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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Estudo universitário na Alemanha / Bolsas de Estudo - Conselho individual



1.) c/o Instituto Goethe São Paulo
Rua Lisboa, 974, Pinheiros
05413-001 – São Paulo – SP – Brasil
Tel.:  (+55 11) 3061-5331 e 5189-8303
e-mail: daad_sao_paulo @ daad.org.br
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2.) c/o DWIH (Centro Alemão de Ciência e Inovaçao) São Paulo
Rua Verbo Divino, 1488, bloco D, térreo,
Chácara Santo Antonio, CEP 04719-904
Tel. (+55 11)5189-8304
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3.) Escritório Regional Rio de Janeiro
Rua Presidente Carlos de Camos, 417,
CEP 22231-080 Rio de Janeiro - RJ
Tel. (+55 21) 2553 3296, Fax: 2553 9261
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Olimpíada Internacional da Língua Alemã


Os melhores alunos de alemão de todo o mundo encontrar-se-ão em Frankfurt para a Olimpíada Internacional da Língua Alemã (IDO).
Na República Tcheca, 15.000 alunos participaram do concurso nacional. Kateřina Martincová e Jelizveta Laškevičová foram as vencedoras. Agora, as duas representarão seu país na Olimpíada Internacional de Alemão (IDO) de 2014, em Frankfurt – da mesma forma que outros 100 alunos de alemão de 50 países. Jovens do Irã, da Nova Zelândia, do Tadjiquistão, de todas as partes do mundo partem em direção à Alemanha.
Por quase duas semanas, eles estarão juntos na metrópole do Main a fim de verificar quais serão os não só os melhores alunos de alemão em todo o mundo, mas também para se conhecerem e conhecer o país. O concurso, organizado pela Federação Internacional dos Professores de Alemão (IDV) e pelo Instituto Goethe, é, antes de tudo, uma grande festa da língua alemã e do intercâmbio cultural. O nome do evento foi escolhido a dedo:  aqui vale o mesmo ideal olímpico de encontro, lealdade e respeito mútuo.
Isso se reflete no concurso. A Olimpíada Internacional não é nenhum teste gigantesco de vocabulário e de gramática. Trata-se antes de constatar o quão aptos estão os participantes do ponto de vista intercultural e se podem trabalhar com equipes internacionais. Um júri composto de membros de todo o mundo avalia os desempenhos dos candidatos de 13 a 19 anos de idade, que concorrem com outros alunos do seu mesmo nível de conhecimento do idioma.
Após 2012, Frankfurt é pela segunda vez a anfitriã da Olimpíada de Alemão, que é promovida a cada dois anos. Na cidade cosmopolita, os participantes ficam conhecendo Frankfurt como centro internacional e também como centro de uma região marcada pela História e por estórias. Mas podem, antes de tudo, colher finalmente os frutos do seu longo aprendizado de alemão – e conversar com as pessoas que encontram.
A Olimpíada Internacional de Alemão acontece de 3 a 16 de agosto, em Frankfurt am Main.
Mais informações disponíveis nos sites:

terça-feira, 7 de maio de 2013

O que significa na Alemanha ser uma universidade de excelência?


As universidade alemãs de excelência talvez não possam ser comparadas a estabelecimentos como Harvard, Yale ou Stanford. Porém, em algumas disciplinas, elas têm renome internacional.
Em 2006, o governo e os 16 estados alemães criaram uma competição para melhorar a pesquisa de ponta no país. Nessa "iniciativa de excelência" são escolhidas as melhores universidades e instituições de pesquisa. Os vencedores recebem apoio financeiro do governo.
O motivo dessa seleção: permitir às universidades alemãs que continuem competindo em nível internacional. Em 2006, nove universidades foram consideradas universidades de excelência. Desde 2012, há na Alemanha 11 delas, chamadas no país "Elite-Unis".
As três bases da universidade de excelência
Para cada edital, as pouco mais de 100 universidades da Alemanha podem se inscrever em três categorias. A primeira dessas categorias distingue as universidades por seus programas de pós-graduação. Esses cursos formam a nova geração de cientistas e realizam pesquisas em áreas temáticas relevantes para a sociedade.
A segunda categoria engloba os chamados "cluster de excelência", nos quais as universidades podem se destacar com o trabalho interdisciplinar de seus centros de pesquisas de ponta.
Por último, as universidades precisam convencer com seus "conceitos futuros". Nesse campo, elas apresentam planos concretos para chegar ao grupo da elite internacional. Todas as universidades escolhidas costumam priorizar em seus conceitos futuros políticas para as mulheres, integração e pesquisa interdisciplinar.
Somente quem convence o júri com seus conceitos futuros, pode se chamar universidade de excelência. Universidades que não possuem esse título podem, mesmo assim, receber apoio financeiro por cada uma das categorias.
Uma vez excelência, não significa excelência para sempre
No passado, costumava-se criticar o fato de que com as iniciativas de excelência era investido muito dinheiro em pesquisa e muito pouco sobrava para o ensino. Por isso, muitas universidades focaram seus conceitos futuros não somente em pesquisa, mas também em estudantes e funcionários.
Melhorias na organização das questões burocráticas e no fluxo de informações, horários mais adequados de abertura da biblioteca, a prestação de serviços e também gestão de qualidade passaram a receber mais atenção.
Em cada novo edital, as universidades precisam se inscrever novamente para participar do processo de seleção. A Universidade de Karlsruhe, a Universidade Técnica de Munique e a Universidade Ludwig Maximilian de Munique foram as grandes vencedoras da primeira edição, em 2006.
Em 2007, as universidades de Heidelberg, Freiburg, Constança, Göttingen, a Escola Superior (RWTH) de Aachen (apesar do nome, é considerada universidade) e a Universidade Livre de Berlim adquiriram também o título. Porém, em 2012, as universidades de Karlsruhe, Freiburg e Göttingen perderam a posição de excelência.
Em contrapartida, as universidades de Bremen, Colônia e Tübingen, além da Universidade Técnica de Dresden e da Universidade Humbolt de Berlim, conseguiram convencer o júri com seus conceitos futuros e podem contar até 2017 com esse financiamento adicional.
Autora: Gaby Reucher (cn)
Revisão: Roselaine Wandscheer

Educação nunca é tarde em Frankfurt tem universidade para idosos


Estudantes da terceira idade costumam frequentar aulas como ouvintes, mas em Frankfurt têm um espaço só para eles e, com oferta de cursos similar à das faculdades regulares, já são 3.500 alunos.
No auditório cheio, saltam aos olhos os muitos cabelos grisalhos, óculos nos rostos e uma ou outra careca. Nada surpreendente, já que os estudantes, nesse caso, têm todos mais de 60 anos. Enquanto o professor fala, eles não ficam cochicando uns com os outros ou digitando nos celulares. Pelo contrário. Concentrados, ouvem e fazem anotações sobre o tema da aula –a história do surgimento da filosofia ocidental.
Hartmut Bratz frequenta regularmente, há mais de dez anos, as aulas da Universidade de Frankfurt para a Terceira Idade (U3L). "Interesso-me, desde que me aposentei, por aulas expositivas, principalmente sobre literatura e Antiguidade", diz o advogado de 74 anos, ex-funcionário de um banco.
Quando ainda exercia a profissão, Bratz tinha pouco tempo para as artes. O mesmo acontece com outros colegas deles. Quando mais velhos, eles conseguem, enfim, se dedicar a assuntos que sempre lhes interessaram, mas para os quais tinham pouco ou nenhum tempo antes.

Departamento próprio


Na Alemanha, não há, porém, um modelo unificado de graduação para idosos. O termo "estudo na terceira idade" cobre diversos tipos de atividades acadêmicas voltadas para os mais velhos nas universidades do país. Normalmente, os estudantes da terceira idade costumam frequentar aulas como ouvintes, ao lado dos jovens.
Para ser ouvinte de uma universidade alemã, é preciso pagar uma taxa de aproximadamente 100 euros por semestre, o que inclui a permissão para frequentar diversas aulas expositivas. Não é necessário nem ao menos provar a conclusão da vertente do ensino alemã que habilita o ingresso numa universidade, pois normalmente o ouvinte não é submetido a qualquer tipo de avaliação.
A ideia de estudos universitários voltados para os mais velhos surgiu na Alemanha há cerca de 30 anos, diz Silvia Dabo-Cruz, diretora da Universidade de Frankfurt para a Terceira Idade.
"Naquela época, existiu um movimento rumo à abertura das universidades para adultos em idade mais avançada. E nós fomos uma das primeiras universidades a participar", afirma.
Mas a Universidade Johann Wolfgang Goethe, de Frankfurt, oferece as graduações para idosos de maneira distinta de outras escolas superiores na Alemanha, pois ali os estudantes idosos dispõem de um departamento próprio.

A U3L é organizada como uma associação, quase como uma universidade dentro da universidade. Os professores de outros departamentos dão ali suas palestras, e as ofertas são tão diversas quanto o leque de cadeiras da universidade regular.
Variedade
Num semestre, há até 120 eventos voltados para a terceira idade, que vão desde temas ligados à arqueologia, passando por anatomia clínica, até história da ciência. As aulas só podem ser frequentadas por idosos, cujas atividades são completamente separadas das dos jovens.
Isso não funcionou, contudo, desde o início. No princípio, a Universidade de Frankfurt havia criado uma forma mista: os idosos podiam frequentar as aulas regulares dos diversos departamentos, embora já pudessem recorrer a determinadas atividades voltadas apenas para eles.
Mas a partir de 2005 foi introduzida na Universidade de Frankfurt essa especificidade, através da qual os idosos só podem frequentar aulas voltadas para eles. A direção da universidade quis dividir seus frequentadores entre grupos de jovens e idosos, a fim de controlar a grande demanda. Hoje em dia, há na Universidade de Frankfurt um total de 3.500 estudantes da terceira idade.
Críticas
A diretora Silvia Dabo-Cruz não vê, contudo, apenas aspectos positivos nessa segregação. Segundo ela, muitos professores reclamaram do fato de os mais velhos terem deixado de frequentar as aulas ao lado dos jovens.
"Quando uma pessoa mais velha, que morou anos na África, por exemplo, frequenta aulas de Filologia Africana, sua presença só traz benefícios", analisa.

Uma crítica frequente às graduações de idosos é que eles poderiam estar tirando lugares nas universidades dos jovens. Entre os estudantes regulares da Universidade de Frankfurt, as opiniões se dividem, mas há os que acreditam nas vantagens da companhia dos idosos.
"Para nós, estudantes, a troca com os mais velhos pode ser interessante, pois eles têm mais experiência de vida e podem abrir perspectivas para nós", diz uma estudante de Filologia Germânica.
Por outro lado, não é todo estudante da terceira idade que quer se misturar com a população jovem de um campus. Muitos deles preferem ficar entre si, como é o caso de Brigitte Remi, de 67 anos: "Acho agradável frequentar a U3L, porque não fico com a impressão de estar tirando lugar dos jovens. Aqui me sinto realmente bem".

Autora: Bianca von der Au (sv)
Revisão: Rafael Plaisant Roldão

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Programas de Bolsas de Estudo: Uma Chance para Jovens Talentos Alemanha


Diversos programas de bolsas, financiados pelo Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros, são um instrumento importante da sua política científica externa. Esses programas oferecem a futuros cientistas de alto nível do exterior a possibilidade de realizar visitas de estudo e de pesquisa à Alemanha, lançando as bases para parcerias científicas com jovens talentos do mundo inteiro. Jun Zhu, jurista chinês e doutorando em Göttingen, é um deles. Como outros jovens acadêmicos altamente qualificados do exterior ele beneficia do apoio do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD).
  O único critério que conta para o DAAD no caso de todos os candidatos bolsistas é a qualidade. O jurista chinês, nascido em 1982, reúne as condições ideais – notas excelentes, curso de bachelor em germanística, duplo mestrado do Instituto Sino-Alemão de Ciências Jurídicas em Nanjing e muita paixão pelo Direito. Desde outono de 2008 está escrevendo sua tese de doutorado no Instituto de Direito do Trabalho da Universidade de Göttingen sob orientação do professor catedrático Rüdiger Krause. Jun Zhu considera o direito do trabalho como particularmente envolvente por ser em grande medida campo de pesquisa inexplorado na China.

No ano de 2009, cerca de 4000 estrangeiros titulares de bolsas anuais como Jun Zhu, selecionados pelo DAAD, deram na Alemanha continuação aos seus estudos ou escreveram a sua tese de doutorado aqui. Além disso, a maior organização de bolsas a nível mundial oferece ainda um grande número de outros programas de fomento. A maior parte dos bolsistas é proveniente da Europa Central e Oriental, América Latina e Ásia, sendo na sua grande maioria doutorandos em matemática ou ciências naturais, bem como linguística e ciência da cultura. O número de bolsas para cursos de master e mestrado aumenta todavia cada vez mais. Os programas de bolsas são financiados pelo Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros, que considera a ciência como forte elo de ligação entre a Alemanha e seus parceiros no mundo. No ano de 2010, o Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros concederá apoio à ciência, à pesquisa e ao desenvolvimento, no valor de 230 milhões de euros, no âmbito de sua política cultural e educacional externa. A iniciativa de política científica externa, lançada em 2009, aporta uma contribuição considerável para o programa de bolsas já existente. Assim, o Ministério Federal dos Negócios Estrangeiras disponibiliza um montante total de cerca de 140 milhões de euros para estudantes e cientistas convidados, sob a forma de subsídios, sendo a maior parte das bolsas concedida por intermédio do DAAD. A iniciativa visa, além disso, o apoio específico de pessoas altamente qualificadas oriundas de regiões de conflito. A Fundação Alexander von Humboldt, as fundações políticas e o Instituto Arqueológico Alemão são igualmente parceiros importantes do programa.

Para Jun Zhu está decidido que vai continuar sua carreira na China: “O que mais quero é ficar na ciência e contribuir para a estruturação do direito do trabalho chinês”, diz ele. Isto corresponderia da melhor maneira às expectativas do DAAD: pois o sucesso da bolsa se mede pelo sucesso profissional da pessoa do bolsista. Ademais, é o conceito de rede que é importante, ou seja, a conexão entre jovens talentos da Alemanha e do mundo inteiro. Jun Zhu será certamente um bom parceiro nessa urdidura científica internacional que está em evolução permanente.

Texto: Janet Schayan/Societäts-Verlag

 A bolsa do DAAD inclui o pagamento de 650 euros por mês para estudantes, 750 euros para graduados e 1000 euros para bolsistas com atividades científicas de dois anos de duração. // 540 professores do ensino superior em cerca de 80 comissões de seleção a nível mundial selecionam os bolsistas com base em determinados critérios de qualidade. // São, no total, 33.000 estudantes e graduados estrangeiros por ano que beneficiam do fomento concedido pelo DAAD. // Em 2009, o montante destinado a bolsistas estrangeiros no orçamento do DAAD foi de 83 milhões de euros. // Desde 1950, 710.000 estrangeiros vieram à Alemanha no âmbito dos programas de fomento do DAAD.//

Requisitos para o curso superior para Alemanha


Para verificar o grau de equivalência entre o Direito de Acesso ao Ensino Superior (DAES) obtido em Brasil e seu correspondente alemão, o Hochschulzulassungsberechtigung, uni-assist oferece um pequeno teste. As informações sobre a admissão também podem ser obtidas no departamento de assuntos internacionais, Akademisches Auslandsamt, de cada universidade.
Que nível de alemão é preciso?
Via de regra, as universidades exigem para o ingresso num estudo regular (também de doutorado) o nível de proficiência testado pela prova DSH (Deutsche Sprachprüfung für den Hochschulzugang ausländischer Studienbewerber). Isentos da DSH são estudantes que apresentam certificados equivalentes.

sábado, 20 de outubro de 2012

EDUCAÇÃO Dez Anos de Universidade das Crianças na Alemanha


O que começou como uma experiência tornou-se agora um pequeno movimento. Hoje, muitas universidades oferecem como parte de Universidades para crianças em palestras.Uma idéia da Alemanha, o mundo faz escola.
Um momento atrás, foi relativamente calma nos corredores da Universidade de Hamburgo. Mas, de repente pisar centenas de pequenos pés pelos corredores. Através da tempestade grandes portas duplas de mil crianças na sala de aula, a maior sala de aula da Universidade de Hamburgo. Todo mundo quer pegar o melhor lugar. As primeiras linhas são preenchidas em poucos minutos. E as linhas restantes de cadeiras enchem rápido. Conversas animado e Gehampel, os meninos e meninas estão cheios de expectativa. Quando finalmente se apaga, eles fazem o seu entusiasmo com alto gritando e batendo palmas ar.
Assim, um professor de física recebeu Robi Banerjee, da Universidade de Hamburgo, de outra forma, quando ele entra na sala de aula.Uma vez por ano, a universidade nesta série de palestras gratuito para as crianças. Hoje, no catálogo de cursos para a 8 - a 12-year-old astrofísica. "Quando falamos de estrelas, vamos primeiro negócio com a questão do que uma estrela realmente é", Banerjee começa sua palestra.
"Acho que é estrela emocionante"
As meninas e meninos ouvi-lo fascinado. Além da carteira de estudante, a cada criança, mentir sobre a pequena mesa dobrável, cadernos e canetas. Muitas crianças escrevem com ansiosos o que o professor disse-lhes. "Então, eu me lembro, melhor", diz o Dana nove anos de idade, que se senta na primeira fila. Moritz e seu amigo também escrever tudo com exatidão. Estrelas de gás e poeira que causaram o sol quatro milhões de toneladas de material por queimadura de segundo, e que o combustível no sol para 10.000 bilhões de anos é suficiente. Moritz será ministrado emocionante, diz ele. E para as estrelas, ele estava interessado em qualquer maneira.
"A Universidade de Hamburgo fez estudos que interesse tópicos nesta faixa etária", diz Gaby Gahnström da equipe de organização, o conceito de Universidade das Crianças. A partir de cada uma das seis faculdades após um tema para um dos seis palestras for seleccionado. "Por Universidade das Crianças é um bom formato para se apresentar ao público positivo", Gahnström. Ela desejava acima de tudo para levar as crianças a impressão de que a universidade é algo emocionante e que eles entendem o que é ciência.
Nenhuma competição para a escola
No entanto, se a escola as crianças não competir, mas para gerar muito mais interesse e curiosidade tranquila - que era o objetivo dos fundadores da Universidade das primeiras crianças na Alemanha."Nunca tive o choque Pisa algo para fazer, mesmo que seja na mídia de novo e novamente postos em relação", diz Michael Seifert, porta-voz da Universidade de Tübingen. Há dez anos atrás abriu pela primeira vez as portas do auditório para os alunos pequenos. E de lá também foi a idéia de Universidade das Crianças a um movimento real. Muito mais do que 70 já estão disponíveis na Alemanha. No mundo, há mais de 200 universidades de crianças em mais de 20 países. Apenas uma universidade canadense pediu à Universidade de Hamburgo para cooperar.
Crianças animado sobre a universidade
No auditório principal, as crianças já se foram do Sol para o corpo celeste mais próximo. Robi Banerjee leva para sua área de especialização. No Observatório de Hamburgo, ele discute, inter alia, por meio de simulações de computador com a questão de como as estrelas. E é isso que ele quer explicar ouvintes jovens de hoje. Ele acha excitante para inspirar as crianças para a universidade. "Talvez até mesmo para astrofísica", disse Banerjee.
Em qualquer caso, ele quer algo que permanece pendurado conteúdo. Isso ele vigas fotografias do espaço exterior para a tela grande e às vezes até joga com as palavras estrangeiras ao redor.Mas as crianças parecem aspirar a tudo, literalmente, uma boa meia hora. Então, quando eles mesmos podem fazer perguntas, quase todos dedo rápido. Verena quer saber se a terra pode surgir de novo. Outra garota pergunta como estrelas brilham. E Lucas se pergunta se existem bactérias no universo também.
Nem todas as crianças podem se livrar de suas perguntas. E quando a aula depois vai para o final, eles não se apresse em torno de fora, mas para a frente para obter o professor para conseguir um autógrafo. Robi Banerjee pacientemente assinado cartões das crianças carteira de estudante e muitas outras perguntas respondidas aqui. Ele está encantado com as multidões. "É muito bom estar junto com pessoas tão curiosos. Meus alunos quase nunca fazer uma pergunta."


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

GERMAN U15: Universidades da Alemaha fundam associação conjunta

Com o objetivo de fazer melhor uso do potencial de diferentes tipos de instituições de ensino superior em benefício de uma melhor educação na Alemanha, 15 universidades alemãs decidiram-se unir-se e fundar a German U15. “Queremos melhorar as condições para o exercício da ciência, da pesquisa e do ensino e representar em conjunto futuramente os nossos interesses estratégicos”, explicou Bernhard Eitel, Diretor da Universidade de Heidelberg e Presidente da nova associação.

A German U15 é formada pela Universidades Livre e Humboldt de Berlim, as Universidades de Bonn, Colônia e Münster na Renânia do Norte-Vestfália, Hesse, em Frankfurt, Freiburg, Heidelberg e Tübingen, em Baden-Württemberg, Göttingen, na Baixa Saxônia, Hamburgo, Leipzig, na Saxônia, Mainz no Estado da Renânia do Palatina, e Univesidades de Würzburg e  Ludwig-Maximilian de Munique, na Baviera

domingo, 14 de outubro de 2012

CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS: Universidades da Alemanha já receberam 972 inscrições de estudantes interessados


A Alemanha já recebeu 972 candidaturas de estudantes interessados em realizar graduação-sanduíche em uma instituição alemã por meio do programa Ciência sem Fronteiras. Das 818 bolsas concedidas até o momento, 654 já estão ativas, ou seja, os estudantes já desfrutam de uma temporada no país. Clique no link abaixo e conheça um pouco dos universitários, cursos e universidades escolhidas:

Brasilieros na Alemanha pelo Ciência sem Fronteiras

Entre os dias 22 e 26 de outubro e no começo de novembro, o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico - realizará nova série de palestras sobre o programa na região Sul, Nordeste e Norte. As datas e locais  já podem ser consultadas no site do DAAD:

http://www.daad.org.br/pt/18306/index.html

A próxima chamada para graduação-sanduíche está prevista para novembro deste ano.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Hospital da Alemanha abre intercâmbio para médicos do Piauí


O maior e mais moderno hospital de referência em traumas e reabilitação da Alemanha vai receber médicos e estudantes de medicina do Piauí. A ideia é promover um intercâmbio que garanta a troca de experiências entre Alemanha e Piauí. O compromisso foi firmado depois de uma série de visitas realizadas na semana passada pela delegação do Hospital de Traumas de Berlim, o UKB.

Em passagem pela capital, os membros da delegação visitaram o Hospital de Urgências de Teresina (HUT) e o Hospital Getúlio Vargas (HGV). A visita foi intermediada pelo assessor de Relações Internacionais do Governo do Piauí, Uwe Weibrecht. Uwe também é presidente da ONG ProBrasil, que em 2009 firmou uma parceria com o HGV, garantindo a aquisição de equipamentos para a clínica dermatológica do Hospital, num investimento de quase R$ 131 mil.

De 2009 a 2011 essa parceria permitiu o atendimento de mais de 17 mil pacientes. No mesmo período foram realizadas 2.631 cirurgias. Em visita ao HGV, na última sexta-feira, dia 5, a comitiva alemã se reuniu com o secretário de Saúde, Ernani Maia e, dentre outros, com o diretor do hospital, Carlos Iglezias. Na ocasião o diretor-chefe do UKB, o médico Axel Ekkernkamp, ressaltou as estratégias adotadas no país para garantir assistência às vítimas dos acidentes de trânsito e reduzir as mortes.

Segundo ele, a dedicação ao paciente no pós trauma é um dos diferenciais. Axel também falou do seguro obrigatório contra acidentes da Alemanha, que hoje possui 72 milhões de contribuintes, atingindo 90% da população alemã. A companhia de seguros mantem uma rede de hospitais especializada em traumas e acidentes. O UKB está presente nessa rede e é hospital modelo de formação acadêmica. Metade dos ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina da Alemanha passaram pela instituição

O hospital tem 550 leitos, 250 médicos e atende 45 mil pacientes na urgência. Dentro da proposta de intercâmbio científico, o diretor do UKB sinalizou também a intenção de enviar um dos médicos da sua equipe para trabalhar no Piauí e, se for necessário, ajudar a reduzir a fila de pacientes que aguardam hoje por uma cirurgia no HGV.

MORTES NO TRÂNSITO – Somente no Piauí, o número de vítimas fatais de acidentes no trânsito subiu de 3.461, no ano de 2006, para 6.121 no ano de 2010. Com as ações desenvolvidas na Alemanha – onde há 86 milhões de habitantes – foi possível reduzir para 3.900 o número de mortes por ano.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

EDUCAÇÃO Baviera frente a escola primária


A primeira comparação primária baseada na escola nacional de novos padrões educacionais está disponível. Conclusão: Na Baviera, e no leste, as crianças aprendem melhor. A Conferência Permanente apresentou o relatório em Berlim.
Em todas as três disciplinas testados - matemática, leitura e escuta - alunos do ensino fundamental de escolas da Baviera estão na frente: você pode ler e fazer contas na melhor das hipóteses, e compreender textos. Logo atrás estão os estudantes da Alemanha Oriental. Em seguida, no ranking de energia segue um meio amplo. Problemas significativos têm os estados da cidade de Berlim, Bremen e Hamburgo.
O balanço foi "total gratificante", disse o presidente da Conferência Permanente (KMK), o senador de Hamburgo para Escolas Rabe gravata. No entanto continua a ser "muito a fazer". Ele alertou, "especialmente as crianças de famílias" precisam ser melhor promovida. A investigação também descobriu que as crianças de famílias de imigrantes nos seus serviços estão em atraso.
A pesquisa educacional sem sentido?
A União para a Educação e Ciência (GEW) introduziu a comparação estados-escola totalmente nova.Tais estudos erbrächten obter os mesmos resultados, resumiu o vice-presidente PRO Marianne Demmer. Não faz sentido que seja, não se compara a completar estados, mas econômica e sócio-cultural similares regiões em conjunto.
Os resultados do estudo são os seguintes:
Ao ler chumbo Baviera, Saxónia, Saxónia-Anhalt e Turíngia no ranking, com muito mais do que a média de 500 pontos. O retardatários Hamburgo, Bremen e Berlim estão claramente abaixo da média nacional. As distâncias em alguns casos mais de 60 pontos - o progresso de aprendizagem de um ano.
Em matemática formar Baviera, Saxónia, Saxónia-Anhalt e Baden-Wuerttemberg, o grupo da frente. No fim do ranking estão aqui Hamburgo, Bremen e Berlim. No entanto, os estados de superfície de Brandenburg, Schleswig-Holstein e Hesse estão abaixo da média nacional.
Também foi testado em quão bem os alunos podem se beneficiar das informações ouvidas. Apenas Bayern alcançado aqui níveis que eram bem acima da média.
Novos padrões de educação
Para esta escola puramente doméstica primeira primária em relação as regiões próprio instituto para o Progresso Educacional (IQR) da Universidade Humboldt em Berlim no ano passado, examinou mais de 30.000 aluno do quarto em mais de 1.300 escolas primárias e especial. Ao contrário dos estudos internacionais da educação comparada, tais como o estudo PISA da Organização para Cooperação Econômica (OCDE), as tarefas de avaliação só nomeados pelos ministros da cultura dos novos padrões nacionais de educação foram desenvolvidos.
Essas normas educativas descrever o que um estudante deve ser capaz de, ao final de cada ano letivo.Aplicam-se a professores como objetivos educacionais e, assim, praticamente substituiu o antigo currículo.
O estudo confirmou descobertas anteriores, que esperam que os meninos melhor, ler melhor e as meninas, por outro lado pode escrever. Isto é particularmente notável com a grafia. Não são as meninas que os meninos uma média de 32 pontos à frente - o progresso de aprendizagem de meio ano.
gmf / as / sc (AP / Reuters)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Universidade de Munique ou LMU


O München Ludwig-Maximilians-Universität (curto Universidade de Munique ou LMU ) é uma universidade na Baviera capital do estado de Munique . Ela é de seu fundador Duque Luís IX. , eo rei Maximiliano I José nomeado. 
Na Universidade Ludwig-Maximilians de Munique, no semestre de inverno 2011/12 são mais de 49 mil alunos matriculados,  tornando-as numericamente a segunda maior universidade é a Alemanha. Cerca de 700 professores ensinam em 18 escolas . Com 150 programas de graduação oferecidos pela Universidade em Munique, uma vasta gama de assuntos, incluindo alguns de outra forma não oferecido em língua alemã assuntos.

O Ludwig-Maximilians-University é uma empresa pública com o direito de auto-governo . A Universidade é regida por um Conselho de Administração. Ele é apoiado pelo Conselho do Ensino Superior e da gestão universitária avançada. Outras comissões importantes são o Senado e os Comitês Centrais. Questões importantes dentro do indivíduo faculdades são decididos por conselhos da faculdade.


Faculdades 

A Universidade de Munique, está dividida em 18 faculdades divididas.  O funcionário numeração das faculdades e os números que faltam 06 e 14 resultantes da terceirização e consolidação de escolas no passado. A Pesquisa Florestal da Faculdade com o número 06 em 1999 na Universidade da Califórnia e da Faculdade incorporado 14 foi fundida com a Faculdade do 13 º 
01 Teologia Católica Faculdade
02 Teológica Protestante Faculdade
03 Lei Faculdade
04 Faculdade de Economia
05 Economia Faculdade
07 Médico Faculdade
08 Veterinária Faculdade
09 Faculdade de História e História da Arte
10 Faculdade de Filosofia , Filosofia da Ciência e Estudos Religiosos
11 Faculdade de Psicologia e Pedagogia
12 Faculdade de Ciências Humanas
13 Faculdade de Língua e Literatura
15 de Ciências Sociais da Faculdade
16 Faculdade de Matemática , Ciência da Computação e estatísticas
17 Faculdade de Física
18 Departamento de Química e Farmácia
19 Departamento de Biologia
20 Departamento de Ciências da Terra


Integrado instalações 

A Universidade de Munique tem numerosos centros de investigação e institutos . Uma pequena seleção dessas instalações está listado abaixo. 
Adolf Butenandt Instituto
Arnold Sommerfeld Centro para Física Teórica (ASC)
Centro de Tecnologia Digital e Gestão (CDTM)
Center for Protein Integrated Ciência Munique (CIPSM)
Centro de Nanociência (CeNS)
Centro de Pesquisa Aplicada Comum (PAC)
Centro de Informação e Processamento de Linguagem (CIS)
Gene Centro de Munique
Baviera Instituto de História
Lasky Centro de Estudos Transatlântico
Empreendedorismo LMU Center (LMU CE)
Munique Laboratório Experimental de Ciências Económico e Social (MELESSA)
Munique-Centro Avançado de Fotônica (MAP)
Nanosystems Iniciativa Munique
Rachel Carson Centro de Estudos Ambientais

Instituições independentes 

Os Ludwig-Maximilians-Universität colaborações com um número de membros independentes institutos e centros de pesquisa. A seguir, algumas dessas instituições estão listados abaixo.

Instituto Arqueológico Alemão
Fraunhofer-Gesellschaft
Helmholtz Zentrum München
Ifo Instituto de Pesquisa Econômica
Instituto de História Contemporânea (ICH)
Sociedade Max Planck (MPG)
Monumenta Historica (MGH)
Instituto Central de História da Arte (ZI)

Excellence Initiative 

Como parte da Iniciativa de Excelência em 2006 e 2007, a Universidade Ludwig-Maximilians, é financiado em 2011 para reforçar a investigação universitária. A Universidade, há 180 milhões de euros para a criação da Escola de Pós-Graduação em Neurociências sistêmica e os três pólos de excelência Centro de proteína Integrado Ciência Munique , Munique-Centro Avançado de Fotônica e Iniciativa Nanosystems Munique e para a implementação do LMUexcellent estratégia institucional disponível. 
Além disso, a Universidade está em oito cursos de elite e cinco internacionais escolas de doutoramento da Rede Elite da Baviera envolvidos. 


http://www.uni-muenchen.de/index.html




domingo, 23 de setembro de 2012

Cooperação entre Brasil e Alemanha oferece oportunidades para ensino superior



Para entrar em uma universidade alemã, são exigidos dos estudantes estrangeiros dois certificados. O primeiro é o TestDaF ou o DSH, que comprova o nível de conhecimento do idioma. Também são aceitos certificados obtidos com os exames do Instituto Goethe – ZOP (Zentrale Oberstufenprüfung), KDS (Kleines Deutsches Sprachdiplom) e GDS (Großes Deutsches Sprachdiplom) e alunos das escolas alemãs que detêm o diploma KMK II estão isentos de apresentar outro comprovante.

Se o estudante não iniciou a universidade no Brasil, também é necessário fazer um ano de curso preparatório. Chamado de "Studienkolleg", o curso tem o objetivo de ensinar o idioma oficial e de complementar a formação do estrangeiro de acordo com o currículo alemão. Isso porque os cursos médio e técnico no Brasil têm duração inferior aos da Alemanha: enquanto os brasileiros estudam por 11 anos antes de entrar na universidade, os alemães levam 13 anos para concluir a mesma formação escolar. A aprovação no teste final do "Studienkolleg" é o passaporte para as universidades do país

Quem já está estudando em uma universidade no Brasil e deseja terminar sua graduação na Alemanha deve ter concluído pelo menos dois anos de seu curso.

Após concluírem os estudos, brasileiros e outros estrangeiros podem prolongar a estadia por até um ano e fazer um estágio em sua área profissional. Isso inclui os formandos de artes e música, cursos cuja excelência é mundialmente reconhecida.

Quem escolhe a Alemanha para fazer graduação ou pós, não precisa viver necessariamente em uma grande metrópole, como a capital Berlim ou Hamburgo. No total, há 170 cidades universitárias. Praticamente todo munícipio de médio porte conta com um campus e oferece cursos de alta qualidade.

Para aprender alemão

A Alemanha também atrai interessados em melhorar a fluência no idioma local. Um curso de quatro semanas custa, em média, US$ 2.000, com acomodação em quarto individual em casa de família, jantar e café da manhã. Os custos restantes totalizam US$ 700 por mês, segundo Fred Tiba, da Belta (associação brasileira de empresas de intercâmbio).

Para esse tipo de curso, há ainda a opção de au pair (jovens que residem em casas de famílias em troca de pequenos serviços na casa).



Para entrar em uma universidade alemã, são exigidos dos estudantes estrangeiros dois certificados. O primeiro é o TestDaF ou o DSH, que comprova o nível de conhecimento do idioma. Também são aceitos certificados obtidos com os exames do Instituto Goethe – ZOP (Zentrale Oberstufenprüfung), KDS (Kleines Deutsches Sprachdiplom) e GDS (Großes Deutsches Sprachdiplom) e alunos das escolas alemãs que detêm o diploma KMK II estão isentos de apresentar outro comprovante.

Se o estudante não iniciou a universidade no Brasil, também é necessário fazer um ano de curso preparatório. Chamado de "Studienkolleg", o curso tem o objetivo de ensinar o idioma oficial e de complementar a formação do estrangeiro de acordo com o currículo alemão. Isso porque os cursos médio e técnico no Brasil têm duração inferior aos da Alemanha: enquanto os brasileiros estudam por 11 anos antes de entrar na universidade, os alemães levam 13 anos para concluir a mesma formação escolar. A aprovação no teste final do "Studienkolleg" é o passaporte para as universidades do país

Quem já está estudando em uma universidade no Brasil e deseja terminar sua graduação na Alemanha deve ter concluído pelo menos dois anos de seu curso.

Após concluírem os estudos, brasileiros e outros estrangeiros podem prolongar a estadia por até um ano e fazer um estágio em sua área profissional. Isso inclui os formandos de artes e música, cursos cuja excelência é mundialmente reconhecida.

Quem escolhe a Alemanha para fazer graduação ou pós, não precisa viver necessariamente em uma grande metrópole, como a capital Berlim ou Hamburgo. No total, há 170 cidades universitárias. Praticamente todo munícipio de médio porte conta com um campus e oferece cursos de alta qualidade.

Para aprender alemão

A Alemanha também atrai interessados em melhorar a fluência no idioma local. Um curso de quatro semanas custa, em média, US$ 2.000, com acomodação em quarto individual em casa de família, jantar e café da manhã. Os custos restantes totalizam US$ 700 por mês, segundo Fred Tiba, da Belta (associação brasileira de empresas de intercâmbio).

Para esse tipo de curso, há ainda a opção de au pair (jovens que residem em casas de famílias em troca de pequenos serviços na casa).

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A Universidade Humboldt de Berlim uma das Universidades com qualidade grande de ensino.



A Universidade Humboldt de Berlim (em alemão: Humboldt-Universität zu Berlin) é a mais antiga universidade de Berlim, fundada em 1810 como Universidade de Berlim(Universität zu Berlin) pelo lingüista e educador liberal prussiano Wilhelm von Humboldt, cujo modelo universitário influenciou fortemente outras universidades européias e ocidentais. Desde 1828 era conhecida como Universidade de Friedrich-Wilhelm ou Universidade de Frederico-Guilherme (Friedrich-Wilhelms-Universität), em homenagem ao rei da Prússia Frederico Guilherme III, mais tarde também como Universität Unter den Linden. Em 1949, trocou seu nome para Humboldt-Universität em homenagem a seu fundador.

A universidade acolheu vários pensadores alemães dos últimos dois séculos, entre eles o filósofo Johann Gottlieb Fichte, o teólogo Friedrich Schleiermacher, o filósofo idealista G.W.F. Hegel, o teórico legal romântico Savigny, o filósofo pessimista Arthur Schopenhauer, o filósofo idealista objetivo Friedrich Schelling, e os famosos físicos Albert Einstein e Max Planck. Os fundadores da teoria marxista Karl Marx e Friedrich Engels freqüentaram a universidade, assim como o poeta Heinrich Heine, o unificador alemão Otto von Bismarck, o fundador do Partido Comunista da Alemanha Karl Liebknecht e o unificador europeu Robert Schuman. A universidade teve 29 ganhadores do Prêmio Nobel.

Depois de 1933, como todas as universidades alemãs, foi transformada em uma instituição nazista de ensino. Foi da biblioteca da Universidade que 20 000 livros escritos por "degenerados" e oponentes do regime foram retirados para serem queimados em 10 de maio daquele ano na Opernplatz (hoje Bebelplatz) para uma demonstração defendida pela SA, que também incluiu um discurso de Joseph Goebbels. Hoje em dia, um monumento a esse evento pode ser visto no centro da praça, consistindo de um painel de vidro abrindo-se para uma sala branca subterrânea contendo prateleiras vazias com espaço para 20000 livros e uma placa, contendo uma epígrafe de uma obra de Heinrich Heine de 1820: "Das war ein Vorspiel nur, dort wo man Bücher verbrennt, verbrennt man am Ende auch Menschen" ("Aquilo foi somente um prelúdio; onde se queimam livros, queimam-se no final também pessoas"). Estudantes judeus, professores e oponentes políticos dos Nazistas foram expulsos da Universidade e muitos deportados e assassinados.

Em 1946, a Universidade reabriu suas portas, mas desta vez no setor soviético da cidade. A administração soviética logo tomou o controle da Universidade, relegando todos os estudantes que não se conformavam à ideologia comunista. Em reação a isso, a Universidade Livre de Berlim foi fundada em 1948 no setor ocidental da cidade. Até o colapso do regime alemão oriental em 1989, a Universidade Humboldt permaneceu sob um controle severo do Partido Socialista Unificado da Alemanha ou SED, que, através da rigorosa seleção dos estudantes segundo a linha do partido, garantiu que nenhuma oposição democrática poderia nascer nos seus campi. Os estudantes e professores da universidade não participaram dos movimentos populares pelos direitos civis de 1989 na Alemanha Oriental de maneira considerável, e elegeram o controverso membro do SED e antigo espião da Stasi Heinrich Fink como Diretor da Universidade ainda em 1990. 

Após a liberação do Comunismo, a universidade foi radicalmente reestruturada e todos os professores tiveram que postular por suas cadeiras novamente. A faculdade foi grandemente substituída por professores da Alemanha Ocidental, entre eles renomadas personalidades como o historiador de Arte Horst Bredekamp e o historiador Heinrich August Winkler. Atualmente, a Universidade Humboldt é uma universidade pública com um elevado número de estudantes (37145 em 2003, entre os quais mais de 4662 estrangeiros) segundo o modelo das universidades da Alemanha Ocidental, e como a sua parceira Universidade livre de Berlim.

O seu prédio principal está localizado no centro de Berlim, na avenida Unter den Linden. O prédio foi construído sob ordem do príncipe Heinrich da Prússia. A maior parte dos institutos está localizada no centro, em torno do edifício principal, com exceção do Instituto de Ciências Naturais, localizado no Adlershof, no sul de Berlim.



Alemanha: Da Igualdade de Oportunidades dúvida

As estatísticas pobres dos políticos do estudo PISA ter mexido na Alemanha há dez anos.Apesar de todas as reformas de igualdade de oportunidades na educação, nem todas as crianças são igualmente incentivada.

Manfred Prenzel é um pesquisador e consultor educacional para o governo federal. E às vezes ele também é o portador da notícia desagradável. Ele anunciou no início de março na Comissão de Educação do Parlamento alemão, que, na Alemanha, temos um enorme problema de justiça."Dependendo do que estudantes província viver, eles serão apoiados por vários métodos. Diferenças no desempenho em um ano pode ser de até um ano e meio de escola." Em outras palavras, não pode ser uma pessoa jovem claramente uma desvantagem se nos estados de Bremen e Schleswig-Holstein ir para a escola e não na Baviera ou Saxônia. Mas a educação é agora federal da Alemanha, uma vez questão nacional, uma vez que cada estado faz com que as políticas que considere adequadas e acessíveis. Assim, uma qualificação para entrar na universidade de Baden-Württemberg vale mais do que uma de Berlim.

Além disso, desempenha um papel importante, que a escola que frequentou, e de que tipo de casa você é. Tem um estudo publicado recentemente, o "espelho chance" da Fundação Bertelsmann, uma vez confirmada em preto e branco. Qualquer um que cresce em uma área privada, vem de uma família educada em casa ou a partir de uma família de imigrantes, assim, significativamente piores chances de sucesso acadêmico como uma criança de um orçamento acadêmico, o que é ótimo em uma família de classe média. Um resultado triste que carrega treina escandaloso, porque ele não é nova, mas deve ser feito já há mais de dez anos com a reforma nacional do mundo.

Choque PISA
Longa foi considerado o sistema escolar alemão tão poderoso. Sala de aula e da distribuição inicial do corpo do estudante para o ensino fundamental até o ensino fundamental e médio ou na escola, o que leva a universidade de entrada, não foram questionados. Então, em 2001 veio o primeiro PISA estudo, um estudo de avaliação internacional do estudante pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). De um choque era então a República Federativa do discurso. Porque o sistema escolar alemão alarmante classes pobres foram certificados. Em todas as áreas de teste - leitura, matemática, ciências - os alunos testados 15 anos de idade, ficaram abaixo da média quando comparado com países avançados. Um ponto foi particularmente alarmante: No fundo social nenhum outro país decidiram tão fortemente sobre o sucesso acadêmico, como na Alemanha, em nenhum outro lugar, desde crianças de famílias de imigrantes, como o insucesso. Não havia questão da igualdade de oportunidades.

Uma vez que é em todo o país reformada. Em cada província um pouco diferente, no entanto. Com o objetivo comum de permitir que, independentemente da origem social de melhores resultados de aprendizagem e trazer muito mais jovens para as universidades Uma República de ensino é o objetivo, afinal, é uma pobre em recursos, mas as economias avançadas confiam tanto em mentes brilhantes e desenvolvimentos inovadores. Educação é agora no jardim de infância um tópico já inscritos será de cinco anos, e em todo o país, após a resistência inicial são Ganztagstagschulen numerosos surgiu. As aulas são interdisciplinares, o projeto-orientado, e no interesse de apoio individual. Mais e mais decisivo para a carreira futura escola de uma criança após a aula da quarta série, mas só mais tarde.Enquanto isso, são o desempenho de leitura de 15 anos de idade nos países da OCDE meio-campo, na matemática e nas ciências naturais é, na verdade, muito maior. O número de universidade qualificação de entrada é também aumentada. As oportunidades, no entanto.

Selva Educação


Algumas coisas não mudaram: ainda carece de pessoal qualificado, sempre falta o financiamento necessário, e continua a dominar a competição pensou que o sistema de ensino alemão. Assim como os Estados individuais competir para o sucesso da educação, para fazê-lo nos estados, cidades e comunidades e as escolas individuais. Nenhuma instituição é mais parecido com o outro, cada um dos seus próprios pontos focais, separa-se e quer excel. Em algumas escolas de arte e música em primeiro plano, com outra ciência e tecnologia, além de um dos cursos de línguas para os migrantes e crianças oferecidos. Entre outros russo ou chinês E às vezes é só uma questão de escola como um lugar para fazer a segurança social. Quem o trânsito e turismo, o lugar para si e para seu filho o melhor fornecedor. Todos os outros vão ser deixados para trás.

Correspondente Silke Bartlick no DW Studio Berlin e olha para os próximos anos, entre outros temas de política cultural e educacional.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Palestra do Goethe Institut tira dúvidas no Rio de Janeiro

Você gostaria de passar um tempo estudando em uma univerisdade alemã? Então não perca a palestra sobre oportunidades de estudo, pesquisa e bolsas na Alemanha, que será realizada nesta sexta-feira (21.09), a partir das 16h, no Goethe Institut Rio de Janeiro. O fórum de discussões contará com a participação de representantes do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), da Universidade Técnica de Munique e da Aliança de Universidades das Metrópoles do Ruhr. A entrada é franca.
Serviço:

Palestra Oportunidades na Alemanha
Data: 21.09 (sexta-feira)
Horário: A partir das 16h
Local: Goethe Institur Rio de Janeiro (Rua do Passeio, 62, 2º andar, sala 8)
Entrada Franca

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Latim volta a ser popular nas escolas e universidades da Alemanha


A "língua morta" é o terceiro idioma estrangeiro mais estudado nas escolas alemãs, atrás do inglês e do francês. Defensores dizem que o latim estimula o pensamento lógico e facilita o aprendizado de novas línguas.



O Johanneum é a mais antiga e tradicional escola de Hamburgo. Atrás das grossas paredes de tijolo do prédio construído no século 19, as línguas antigas sempre tiveram uma grande importância. Já a partir do quinto ano os alunos da escola de tradição humanista aprendem latim.

"Muitos pais escolhem o Johanneum porque querem uma educação especial para os filhos", diz a professora Anna Schünemann, que há quatro anos leciona latim e alemão na instituição. Ela vê esse elitismo com olhos críticos. O latim, diz a professora, é muito mais do que apenas uma matéria com a qual os pais esperam dar aos filhos vantagens futuras. Ela conta que é professora de latim por amor ao idioma, uma afeição que ela tenta passar aos seus alunos.

O estudo do latim está em alta nas escolas da Alemanha. O idioma de Ovídio é a terceira língua estrangeira mais estudada no país, atrás apenas do inglês e do francês. Cerca de 800 mil jovens alemães aprendem latim.

A tradicional escola Johanneum, em Hamburgo, sempre deu espaço para o latim
Ovídio ainda é relevante


Para dar vida à era romana, Schünemann debate com os alunos uma imagem que ela projetou na parede da classe. Na imagem, romanos são vistos sentados numa tribuna. Spectatum veniunt, veniunt spectentur ut ipsae, lê a estudante Carla em seu livro de latim. Um colega traduz a frase: "Eles vêm para verem e serem vistos". Os alunos discutem avidamente qual é a relação das palavras do famoso poeta romano Ovídio, que viveu há mais de dois mil anos, com a vida que eles levam hoje.

Schünemann se esforça para deixar suas aulas atraentes, para despertar nos alunos o interesse pelo idioma e pela cultura romana. "No meu tempo de escola, tudo se resumia a estudar a língua", lembra a professora de 33 anos. Não é de se admirar, portanto, que a paixão dela pelas línguas antigas tenha começado apenas na universidade. Schünemann admite que optou pelo idioma apenas porque sabia que há uma grande demanda por professores de latim. E ela queria de todas as maneiras ser professora.

Além da língua, a professora Anna Schünemann também transmite a cultura romana


Na escola e na universidade

Aparentemente outros jovens alemães também seguiram o mesmo raciocínio. Nos últimos sete anos, o número de estudantes de latim nas universidades alemãs cresceu. "O boom verificado nas escolas se refletiu nas universidades", observa Claudia Schindler, diretora do Instituto de Filologia Grega e Latina da Universidade de Hamburgo. "As universidades, que haviam reduzido drasticamente a oferta de latim nas últimas décadas, foram de repente confrontadas com uma grande massa de estudantes."

Seja movidos por interesses futuros, seja pela paixão pelo idioma, uma coisa os estudantes de latim têm em comum: eles optam pela língua por livre e espontânea vontade. Para quem ainda está na escola, as coisas não funcionam da mesma maneira. "Minha mãe queria que eu aprendesse latim", diz Ruben, que estuda no Johanneum. Os colegas exibem um sorriso de aprovação.

Ruben conta que preferia estudar italiano. Carla também admite que prefere inglês a latim. Outro colega, Markus, concorda que o que eles aprendem na classe será de pouco uso no futuro, mas diz ver vantagens em aprender o antigo idioma. "Latim é uma língua muito lógica e ajuda a pensar com clareza".


Para Claudia Schindler, o latim é uma parte da cultura europeia e "nos leva de volta às nossas raízes"




Pensamento lógico


Muitos adultos argumentam da mesma maneira que esses estudantes de 14 anos. Mas, se na Alemanha o valor e os benefícios do latim são cada vez mais evidentes, essa não é a realidade em muitos países vizinhos. Com exceção da Áustria, o idioma está praticamente extinto nos currículos escolares. Mesmo estudantes italianos e franceses quase não entram mais em contato com a língua que deu origem às suas línguas maternas.

Schindler diz ainda que as aulas de latim oferecem uma grande ajuda para as crianças de famílias imigrantes. Ela cita um recente estudo da Universidade Humboldt, de Berlim, que afirma que a matéria tem uma grande força de integração. "Quando um estudante turco aprende latim, ele recebe também essa abordagem analítica do idioma, uma abordagem que o ajuda a aprender outras idiomas", diz Schindler.

Mas para ela e outros amantes do latim, o antigo idioma é muito mais do que uma base para aprender novas línguas, estimular o pensamento lógico ou a disciplina no aprendizado. "É uma parte de nossa cultura que nos leva de volta às nossas raízes", afirma.
Autora: Janine Albrecht (mas)
Revisão: Alexandre Schossler