Mostrando postagens com marcador Culinária geral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Culinária geral. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Flã de amora e leite condensado


Ingredientes:

. 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
. 1 lata de leite condensado
. 1 xícara (chá) amoras
. 2 potes de iogurte natural.


Calda:
. 1 xícara (chá) de amora
. 1/2 xícara (chá) de açúcar
. 1/4 de xícara (chá) de água

Modo de Preparo:

Prepare a gelatina de acordo com as instruções da embalagem. Reserve. No liquidificador, bata o leite condensado, as amoras, o iogurte e misture a gelatina reservada. Coloque em uma forma com furo central de 19cm de diâmetro, molhada. Leve para gelar por aproximadamente 4 horas. Desenforme.

Calda:
Em uma panela, misture as amoras, o açúcar e a água. Leve ao fogo brando e deixe ferver por 15 minutos ou até dar ponto de calda. Deixe esfriar e sirva com o flã.

Patê de folhas de cenoura


Ingredientes
2 colheres (sopa) de azeite
1 dente de alho picado
2 ramos de cenoura lavados e picados
2 xícaras (chá) de ricota
1/2 xícara (chá) de creme de leite em lata
Sal a gosto
Suco de 1 limão
1/2 colher (café) de curry

Modo de preparo
Em uma frigideira, coloque o azeite e o alho.
Deixe fritar por aproximadamente 3 minutos.
Acrescente as folhas da cenoura picadas e refogue durante 2 minutos.
Tempere com sal.
Bata no liquidificador, por 2 minutos, a ricota, o creme de leite, o sal, o limão e o curry.
Adicione as folhas de cenoura refogadas e bata por mais 3 minutos até formar uma pasta lisa.
Coloque em um pote para patê e sirva com palitos de cenoura, de salsão e de pepino.

Rendimento: 6 porções

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Se você quiser vivenciar a cozinha nórdica, o NOMA, em Copenhagen, é a melhor opção.

O NOMA é criador de tendências e recentemente ganhou o título de “Melhor restaurante do mundo”.



O chef e sócio René Redzepi adquiriu sua experiência em restaurantes gourmet internacionais. Seu talento deu ao NOMA duas estrelas Michelin. René divide a cozinha com Torsten Vildgaard, que recebeu o título de “chef do ano” em 2005, e outros chefs.

No NOMA, o tomate seco e o presunto de Parma abriram espaço para as algas marinhas da Islândia, as lagostas de profundidade das Ilhas Faroe, o cordeiro e o boi almiscarado da Groenlândia, e as ervas das florestas dinamarquesas. Em vez de fromage blanc, é usada uma receita Viking, “céu”. O azeite de oliva é substituído pelo bom óleo de colza dinamarquês.

Como donas de casa nas antigas cozinhas dinamarquesas, os chefs modernos defumam os alimentos, conservam em sal, curam e assam os ingredientes. Eles resultam em pratos servidos de forma refinada, como lagosta cozida em hidromel e agrião e aipo caramelizado, que já fazem parte da nova culinária dinamarquesa.


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Hákarl um prato da culinária Islandesa exótica

 Hákarl ou kæstur hákarl (significando tubarão e tubarão podre, em Islandês) é uma iguaria tradicional da culinária da Islândia.


O tubarão utilizado, o tubarão-da-groenlândia, é, em si, venenoso, quando se encontra fresco, produzindo efeitos semelhantes a uma embriaguês extrema, devido a uma concentração elevada de ácido úrico. Mas, pode ser consumido após cozedura em várias águas ou após ser enterrado para putrefacção durante vários meses, sendo exposto a vários ciclos de congelação e descongelação.
Possui um cheiro intenso de amoníaco, não muito diferente de muitos produtos de limpeza. É normalmente servido em cubos com um palito e consumido acompanhado por cálices da aguardente local, denominada brennivín'' bebida típica''. O consumo de hákarl é frequentemente associado a robustez e força.
Trata-se em parte de um alimento de gosto adquirido, que necessita de algum tempo para a habituação. Aconselha-se aos principiantes que tapem o nariz ao tentarem ingerir o primeiro pedaço, de forma a evitarem o surgimento de vômitos, devido ao odor intenso.
Pode possuir uma cor avermelhada ou branca. O hákarl, em especial a variedade vermelha, é considerado de digestão fácil para pessoas com úlceras.

A preparação tradicional do hákarl começa com o corte em pedaços da carne do tubarão. Em seguida, a carne é enterrada com pedras, para apodrecer entre 6 a 12 semanas, dependendo da estação, para depois ser pendurada a secar numa cabana, durante 2 a 4 meses. Durante a secagem, o tubarão desenvolve uma crosta acastanhada, que é removida antes de servir. O método moderno consiste em comprimir a carne do tubarão num contentor de plástico de grandes dimensões.

Um alimento exótica que nem todos toparia comer você toparia?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Café do pássaro Jacu caro e exótico /Jacu Bird Coffe, expensive and exotic


Em Domingos Martins, café feito com sementes ingeridas pelo pássaro jacu é vendido a cerca de R$ 240,00 o quilo
Você já imaginou tomar um cafezinho feito com os grãos tirados das fezes de uma ave? E se esse café custasse algo em torno de R$240,00 o quilo? Esse café existe. Trata-se do Jacu Bird Coffee, ou Café do Jacu, que é produzido na fazenda Camocim, em Pedra Azul, Domingos Martins.
Parece estranho, mas esse café exótico é um dos mais caros do mundo e o mais caro do Estado. Para se ter uma ideia, a maior parte da produção é vendida para as melhores cafeterias de Tóquio, Londres, Los Angeles e São Francisco.No Espírito Santo, apenas a Casa do Porto, em Vitória, a Estalagem Petra e o restaurante Don Lorenzoni, em Pedra Azul, comercializam o Café do Jacu.
O motivo de ser tão caro, e raro, é porque passa por um processo diferente dos tradicionais. Os grãos do Jacu Bird são colhidos das fezes de uma ave chamada jacu, que come os melhores frutos do cafeeiro, aqueles sem defeito e completamente maduros.
Considerado uma ameaça para o lucro dos cafeicultores, pois em certos cafezais comiam até 10% da produção, o jacu passou de vilão a grande colaborador do cafeicultor e empresário Henrique Sloper, proprietário da Fazenda Camocim, em Domingos Martins.
Após saber que o café mais caro do mundo – o Kopi Luwak –, da Indonésia, é produzido a partir dos grãos encontrados nas fezes do civeta, um tipo de gato selvagem, Sloper resolveu fazer a experiência com os grãos encontrados nas fezes dos jacus que devoravam a produção de arábica em sua propriedade.

E o resultado o deixou animado. Além de ser um produto exótico, o sabor do café surpreendeu até os melhores especialistas em degustação do País. A provadora e consultora de café de São Paulo Eliana Relvas provou o Café do Jacu e afirmou que vale a pena.
"O sabor desse café é equilibrado e muito bom. Fica um gosto bom na boca. O mais diferenciado é que se trata de um produto exótico", disse Eliana.
A primeira produção do Café do Jacu ocorreu em 2006, com poucos quilos. Em 2008, atingiu cerca de 150 quilos. Agora, toda a produção é exportada. O preço? Quem dá é o produtor, que só vende quando encontra alguém que pague o valor que ele quer.

"Por ser um produto exótico e o único no mundo, só vendo quando o meu comprador paga o valor que eu estipulo. Essa é uma prova de que a natureza e o homem podem viver em harmonia, pois sem o jacu esse café seria como um outro qualquer", disse Sloper.

PRODUTO É SUCESSO EM RESTAURANTES
DOMINGOS MARTINS – A procura pelo Jacu Bird Coffe vem aumentando em restaurantes e cafeterias no Estado, como na Estalagem Petra, em Pedra Azul, restaurantes Don Lorenzoni, em Venda Nova do Imigrante, e Casa do Porto, na Praia do Canto, Vitória.
O proprietário do restaurante Don Lorenzoni, Fernando Lorenzoni, disse que o estabelecimento já se tornou referência na venda do Café do Jacu. Segundo ele, são vendidos pelo menos 150 cafezinhos por mês, a R$ 8,00 cada.
"Quem já experimentou, não quer saber de outro. Começamos a vender o produto há uns oito meses e a procura só tem aumentado. Com a chegada do inverno, acredito que será ainda melhor. Após saborear as nossas massas especiais, nada melhor que tomar um Café do Jacu", disse.
A atendente da Estalagem Petra Priscila Machado Moraes observou que muitas pessoas que não conhecem o café se assustam quando são informadas que o motivo do alto preço é em função dos grãos serem retirados das fezes do Jacu.
"Muitas pessoas conhecem o café e vêm aqui só para comprá-lo. Mas, quem pergunta o motivo do preço diferenciado fica assustado quando explicamos", comentou.
A Casa do Porto, na Praia do Canto, Vitória, também vende o exótico café. Lá, são oferecidos em sachê, para preparar um cafezinho, além do pacote com 250g de pó ou de grãos torrados.
OS PREÇOS
CASA DO PORTO, PRAIA DO CANTO, VITÓRIA
Sachê para um cafezinho: R$ 2,50
Pacote com 250g do pó: R$ 59,00
ESTALAGEM PETRA, KM 90 DA BR-262, PEDRA AZUL
Pacote com 250 gramas do pó: R$90,00
Um cafezinho do jacu: 4,50
Cafezinho tradicional: R$ 0,50
RESTAURANTE DON LORENZONI, KM 102 DA BR-262, VENDA NOVA DO IMIGRANTE
Cafezinho do jacu: R$ 8,00
Pacote com 250 gramas do pó: R$90,00
-
Obs: No Restaurante Sampaulim, localizado na Rod. ES 164, Km 69 em Pedra Azul, o Café Jacu Bird pode ser degustado por R$7,00 a xícara

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

culinária Nordica Receita de Janssons Frestelse( Tentação de Jansson)



Receita de Janssons Frestelse( Tentação de Jansson)

Ingredientes12 batatas médias ( cortar em formato de meia lua bem finas)
2 cebolas tamanho médio (1 cortada em meia lua outra bem picadinha)
1 lata de "anchovas" ( No Brasil é a Aliche mais puxada no sal prove antes , compre de preferência uma boa marca)
1 lata de creme de leite fresco( Dá pra fazer com o de lata(sem o soro) porém deve diluir mais com leite mesma medida)
Farinha de rosca para polvilhar
Manteiga ou azeite de oliva para untar( prefiro o azeite apesar de que a receita original leva manteiga , não margarina)
2 pedaços de manteiga com cerca de 5 g cada.

Modo de FazerForno a 250º

Corte as batatas (cruas) em meia lua bem finas e reserve,
Corte 1 cebola em meia lua e reserve
Abra a lata de aliche e não jogue a água fora.
Corte 1 cebola bem picada.
Numa forma refratária untada com manteiga ou azeite coloque a camada de cebola em meia lua , seguindo de uma camada de batata,retire somente as aliches na próxima camada, seguindo das cebolas picadas ,batata novamente.
Misture o creme de leite fresco com a água da latinha e jogue por cima.Obs se a água da conserva estiver muito salgada misture leite de vaca ao creme de leite.Por cima as duas fatias de manteiga.
Coloque no forno até que estejam cozidas as batatas aproximados 30 min.
Retire do forno e cubra com a farinha de rosca e deixe por mais 15 minutos em temperatura 200º.
Vá controlando para não queimar.

Não coloque sal em nada pois já há o suficiente na lata do peixe.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Receita Kibe Cru

kibe cru

Ingredientes:
 1,50 colher de sopa azeite de oliva
 600 grama(s) carne moída
 3 cebolas picadas
 90 grama(s) de hortelã
 3 limão
 3 pitada(s) pimenta do reino
1/2 colher de sopa  sal
 300 grama(s) trigo
Salsinha a gosto

Preparo:
Deixe o trigo de molho em água fria no dia anterior. No dia seguinte, misture o trigo, a carne moída, a cebola picada, a hortelã picadinha, tempere com sal, pimenta do reino e salsinha a gosto. Arrume o Kibe em uma travessa. Derrame o azeite por cima. Sirva o Kibe acompanhado do limão partido.
Se poder coloque pão sirio para acompanhar

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Codorna Assada


Codorna assada

Aprenda a receita preparada por uma criadora município de São Paulo 

INGREDIENTES:

Para o tempero
150 ml molho de soja
150 ml óleo ou azeite
100 ml vinagre tinto
4 dentes de alho
½ cebola média
1 colher de café de sal
pimenta-do-reino a gosto
Para o recheio
2 colheres de sopa óleo
½ cebola média
30 gramas de bacon picado
4 dentes alho
80 gramas lingüiça calabresa defumada picada
50 gramas de farinha de mandioca grossa
salsinha a gosto
damasco e uva passa a gosto
1 colher de café de sal

MODO DE PREPARO:

Preparo do tempero
Coloque todos os ingredientes do tempero no liquidificador e bata até que a cebola e o alho fiquem bem triturados. Use o molho para cobrir as codornas até que fiquem submersas, para que pegue por igual. Deixe a codorna com o tempero na geladeira durante uma noite.
Preparo do recheio
Em fogo médio coloque o óleo, a cebola e refogue. Depois, misture o bacon, o alho e mexa mais uma vez. Quando o alho começar a dourar acrescente a lingüiça. Depois que o alho e a cebola estiverem bem douradinhos, coloque a farinha, a salsinha, o sal e, por fim, a uva passa e o damasco.
Preparo do prato
A codorna marinada, que ficou uma noite na geladeira, deve ser recheada com a farofa. “A quantidade do recheio é o suficiente para encher a codorna sem deixá-la estufada”, disse dona Rosemari.
Com um barbante de 50 centímetros amarre as coxas da ave e passe o fio por trás da codorna para que ela fique bem fechada. Coloque em uma forma e cubra com papel alumínio. Leve ao forno, que deve ser pré-aquecido por dez minutos. Deixe assar por meia-hora. Depois, vire as codornas e leve-as de volta para o forno por mais 30 minutos.
Para que pegue cor, regue as codornas. Depois de 15 minutos, vire as codornas, regue-as novamente e deixei mais 15 minutos. O tempo total para assar é de uma hora e meia aproximadamente.
Decoração do prato
A decoração fica a gosto do cozinheiro. A dona Rosemari usa alface crespa, repolho ralado, tomate, cerejas e ovos cozidos de codorna. Quentinha, do forno, sai a codorna recheada. Antes de servir é preciso cortar os barbantes. Já no prato ela ainda é regada com o próprio molho que fica na forma. A salsinha é o toque final.
Essa é uma alternativa bastante sofisticada para a ceia de Natal. Ma o jeito de comer é simples como a vida no campo. É com a mão mesmo.

BROA DE MILHO / Corn Broa

Broa de Milho



Saiba como preparar a receita que é destaque na cidade de Silveiras, São Paulo. 

INGREDIENTES:

2 quilos de fubá
2 quilos de açúcar
1 quilo de farinha de trigo
1 quilo de abóbora crua ralada
½ quilo de inhame cru descascado e ralado
1 quilo de batata-doce cozida e amassada
8 ovos
1 copo de 200 mls de banha de porco
3 colheres de sopa de fermento
1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de canela em pó
1 copo de chá de erva-doce e cravo coado
1 pitada de sal 
MODO DE PREPARO:

Primeiro, coloque o ovo. Depois, acrescente o açúcar. A dona Vicentina começa a mexer e não para mais. Em seguida; vem o inhame; a abóbora, que dá um colorido à massa; e a batata-doce. E uma dica importante: a batata doce deve ser descascada ainda morna. “Se esfriar muito, daí fica difícil de tirar a casca”, alertou a dona Vicentina, ensinou a preparou a broa.
A dona Vicentina acrescenta a banha de porco; o chá de erva-doce e cravo; a canela; o sal; o fermento; o bicarbonato de sódio, para deixar a massa mais macia; a farinha de trigo; e, por último, o fubá feito no moinho de pedra.
O fubá é colocado aos poucos para evitar que a massa fique seca. O ponto certo é quando dá para fazer bolinhas firmes. Antes de enrolar a dona Vicentina molha a mão numa mistura de leite e óleo para evitar que a massa grude nos dedos. Nas formas, untadas com bastante óleo, as broas estão prontas para assar.
É hora de preparar o forno. Na noite fria, a lenha, que passou o dia queimando, aquece a família. A dona Vicentina varre a brasa para fora do forno para não deixar gosto de queimado na broa.
As formas vão todas para dentro do forno. Depois de 20 minutos no forno, a broa está pronta.

domingo, 12 de setembro de 2010

Knäckebrot (pão estaladiço ) pão sueco

Pão estaladiço ou knäckbrot
Ingredientes:


1 copo de iogurte (200 ml) natural desnatado cremoso

1/2 copo de açúcar mascavo (100 ml)

1/2 copo de óleo de canola ou girassol (100 ml)

1/2 copo de gergelim (100 ml)

1 colher (sopa) de canela em pó

1 pitada de sal

1 copo de fibra de trigo( (200 ml)

2 copos de farinha de trigo (400 ml)
 
 
Preparo:


Em uma tigela coloque o iogurte, o açúcar e o óleo.
Misture bem para dissolver o açúcar.
Acrescente o gergelim, sal e a fibra.
Aos poucos, junte a farinha de trigo até obter uma massa firme.
Divida em 16 pedaços e faça bolinhas.
Sobre uma superfície lisa espalhe gergelim e fibra de trigo e abra cada bolinha no formato de um disco bem fino.
Coloque em assadeira e leve ao forno preaquecido à temperatura média
(180 ºC), por cerca de 5 minutos.
Depois vire os pães e deixe assar o outro lado por 10 minutos aproximadamente.

Rende16 pães



Dica:

O iogurte dará a fermentação ideal e necessária ao pão sueco.
Não há necessidade de untar a assadeira.
Utilize o copo de iogurte como medida dos outros ingredientes.

receita salada Hussarda (Culinária Sueca)


Salada Hussarda

6 colheres (sopa) de maionese

1 colher (sopa) de vinagre
1 lata de cebolinha (alho francês ou alho poró)
400g de pedaços de carne
100g de ervilhas
6 pepinos de conserva
300g de batatas
Folhas de alface
1 maçã
1 pimentão
Pimenta
Sal
Salsa
1 ovo

Cozinhe as batatas e as ervilhas em água com sal.


Corte as batatas e a carne em cubos e misture tudo.

Descasque a maçã, retire os caroços, e corte-a em cubos.

Lave e limpe o pimentão, corte ao meio e reserve metade, cortando a outra em cubinhos e junte-os à carne e às batatas.

Adicione ervilhas, metade da lata de cebolinhas às tiras e os pepinos, estes últimos também cortados.

Tempere com vinagre, maionese, sal e pimenta, mexendo tudo muito bem.

Lave a alface e discoloque as folhas numa travessa.

Coloque a salada em cima das folhas de alface e guarneça com as cebolinhas, os pepinos, o ovo cozido cortado às rodelas, o restante pimentão cortado em tirinhas e folhas de salsa.
 
 
                             

sábado, 11 de setembro de 2010

Receita Pato laqueado (culinaria chinesa)


Pato Laqueado culinaria chinesa


Ingredientes:
1 pato de aproximadamente 2 1/2kg
1 colher (sopa) de molho Shoyu
2 colheres (sopa) de molho Hoisin
5 fatias de gengibre
1 1/2 xícara (chá) de água
1/4 xícara (chá) de vinagre branco
1/4 xícara (chá) de mel
Cebolinha à gosto
 
Modo de preparo



Tempere a cavidade interior do pato com o molho Shoyu, hoisin e gengibre
Costure as cavidades do pato.
Utilize uma bomba de ar para inflar o pato pela cavidade do pescoço (este procedimento serve para separar a pele do pato) e reserve-o na geladeira por 3 horas.
Utilizando um gancho ou barbante amarrado nas asas do pato. escalde-o em água fervente mergulhando-o e retirando-o da água repetidas vezes.
Prepare um caramelo misturando a água, o vinagre e o mel.
Cubra o pato com esse molho vezes seguidas.
Coloque a ave em um local ventilado por pelo menos 12 horas (utilize um ventilador para auxiliar).
Asse o pato em forno pré aquecido até a pele ficar dourada e crocante.
Sirva o pato em fatias finas, acompanhado de crepes no vapor, cebolinha picada e molho hoisin.
Rendimento: 8 porções