemães, auxiliou o governo conservador a permanecer no poder. A constituição prussiana liberalizou-se somente após a Prússia tornar-se República, em 1918, o que fez com que os junkers perdessem boa parte de suas propriedades rurais para o território da Polônia, cedido pela Prússia, mas continuaram exercendo influência nos bastidores até 1932, quando Franz von Papen tornou-se chanceler da Prússia.

Frederico I da Prússia, alemão: Friedrich I, (Kaliningrado, 11 de julho de 1657 –Berlim, 25 de fevereiro de 1713) da dinastia Hohenzollern foi (como Frederico III;Friedrich III) Eleitor de Brandemburgo (1688–1713) e o primeiro Rei na Prússia(1701 – 1713).Ele foi o terceiro filho do primeiro casamento de seu pai, Frederico Guilherme I de Brandemburgo, com Luísa Henriqueta de Orange-Nassau, a primogênita de Frederico Henrique, Príncipe de Orange e Amália de Solms-Braunfels. Após a morte de seu pai em 1688, Frederico tornou-se Eleitor Frederico III de Brandemburgo.Frederico se casou três vezes: primeiro com Elizabeth Henrietta de Hesse-Kassel, com quem teve uma filha, Louise Dorothea, nascida em 1680, que morreu sem deixar descendentes aoa 25 anos de idade; depois com Sophie Charlotte von Hannover, com quem ele teve Frederico Guilherme I, nascido em1688, que o sucedeu. Em 1708, ele se casou com Sofia Luísa de Mecklenburg, que sobreviveu a ele mas, não teve filhos com ele. Frederico faleceu em Berlim em 1713.
Quando Frederick morreu em 1713 de insuficiência respiratória, ele deixou seu sucessor Frederico Guilherme I um estado falido com 20 milhões de táleres da dívida. 


Sophie Charlotte, Duquesa de Brunswick e Lüneburg (coloquialmente "Hanover") (* 30 de outubro 1668 , em Bad Iburg , † 01 de fevereiro 1705 , em Hanover era a única filha de)Sophia do Palatinado e mais tarde Eleitor Duque Ernst August de Brunswick e Lüneburg .1701 ela era de seu marido para a primeira rainha da Prússia coroado. Ela falava fluentemente francês , Inglês e Italiano , e usou sua mãe uma estreita amizade com Leibniz
Em 8 Outubro 1684, ela se casou uma vez que já Eleitor Frederico I de Brandemburgo. Quatro anos mais tarde, morreu Grande Eleitor Friedrich e sua esposa embarcaram no trono eleitoral. O casamento não foi feliz, foi fechado por razões políticas, que estava em alta aristocracia do dia. A princesa deu à luz três filhos, Frederico I., dos quais apenas um sobreviveu filho, mais tarde rei Frederico Guilherme I.
Ela morreu enquanto visitava a mãe em Hanover, em uma dor de garganta. O seu lugar de descanso final foi encontrado na cripta Hohenzollern da Catedral de Berlim. Após a morte da rainha, o rei, o Lietzenburg propriedade em homenagem a sua falecida esposa em Charlottenburg renomear.


Frederico Guilherme I, rei da Prússia e Margrave de Brandenburg , Erzkämmerer e Eleitor do Sacro Império Romano ( 14 de agosto 1688 , em Berlim , † 31 de maio 1740 em Potsdam ), da Casa de Hohenzollern , conhecido como o "Rei Soldado" reinou, Prússia 1713-1740.

Frederick William voltou sua atenção para o estabelecimento da Prússia como potência militar independente e Merkantilstaat , criou um financiamento público global e impôs medidas de austeridade rígidas na corte prussiana. Suas amplas reformas, ele foi chamado de "Rei maior do interior da Prússia."Frederick William se casou se com sua primo Sophia Dorothea de Hanover (1687-1757), filha do rei George I da Grã-Bretanha, e sua esposa, a Princesa Sophie Dorothea de Brunswick-Lüneburg . Frederick William e sua esposa estavam ambos netos da Sophia do Palatinado ancestral, protestante da família real britânica após o ato do estabelecimento . Desde que o casal teve 14 filhos:
Em 31 de Maio 1740 ele morreu na cidade de Potsdam Palace em hidropisia .
Acabou com a servidão e defendeu os camponeses do abuso dos senhores. Quando morreu deixa um país próspero e seguro.


Sophia Dorothea de Brunswick-Lüneburg (* marco 16 1687 em Hannover , † 28 de junho 1757 em Monbijou Palácio em Berlim ), mãe de Frederico II da Prússia era, como a esposa do "Soldado Rei" Frederick William Rainha na Prússia .
Ela foi a segunda criança e única filha do rei mais atrasado George I da Grã-Bretanha (em união pessoal eleitor de Brunswick-Lüneburg ) e sua esposa Sophia Dorothea de Brunswick-Lüneburg -Celle, a "Princesa do Ahlden".
 No entanto, Sophie Dorothea e Frederick William se casou em 28 de Novembro 1706 sob a mediação de sua avó. O rei espartano casados ​​para que uma princesa mais artístico que estava interessado em literatura, arte e moda.


Eles tiveram os seguintes filhos:

Friedrich Ludwig (1707-1708)

Wilhelmina (1709-1758) - casada com o margrave Frederico de Brandenburg-Bayreuth

Frederick William (1710-1711)

Frederico II (1712-1786) - casou em 1733 com a princesa Elisabeth Christine de Brunswick-Bevern (1715-1797)

Charlotte (1713-1714)

Friederike Luise (1714-1784) - casado com Karl Wilhelm Friedrich von Brandenburg-Ansbach

Philippine Charlotte (1716-1801) - 1733 casada com o duque Carlos I de Brunswick
Charles (1717-1719)

Sophie Dorothee Marie (1719-1765) - casado com a Frederick William de Schwedt
Luise Ulrike da Suécia (1720-1782) - casada com Adolfo Frederico , rei da Suécia
August Wilhelm (1722-1758) - casado com Louise Amalie de Brunswick-Wolfenbüttel (1722-1780),

Anna Amalia (1723-1787) - solteira

Henry (1726-1802) - casou com a princesa Wilhelmina de Hesse-Kassel (1726-1808)

Ferdinand (1730-1813) - casou com a princesa Louise (1738-1820),


Frederico II (Berlim, 24 de Janeiro de 1712 – Potsdam, 17 de Agosto de 1786) foi o Rei na Prússia (1740–1772) e o Rei da Prússia (1772–1786) da Dinastia Hohenzollern. Recebeu os cognomes de "o Grande" ou "o Único". Era filho do rei Frederico Guilherme I. Hábil guerreiro e grande administrador, muito contribuiu para criar a grandeza da Prússia. Considerado um exemplo de déspota esclarecido.


Apesar de Frederico nunca ter abandonado seu amor às artes, ele se tornou um grande líder militar, liderando as forças prussianas com sucesso em três guerras.
Ele era um grande estrategista que tinha a habilidade de impedir que forças opositoras se unissem contra ele.
Casou -se com Elisabeth Christine de Brunswick-Wolfenbüttel-Bevern
Não teve filhos em seu casamento.
Frederick morreu em 17 Agosto 1786 em Schloss Sanssouci em sua cadeira. 

Elisabeth Christine de Brunswick-Wolfenbüttel-Bevern , rainha da Prússia , (* 08 de novembro 1715 em Wolfenbüttel , † 13 de janeiro 1797 , em Berlim ) foi a filha do Duque Ferdinand Albrecht II (Braunschweig-Wolfenbüttel) e sua esposa Antonieta Amalie Brunswick-Wolfenbüttel . Ela era uma mulher de Frederico II, Rainha da Prússia .

O rei Frederico II e sua esposa se ​​reuniu pela última vez em 18 de Janeiro 1785, em Berlim, por ocasião da festa de aniversário pessoal para o príncipe Henry juntos.  A partir da morte de seu marido, Elisabeth Christine aprendeu mais sobre o aniversário do rei, o 17 º Agosto 1786 Em seu testamento de 1769, o que já é uma expressão de respeito e reconhecimento de sua "atitude de lealdade e impecável" pode ser considerado, Frederick ordenou um aumento na receita financeira e física do casal e pediu a seu sucessor, sua viúva adequada apartamento no castelo da cidade subvenção.  Frederico Guilherme II deu a sua tia também Schönhausen para uso posterior.

Suas obrigações como rainha reinante, a quem Elizabeth Christine estava em constante fidelidade para cumprir seu marido há 46 anos, foi até a nova rainha. Elisabeth Christine puxado para trás, mas não completamente fora da vida representante público, mas também continuou executar funções.  O novo rei muitas vezes visitou sua tia e teve uma relação íntima com ela.Elisabeth Christine morreu em 1797, em Berlim Palácio e estava na cripta da Catedral de Berlim enterrado.

Frederico Guilherme II (* 25 de setembro 1744 , em Berlim , † 16 de novembro 1797 em Leeds ) vem da casa nobre de Hohenzollern e foi a partir de 1786 Rei da Prússia e Margrave de Brandenburg , Erzkämmerer e Eleitor do Sacro Império Romano . Ele era um homem sobre a cidade , completamente diferente do seu tio Frederico II , e não, dar continuidade ao trabalho de seu antecessor mais famoso. Ele era popularmente muitas vezes a espessura Lüder Jahn ( estouvado chamado)

1765 Frederick se casou com sua herdeira 20 anos com Ulrike Elisabeth Christine de Brunswick-Wolfenbüttel , filha do duque Carlos I de Brunswick-Wolfenbüttel e irmã Frederick Charlotte. Este casamento foi extremamente infeliz. Ambos, marido e mulher, levou-a com fidelidade conjugal não é muito preciso. Quando Friedrich Wilhelm soube da infidelidade de sua esposa, ele se estabeleceu em 18 de Abril 1769 e divorciou-se dela depois que ela Küstrin enviar para o exílio. Após o divórcio, em atividades Potsdamer Hof imediatamente começou a re-casamento do herdeiro ao trono. Ainda necessária a dinastia um herdeiro masculino. Eles finalmente se estabeleceu na Princesa Friederike Luise de Hesse-Darmstadt teve 7 filhos com ela. Isso, então, também cumpriu o desejo de sua nova família e cuidava da jovem família real da Prússia. Em 3 Agosto 1770 trouxe Friederike Luise um filho e herdeiro, o futuro rei Frederico Guilherme III. , para o mundo e nos anos seguintes, mais seis filhos. Frederico Guilherme II morreu aos 53 anos em 16 de Novembro 1797 hidropisia peito .


Friederike Luise de Hesse-Darmstadt (* 16 de outubro 1751 em Prenzlau , † 25 de fevereiro 1805 , em Berlim , em Monbijou Palácio ) foi relacionado pelo casamento rainha da Prússia.

Friederike casou em 14 de Julho 1769 na Capela do Palácio de Charlottenburg, depois de se tornar o rei Frederico Guilherme II da Prússia , que , a Lizzie Hessian foi chamado. Para o príncipe, que era o segundo casamento, depois que ele a partir de sua primeira mulher, Elisabeth de Brunswick tinha se divorciado por causa de suas relações extra-conjugais.
. A rainha, que sofreu as dificuldades da vida financeira entendido para negociar fundos, quando se tratava de seu acordo com os dois casamentos morganático do rei. Ela morreu de um acidente vascular cerebral em seu dote Monbijou e repousa na Catedral de Berlim .


De seu casamento, Friederike Louise teve os seguintes filhos:

Frederico Guilherme III. (1770-1840), rei da Prússia
∞ primeiro 1793 Princesa Luísa de Mecklenburg-Strelitz (1776-1810)
∞ 2 1824 Condessa Auguste von Harrach (1800-1873), "Princesa de Liegnitz"

Christine (1772-1773)

Louis (1773-1796)
∞ 1793 Princesa Frederica de Mecklenburg-Strelitz (1778-1841)

Wilhelmina (1774-1837)
∞ 1791 rei Guilherme I dos Países Baixos (1772-1843)

Auguste (1780-1841)
∞ 1797 eleitor Guilherme II de Hesse-Kassel (1777-1847)

Henry (1781-1846), Grão-Mestre dos Cavaleiros da Prússia

William (1783-1851)
∞ 1804 princesa Maria Ana de Hesse-Homburg (1785-1846)

Friedrich Wilhelm III (* 03 de agosto 1770 , em Potsdam , † 07 junho 1840 em Berlim ) é uma das casa nobre de Hohenzollern estava ligada, desde 1797 rei da Prússia e do Margrave de Brandenburg até a dissolução do Sacro Império Romano em 1806, cujo Erzkämmerer e eleitor .

Frederick William em 1770 em Potsdam, filho de Frederico Guilherme II e Friederike de Hesse-Darmstadt nasceu. Ele era visto como menino tímido e reservado, que se manifestou particularmente em seu discurso lacônico, que omitindo os pronomes pessoais e se destacou como um modelo para a linguagem militar também escassos.

Em 24 de Dez 1793 se casou com Frederico Guilherme Luísa de Mecklenburg-Strelitz , que lhe deu 10 filhos. Em seu Kronprinzenpalais Unter den Linden , em Berlim, Friedrich Wilhelm uma vida bastante de classe média com um casamento bom.

Frederico Guilherme III. também foi muito talentoso musicalmente. Já em 10 anos de príncipe, ele compôs uma marcha ainda muito conhecido, mas pela primeira vez no esquecimento. Esta marcha foi realizada no 1835 Revisão de Kalisch . A marcha foi mais tarde utilizado pela maioria dos regimentos do exército como Präsentiermarsch usados ​​e mais tarde foi dado o nome simplesmente Präsentiermarsch. A Bundeswehr usa hoje.


Princesa Luísa de Mecklenburg [-Strelitz], nome completo: Luise Wilhelmine Auguste Amalie duquesa de Mecklenburg (* 10 de março 1776 , em Hannover , † 19 de julho 1810 em Castelo Hohenzieritz ) foi uma mulher do rei Frederico Guilherme III. rainha da Prússia .
Contemporâneos descreveu-a como bonito e gracioso, sua maneira casual consideravam civil e não aristocrática . Sua vida estava intimamente ligada aos eventos dramáticos na luta contra a Prússia Napoleão Bonaparte . Desde que ela morreu jovem, ela ficou na mente das gerações futuras muito jovem e bonita. Mesmo durante a sua vida, foi objecto de adoração quase cultual. Após sua morte, continuou esta tendência continuou e fortaleceu. Ela se tornou um símbolo da re-ascensão da Prússia e da evolução para o Império Alemão . Lado de sua importância histórica muito além da influência que eles tinham, de facto, a Rainha da Prússia.

Todas as crianças eram do primeiro casamento com Luísa de Mecklenburg-Strelitz (1776-1810).

Uma filha natimorta (* / † 1794)

Frederick William IV (1795-1861) ∞ 1823 princesa Elisabeth da Baviera

Guilherme I (1797-1888) ∞ ​​1829 princesa Augusta de Saxe-Weimar-Eisenach

Charlotte (1798-1860) ∞ 1817 o czar Nicolau I.

Friederike (1799-1800)
Carl (1801-1883) ∞ 1827 Princesa Marie (1808-1877)

Alexandrine (1803-1892) ∞ 1822 Grão-duque Paulo Frederico de Mecklenburg-Schwerin

Ferdinand (1804-1806)

Luise (1808-1870) ∞ 1825 príncipe Frederick, príncipe da Holanda

Albrecht (1809-1872)
∞ 1830-1849 princesa Marianne dos Países Baixos (1810-1883), irmã de Frederico, Príncipe dos Países Baixos
∞ 1853 Rosalie von Rauch , uma subsidiária da General Gustav von Rauch , mais tarde condessa de Hohenau (1820-1879)

Frederico Guilherme IV, de nome completo Frederico Guilherme de Hohenzollern (Friedrich Wilhelm IV von Hohenzollern, em alemão; Berlim, 15 de outubro de 1795 – Potsdam, 2 de janeiro de 1861) foi chefe da casa de Hohenzollern rei da Prússia de 1840 até a sua morte. Foi o primogênito e o sucessor de Frederico Guilherme III da Prússia, e portanto Rei da Prússia.

Em 29 de Novembro de 1823, ele se casou com a princesa Elizabeth Ludovica da Baviera . O príncipe herdeiro teve conhecimento de um bem para o propósito de "cortejar" viagem feita pela princesa da Baviera e tinha começado a sua publicidade. Embora o composto politicamente desejável tanto pela Prússia e do lado da Baviera era, eram contra o casamento religioso dificuldades inesperadas porque Elisabeth recusou a se converter ao protestantismo, o rei prussiano um católico coroa da princesa, mas não podia aceitar. Friedrich Wilhelm explicou, no entanto, que a firmeza de sua princesa tornar isso ainda mais caro.

Depois de periféricos esforços diplomáticos de ambos os lados conseguiu encontrar uma fórmula de compromisso pelo qual a sua religião, enquanto Elisabeth foi (inicialmente) manteve, no entanto, comprometeu-se a ter aulas nas doutrinas protestantes
O casamento entre Frederick William e Elizabeth foi para todos os testemunhos De acordo feliz, mas permaneceu sem filhos.

 a morte do rei doente é o testemunho de seu ajudante-de-Prince zu Kraft Hohenlohe-Ingelfingen atrás. Suas responsabilidades incluíam a notificação do parente mais próximo. À meia-noite, o início de 1861, Hohenlohe telegrafou para o Príncipe Regente: "De repente progresso mais rápido no final do que se esperava. Possível morte a qualquer momento. Pontos Alleruntertänigstes Anheim se e quando a família real deste na noite. "

Príncipe William informou a família real inteira e viajou imediatamente para Potsdam. Relata-se que em Berlim em breve não mais locomotivas foram ficando, porque todo mundo da família real tomou um trem especial para levar de despedida dos moribundos. Prince Frederick Charles para o carro Palácio Sanssouci ter vindo.
Assim, a morte do monarca levou quase publicamente. Em 2 Janeiro 1861 começou a última pancada do sofrimento do rei.

O rei era suas instruções testamentárias de 1854, de acordo com a Igreja da Paz , em Potsdam enterrado após seu coração retirado do corpo e na entrada do túmulo no Charlottenburg Schloss foi enterrado no lugar de descanso de seus pais.

Isabel Luísa da Baviera (em alemão Elisabeth Ludovika von Bayern) (Munique, 13 de novembro de 1801 - Dresden, 14 de dezembro de 1873), foi princesa da Baviera por nascimento e rainha da Prússia pelo casamento
Casou-se em Berlim, em 29 de novembro de 1823, com o futuro rei Frederico Guilherme IV da Prússia, filho mais velho do rei Frederico Guilherme III e de Luísa de Mecklenburg-Strelitz.

Chegando a Munique, Frederico Guilherme interessou-se por Isabel, mas ela era católica (religião oficial da Baviera) e o príncipe procurava uma noiva protestante. A solução encontrada pelas famílias foi firmar um acordo onde Isabel se comprometia a aprender o básico da religião protestante e a professar sua fé de forma discreta. Em 1830 ela converteu-se espontaneamente à religião de seu marido. O casal não teve filhos.

Tornou-se rainha consorte em 1840, mas nunca demonstrou interesse pelos assuntos de estado. Sua única influência nesse sentido foi na preservação dos laços de amizade entre a Prússia e o Império Austríaco
Dedicou-se inteiramente ao seu marido durante sua longa enfermidade e, após sua morte, em 2 de janeiro de 1861, viveu entre as residências de Sanssouci, Charlottenburg e Stolzenfels, ocupando-se de obras de caridade em memória de Frederico Guilherme.
Isabel morreu em Dresden, em 14 de dezembro de 1873, durante uma visita à sua irmã gêmea Amélia Augusta. Seu corpo foi sepultado na Friedenskirche, em Potsdam.

William I (* 22 de março 1797 , como Wilhelm Friedrich Ludwig, da Prússia , em Berlim , † 09 de março 1888 ibid) da Casa de Hohenzollern foi desde 1858 Regent desde 1861 e rei da Prússia , e desde 1871, o primeiro imperador alemão .

William foi definido de forma conservadora e tinha por seu papel na derrota da revolução de 1848/49 apelidado de metralha príncipe (de Max Dortu receber). No entanto, como o rei que reina significava sua queda, em 1858, cerca de liberalização. Mesmo durante a Guerra Franco-Alemão 1870/1871 ele tinha se oposto à idéia de ser, além disso, o imperador alemão, mas ganhou popularidade no Império. Seu reinado foi muito do trabalho de Otto von Bismarck, primeiro-ministro da Prússia e marcado como chanceler.
 Ele se casou em 11 de Junho 1829 com a princesa Augusta de Saxe-Weimar-Eisenach , filha do Grão-duque Karl Friedrich de Saxe-Weimar-Eisenach , cuja irmã Maria era a esposa de seu irmão mais novo de Charles.
O casamento foi apenas instigado por seu pai e não foi muito feliz. O inteligente, talentoso musicalmente, e na corte de Weimar educação liberal Augusta era intelectualmente superior ao marido e não sentir o rígido e austero tribunal de Berlim bem, Wilhelm sentiu o outro lado de sua esposa também não atraídos sexualmente. Conseguiu, no entanto, para manter seus amores ocultos tanto da mulher como do público. Desde o casal teve apenas duas crianças.
William, que na velhice apreciou a popularidade alta e para muitos a " prussiano velho "personificada ( como parece ser mais ), morreu após uma breve doença no ano, o imperador Três em 9 de Março 1888 no antigo palácio na Unter den Linden , e em 16 de Março no mausoléu no Palácio de Charlottenburg enterrado.

Augusta Marie Luise Katharina von Sachsen-Weimar-Eisenach (* 30 de setembro 1811 , em Weimar , † 07 janeiro 1890 em Berlim ) foi esposa de Kaiser Wilhelm I. alemão Imperatriz e Rainha da Prússia.

Em 11 de Junho de 1829, um dia após sua chegada a partir dos três dias de cansativa viagem de Weimar para Berlim, William se casou com sua noiva 14 anos mais jovem na capela de Charlottenburg .

O primeiro filho, o futuro imperador alemão Frederico veio em 18 Outubro 1831 para o mundo. William e Augusta se casaram na época, mais de três anos. Ao segundo filho Louise , duquesa depois grande de Baden , no dia 3 Dezembro 1838 viu a luz do dia, levou mais de sete anos. 1842 e 1843 Augusta sofreu um aborto espontâneo . William recebeu seus primeiros casos de amor novamente, de modo que este relacionamentos discretos com mulheres de vários círculos também expirou, mas terá Augusta ou foi consciente. Em qualquer caso, desde 1840, Augusta sofreu repetidamente de maníaco-depressivos episódios, ela sentiu a sua vida como desinteressante, estava deprimido e sofreu com a enorme pressão que pesava sobre ela.

O atormentada há anos sofria de reumatismo Augusta, em Junho de 1881 em Koblenz durante uma queda ferimentos tão graves que tiveram de contar com muletas e cadeiras de rodas agora. Isso não os impediu de continuar a exercer as suas funções. A relação com o marido, a 90 em 1887 seu Aniversário comemorado melhorado, agora, finalmente. Seu marido, o imperador alemão, morreu em 9 de Março 1888. Apenas 99 dias depois sucumbiu a seu filho, como Frederick III. subiu ao trono, teve seu câncer de garganta. Ela poderia viver para ver seu amado neto Wilhelm tornou-se imperador. Imperatriz Augusta visitado todos os anos até algumas semanas antes de sua morte, a cidade de Koblenz, seu "Potsdam Renana". Em 7 Janeiro de 1890, morreu em Old Palais Unter den Linden . Augusta estava no mausoléu no Palácio de Charlottenburg enterrado ao lado de seu marido.

Friedrich Wilhelm (1831-1888) ∞ ​​1858 Princesa Victoria da Grã-Bretanha e Irlanda (filha de Rainha Victoria .)

Luise (1838-1923) ∞ 1856 grão-duque Frederico I de Baden .

 Frederico III , cujo nome completo Frederico Guilherme da Prússia Nicholas Charles (* 18 de outubro 1831 no Novo Palácio em Potsdam , † 15 junho 1888 ibid), vem da casa nobre de Hohenzollern e 99 dias foi imperador alemão e rei da Prússia . Ele era um prussiano geral no Alemão e na Guerra Franco-Alemão .
O casou-se com a Victoria da Grã-Bretanha e Irlanda em 25 de Janeiro 1858, na capela de St. Palácio de James , em Londres, diante do altar.
Frederick III. era casado com Victoria da Grã-Bretanha e Irlanda , Princesa da Grã-Bretanha e Irlanda.
Frederick III. morreu em 15 de Junho 1888 em o Novo Palácio de Potsdam e estava no mausoléu na Igreja da Paz enterrado. Dois dias antes, o Imperador morrendo ainda tinha Oskar da Suécia recebeu.

Victoria Adelaide Maria Louisa, princesa da Grã-Bretanha e Irlanda, VA (* 21 de novembro 1840 no Palácio de Buckingham , Londres , † 05 de agosto 1901 no Schloss Friedrichshof , im Taunus Kronberg ), após a morte de seu marido (15 de junho de 1888) também Imperatriz Frederick chamado, era o primeiro filho de Alberto de Saxe-Coburgo e Gotha e da rainha Vitória da Grã-Bretanha , uma princesa britânica da Casa de Saxe-Coburgo e Gotha . Como esposa . Frederico III , ela também foi a rainha da Prússia e Imperatriz alemão .

A britânica Royal Princess foi criada por seu pai em uma posição politicamente liberal e depois de seu noivado cuidadosamente preparado para o papel de uma princesa prussiana. Assim como seu marido, Frederick III. foi Victoria de Saxe-Coburgo e Gotha à visão de que a Prússia ou o Império Alemão tornou-se uma monarquia constitucional no modelo britânico. Esta postura política e sua ascendência britânica foram isolados por um longo tempo na corte prussiana, onde, entre outras coisas , Otto von Bismarck era um dos seus fortes adversários políticos. Frederick III. ea imperatriz Victoria teve finalmente apenas por algumas semanas, a oportunidade de influenciar a política do Império Alemão: Frederick III. morreu 99 dias depois de sua ascensão ao câncer de garganta . Ele foi sucedido por Guilherme II no trono imperial alemão, que representou uma política muito mais conservador do que seus pais. Victoria de Saxe-Coburgo e Gotha passou sua última década de vida longe da corte prussiana em Kronberg im Taunus.

A correspondência entre Vitória de Saxe-Coburgo e Gotha, e seus pais foi preservado quase completamente: Sozinho 3.777 cartas de Rainha Victoria para sua filha mais velha, ea filha são cerca de 4.000 cartas a sua mãe recebeu e catalogadas. Estes dão uma visão detalhada sobre o estilo de vida da corte prussiana 1858-1900.

Imperatriz Frederick morreu em agosto de 1901 no Schloss Friedrichshof - apenas alguns meses depois de sua mãe.

Victoria de Saxe-Coburgo e Gotha e seu marido tiveram oito filhos:

William (1859-1941) - o imperador alemão e mais tarde rei da Prússia - casado com Augusta (e) Victoria de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Augustenburg após sua morte casado com Hermione por Schoenaich-Carolath, nascida princesa linha Reuss mais

Charlotte (1860-1919) - casada com o duque . Bernhard III de Saxe-Meiningen

Henry (1862-1929) - casado com Irene de Hesse e do Reno

Sigismundo (1864-1866)

Victoria (1866-1929) - casada com o príncipe de Adolf Schaumburg-Lippe e sua segunda esposa, Alexander Zubkov

Waldemar (1868-1879)

Sophie (1870-1932) - Queen depois da Grécia por casamento com o rei Constantino I

Margaret (1872-1954) - casado com a Frederick Charles de Hesse-Kassel , o futuro rei da Finlândia

Wilhelm II ou  Guilherme II da Prússia, nascido Frederico Guilherme Victor Alberto de Hohenzollern (em alemão Friedrich Wilhelm Viktor Albrecht von Hohenzollern; Berlim, 27 de Janeiro de 1859 - 4 de Junho de 1941), foi o chefe da Casa de Hohenzollern, tendo sido este o terceiro e último imperador da Alemanha (Kaiser) e o último Rei do império da Prússia, detendo os títulos entre 1888 e 1918, quando a monarqua foi abolida e proclamada a república de Weimar.

Guilherme era filho do Príncipe-Herdeiro Frederico da Prússia, depois Frederico III, da Alemanha e Prússia, e de sua esposa, a Princesa Real da Grã-Bretanha, Vitória (filha da Rainha Vitória de Inglaterra). Sua mãe era tia da Imperatriz Alexandra (a mulher do Czar Nicolau II da Rússia), e a irmã do Rei Eduardo VII de Inglaterra. A Rainha Vitória de Inglaterra era sua avó. Um traumático incidente à nascença incapacitou-o parcialmente, tendo-lhe deixado o braço esquerdo atrofiado, uma deficiência que ele tentou sempre esconder. Vários historiadores viram neste traumatismo uma razão para a necessidade de compensação psicológica através das cerimónias pomposas e o estilo autocrático que o caracterizaram. Muitos apontam-no como o exemplo acabado do homem errado no lugar errado, uma figura com um carácter muito aquém da sua responsabilidade na história.

Guilherme II tinha por título oficial Guilherme II pela Graça de Deus, Imperador da Alemanha, Rei da Prússia, Margrave do Brandemburgo, Burgrave de Nuremberga e Conde de Hohenzollern, Soberano e Duque Superior da Silésia e do Condado de Glatz, Grão-Duque do Baixo Reno e da Posnânia, Duque da Saxônia, Vestfália e Engern, da Pomerânia, Lüneburg, Holstein e Schleswig, de Magdeburg, Bremen, Clève, Jülich e Berg, Wenden e Kaschuben, de Krossen, Lauenburg e Mecklenburg, Landgrave de Hesse e da Turíngia, Margrave de Lausitz Superior e Inferior, Príncipe-Herdeiro de Orange, Príncipe de Rügen, Frísia Oriental, Padernborn e Pyrmont, Halberstadt, Münster, Minden, Osnabrück, Hildesheim, Verden, Kammin, Fulda, Nassau e Mörs, Conde de Henneberg, Conde de Marca e de Ravensberg, Hohenstein, Tecklenburg e Linden, de Mansfeld, Sigmarigen e Veringen, Senhor de Frankfurt.

1881 Wilhelm casou com a princesa Augusta Vitória de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Augustenburg . Eles tiveram sete filhos.
Após a morte de sua primeira esposa se ​​casou em 1922, a viúva Princesa Hermine de Schonaich-Carolath A.L., nascida princesa Reuss (1887-1947) ("Imperatriz" em sua titulary, oficialmente "Princesa da Prússia").
O rei britânico George V era sua prima em primeiro grau Notas.
Guilherme II morreu na manhã do dia 4 de Junho 1941, em Casa Perdição depois de uma embolia pulmonar .

Princesa Augusta Vitória (incluindo Victoria) Friederike Luise Feodora Jenny von Schleswig-Holstein-Sonderburg-Augustenburg VA (* 22 de outubro 1858 em Dölzig , Lower Lusatia , † 11 de abril 1921 em Haus Doorn , Holanda ) foi a esposa de Guilherme II , o último Alemã Imperatriz e Rainha da Prússia .

Quando a princesa, o príncipe Ernst de Saxe-Meiningen (1859-1941), filho do duque Georg II de Saxe-Meiningen no amor, era 1875, depois Inglaterra enviou visitar parentes. Através de sua avó materna, ela era uma sobrinha-neta da rainha Victoria (1819-1901).

Em 27 de Fevereiro 1881, em Berlim, ela casou com o príncipe Guilherme da Prússia (1859-1941), filho do príncipe herdeiro da Prússia Friedrich Wilhelm e sua esposa, a Princesa Victoria da Grã-Bretanha, neto do imperador Guilherme I e mãe da rainha Victoria . Dos seus sete filhos

Friedrich Wilhelm Victor agosto Ernst (1882-1951), 1905 ∞ Duquesa Cecilie de Mecklenburg-Schwerin

Wilhelm Friedrich Eitel Christian Karl (1883-1942), ∞ 1906-1926 Duquesa Sophia Charlotte de Oldenburg

Adalbert Ferdinand Berengário (1884-1948), ∞ 1914 princesa Adelaide de Saxe-Meiningen

August Wilhelm (1887-1949), 1908-1920 ∞ Princesa Alexandra de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Glücksburg (1887-1957)

Oskar Karl Gustav Adolf (1888-1958), ∞ 1914 Ina Maria Condessa de Bassewitz (1888-1973)

Joachim Franz Humbert (1890-1920 suicídio), ∞ 1916 Princesa Marie Auguste de Anhalt

Viktoria Luise Adelheid Mathilde Charlotte (1892-1980), ∞ 1913 Duque Ernst August de Brunswick-Lüneburg


Guilherme da Prússia ou Victor agosto Ernst Friedrich Wilhelm da Prússia (*  06 de maio 1882 no Palácio de Mármore , em Potsdam , †  20 de julho 1951 em Hechingen ) foi de 1888 até a Revolução de Novembro de 1918 o príncipe herdeiro da Prússia e do Império Alemão e, desde 1941, chefe da Casa de Hohenzollern .

William era o filho do Kaiser Guilherme II e sua esposa, a imperatriz Augusta Victoria . Seus anos de escola foram gastos em Ploen príncipe casa . Ele frequentou a Universidade de Bonn e era como seu pai, um membro do Corpo Borussia .
Ele casou-se 6 Junho 1905 com Cecilie, duquesa de Mecklenburg casado. William foi em 1911 - sem culpa própria - esperança do Pan exigindo a unificação de todos os povos de língua alemã da Europa numa Reich Maior alemão, sob a liderança da Prússia, Wilhelm II não era destinado principalmente. Na Primeira Guerra Mundial, ele comandou o longa formal de 5 Exército , incluindo na batalha de Verdun . A gestão atual operatório foi, porém, a sua chefe de gabinete, e 21 Agosto 1916 Geral Schmidt Knobelsdorf , então general Walther Barão Luttwitz . Estes posição representante impotente foi o resultado de instrução direta de seu pai.
Teve seis filhos .
para William, que era um fumante inveterado, morreu em 1951 as conseqüências de um ataque cardíaco . Ele está no pequeno cemitério privado Michael Learns dentro do castelo de Hohenzollern enterrado junto com sua esposa.

Cecilie Auguste Marie duquesa de Mecklenburg [-Schwerin] (* 20 de setembro 1886 , em Castelo de Schwerin , † 06 de maio 1954 , em Bad Kissingen , passa por: Cecilie) era a filha do Grão-Duque Friedrich Franz III. Mecklenburg ea Grã-Duquesa Anastasia Mikháilovna Romanova . Ela era uma mulher de Guilherme da Prússia 1905-1918, a última princesa do Império Alemão .

Cecilie era o terceiro filho e última parte do Grão-Duque de Mecklenburg e teve uma infância feliz no Castelo de Schwerin . Em 4 Setembro de 1904, tornaram-se engajados na caça Gelbensande . Quase um ano depois, em 6 de Em junho de 1905, ela foi premiada com o alemão príncipe Friedrich Wilhelm Ernst agosto Victor da Prússia em Berlim casado.

 Na verdade, ela estava muito em moda, tinha uma fraqueza por chapéus, e muito em breve se tornou um modelo para milhares de mulheres e meninas em Alemanha . A Mulher Inteligente limitado o seu poder não para uma boa aparência, mas também foi muito comprometida socialmente. Assim, por exemplo, muito Cecilie sentou-se para a educação das mulheres, uma, que é por isso que muitas escolas e estradas (ainda) estão com o seu nome. Particularmente, ela levou uma vida de harmonia, como o amor entre o casal e os dois desenvolveram um monte de respeito para com aplicada. No verão, a família morava no Palácio de Mármore , em Potsdam New Garden , nos meses de inverno que se mudou para o Palácio do Príncipe da Coroa em Londres, direita na avenida Unter den Linden .

Vida despreocupada Cecilie tomou após o fim da Primeira Guerra Mundial a um fim temporário, uma vez que recusou o imperador cedeu Wilhelm II , sua esposa, e com o marido para o exílio para ir. Ela ficou com seus seis filhos como um único na Capital , onde continuam a trabalhar para caridade fins começou. Embora autorizado a regressar a Frederico Guilherme da Prússia em 1923 para a Alemanha, mas para o casal tinha se afastado, especialmente William ao lado de seu casamento teve vários casos amorosos, inclusive com Gladys Marie Deacon .

Ela morreu no dia 6 Maio 1954, durante uma visita Sotier casa em Bad Kissingen, presumivelmente a um acidente vascular cerebral .

Teve seis filhos

Wilhelm Friedrich Franz Joseph Christian Olaf da Prússia (1906-1940, morto em Nivelles ) ∞ 1933 Dorothea von Salviati

Louis Ferdinand Victor Edward Adalberto Michael Hubertus da Prússia (1907-1994) ∞ 1938 Kira Kirillovna Romanova (1909-1967) ex-grã-duquesa da Rússia

Hubertus da Prússia (1909-1950)

Christoph Friedrich Georg Wilhelm da Prússia (1911-1966)

Irene Alexandrine, a princesa da Prússia (1915-1980)

Cecilie da Prússia (1917-1975)

Guilherme da Prússia ou Wilhelm Friedrich Franz Joseph Christian Olaf Príncipe da Prússia (* 04 de julho 1906 no Palácio de Mármore , em Potsdam , † 26 de maio 1940 em Nivelles foi o filho mais velho do príncipe) Friedrich Wilhelm Ernst agosto Victor da Prússia (1882-1951), príncipe herdeiro do Alemão Império e da Prússia , e de sua mulher Cecilie Auguste Marie duquesa de Mecklenburg-Schwerin (1886-1954).

Em seu décimo aniversário, Wilhelm tradicionalmente como tenente no primeiro Guardas pisou Regimento, e recebeu de seu avô, o Águia Negra concedido. O príncipe da casa real nasceram os membros da ordem. A partir de 1918, após a abdicação de seu avô como Kaiser e da abdicação de seu pai, William viveu em Potsdam e participou com seu irmão Louis Ferdinand da escola urbana secundário.

A partir de 1925 William estudou direito nas universidades de Königsberg , Munique e Bonn . Ele era um membro do Borussia Corpo Bonn (1926) e portador de loop Corp de Saxo-Borussia (1928). 

Em 1926, Wilhelm provocou participando de um exercício do Regimento de Infantaria n º 9 do Reichswehr , o primeiro, a tradição do "seu" Guardas levado, involuntariamente de um escândalo político. O chefe do Exército, coronel-general Hans von Seeckt , teve que renunciar porque ele tinha permitido William, durante o exercício de usar um uniforme.

Em 3 Jun 1933 ele se casou com Dorothea von Salviati (nascido em 10 de setembro de 1907, em Bonn, † 07 de maio de 1972, em Bad Godesberg ), um casamento que foi classificado pelo projeto da Câmara Hohenzollern como não iguais. Wilhelm, portanto, renunciou ao seu Erstgeborenenrechte.

De 1935 em diante, ele viveu com sua esposa e suas duas filhas, Felicitas e Christa, no Castelo Pequeno Obisch na Silésia (em Glogau ).
Após a eclosão da Segunda Guerra Mundial, William tomou como tenente da reserva com o primeiro Divisão de Infantaria das Forças Armadas na Batalha da França, em parte. Na Batalha de Valenciennes ele estava em 23 Maio 1940 foi gravemente ferido e morreu em 26 de Maio 1940 em um hospital de campo . Nivelles, na Bélgica
O funeral realizou-se na Igreja da Paz de Potsdam , seguido de sepultamento no antigo Templo no parque de Sanssouci em seu lugar.

Sua morte ea reação do público alemão, levou a liderança nazista sobre a promulgação do chamado Decreto Príncipe , os membros das dinastias anteriores alemães inicialmente proibiu a linha de frente e, em 1943, para servir nas forças armadas.

Dorothea von Salviati era a esposa do príncipe Guilherme da Prússia, o filho mais velho do príncipe Guilherme, o filho mais velho e herdeiro do último imperador alemão Wilhelm II.
Nascido Dorothea von Salviati em Bonn, Nordrhein-Westfalen, em 10 de setembro de 1907, seus pais eram Alexander Heinrich Hermann August von Salviati e Helene "Ella" Crasemann (da família Hamburgo bem estabelecida, Crasemann). Seu avô materno era o famoso parlamentar Hamburgo Gustav Rudolph Crasemann agosto.
Enquanto os estudantes em Bonn, Dorothea e Wilhelm Príncipe se apaixonou por outro. No entanto, o avô do príncipe, Guilherme II, não aprovou o casamento entre um membro da pequena nobreza eo herdeiro presuntivo do trono alemão. Na época, o ex-Kaiser ainda acreditava na possibilidade de uma restauração Hohenzollern, e ele não permitiria que seu neto para fazer um casamento desigual. William contou ao seu neto: "Lembre-se, há toda forma possível de cavalo puro-sangue Estamos, no entanto, e quando concluímos um casamento como com Fräulein von Salviati, produz mestiços, e que não pode ser permitido.".
No entanto, Wilhelm estava determinado a se casar com Dorothea. Ele renunciou quaisquer direitos à sucessão para si e seus futuros filhos, em 1933. Wilhelm e Dorothea casou em 3 de Junho de 1933 em Bonn. Eles tiveram duas filhas, que, em 1940, foram aceites pelo ex-imperador como membros dinásticas da Casa de Hohenzollern e reconhecida como a Princesa da Prússia com o estilo de Alteza Real.


Princesa Felicitas: Cecilie Alexandrine Helene Dorothea da Prússia (07 junho de 1934 - 1 de Agosto de 2009) foi o quinto na linha de crianças recém-nascidas, que começou com o filho mais velho da rainha Victoria, Victoria, princesa real. Esta linha continuou com própria filha mais velha Felicitas ', von der Osten Friederike, e sua filha, Felicitas von Reiche

Princesa Christa Viktoria Friederike Alexandrina da Prússia (nascido em 31 de outubro de 1936 no Castelo de Klein-Obisch, perto Głogów); casado Peter Paul Eduard Maria Clemens Maximilian Franz von Assis Liebes (18 janeiro de 1926 Munique - 05 maio de 1967 Bonn).
Após a morte de seu marido em 26 de Maio 1940, durante a invasão da França, ela levou uma vida tranqüila e morreu em Bad Godesberg, em Bonn em 7 de maio de 1972.


Louis Ferdinand Victor Edward Adalberto Michael Hubertus Príncipe da Prússia (* 09 de novembro 1907 , em Potsdam , † 25 de setembro 1994 , em Bremen )foi a partir de 1933 do alemão e prussiano pretendente ao trono e de 1951 até sua morte, em 1994, chefe da Casa de Hohenzollern .

Louis Ferdinand como ser na época famoso xará Louis Ferdinand da Prússia como compositor surgiu com suas próprias obras, como o glockenspiel para a Igreja Memorial Kaiser Wilhelm , em Berlim eo Fridericus Rex Memorial março. Poemas especialmente alemães ele definir a música do 19 Século desde a época de romances .Louis Ferdinand era o segundo filho de William , o príncipe herdeiro do Império Alemão e da Prússia , e sua esposa Duquesa Cecilie de Mecklenburg-Schwerin . 

Grande parte de sua infância passada no Príncipe Langfuhr em Gdansk , onde seu pai foi o primeiro Hussars corpo como comandante ordenou. Em seu décimo aniversário, o príncipe Louis Ferdinand, tradicionalmente, o tenente da 1 Guardas regimento de pé definido e recebeu de seu avô o Águia Negra .


Louis Ferdinand estudou em Berlim economia e formou já com 21 anos cum laude com sua dissertação teoria da imigração sobre o exemplo da Argentina . Depois de permanência prolongada no exterior, nos Estados Unidos, ele voltou, devido à renúncia de seu irmão mais velho William volta para a presidência família em 1933 para a Alemanha.

Ele se casou no dia 2 Maio 1938 em Potsdam Kira Kirillovna Romanova (1909-1967) filha de Grão-duque Cyril Vladimirovich da Rússia (depois de 1918, chefe da Casa de Romanov ) e Princesa Victoria Melita nascido Princesa da Grã-Bretanha e Irlanda, também Princesa de Saxe-Coburgo e Gotha , grã-duquesa Est Ernst Ludwig de Hesse e do Reno ( Hesse-Darmstadt ).

1940, seu irmão mais velho foi William morreu na campanha da França, que Hitler chamou decreto Príncipe solicitado: no futuro, todos os membros da Casa de Hohenzollern, o serviço de guerra na frente era proibido, e isso também se aplica a Louis Ferdinand, ele conseguiu desde então, para 1945, o Privatgut cadineno na Prússia Ocidental .


Louis Ferdinand falou com a aprovação de seu avô, William (no exílio em Doorn , Holanda ) desde a conexão do final de 1930 para a resistência e também estava na conversa, após o assassinato de 20 Em julho de 1944 para se tornar chefe de Estado do Império Alemão. Entre os participantes do ataque eram monarquistas e muitos simpatizantes do alemão imperial e real prussiano casa, o pretendido, em caso de retorno de sucesso para a monarquia. Após o fracasso do golpe de Estado de 20 de Julho Louis Ferdinand foi a Gestapo interrogados.

Quando a guerra terminou Louis Ferdinand foi o primeiro a Bad Kissingen até 1947, após Bremen puxado, onde ele e sua família de 1950 a Wümmehof em Borgfeld habitada. Pela morte de seu pai, em 20 de Julho 1951 Louis Ferdinand era o chefe da Casa de Hohenzollern (Prússia). Ele seguiu em 1994 por seu neto, George Frederick , filho de seu filho caçula segundo morreu, em 1977, o príncipe Louis Ferdinand da Prússia . Louis Ferdinand deixou dúvidas de que ele em uma restauração da monarquia para o cargo de imperador estaria disponível .

Louis Ferdinand estava entre os outros detentores de silesianos escudo da equipe do país Silésia e apoio de muitos outros altos prêmios nacionais e internacionais, medalhas e condecorações. Ele está na antiga sede de sua casa, o Hohenzollern Burg , na cripta enterrado ao lado de sua esposa.

Kira Kirillovna Romanova , o ex- grã-duquesa da Rússia (* 09 de maio 1909 , em Paris , † 08 de setembro 1967 , em St. Briac-sur-mer ) foi uma neta do russo czar Alexandre II , sobrinha-neta do czar Alexandre III. , e bisneta de rainha britânica Victoria .

Kira era a filha do Grão-Duque Kirill Vladimirovich Romanov (1876-1938) e sua esposa, a Princesa Victoria Melita de Saxe-Coburgo e Gotha (1876-1936), filha do Duque de Alfred de Saxe-Coburgo e Gotha e sua esposa grã-duquesa Maria Alexandrovna Romanova .
Depois da Revolução de Outubro , o seu pai Cirilo e sua família fugiram primeiro a Finlândia e depois para Coburg. Finalmente, ela foi para a França.
Kira se casou em 4 maio de 1938 em Potsdam Louis Ferdinand da Prússia (1907-1994), filho do ex-príncipe herdeiro da Prússia Wilhelm e sua esposa Cecilie de Mecklenburg-Schwerin . Dos seus sete filhos:

Frederick William (* 1939)
∞ 1967-1975 Waltraud Freydag
∞ Ehrengard 1976-2003 de discursos
∞ 2004 Sibylle Kretschmer

Michael (* 1940)
∞ 1966-1982 Jutta Jörn
∞ 1982 Brigitte Dallwitz-Wegner

Cecilie Marie (* 1942)
∞ 1965-1989 Frederico Augusto Duque de Oldenburg

Kira (1943-2004)
∞ 1973-1984 Thomas Liepsner

Louis Ferdinand, Jr. (1944-1977, acidente manobra)
∞ Condessa Donata de Castell-Rudenhausen

Christian-Sigismundo (* 1946)
∞ Nina Condessa Reventlow

Xenia (1949-1992)
∞ 1973-1978 Por Lithander Edvard



Louis Ferdinand Prinz von Preußen  ou Louis Ferdinand Oskar Christian , Príncipe da Prússia (para distinguir do seu homônimo pai Louis Ferdinand Jr. chamado * 25 de agosto 1944 em Golzow , círculo Soldin , Neumark , Brandenburg , † 11 julho 1977 em Bremen ) foi um membro da Casa de Hohenzollern .

Louis Ferdinand Jr. (casa da família "Lulu" chamado) foi o quinto dos sete filhos do ex-príncipe Louis Ferdinand da Prússia e sua esposa Kira , nascido grã-duquesa da Rússia . Ele estava em Boa Schildberg nascido, onde a família pouco antes da Prússia Ocidental Boa cadineno foi puxado.
Em 1967, Louis Ferdinand Jr. se ofereceu para o serviço nas Forças Armadas com o objectivo de reserva oficial a ser. Aos 28, ele começou a ensinar banqueiro e teve aulas noturnas para a obtenção de uma escola secundária.
Além disso, ele fez uma anual exercício militar fora. Em um desses exercícios aconteceu em maio de 1977, cinco meses antes do tenente teria sido promovido a uma manobra por acidente. Ele foi aconselhado por um carro da equipe durante o carregamento entre dois veículos blindados. Para o tratamento de ferimentos graves, ele foi levado para o Hospital Deaconess Bremen-Gröpelingen. Louis Ferdinand morreu dois meses depois, aos 32 anos para os graves ferimentos internos.

Louis Ferdinand Jr. foi em 1975 com a Condessa Donata de Castell-Rudenhausen casado. A conexão de origem de seu filho Georg Friedrich (* 1976) e sua primeira filha após sua morte acidental Cornelia-Cecilie (* 1978).

Georg Friedrich é sen desde a morte de seu avô, Louis Ferdinand. 1994 Chefe da Casa de Hohenzollern.

A família vivia em Fischerhude perto de Bremen. Há também o túmulo do príncipe Louis Ferdinand da Prússia.

Donata, Condessa zu Castell-Rudenhausen Nasceu em 20 de junho de 1950
Pai: Siegfried, o príncipe zu Castell-Rudenhausen * 1916/02/16   
Mãe: Irene, Condessa zu Solms-Laubach 1925/06/25 *
Louis Ferdinand Jr. foi casou-se em 1975 com a Condessa Donata de Castell-Rudenhausen casado.Teve dois filhos o filho Georg Friedrich (06/10/ 1976) e sua primeira filha após sua morte acidental Cornelia-Cecilie (30/01/ 1978).



Georg Friedrich Ferdinand, Príncipe da Prússia (* 10 de junho 1976 em Bremen ) é um economista alemão e, desde 1994, o chefe da Casa de Hohenzollern .
Georg Friedrich é filho de Luís Fernando da Prússia (1944-1977) e Donata Condessa de Castell-Rudenhausen (* 1950) e bisneto do último imperador alemão e rei da Prússia , Wilhelm II (1859-1941; reg 1888-1918). . Ele tem uma irmã mais nova, Cornelia-Cécile Princesa da Prússia (n. 1978).
Pouco depois de seu primeiro aniversário, seu pai morreu como resultado de um acidente que sofreu durante um exercício militar como candidato oficial da reserva.

George Frederick passou a sua infância e juventude com sua irmã na residência dos pais em Fischerhude em Bremen . Ele freqüentou escolas de gramática em Bremen e depois de mudar de casa em Oldenburg. No Colégio Glenalmond em Aberdeen na Escócia , passou o Abitur. Após o serviço militar de dois anos em Mittenwald com a montanha Georg Friedrich estudou economia empresarial na Universidade Técnica de Freiberg na Saxônia . Ele agora vive em Berlim e se formou em Frankfurt (Oder), um curso de mestrado.

Após a morte de seu avô, Louis Ferdinand sen. 25 Setembro 1994 era análogo ao disposto no ex- Casa Lei Chefe da Casa de Hohenzollern e, portanto, para monarquistas um candidato possível para o trono da Prússia e alemão. Ele próprio diz que ele teve um papel político nem aspira ainda.
Georg Friedrich trabalha como consultor de empresas e negócios de inicialização com cientistas no uso de inovações da universidade. Foi em Maio de 2011 para o Major da reserva realizada. 

O então presidente federal Christian Wulff anunciou em 16 de Janeiro de 2012, um jantar em honra do príncipe Georg Friedrich da Prússia em Schloss Bellevue . A ocasião era o 300 º aniversário do nascimento de Frederick II .
Casamento do Georg Friedrich da Prússia em 25 de Agosto 2011 Princesa de Sofia Isenburg de Birstein (nascido em 07 março de 1978), em uma cerimônia civil em Potsdam Town Hall, 27 Agosto de 2011, o casamento na igreja, em um culto ecumênico na Igreja da Paz, realizada em Potsdam. A cerimônia foi transmitida ao vivo como parte de uma cerimônia de três horas de Rundfunk Berlin-Brandenburg transferido. Por Rolf Seelmann Eggebert moderado e Tatjana transmissão júri foi assistido por cerca de 160.000 espectadores.

Georg Friedrich é o CEO da princesa Kira da Prússia Foundation Presidente e honorário da Federação de Clubes germano-americanas .e desde junho de 2005 e Presidente dos Curadores da Berlim Fundação Alemã para o Monumento de Proteção .

Ele está comprometido com a restauração do Hohenzollern de Berlim Museu, localizado na na Segunda Guerra Mundial severamente danificado em 1959 demolida contra protestos violentos de profissionais de museus Monbijou Palácio foi, e na ala leste do Schloss Charlottenburg ( Knobelsdorff -asa) é encontrar a sua nova casa.

Com o artigo 109 parágrafo 3 WRV ( Constituição de Weimar ) de 1919 revogou as "privilégios públicos ou desvantagens de nascimento ou de classe." "Nomes aristocráticos são dadas como parte do nome , e não deve ser dado. " Seu nome é, portanto, Georg Friedrich, Príncipe da Prússia . O Departamento de Protocolo do Ministério do Interior está em seus endereços 'Guide e saudações para os atuais direitos de nomeação de acordo claro que o apoio de nomes de família são mencionados com antigos nomes aristocráticos em saudação e endereço com o nome completo, neste caso o Sr. / s Georg Friedrich, Príncipe da Prússia e mr / s Príncipe da Prússia. O predicado saudação oficial, mas tradicional seria "Sua Alteza Real" (por Georg Friedrich da Prússia como príncipe) e "Imperial e Real Alteza" (como o alemão imperial trono pretendente).



Sophie Johanna Maria, Princesa da Prússia (princesa de Isenburg, nascido 07 de março de 1978) é a esposa de Georg Friedrich, o príncipe da Prússia, chefe da Casa de Hohenzollern, que reinou como imperadores alemães e os reis da Prússia até deposto em 1918.


Princesa Sofia nasceu em 7 de Março de 1978 em Frankfurt-am-Main. Seus pais são Franz-Alexander, Príncipe de Isenburg e sua esposa, née Condessa Christine von Saurma-Jeltsch. Ele é chefe de uma linha mediatizada Católica de Príncipes do Sacro Império Romano, que perdeu a sua independência em 1815. Ela tem duas irmãs (Katharina arquiduquesa da Áustria-Este e Isabelle, Princesa de Wied) e dois irmãos (hereditária Príncipe Alexander e Príncipe Viktor). Crescer no Castelo Birstein, a sede da família em Hesse, Sophie estudou em uma escola primária em Birstein e na escola St. Mary, em Fulda. Em seguida, ela participou do internato Kloster Wald e passou-lhe-Levels, bem como um teste comercial como costureira.

A princesa realizou estágios em Bundestag de seu país, e em Londres, Hong Kong, e Shanghai.Sophie estudou administração de empresas na Universidade de Freiburg e da Universidade Humboldt de Berlim e trabalha em uma empresa que oferece serviços de consultoria para empresas sem fins lucrativos.

21 janeiro 2011 anunciou o noivado do príncipe Georg Friedrich de Hohenzollern e Sofia Princesa Izenburgskoy. O casamento ocorreu em 27 de agosto 2011 na antiga Prússia residência real de Potsdam.
No casamento foi assistido por mais de 700 pessoas que são membros da dinastia governante e à nobreza da Alemanha e outros países europeus, bem como representantes de algumas das famílias dominantes da Bélgica, Luxemburgo e Jordânia. Entre os convidados estavam as figuras políticas e públicas, representantes do corpo diplomático. Entre estes estavam o ministro-presidente de Brandenburgo, Matthias Platzeck (ex-prefeito de Potsdam), prefeito de Potsdam Ian Jacobs, Ministro Federal ex-Transportes e ministro-presidente de Brandenburgo, Manfred Stolpe , Ministro Federal ex de Economia, Michael Glos, o ex-técnico Taça da Grécia Otto Rehhagel, conhecido editor Friede Springer, cantor e líder da banda Max Raabe Orchester Palast, um banqueiro e milionário Joerg Voltmann.

Quarta-feira de agosto especial e nobres estavam presentes no casamento : grã-duquesa Maria Vladimirovna, o filho Georgy Mikhailovich , Chefe da Casa Real da Baviera Príncipe Franz, Duque da Baviera, chefe do siciliano Bourbon Casa Real do Príncipe Charles, Duque de Castro, e sua esposa, a Princesa Camilla, o chefe da Casa Real de Portugal, Dom Duarte Piu, Duque Bragantssky , e seu fundo esposa Isabella, chefe do de Hesse Gessen Moritz, cabeça casa Anhalt Prince Edward II e sua esposa, a Princesa cabeça Corinne casa Margrave de Baden Baden Maximiliano II e sua esposa, Valerie, margravina, o chefe da casa principesca de Lippe Príncipe Armin e sua esposa Princesa Trout, o chefe de Schaumburg-Lippskogo principesca casa Príncipe Alexander e sua esposa, a Princesa Anne Nadia, o romeno Princesa Margarita e seu marido, o príncipe Radu romeno, Prince Michael P. Prússia, Nicholas Senhor Windsor, o filho caçula de British príncipe Edward, duque de Kent, e sua esposa, Lady Paola e filhos bem como outros membros das casas ducais e reais da Europa e Ásia.