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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Uma empresa que poucos conhece a história mas é de origem de descendência de Alemães que vieram ao Brasil


A Lojas Renner S.A. é uma rede gaúcha de lojas de roupas e acessórios para o público feminino, masculino e infantil, tendo seu início em 1912, com o começo das atividades fabris do então Grupo A.J.Renner, a Lojas Renner desvinculou-se do grupo fundado por Antônio Jacob Renner somente em 1965, quando suas lojas começaram a tomar um formato mais próximo do atual.

Hoje as Lojas Renner S.A. são a segunda maior loja de departamentos do Brasil, com 164 lojas, além das 30 lojas Camicado e 3 lojas Blue Steel. (2011) Com sede em Porto Alegre no Rio Grande do Sul, a varejista que ambicionava ser a Maior e Melhor Loja de Departamentos do Brasil, mudou sua missão dentro dos seus fundamentos corporativos em 2011, para ser a Maior e Melhor Loja de Departamentos das Américas.



Antônio Jacob Renner, mais conhecido como A. J. Renner (Alto Feliz, 7 de maio de 1884 — 27 de dezembro de 1966) foi um empresário e político brasileiro e o fundador da Lojas Renner, uma das maiores redes varejistas gaúchas de vestuário. Foi um dos maiores empresários do Rio Grande do Sul.

Neto de imigrantes alemães, o materno foi capitão do Exército Imperial e voluntário na Guerra dos Farrapos, era filho de Jacob Renner e Clara Fetter.Aos dois anos seus pais se mudaram para Montenegro, onde ele estudou em escola pública e nos estabelecimentos paroquiais particulares. [2] Aos doze anos já trabalhava nas oficinas da refinaria de banha paterna, aos quatorze mudou-se para Porto Alegre onde, trabalhou inicialmente como aprendiz e depois como artífice, na joalheria Foernges e aprendeu a dominar o ofício de ourives. 

Em 1903, com 19 anos retornou para São Sebastião do Caí e, com o auxílio paterno, abriu uma ourivesaria. No ano seguinte casou-se com Mathilde Trein, uma das herdeiras da empresa Cristiano J. Trein & Cia., que dominava comércio de São Sebastião do Caí. Comércio este bastante intenso por causa do porto fluvial da cidade, que distribuía as mercadorias vindas de Porto Alegre e escoava a produção da colônia alemã, fazendo o transporte em lombo de burros por trilhas rudimentares.Deixou o ofício de ourives e ingressou como sócio na empresa, com o trabalho de caixeiro viajante.

Com a inauguração da estrada de ferro, o transporte animal tornou-se obsoleto, mas Renner já havia percebido as necessidades dos colonos em matéria de vestuário.

Em 1911, aos vinte e sete anos, participou da fundação de uma pequena tecelagem, empresa organizada por Christian Trein e Frederico Mentz[4], que se chamou Frederico Engel & Cia. Um ano depois passou a produzir capas para chuva,inspiradas nos ponchos utilizados pelos gaúchos em campanha, que se tornaram famosas em todo o estado por serem abrigadas e impermeáveis.A empresa instalou-se inicialmente num galpão de madeira utilizado para pouso de tropeiros, e o capital investido foi pequeno para a época (54 contos de réis).O primeiro ano não obteve bons resultados, consumindo o capital inicial e desanimando os investidores, Renner, tendo depositado ali suas esperanças e economias, propôs seu nome para a direção na reunião dos acionistas que decidiria o futuro da tecelagem. Surgia assim, em 2 de fevereiro de 1912, a A. J. Renner & Cia.

Em 1914 a fábrica iniciou sua instalação na capital, buscando mais proximidade com o consumidor e a matéria-prima. Em 1917, a empresa mudou sua sede definitivamente para Porto Alegre, no bairro Navegantes, buscando maiores oportunidades de crescimento.

Os primeiros tempos foram de muitas dificuldades de cunho técnico (fios importados de baixa qualidade e equipamentos rudimentares) e também financeiras, devido ao pouco capital disponível. Entretanto, a restrição de importações durante a primeira guerra mundial representou um grande aumento de vendas, tendo a fábrica, nesse período, passado a trabalhar em três turnos para atender a demanda.

No final da década de 1920, a empresa era a maior indústria de fiação e tecelagem do Rio Grande do Sul, passando a produzir, além das capas de lã , trajes para homens. Seu eslogan era "Roupas Renner: a Boa Roupa Ponto por Ponto". 


A fabricação de ternos masculinos, até então, era praticamente monopolizada pelos alfaiates. Com a fabricação em escala industrial, a demanda por esse produto passou a ser prontamente atendida, além dos custos serem menores.

Sua empresa ainda foi a responsável pela introdução da técnica da fiação penteada que permitia a produção de casemiras semelhantes, na qualidade, às camisiras inglesas. Em 1933 iniciou a fiação e tecelagem do linho, estendendo a sua produção para todo o território nacional.Introduziu um sistema vertical de produção,único no país, que compreendia desde a produção do linho e da lã até a confecção e comercialização da roupa.

Envolveu-se com a organização dos sindicatos patronais, tendo sido presidente do Centro da Indústria do Rio Grande do Sul. Foi eleito, em eleição indireta, deputado estadual representante classista dos empregados, em 1935. Depois de conflitos políticos, desiludido renunciou ao cargo em 20 de abril de 1937.

Também foi pioneiro na instituição de serviços para atender a seus funcionários e seus familiares: cooperativa de crédito, cooperativa de consumo, creche e atendimento à saúde.

Participou como capitalista na fundação de outras empresas, tais como as Tintas Renner, com 30%, junto a sua irmã Olga e seus sobrinhos. E com outros sócios em outras empresas, surgindo assim um verdadeiro império industrial e comercial, formado por Lojas Renner, Tintas Renner e fábrica de tecidos,fábrica de porcelanas, fábrica de feltros, de calçados, de máquinas de costura.

Financiou durante muitos anos o programa informativo Repórter Renner na Rádio Guaíba de Porto Alegre e o Futebol Clube Renner. Foi também fundador do primeiro Rotary Clube em Porto Alegre , do Clube Leopoldina Juvenil e do Country Club, onde praticava golfe todas as semanas.

Foi pai de seis filhos e avô de catorze netos, os quais continuaram a sua obra em empreendimentos nas mais diversas áreas da economia.


Grupo A.J. Renner
Antônio Jacob Renner, descendente de alemães, começou a trabalhar cedo na fábrica de banha da família em São Sebastião do Caí. Anos depois, morando em Porto Alegre, decidiu investir na indústria fabril, abrindo uma fábrica no bairro Navegantes e produzindo capas de pura lã masculinas, depois a Renner começou a ampliar e a diversificar suas atividades empresariais, com plantações de linho, matéria-prima para a fabricação de trajes masculinos, que inspiraram o primeiro conceito empresarial lembrado: "Renner, a boa roupa, ponto a ponto". Em 1922, abre o primeiro posto de venda da fábrica, na Rua Doutor Flores em Porto Alegre, com o tempo, a Lojas Renner inclui departamentos de eletroportáteis, bazar e artigos para presente, móveis, utensílios para o lar, artigos esportivos, cama, mesa e banho e já em 1945, inaugurou a primeira loja de departamentos - Loja Otávio Rocha.

Independência do Grupo A.J. Renner
Em 1965 devido ao crescimento das Lojas Renner o Grupo A.J. Renner optou por desmembrar as diferentes empresas que o formavam, ocasião em que foi então constituída a companhia Lojas Renner S.A. Dois anos depois, em 1967, Lojas Renner já se transformava em uma empresa de capital aberto. Em 1990 as Lojas Renner passam por uma profunda reestruturação passando a operar no formato de loja de departamentos especializada em moda e é implantada da Filosofia de Encantamento - segundo a qual não basta satisfazer, mas superar as expectativas dos clientes, nesta mesma década a Renner expandiu suas operações para além do Rio Grande do Sul, chegando aos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e para o Distrito Federal. Em 1991, quando teve início o processo de reestruturação, a Companhia contava com oito lojas e, até novembro de 1998, já havia inaugurado 13 novas lojas, totalizando 21 unidades sendo que o processo de expansão tinha começado em 1994, primeiramente no estado de Santa Catarina logo em 1996 inaugurou-se a primeira loja no estado do Paraná e por fim já em 1997, inauguraram-se as primeiras lojas no estado de São Paulo.

J.C. Penney
Em dezembro de 1998, a J.C. Penney Brazil Inc. subsidiária de uma das maiores redes de lojas de departamentos dos EUA, adquiriu o controle acionário da Companhia com isto a obteve acesso a fornecedores internacionais, a consultoria de especialistas na escolha de pontos comerciais, bem como a adoção de procedimentos e controles internos diferenciados. Dessa forma, a Renner intensificou seu processo de expansão inaugurando mais de 30 unidades da empresa no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Com a implantação do conceito de lifestyle nas coleções e nas lojas, em 2002, as coleções passam a ser desenvolvidas por estilos de vida e compostas por marcas próprias que refletem um jeito de ser e de vestir, com base em atitudes, interesses, valores, personalidades e hábitos dos clientes. Também as lojas passam a expor os produtos de forma coordenada, facilitando a escolha do consumidor e otimizando o seu tempo de compras. Em junho de 2005, ocasião em que a Companhia já atuava com 64 pontos-de-venda, a JC Penney, em conjunto com os administradores da Lojas Renner, optou pela venda do controle da Companhia através de oferta pública de ações na Bolsa de Valores de São Paulo. A Lojas Renner entrou então no Novo Mercado da Bovespa como a primeira Companhia no país a ter seu capital pulverizado e aproximadamente 100% das ações em circulação. (2005)

Corporation
Em 2011, em pesquisa realizada pela Aon Hewitt e publicada na revista Valor Econômico a Renner foi escolhida como a segunda melhor empresa brasileira em gestão de pessoas, das empresas com mais de 10.000 funcionários, ficando atrás somente da AmbBev, sendo que na mesma pesquisa no ano de 2010, as Lojas Renner tinham ficado em terceiro 



sábado, 6 de outubro de 2012

1948: Fabricado o Citroën 2cv

No dia 6 de outubro de 1948, foi terminado a tempo para seu lançamento no Salão do Automóvel de Paris, que abriria no dia seguinte, um carro econômico, produzido de forma até espartana.


Muitos não esconderam sua surpresa em relação ao Citroën de 2 cavalos, lançado no Salão do Automóvel de Paris em 1948. "Então é essa a resposta francesa ao carro popular da Volkswagen?", reagiu desanimado o presidente francês Vincent Auriol.
Outros, mais debochados, iam logo perguntando se o carro (considerado muito feio) vinha com abridor de lata. Logo espalhou-se a piada de que se tratava de quatro rodas cobertas por um guarda-chuva.
Sem preocupação estética
Na realidade, os idealizadores do automóvel não se preocuparam com sua estética. Pensou-se em oferecer uma "viatura" prática e o mais barata possível. O veículo já havia sido criado em 1935, e até 1939 haviam sido produzidos 250 modelos, guardados a sete chaves.
Com a Segunda Guerra Mundial e a ocupação pela Alemanha, seus fabricantes destruíram todos os protótipos, exceto um, para não deixar a novidade cair nas mãos da concorrência.
Em 1935, o presidente da Citroën, Pierre-Jules Boulanger, ditara a seguinte missão à sua equipe de engenheiros: ele queria um veículo "popular, prático e resistente, que pudesse ser manobrado por dois agricultores de tamancos transportando 50 quilos de batatas ou um pequeno barril, andasse a uma velocidade média de 60 km/h e fizesse 20 quilômetros por litro de combustível".
Marketing bem-sucedido
Apesar da grande procura logo depois do seu lançamento, a Citroën seguiu uma estratégia de marketing nas vendas. Em vez de abarrotar o mercado com o 2cv, foi feita uma lista de interessados e as primeiras séries foram vendidas como raridades. Para dezenas de milhares de famílias no pós-guerra, seu preço baixo possibilitou a realização do sonho do carro próprio.
Em vez das três marchas do protótipo de 1939, o sucessor, "2cv modelo A", tinha quatro marchas; dois faróis em vez de um; o motor era refrigerado a ar, em vez de água; a partida não era mais à manivela e os bancos ainda pareciam de jardim, mas não eram mais pendurados no teto.
Um aspecto curioso é que os limpadores de para-brisa funcionavam conforme a rotação do motor. Na subida de uma montanha, em caso de chuva, ficavam tão lentos que era preciso operá-los à mão.
Símbolo nacional
O 2cv tornou-se um símbolo nacional da França, assim como a Torre Eiffel, o baguete e Brigitte Bardot. Também na Alemanha, o "pato" – como foi apelidado e ainda hoje é conhecido no país – durante muito tempo foi o carro dos estudantes e, ao mesmo tempo, objeto de culto.
Sua produção foi encerrada em 1990, aumentando mais ainda seu valor como objeto de colecionador. Hoje, há Deux Cheveaux Clubs em quase todo o mundo.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A empresa Erdinger Weißbräu




A Erdinger Brewery Werner Brombach GmbH , curto Erdinger é uma cervejaria em Erding , a nordeste de Munique.

Principal produto é a Erdinger Weissbier chamada cerveja branca .

Com uma produção anual de cerca de 1,5 milhões de hectolitros Erdinger Weissbier é a maior cervejaria do mundo. A cervejaria não licença. Único site é Erding. De lá, a cerveja de trigo é exportado para 70 países.



Os primórdios da mentira Erdinger em 1886, quando a construção de uma fábrica de cerveja cerveja de trigo em Erding foi mencionado pela primeira vez. Depois de diversas mudanças na propriedade em 1935 foi comprado pelo então diretor Franz Brombach da cervejaria e deu-lhe, em 27 Dezembro 1949 o nome de Erdinger Weissbräu. Em 1965, a cervejaria foi o primeiro a atingir uma produção anual de cerca de 40.000 hectolitros.

Em 1965, o filho de Franz Brombach Werner Brombach, ingressou na empresa. Após a morte de seu pai, em 1975, assumiu o negócio da escola de pós-graduação e de pós-graduação brewmaster a cervejaria privada e lidera o trabalho de seu pai continua até hoje. 1978 alcançou a cervejaria na emissão de aproximadamente 225.000 hl e foi o líder de mercado.

Depois de a sede da empresa no espaço deixou de ser oferecido velho suficiente em 1983 foram construídas em uma área na periferia de Erding equipamentos cerveja nova. Em 1990, Erdinger rompeu primeiro Weißbierbrauerei a marca de 1 milhão de hectolitros. Atualmente, a produção em cerca de 1,65 milhões de hectolitros.

Erdinger cervejas única cerveja de trigo: O portfólio da cervejaria privada tem nove ou dez diferentes cervejas de trigo (Erdinger rígido Branco é servido apenas no Festival de Outono em Erding e não está disponível comercialmente, excedentes de produção somente após o Festival de Outono Vende regionalmente em garrafas). Erdinger está na sua cervejas brancas no frasco de fermentação tradicional, ou seja, uma cerveja amadurece branco (como champanhe) na garrafa. Este procedimento é utilizado por apenas alguns poucos fabricantes de cerveja, na Alemanha
.
Erdinger Weissbier com fermento fino
Erdinger escura
Erdinger Pikantus escuro Weizenbock (muito escuras, malzbetontes cerveja forte)
Erdinger Weissbier cristalina
Erdinger Weissbier ligeiramente (versão alcoólicas e de baixo teor calórico)
Erdinger não alcoólicas
(Exclusivo para o outono / inverno) Erdinger Branca de Neve
Erdinger Champ (festa da cerveja no 0,33 l Longneckflasche novo design)
Erdinger rígido Branco (cerveja sólido com uma maior gravidade e maior teor de álcool)
Erdinger Urweisse (cerveja de trigo um pouco mais escura, engarrafado no clássico Euro-garrafa)

Fanclub

Como um dos primeiros no mercado a cerveja Erdinger próprio fã-clube fundado em 1995, para incluir agora mais de 80.000 membros, incluindo muitas celebridades, como Franz Beckenbauer , Mario Basler , Rubenbauer Gerd , Weissflog Jens e Lothar Matthaus . Para os membros é publicada três vezes por ano, uma revista especial do clube de fãs.

Equipe Erdinger não alcoólicas
Com mais de 3.000 membros ativos, isso é da equipe Erdinger Alkoholfrei uma comunidade esportiva de atletas profissionais e amadores. Membros conhecidos são, por exemplo Faris (triatlo), Nicole e Lothar Leder (triatlo), Meike Krebs (triatlo), Sonja Tajsich (triatlo), Michael Greis (biatlo), Birnbacher (biatlo), Katrin superaquecedor (Biatlo) , Felix Neureuther (Esqui alpino), Michael Goehner (triatlo), Miriam Gossner (biatlo), e desde 2010 Magdalena Neuner . (Biatlo)

Erdinger Arena

Erdinger Arena em Oberstdorf: O salto de esqui instalações em Mountain Sombra é um dos centros de esqui mais modernas do mundo e foi no Outono de 2004 Erdinger Arena batizados.
Visitor Center: um ponto de partida para um passeio, mesmo que abriu em 2000, centro de visitantes. Tema da liderança é a carreira da cerveja de trigo da matéria-prima até o produto acabado.

Patrocínio

Cerveja de trigo de fãs de futebol: Desde 2003, o Grande Prémio para os fãs de futebol , com os fãs homenageado por compromisso e desempenho excepcionais relacionados ao futebol são (agora parado).
Groundhopping Tour: Fim de semana de eventos para 20 fãs de futebol. Já foi a um jogo do primeiro e segundo Liga de futebol e um monte de ônibus Regional Erdinger Groundhopping.
Erdinger Sautrogrennen: evento divertido no verão, por meio do qual um curso de água em "Sautrögen" (banheiras de madeira, que eram utilizados para Abborsten os porcos) deve ser possível, não obstante.
Erdinger Champions Cup mini-torneio de futebol em que todos os times campeões da Baviera e Württemberg amadores podem concorrer ao título de "Campeão dos Campeões" uns contra os outros.
O famoso jingle de Erdinger de "A Erdinger Weissbier, o hoid é uma excelente hollara di-riad-dei, nós gostamos quando o dia ea noite." manteve-se inalterada desde os anos 1970 em uso. A melodia vem da melodia popular "Be My Häusl pais".

Ao tentar usar a máquina componente geográfica nome por si só, o tema da cervejaria Süddeutsche Zeitung . A seção local pode continuar Erdinger SZ quente, anteriormente tinha a Erdinger, no entanto, que já chegou a Erdinger Therme em Erding banhos termais e do Jazzcompetition em Erding Jazztage foram renomeados. A Erdinger Autumn Festival , o Orgelwoche Erdinger e mais empresas e eventos, no entanto, se recusou a mudar seus nomes parciais existentes há décadas.

Publicidade

O slogan publicitário de Erdinger Weissbier é "na cerveja de trigo. No mundo em casa. "
publicidade propaganda mais famoso de Erdinger desde 2003 Franz Beckenbauer .

As cervejas Brasileiras só melhorou muito sua qualidade através com a presença forte Alemã no Brasil.




A história da Eisenbahn

A idéia de uma cervejaria artesanal surgiu de uma família apaixonada por cervejas especiais. Descontentes com a pequena variedade de cervejas
disponíveis no Brasil, decidiram fundar uma cervejaria que trouxesse de volta a 
tradição, o sabor e a variedade ao mercado brasileiro. Foram alguns anos de pesquisas, conversas com mestres cervejeiros da Alemanha, Bélgica e EUA e inúmeras visitas às cervejarias desses países. E com a vinda de um mestre 
cervejeiro alemão com 30 anos de experiência, o sonho tornou-se realidade.

Em julho de 2002 nasce a Cervejaria Sudbrack, com a marca EISENBAHN já
com três estilos de chopp: o Pilsen, de origem Tcheca; o Dunkel de origem alemã e o Pale Ale de origem belga. Já no ano seguinte, é lançado o Weizenbier, chopp de trigo originário da Alemanha. Ainda em 2003, a Eisenbahn lança a Weihnachts Ale, uma cerveja sazonal comercializada apenas de novembro a janeiro em comemoração ao Natal, tradição vinda 
também da Alemanha. Em 2004, surge a primeira cerveja orgânica do Brasil, feita com ingredientes orgânicos sem conservantes e sem agrotóxicos. Nesse mesmo ano, é lançada também a Weizenbock, cerveja escura de trigo, ideal para os dias de inverno. No ano seguinte, é lançada a Kölsch, cerveja originária da cidade de Colônia, também na Alemanha. Já no final do mesmo ano, 2005, a Eisenbahn lança a Rauchbier, primeira cerveja brasileira feita com maltes defumados. Uma cerveja feita em parceria com César Adames especialmente para a harmonização com charutos.

 Por toda essa inovação e excelência em seus produtos, nesse mesmo ano a Eisenbahn foi a única cervejaria brasileira a ser convidada a ter os seus produtos comercializados na Galeria Lafayette, em Paris, durante as 
comemorações do ano do Brasil na França.Entramos em 2006 e, com apenas 4 anos, a Eisenbahn lança a sua 10º 
cerveja, a Strong Golden Ale, de inspiração belga e alto teor alcoólico. No mesmo ano, a superação: O lançamento da Eisenbahn Lust, cerveja produzida pelo mesmo método de fabricação dos champanhes franceses, sendo a terceira no mundo e mais uma vez, a única no Brasil. Ainda em 2006, a Eisenbahn trouxe ao Brasil o maior especialista do mundo em harmonização de cervejas especiais com gastronomia, o americano Garrett Oliver.
No ano de 2007, os reconhecimentos internacionais começam a aparecer: Em fevereiro, as cervejas Eisenbahn ganharam as páginas da inglesa Beers of the World. A Eisenbahn Lust, a Eisenbahn Strong Golden Ale e a Eisenbahn Dunkel receberam a melhor pontuação na edição de Fevereiro/Março. O crítico e especialista Jeff Evans experimenta cervejas do mundo inteiro e neste mês abriu a sua matéria falando da Cervejaria Eisenbahn e coloca as três cervejas citadas como Editor's choice (a escolha do editor). Além disso, as cervejas 
Eisenbahn Rauchbier e a Eisenbahn Kölsch entraram na matéria como "recomendadas".Em julho, ao completar 5 anos de existência, lança a Eisenbahn 5, cerveja comemorativa ao aniversário e de edição limitada. Porém, tamanha foi a procura e apreciação dessa cerveja feita pelo método dry-hopping que hoje ela faz parte da linha reserva especial e é produzida normalmente.



Em agosto, mais uma realização internacional: A Eisenbahn participou do Great British Beer Festival, uma das maiores feiras de cervejas do mundo em Londres. Como foi a 30º edição do evento, o bar Bières San Frontiers comercializou cervejas de trinta países, sendo a Eisenbahn a única brasileira. Estavam presentes a Eisenbahn Pale Ale, Eisenbahn Rauchbier, Eisenbahn 
Strong Golden Ale, Eisenbahn Dunkel e Eisenbahn Kölsch.

Ainda falando internacionalmente, em novembro a Eisenbahn participou do European Beer Star, um dos maiores e mais prestigiados concursos de cerveja do mundo, na Alemanha, país da cerveja. Com isso, faturou 2 medalhas de bronze, com a Eisenbahn Dunkel (categoria German-Style Schwarzbier) e a Eisenbahn Weizenbock (categoria South-German-Style Weizenbock Dunkel). O European Beer Star contou com mais de 570 marcas de cerveja de 40 categorias diferentes, de 28 países, com um time de 54 jurados tradicionais e rigorosos, a maioria alemães. A Eisenbahn foi a primeira cervejaria da América do Sul a conquistar esse prêmio.E para encerrar o ano com chave de ouro, em dezembro lança a Lust Prestige, uma versão mais aprimorada da Lust, que tem maturação de 1 ano ao invés de 3 meses.Começa 2008 e a Eisenbahn aparece no Beer Judge Certification Program, que é uma organização americana responsável por treinar juízes e publicar em seu site uma descrição técnica detalhada de cada estilo de cerveja existente, e, ao final de cada descrição, cita algumas marcas como exemplos desses estilos.

 A Eisenbahn apareceu como exemplo em cinco diferentes estilos, com a Eisenbahn Rauchbier, Eisenbahn Kölsch, Eisenbahn Weizenbock, Eisenbahn Pale Ale e Eisenbahn Weizenbier. Também no mesmo mês, a Eisenbahn participou do Australian International Beer Awards. O AIBA contou com 1084 cervejas, de 217 cervejarias de 42 países. Nesse concurso, ganhou 3 medalhas de prata com a Eisenbahn Dunkel (categoria Lager Package), 
Eisenbahn Weizenbock (categoria Wheat Beer Package) e Eisenbahn Lust (categoria Belgian and French Style Ales Package), estando assim mais uma vez entre as melhores do mundo.

 Dando seqüência aos acontecimentos internacionais, Eisenbahn é citada no 
livro do Michael Jackson, um dos melhores escritores e conhecedores de 
cervejas do mundo. Esse livro é como se fosse um guia de cervejas de todo o 
mundo e a Eisenbahn é a única cervejaria brasileira que aparece na página da 
América Latina. E ao falar da Eisenbahn aparece a Eisenbahn Kölsch, como 
indicação. Já em abril, a Eisenbahn participou do World Beer Cup e ganhou 
uma medalha de bronze novamente com a Eisenbahn Dunkel. No World Beer 
Cup participaram 2931 cervejas, de 644 cervejarias de 58 países em 91 
categorias. Ainda no mês de abril, a Revista inglesa Beers of the World coloca 
a Eisenbahn em uma matéria de quatro páginas onde fala que a empresa é 
uma cervejaria brasileira com estilo germânico. Na reportagem ressalta ainda a 
qualidade e preocupação em produzir cervejas tradicionais resgatando conceitos que se perderam ao longo do tempo com a chegada das grandes 
cervejarias. E ainda, na coluna do Jeff Evans, o mesmo indica a Eisenbahn 
Weizenbock como Recomendada pelo Editor.

No final do primeiro semestre de 2008, a Eisenbahn é adquirida pelo Grupo 
Schincariol, maior indústria brasileira de bebidas. O parque fabril em Blumenau 
é mantido, bem como o processo artesanal de fabricação do produto. A 
Eisenbahn continua sendo reconhecida nas principais premiações internacionais e, em novembro, foi vencedora do European Beer Star Awards: ouro para a versão Dunkel, na categoria German Style Scharzbier; e prata para a versão Weinzenbock na categoria Weizenbock Dunkel. Isto faz da cervejaria uma colecionadora de títulos internacionais: ao todo são mais de 30 prêmios.

Ainda em 2008 a Eisenbahn lança A Dama do Lago, vencedora do Concurso 
Mestre Cervejeiro 2007, e inicia a sua segunda edição. A cerveja, uma Belgian 
Dark Strong Ale com 9% de teor alcoólico, foi criada por Leonardo Botto e 
produzida em edição limitada. Em 2009 A Dama do Lago recebe medalha de 
bronze no Australian International Beer Awards na categoria Abbey Style, 
Dubbel and Triple.
No mesmo ano é lançada a vencedora da segunda edição do Concurso Mestre 
cervejeiro: a Joinville Porter. O catarinense Ivan Guilherme Steinbach 
desenvolveu a melhor receita, uma cerveja estilo Robust Porter de coloração 
preta com sabor de malte torrado e um pouco adocicada.
O Concurso consolida-se como tradição entre os cervejeiros brasileiros, 
ganhando destaque da imprensa especializada e mais adeptos a cada ano. Em 
2009, com a 3ª edição, foram 88 inscritos e 57 bebidas enviadas. A receita 
vencedora foi do paranaense Sandro Sebastião Singer e deu origem a São 
Sebá, uma cerveja do estilo Belgian Dubbel lançada no segundo semestre de 
2010.
Ainda neste ano, a Eisenbahn se torna patrocinadora oficial da ABS-SP (Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo), participando dos eventos 
relacionados a cerveja e levando a cultura cervejeira para os interessados e 
grandes apreciadores da bebida.



sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Deutsche Bank: há mais de 100 anos no Brasil






Presente no Brasil desde 1911, o Deutsche Bank é um banco múltiplo com carteira comercial e de investimento. Atua na estruturação de operações de fusões e aquisições e de mercado de capitais, tanto de renda fixa como variável, além de operações de tesouraria e financiamento ao comércio exterior. Oferece serviços de créditos documentários, cash management, custódia, agente e de corretora de valores.
O Deutsche Bank tem como missão ser o principal fornecedor global de soluções financeiras para os clientes, criando valor excepcional para seus acionistas, colaboradores e comunidades nos locais em que atua.
O Banco conta com cerca de 450 colaboradores no Brasil, que agregam a expertise e abrangência global do Deutsche Bank aos serviços oferecidos no País, atendendo grandes empresas nacionais e internacionais, instituições financeiras e investidores locais e estrangeiros.


O grupo Deutsche Bank oferece seus serviços em mais de 70 países, conta com mais de 100 mil colaboradores e é uma das maiores instituições financeiras do mundo.

Em 2012 o Deutsche Bank foi eleito, pela terceira vez, Best Global Investment Bank, pela Euromoney. O Banco recebeu, ainda, os títulos de Best Domestic Trade Finance Provider no Brasil e nos Estados Unidos de acordo com a Euromoney Trade Finance 2012 Survey e, pelo oitavo ano consecutivo, ficou em primeiro na Euromoney FX Poll Survey. Também foi eleito Credit Derivatives House of the Year, Hedge Fund Derivatives House of the Year e Interest Rate Derivatives House of the Year pela Risk Awards 2012.
Em 2011 o Banco foi eleito Best Global Bank pela Euromoney, Bond House of the Year pela IFR e Derivatives House of the Year pela Risk Magazine. Foi também considerado Banco de Investimento Mais Inovador do Ano pela revista The Banker e Melhor Fornecedor de Análises de Research para Mercados Emergentes e Mercado de Emissão de Bonds, pela revista Institutional Investor. Por sua atuação na América Latina, o Deutsche Bank foi eleito Best Debt House Latin America, Best Risk Advisor Latin America, Best EM Credit Trading – Latam Issuers, Best for Bonds in Euros e Best Arranger of Hybrid Bonds pela Euromoney. No Brasil o foi eleito, pelo segundo ano consecutivo, o melhor prestador de serviços de custódia para investidores domésticos segundo a pesquisa Agent Banks Survey in Emerging Markets 2011, da revista Global Custodian.

Em 2010 recebeu os prêmios de Best Investment Global Bank pela Euromoney Magazine e Bank of the Year pela revista IFR. Ainda pela Euromoney, conquistou duas categorias relevantes na América Latina em 2010 – Best Risk Management House e Best FX House; e pela IFR foi premiado como Latin America Bond House. No mesmo ano foi reconhecido como Domestic Top Rated no Brasil, pela Emerging Markets Survey.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Empresa Porsche a Marca Alemã que marcou muito em filmes e celebridades.


Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, geralmente abreviado para PORSCHE AG, ou somente PORSCHE, é uma das principais marcas de automóveis esportivos do Mundo, criada e sediada na Alemanha.
A marca alemã Porsche foi fundada em 1931 por Ferdinand Porsche e o seu filho Ferry Porsche. Ferdinand Porsche já era conhecido antes de fundar a Porsche, ele havia trabalhado para outras marcas, tais como a Volkswagen. Havia também lançado em 1900 o primeiro automóvel híbrido.
Em 1934 Ferdinand Porsche, depois de lhe ser solicitada a criação de um automóvel acessível a todos os alemães, criou o Volkswagen Carocha. O Carocha serviu de base mecânica ao Type 64 criado em 1939 e ao Porsche 356 produzido em 1948, sendo este o primeiro Porsche a ser produzido. O Porsche 356 recorria em grande parte às peças utilizadas no Volkswagen Carocha, tais como motorização traseira com refrigeração a ar. Mais tarde o 356 viria a ser totalmente construído a partir de peças Porsche.
A utilização de um motor com refrigeração a ar e localização traseira foi desde o início, a principal característica da Porsche. Em 1951 Ferdinand Porsche morre devido a complicações de um enfarte, nesse mesmo ano a Porsche vence a classe nas 24h de Le Mans com o Porsche 356 SL, conseguindo assim notoriedade internacional.
Em 1953 a Porsche lança o 550 Spyder, modelo responsável por um grande número de vitórias na competição automóvel. Este modelo tinha como principal característica, possuir quatro árvores de cames ao invés de uma central.
Em 1964 é lançado o ícone da Porsche, o Porsche 911. Este modelo foi lançado inicialmente com o nome de 901, mas devido aos direitos comerciais adquiridos pela Peugeot, teve que alterar o nome. O Porsche 911 possuía um motor de 6 cilindros com localização traseira. Este modelo causou problemas internos na Porsche, pois as linhas da autoria de Ferry Porsche não agradavam a todos.
Em 1966 entra em produção o Porsche 911 Targa, aquele que foi considerado o cabriolet seguro, devido ao seu tecto rebatível em vidro.
Em 1969 é lançado o VW-Porsche 914, um desportivo de motorização média feito em coligação com a Volkswagen.
Em 1972 devido à falta de apoio dos restantes membros da direcção, Ferry Porsche e a sua irmã Louise Piëch decidem passar a Porsche para empresa pública. Para isso entregaram a direcção da empresa a pessoas fora do círculo familiar, mantendo-se os membros da família a supervisionar.
Em 1974 é lançado o potente Porsche 911 Turbo e até aos inícios dos anos 80 são lançados os modelos 924, 928 e 944. Os novos modelos foram os primeiros automóveis da Porsche a possuir motor com localização frontal.
Em 1988 é lançado o Porsche 911 Carrera 4, com tracção integral.
Em 1991 a Porsche passa a introduzir de série na produção, airbag frontal para o condutor e passageiro.
Em 1992 quando se pensava que a Porsche estava pronta a ser comprada por um grande grupo, chega à presidência da Porsche o Dr. Wendelin Wiedeking. A Porsche passa então a aumentar as suas receitas financeiras.
Em 1995 a Porsche lança o EBD II, um sistema de controlo de emissões de dióxido de carbono. Este modelo foi incorporado no Porsche 911 Turbo, passando a ser o automóvel de produção com o nível mais baixo de emissões de CO2. Nesse mesmo ano é lançado o 911 GT2, até então o Porsche mais potente construído para estrada, sendo este modelo criado com edição limitada.
Em 1996 é lançado o Porsche Boxster, um roadster derivado da versão conversível do Fusca produzida no México, com motorização média.
Em 1997 é lançada a nova geração do 911 Carrera, não muito diferente das outras gerações. Este modelo passa a incorporar o primeiro motor produzido pela Porsche com refrigeração a água, até então a Porsche utilizava a refrigeração a ar, que fora os Porsche só era utilizada pela Kombi, uma herança do motor baseado no Fusca, que era utilizado desde os primeiros Porsche construídos.
Em 1998 Ferry Porsche morre com a idade de 88 anos.
Em 1999 são lançados o Porsche 911 GT3 e o Boxster S. Nesse mesmo ano a Porsche apresenta os discos de travão cerâmicos. Eles são introduzidos de série na nova geração do Porsche 911 GT2 construído em 2001.
Recentemente, o Grupo Volkswagen tornou-se o principal acionista da Porsche e a Porsche o maior acionista do Grupo Volkswagen. Isso causou uma grande revolução na Porsche que passou a compartilhar muitas peças com modelos Volkswagen para reduzir custos, Porsche Cayenne e VW Touareg compartilham câmbio, plataforma, algumas opções de motorização e até mesmo o design de ambas são muito semelhante

A empresa mais popular conhecida no mundo a Alemã Volkswagen


 É uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha.
O Grupo Volkswagen, além da marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Ducati, Lamborghini, Seat, Porsche,Skoda, MAN e Volkswagen Caminhões e Scania.
A origem da empresa remonta à década de 1930, na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no Brasil como "Fusca", em Portugal como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O termo "Volkswagen" foi cunhado por volta de 1924 pelo engenheiro alemão-judeu Josef Ganz, que lutava para modernizar a indústria automobilística alemã, publicando suas idéias de introduzir suspensões independentes com semieixos oscilantes, baixo centro de gravidade e chassi com tubo central num automóvel popular que custasse o mesmo que uma motocicleta. Em 1933, Adolf Hitler visita o Salão Internacional do Automóvel de Berlim e vê no Volkswagen, uma forma eficiente de propaganda nazista, e passa a defender a ideia de carro do povo como se fosse sua. Josef Ganz e Edmund Rumpler foram cogitados para dirigir o projeto, mas logo foram descartados por serem judeus. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand Porsche (1875-1952), apesar de grande parte de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka para a empresa Tatra.
Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira, similar ao Tatra. Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.
A nova fábrica - implantada numa cidade que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como consequência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo anfíbio Schwimmwagen e o Kommandeurwagen.
A empresa deve a sua existência no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos: o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.

O carro e a cidade mudaram seus nomes da época da Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes". Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger, modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge Polara" - para a Volkswagen.
Após 1948, a Volkswagen se tornou um importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua morte em 1968.
A produção do "tipo 1", nome oficial do "Carocha" ou "Fusca", cresceu enormemente ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.
Durante a década de 1960 e o início dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos, suas exportações para os EUA, sua publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo "T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de unidades.
A Volkswagen expandiu sua linha de produtos em 1967 com a introdução de vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco, transmissão automática e injeção de combustível.
A Volkswagen (VW) enfrentou sérios problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e "tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu "tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de Volkswagens: Polo, Golf e Passat.
A produção do Käfer na fábrica de Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho, com suas linhas retas desenhadas pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972—o Golf tinha um motor refrigerado a água montado transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer (Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da produção foi deslocado para o Brasil e o México.

Desde a introdução do Golf, a Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho, foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o chamado New Beetle, um carro com plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e o SUV Touareg.
Em 30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em todo o mundo.
Hoje, a Volkswagen é parte do Volkswagen AG (Volkswagen Aktiengesellschaft), que inclui as marcas:
  • Audi -- antiga Auto Union/DKW—comprada da Daimler-Benz em 1964-1966.
  • NSU Motorenwerke AG -- comprada em 1969 pela divisão Audi. A marca não é mais usada desde 1977.
  • SEAT -- marca espanhola adquirida em 1987.
  • Škoda -- adquirida em 1991.
  • Bentley -- adquirida em 1998 da empresa inglesa Vickers, junto com a marca Rolls-Royce.
  • Bugatti -- adquirida em 1998.
  • Lamborghini -- adquirida em 1998 pela divisão Audi.
  • MAN SE -- Tornou-se sócia marjoritária em 2008 com 55,9% das ações
  • Scania AG—adquirida em 2008.
  • Italdesign Giugiaro S.p.A -- adquirida em 2010.
  • Ducati Motor Holding -- adquirida em 2012 pela divisão Audi
De julho de 1998 até dezembro de 2002 a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar automóveis com a marca Rolls-Royce. Possui 19,9% das ações da Suzuki Motor Corporation desde 2009.

Empresa Siemens AG


Siemens AG (Siemens Aktiengesellschaft (NYSE SI)é um conglomerado alemão de engenharia, sendo o maior da Europa. Seus principais escritórios estão localizados em Berlim, Munique e Erlangen, na Alemanha. A empresa possui três áreas de negócios principais: Indústria, Energia e Medicina; com um total de 15 divisões.
Mundialmente, a Siemens e suas subsidiárias empregam mais de 420.000 pessoas em 190 países e faturou 76 bilhões de euros no ano fiscal de 2009]. A Siemens AG está listada na Bolsa de Frankfurt, estando também listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque desde 12 de março e de 2001
Atuava originalmente fabricando equipamento de telecomunicações e atualmente está também nas áreas de material elétrico, infra-estrutura do setor energético (elétrico e nuclear), transporte público (na construção de trens e metrôs), equipamento hospitalar, painéis solares, autopeças (Siemens VDO) e computadores (Fujitsu-Siemens). No passado, a empresa teve filiais para a montagem de carros (Siemens Protos) e componentes eletroeletrônicos (Icotron, entre outras). A primeira encerrou suas atividades e a segunda se tornou uma empresa independente, a Epcos. A Siemens também participa de várias joint ventures , principalmente na área de geração de energia. O grupo controla ainda várias outras empresas que não levam o nome Siemens, como a fabricante de lâmpadas Osram e a fabricante de turbinas Demag Delaval.
Seus produtos mais conhecidos do grande público são seus personal computers, telefones fixos e móveis (celulares).


Em 1847 os engenheiros alemães Werner von Siemens e Johann Georg Halske fundaram a Telegraphen-Bauanstalt Siemens & Halske para instalar linhas telegráficas e fabricar o produto que desenvolveram no ano anterior, o telégrafo de ponteiro. Diferente do telégrafo comum que exigia conhecimento do código morse para ser usado, o telégrafo de Siemens e Halske tinha uma tecla distinta para cada letra, podendo ser operado por qualquer adulto alfabetizado.
O primeiro contrato para a instalação de uma linha foi firmado com o governo da Prússia, para ligar as cidades de Frankfurt e Berlim, em 1848. Para que parte da linha pudesse ser subterrânea, Siemens criou a prensa de guta-percha, máquina que revestia os fios com material isolante. Antes disso, as linhas telegráficas eram todas suspensas.
A empresa correu risco de falir quando o governo prussiano cancelou todos os seus contratos, mas, numa nova virada, o governo russo contratou a companhia para a instalação de uma enorme linha, com mais de dez mil quilômetros, ligando a Finlândia com a região da Criméia. Este e outros contratos permitiram a expansão da empresa durante a década de 1850. Werner e seu irmão, Wihelm, instalaram na Inglaterra a Siemens Brothers, fábrica destinada a produção de cabos. Mandaram construir um barco no país, o Faraday, utilizado na instalação de cabos telegráficos submarinos.
Em 1870 a Siemens & Halske completou seu trabalho mais famoso: a Linha Telegráfica Indo-Européia, ligando as cidades de Londres a Calcutá, no leste da Índia. A essa altura, a empresa já estava bem estabelecida, com várias representações em países estrangeiros. Em 1879, com a transferência da sede de Berlim para Viena, começou uma nova fase de diversificação de objetivos. No mesmo ano, Siemens inventou o gerador elétrico a apresentou a primeira ferrovia elétrica. Em 1881, instalou a primeira rede de iluminação elétrica de rua da Europa e a primeira linha de bondes do mundo. No fim do século XIX foi criada a Siemens-Shuckertwerke dedicada à área de engenharia elétrica.
Em [1908], com Werner von Siemens já falecido, a Siemens-Schuckertwerke incorporou a Protos, fabricante de carros alemã. Os modelos da Protos já eram bastante requisitados pela elite européia, mas a Siemens decidiu diversificar projetando carros de corrida. No mesmo ano da compra, um modelo de corrida da Protos venceu a Corrida Automobilística Nova York-Paris. A fabricação de carros foi encerrada na década de 1920, com a Siemens se concentrando cada vez na produção de material elétrico e eletrodomésticos (muidos dos quais lançados sob a marca Protos).
Durante a Primeira Guerra Mundial a Protos praticamente abandonou a produção de carros de passeio, concentrando-se na construção de veículos para o exército alemão. Nessa fase fabricou caminhões de carga, caminhões-geradores e ambulâncias. Apesar destes contratos com o governo, a primeira Grande Guerra foi uma época de crise para todas as empresas do grupo Siemens. Os empreendimentos mais prejudicados foram os fortemente dependentes de importações, como os serviços de instalação elétrica industrial e construção de ferrovias. O fim da guerra iniciou um curto período de recuperação. Em 1919 Carl Friedrich von Siemens, filho mais novo de Werner, assumiu o comando da empresa. O novo ciclo de crescimento foi interrompido pela Quebra da Bolsa de 1929.
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial novamente as importações foram prejudicadas, e a produção regional tornou-se iminentemente necessária. Para manter os estoques, a Siemens montou várias oficinas de manufatura utilizando mão-de-obra escrava judia, voltadas para seu próprio consumo. A Siemens passou a produzir eletrodos, disjuntores e transformadores em lugares onde antes apenas os instalava.
A partir da década de [1950], o gerenciamento das companhias começou a ser centralizado. Antes disso, as três principais empresas do grupo – Siemens & Halske, Siemens Shuckertwerke e Siemens-Reiniger-Werke – eram administradas separadamente.
No ano de 2009 a empresa consolidou-se como a maior fabricante de centrais PABX de pequeno e médio porte do Brasil, com participação de 35% neste mercado.

Empresa Montblanc uma empresa Alemã do Luxo



Fundado pelo Claus-Johannes Voss papelaria, o banqueiro Alfred Nehemias eo engenheiro agosto Eberstein em 1908, a empresa começou como a empresa Filler Pen Simplo produzir até mercado de canetas no distrito Schanzen de Hamburgo. Seu primeiro modelo foi o Rouge et Noir em 1909, seguido em 1910 pela pena que foi tarde para dar o nome à empresa nova, Montblanc. O nome Meisterstück (Inglês: "Masterpiece", o nome usado para a exportação) foi usado pela primeira vez em 1924, para as linhas de topo de canetas-tinteiro. Hoje, a marca Montblanc é de outros bens, além de canetas, incluindo relógios, jóias, perfumes, artigos de couro e óculos.

 A empresa foi adquirida pela Dunhill, em 1977, após o que as canetas de preço mais baixo foram retiradas ea marca foi usado em uma ampla gama de produtos de luxo que não canetas.


Hoje Montblanc faz parte do grupo Richemont. Suas empresas irmãs incluem marcas de luxo Cartier, Van Cleef & Arpels, Chloé e, Baume et Mercier. Montblanc é de propriedade, através de Richemont, pela família do Sul Rupert Africano.


A marca identificada com Montblanc é a estrela branca de seis pontas estilizado com bordas arredondadas, representante do Mont Blanc snowcap de cima, o símbolo a ser adoptada em 1913. O número "4810", altura da montanha em metros, é também um tema comumente recorrente.


http://www.montblanc.com


 
 

Empresa Karsten dedicação e incentivo.


A história dos alemães Karsten no Brasil começou em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em 1860, para onde Johann Friedrich Christian Karsten e família (mulher e seis filhos) foram para cuidar de uma fazenda de café. Um ano depois, eles já estavam instalados em Testo Solto, localidade a 20 quilômetros do centro de Blumenau. Em território catarinense, só ingressaram no ramo que consagrou a marca Karsten por volta de 1880 quando o primogênito Johann Karsten decidiu abrir uma tecelagem. Com teares comprados na Alemanha, a empresa estimulou outros colonos a investirem na plantação de algodão. Por causa das condições climáticas, a iniciativa acabou não prosperando. A saída para os Karsten foi importar matéria-prima da Europa, mas com a I Guerra Mundial, a empresa sofreu uma nova retração, superada a partir de 1916 quando um novo ciclo se inicia sob o comando dos filhos de Johann, Christian e João. A nova fase inclui a produção de toalhas de mesa, que por um bom tempo foi o principal produto Karsten. Em 1941, com o nome de Companhia Têxtil Karsten e somente com João no comando, a empresa dá um salto com a compra de novos equipamentos e o início da produção de felpudos, além da valorização da letra "K" como logomarca. Após mais uma mudança na razão social, desta vez para Karsten S.A., a empresa alcança o patamar de uma das maiores empresas no segmento de cama, mesa e banho. Atualmente, a gestão da empresa está nas mãos de executivos e representantes da família mantém cadeira no conselho de administração.

http://www.karsten.com.br