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sábado, 20 de outubro de 2012

AS OKTOBERFEST NO BRASIL


Dinheiro e diversão

A primeira Oktoberfest foi inaugurada no dia 17 de outubro de 1810, em Munique. A maior festa da cerveja do planeta ganhou sua versão brasileira somente 174 anos mais tarde. Blumenau criou a Oktoberfest depois de ter sofrido duas fortes enchentes, entre 1983 e 1984. O objetivo era recuperar a economia local e animar os moradores. Quase 30 anos depois, a festa continua gerando lucro – e diversão.

Terras de Hermann Blumenau

Blumenau é conhecida pelas casas em estilo europeu, herança dos primeiros imigrantes alemães que chegaram por lá nos idos de 1850. A cidade catarinense com pouco mais 300 mil habitantes ganhou esse nome por causa do farmacêutico alemão Hermann Blumenau, um dos primeiros colonos da região.

A segunda maior do mundo

A Oktoberfest de Blumenau é a segunda maior do mundo e a segunda maior festa popular do Brasil, depois do Carnaval. Durante os dias de Oktoberfest, a cidade catarinense recebe cerca de 600 mil foliões brasileiros e estrangeiros. Neste ano, os ingressos custam entre 6 e 20 reais. Mas quem chegar de "Dirndl" (vestido típico) ou "Lederhose" (calça de couro) entra de graça.

Os mascotes

Todos as Oktoberfest celebradas no Brasil têm seus próprios mascotes – tradição brasileira que não existe na Alemanha. Os bonecos participam de todas as atividades festivas e logo ganham a simpatia das crianças. Na cidade de Igrejinha, por exemplo, os mascotes são Hans e Hannah. Em 2008, para comemorar seus 10 anos, eles ganharam um casal de herdeiros: Frederico e Alice.

A rainha e as princesas da festa

A rainha da Oktoberfest e suas princesas representam suas cidades ao longo de todo o ano. Cada celebração tem a sua própria tradição. Em Blumenau, pode-se ver a influência dos concursos de beleza internacionais dos Estados Unidos.

"Belezas reais"

A cidade de Itapiranga também tem sua rainha e suas duas princesas da Oktoberfest (foto). Apesar de não existir na Oktoberfest de Munique, a escolha das rainhas e princesas é tradição na região de vinhedos dos rios Reno e Mosela, na Alemanha. As belas moças representam o vinho alemão durante um ano.

Desfiles de rua

Os desfiles de rua são uma das maiores atrações da Oktoberfest. Em algumas cidades, como em Santa Cruz do Sul, há até mais de uma parada. Os carros alegóricos extravagantes, os trajes típicos coloridos e as bandas de música, assim como os bonecos e o carro da realeza, lembram os desfiles carnavalescos que acontecem na Renânia.

Dança típicas

Os grupos folclóricos fazem suas apresentações durante os desfiles e também nos pavilhões – sempre ao som de bandas típicas e sob os aplausos do público. As mulheres vestem o tradicional "Dirndl" e os homens, "Lederhose".

Jogos Germânicos

Nas Oktoberfest do Brasil há muitas atrações que não existem em Munique. Entre elas estão os jogos germânicos. As modalidades incluem corrida de carrinho de mão, serra de duas pontas, cabo de guerra e, como aqui em Santa Cruz do Sul, bolão de bola presa.

Minidirndl

Na Alemanha, o tradicional "Dirndl" vai até a altura do joelho. Já no Brasil, eles costumam ser mais curtos. Uma razão para isso é o clima. Em outubro a temperatura chega aos 30 graus – na Alemanha, não passa dos 20 graus.


Prost!

Os Concursos de Tomadores de Chope em Metro são muito populares nas Oktoberfest do Brasil. Vence que beber um metro de chope em menos tempo, sem derramar ou tirar a tulipa da boca. O vencedor é anunciado no último dia da festa. A cerveja vem de fábricas nacionais ou de cervejarias locais com nomes alemães, como "Unser Bier", "Eisenbahn" ou "Wunder Bier".

Autoria: Christina Weise | Edição: Alexandre Schossler/Mariana Santos

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Imigrantes alemães contribuíram para o desenvolvimento do estado de São Paulo e no Brasil em setores tão diversos como a indústria, o esporte, a arquitetura e a educação. Exposição relembra a trajetória dos pioneiros.

Imigrantes alemães e descendentes diante do Teatro Municipal, em 1920

A imigração alemã em São Paulo não costuma ser tão badalada quanto a de italianos e japoneses. Entretanto, os alemães estão entre os imigrantes pioneiros. Em 2009, celebram-se oficialmente os 180 anos da imigração alemã no estado.

Os festejos têm início neste domingo, 21 de junho, com a estreia da exposição "Viagem por uma São Paulo alemã: do primeiro assentamento a 1930", que até dezembro poderá ser vista em diferentes endereços.

A data oficial para o aniversário e o local inicial da exposição têm como referência o primeiro assentamento de colonos alemães, em 29 de junho de 1829. Porém, antes da chegada destes, vários outros conterrâneos já haviam escolhido São Paulo para viver.


Pioneiros
Imigrantes alemães chegam a São Paulo (1907)

Ao contrário daqueles que vieram nos primeiros anos do Brasil independente, atraídos pela promessa de receberem terras e colonizarem o estado, os verdadeiros pioneiros chegaram por conta própria.

Alguns assumiram funções de responsabilidade. É o caso, por exemplo, de Daniel Pedro Müller, chegado em 1802. Com formação militar obtida em Lisboa, colaborou com as autoridades locais, integrou o corpo de engenheiros realizando várias obras e chefiou uma fábrica de reparo de armas, à frente de uma equipe de oito mestres alemães.

Johann Carl August von Oeynhausen-Graveburg, por sua vez, assumiu o governo da capitania-geral de São Paulo em 1819 e introduziu a vacinação contra a varíola, sendo destituído pelo príncipe regente dom Pedro poucos meses antes da independência do Brasil.

Após a independência e à medida que a escravidão perdia terreno, o Brasil passou a recrutar imigrantes no exterior para formar forças militares sem portugueses, colonizar seu território e incentivar a produção agrícola e manufatureira. Os alemães tiveram prioridade nesta fase, graças aos elos culturais da imperatriz Leopoldina, esposa de dom Pedro I e nascida na Áustria.

O primeiro grupo de recrutados a desembarcar em Santos, no fim de 1827, era composto por 226 colonos. Um ano depois, cerca de 1.000 aguardavam em Santo Amaro pelo assentamento nas prometidas terras.
Família alemã na colônia Nova Europa, em Ibitinga (1943)

A imigração continua

A coordenadora do arquivo e da biblioteca do Instituto Martius Staden, Daniela Rothfuss adverte: "É preciso ter muito cuidado com números, pois a documentação é rara. Ela inexiste em São Paulo e Itapecerica, por exemplo. Somente a partir do centenário da imigração surgiu interesse em pesquisar, documentar e preservar a história."

Os documentos mais antigos costumam ser registros de casamento em cartórios, pois a maioria dos alemães imigrantes era de religião luterana e não podia casar nas igrejas católicas, únicas na região.

Na década de 1830, o fluxo de imigrantes prosseguiu. Centenas seguiram direto para a Real Fábrica de Ferro de Ipanema, na região de Sorocaba, a primeira siderúrgica do Brasil. A maior parte desistiu do trabalho árduo e migrou para São Paulo.

Fenômeno similar ocorreu a partir dos anos 1840 com aqueles recrutados na Alemanha para trabalhar nos cafezais de Campinas, Limeira, Piracicaba e outras regiões do interior. Devido às más condições de vida no campo e à deslealdade dos fazendeiros no sistema de parceria, vários alemães trocaram o campo pela cidade.

As denúncias de maus tratos e não-cumprimento de promessas interromperam a imigração organizada, por decreto do governo da Prússia. Na década de 1850, mais de 2.100 alemães e suíços trabalhavam em 34 fazendas paulistas.
Colheita do café em Ribeirão Preto também empregava alemães (1902)
Pólo industrial alemão
Nova onda migratória teve início depois de 1880, atingindo seu auge após a Primeira Guerra Mundial. Desta vez, porém, sem apoio institucional e direto para a cidade de São Paulo, a fim de exercer suas profissões.
Membros da Sociedade Germânia em 1897


Rothfuss mais uma vez ressalta ser impossível quantificar o número de imigrantes. "Pelos dados daqueles que passaram pela hospedaria, hoje Museu dos Imigrantes, parece que foram poucos. Mas muitos vieram com dinheiro no bolso, foram para hotéis e investiram em negócios próprios", conta a historiadora.

Depois da Segunda Guerra, o fluxo de imigrantes foi substituído pelo fluxo de capital. Com a abertura de subsidiárias de empresas alemãs em São Paulo, muitos executivos e profissionais especializados também mudaram-se da Alemanha para a metrópole paulista. O ritmo dos investimentos foi tão acelerado que transformou o estado paulista no maior pólo da indústria alemã fora da Alemanha.

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e da Evonik Degussa Brasil, Weber Porto, observa que esse status é fruto dos primeiros passos dados em 1827. No mesmo ano do desembarque dos primeiros colonos em Santos, Brasil e Alemanha firmaram tratados comerciais e a troca comercial entre os dois países intensificou-se.

"Jovens empreendedores germânicos instalaram representações de casas comerciais alemãs, principalmente no Rio e em Santos. Theodor Wille, por exemplo, foi um dos responsáveis por tornar o porto santista a mais importante via de exportação do café brasileiro."
Alemães na metrópole
Fábrica de chapéus Schritzmeyer



Na cidade de São Paulo, foi no Largo de São Bento que comerciantes alemães concentraram suas lojas. A mais famosa foi a Casa Allemã, que nasceu como uma pequena venda e tornou-se uma chique loja de departamentos, com salão de chá e muitos produtos importados da Alemanha.


Os alemães também se destacaram com suas fábricas de chapéus e chocolates, além de cervejarias, como não poderia deixar de ser. Tanto a Antarctica quanto a Brahma foram fundadas por imigrantes da terra da cerveja, assim como muitas outras incorporadas pelas duas gigantes, unidas desde 1999 na Ambev.

A forte presença alemã na metrópole entre os rios Tietê e Pinheiros também se fazia notar na vida social. Rothfuss estima que, nos anos 1920, São Paulo chegou a ter cerca de 40 escolas alemãs.

Fundada em 1878, a mais antiga em funcionamento chama-se hoje Colégio Visconde de Porto Seguro, que, assim como o Colégio Humboldt, possui turmas em que o idioma predominante é o alemão. Outras três escolas e sete jardins de infância oferecem alemão como língua estrangeira.

Organizar-se em associações é uma tradição alemã mantida em São Paulo. Até 1930, segundo o Instituto Martius Staden, os imigrantes fundaram 130 associações ou clubes. "Cruzando dados, descobrimos pessoas que eram sócias de 12 associações", afirma Rothfuss. A Sociedade Beneficente Alemã, que mantém um asilo para idosos e um orfanato, está ativa desde 1863.

Preocupados em cuidar da forma física, os imigrantes fundaram na cidade duas associações de ginástica, "uma para os ricos e outra para os trabalhadores", observa a historiadora. "A comunidade alemã no Brasil era bem dividida, de acordo com as classes sociais. Infelizmente, não há tantos registros históricos dos alemães mais pobres."


Contribuição dos alemães
Hospital Oswaldo Cruz


Entre os vários clubes esportivos e de lazer, destaca-se o Esporte Clube Pinheiros, batizado inicialmente como Germania e que teve o primeiro time alemão de futebol. No setor de saúde, os imigrantes alemães contribuíram com duas instituições de renome: o Hospital Santa Catarina, fundado por freiras, e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Nas artes e na cultura, Rothfuss cita o arquiteto Maximilian Emil Hehl e a família de vidraceiros Sorgenicht como os grandes destaques. Além de ter projetado a Casa Alemã, Hehl fez o projeto original da Catedral da Sé em estilo neogótico, bem como o da Catedral de Santos, enquanto os Sorgenicht confeccionaram vitrais para o Mercado Municipal, o Arquivo Municipal, a Faculdade de Direito da USP e a universidade FAAP.

A exposição itinerante "Viagem por uma São Paulo alemã" será aberta neste dia 21 na Escola Céu Azul, mantida pela Associação dos Cemitérios dos Protestantes (Acempro) no bairro paulistano de Colônia/Parelheiros. Depois, a mostra vai a Itapecerica e retorna a São Paulo, onde poderá ser vista até dezembro em clubes, colégios e outras instituições ligadas à comunidade alemã, assim como no Memorial do Imigrante.

Também os estados de Santa Catarina e do Paraná festejam em 2009 os 180 anos da colonização alemã, enquanto no Espírito Santo faz 150 anos. No Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, já são 185 anos.

O bairro mais Alemão de São Paulo Santo Amaro



Santo Amaro é um distrito da zona sul da cidade de São Paulo, SP, Brasil. Foi um município independente até ser incorporado por São Paulo em 1935.

É a região da cidade onde houve a maior concentração de imigrantes alemães a partir de 1827. Em 1832, foi elevado a município, se desmembrando de São Paulo, e permaneceu assim até 1935, quando voltou a ser incorporado novamente por São Paulo. A partir de 1940, soma-se a parcela de europeus ligados a atividade industrial o constante fluxo migratório de nordestinos, que intensificaram o comércio do bairro.

Atualmente é o mais importante centro da região sul da cidade, sendo considerado, para esta e também para vários municípios vizinhos, mais importante que o centro da cidade de São Paulo. É, em boa parte composto por loteamentos de alto padrão, embora ainda haja certas regiões onde predomina o comércio popular, como o Largo 13 de Maio.

Possui atualmente, 4 universidades e 8 faculdades, 21 escolas de ensino fundamental municipais, 50 escolas estaduais e 65 escolas particulares. As de ensino médio somam 32 escolas estaduais e 43 particulares. A estrutura de cultural e de lazer conta ainda com 5 bibliotecas, 4 casas de cultura e o Teatro Paulo Eiró, em homenagem ao poeta local de maior projeção.



Colonização alemã

No final do Primeiro Reinado, por ocasião do casamento de Dom Pedro I com Dona Amélia de Leuchtenberg, o primeiro grupo de colonos alemães veio se juntar ao povoamento daquela região. Data dessa época de pioneiros o cemitério da Colônia (alemã), em Parelheiros.

No final do século XIX e início do século XX, novos grupos de alemães (e também de escandinavos) dirigiram-se à região de Santo Amaro, estabelecendo-se preferentemente no bairro do Alto da Boa Vista, ao qual deram uma característica própria que persiste até os dias de hoje.


Município

Em 1832, Santo Amaro tornou-se município separado de São Paulo, sendo instalado em 7 de abril de 1833. O município, então, abrangia todo o território ao sul do córrego da Traição (hoje canalizado sob a avenida dos Bandeirantes), estendendo-se até a serra do Mar, incluindo as terras correspondentes aos atuais municípios de Itapecerica da Serra, Embu, Embu-Guaçu, Taboão da Serra, São Lourenço da Serra e Juquitiba.

Em 1886, foi inaugurada a linha férrea de São Paulo a Santo Amaro, com a presença do imperador Pedro II. A antiga linha seguia desde pelo que hoje corresponde à Avenida da Liberdade, Rua Vergueiro, Rua Domingos de Morais e Avenida Jabaquara (o trajeto da atual Linha 1 do metrô). Ela então passava por trás de onde, mais tarde, seria construído o aeroporto de Congonhas, seguindo então para o centro do município. O plano original para construção da linha previa que ela fosse estendida até o São Lourenço da Serra.

Essa linha de trens foi substituída, em 7 de julho de 1913, por uma linha de bondes, que do trajeto anterior desviava na Rua Domingos de Morais para a Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, seguindo pelas regiões de Indianópolis, Campo Belo, Brooklin Paulista e Alto da Boa Vista, dando origem ao que hoje são a Avenida Ibirapuera e a Avenida Vereador José Diniz.

Em 1899, foi inagurada a Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro e, em 1924, a igreja Matriz de Santo Amaro (atual catedral de Santo Amaro, pois em 27 de maio de 1989 o papa João Paulo II criou a diocese de Santo Amaro, desmembrando a região da arquidiocese de São Paulo).

A cidade de Santa Maria do Herval - RS

Santa Maria do Herval é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º29'53" sul e a uma longitude 50º59'34" oeste, estando a uma altitude de 631 metros. Sua população estimada em 2004 era de 6 297 habitantes. Possui uma área de 132,62 km².


Morro dos Bugres, a primeira localidade do município, surgiu entre 1835 e 1838. O primeiro morador de lá, de origem alemã, assim como a maioria dos atuais moradores do município, tinha o sobrenome Buchermann de onde originou-se o nome da localidade. Dedicavam-se ao cultivo da terra, desbravando as matas abrindo suas roçadas, onde plantavam: cevada, trigo, centeio, fumo, milho, feijão.

Estes primeiros colonos passavam por muitas dificuldades pois o terreno era montanhoso, tiveram que lutar contra animais ferozes e os índios que habitavam a região. Por volta de 1844 chegaram os primeiros colonos à linha Herval onde hoje situa-se a sede do município, que apresentava um solo mais propício para o cultivo. Daí originou-se o novo Município de Santa Maria do Herval. Primeiramente Santa Maria do Herval, chamada no dialeto alemão falado localmente de Teewald, pertencia a São Leopoldo, depois passou a distrito de Dois Irmãos. 

Como alguns integrantes da comissão emancipadora e o primeiro prefeito não sabiam falar o dialeto hunsrück, acharam conveniente não dar o nome de Teewald ao município, como era conhecido por todos, decidindo assim mudar o nome para Santa Maria do Herval.


O nome Santa Maria do Herval é uma homenagem a Santa Maria, padroeira da primeira igreja construída na localidade, a Igreja Nossa Senhora Auxiliadora. Também compõe a sua denominação a palavra "Herval" que ressalta uma característica da região, que é a abundância de ervais. No dialeto alemão hunsrück falado pela maioria dos habitantes do município, o município é chamado de Teewald, ou seja, de "Erval". Em 12 de maio de 1988, ocorreu a emancipação política e administrativa do município, através da Lei Estadual n° 8.634.
A economia de Santa Maria do Herval está baseada na indústria calçadista e na agricultura, além de um frigorífico e do setor de serviços.
Entre as localidades de Santa Maria do Herval estão Boa Vista do Herval (também conhecida como Speckhof no dialeto local), Linha Marcondes, Morro dos Bugres (Alto e Baixo), Vila Amizade, Padre Eterno (Alto e Baixo).
A principal atração do município é a Festa da Batata, mais conhecida como Kartoffelfest, que ocorre todos os anos, sempre no início de maio.


A cidade Antônio Carlos



História

Colonizada inicialmente por açorianos, Antônio Carlos passou a receber também imigrantes belgas, italianos, ingleses e alemães, a partir de 1830. O maior número foi de alemães e é desta etnia que Antônio Carlos guarda mais características. Em sua cultura, mantém os costumes dos primeiros moradores, sendo um dos municípios mais religiosos do Estado.


Características 

A natureza foi generosa com Antônio Carlos, dotando o município de várias cachoeiras e saltos, além de rios que descem as montanhas em meio à vegetação exuberante. 

 Data de fundação - 6 de novembro de 1963. 
 Data festiva - 25 de julho, Festa do Colono. 
 Principais atividades econômicas - Agricultura, destacando-se a produção de hortifrutigranjeiros. A cidade de Antônio Carlos é a maior fornecedora desses produtos na Grande Florianópolis. 
 População - 7.041 habitantes. 
 Colonização - Portuguesa, alemã e italiana. 
 Principais etnias - Alemã. 
 Localização - Grande Florianópolis, distante 30km da capital. 
 Área - 229,118 Km2. 
 Clima - Temperado, temperatura média entre 10ºC e 30ºC. 
 Altitude - 30m acima do nível do mar. 
 Cidades próximas - Biguaçu, São Pedro de Alcântara, Angelina.

Turismo

A cidade é cercada de muito verde, montanhas, vales e riachos com cachoeiras. É muito procurada por amantes de esportes de natureza. As belas paisagens do Interior, a cultura dos descendentes de alemães, as festas, a gastronomia e a História do lugar cativam quem a visita.

Natureza - Conheça o Salto do rio Farias, cujas águas caem de uma altura de 35m, o Salto Oscar Mannes, do Faxinal da Vargem dos Pinheiros, com uma série de belas cascatas, e o Salto Kremer - o acesso é difícil, mas a caminhada até lá, entre a Mata Atlântica e as pedras, vale a pena. Ao chegar à planície de Santa Maria, o rio Egito flui entre grandes lajes de pedra, formando uma bela corredeira.

Patrimônio Histórico - Visite a Igreja de Santa Maria, em estilo gótico, construída no início do século XIX, e as grutas de Nossa Senhora de Lourdes e de Nossa Senhora da Glória, localizada na antiga comunidade de Katzenberg. Visite também a Igreja Matriz, no centro da cidade, em estilo neoclássico, construída na década de 1960.

Cultura e Eventos - São eventos importantes na cidade: a Snaps Fest (Festa da Cachaça), no primeiro final de semana de maio; a Festa da Hortaliça, também em maio, com desfile de máquinas agrícolas, shows, bailes, serviço de bar e degustação gratuita de saladas, e a Festa do Colono, em julho, no centro da cidade.

Lazer - Antônio Carlos tem boa infra-estrutura de lazer, com alguns clubes e três parques aquáticos: o Recanto do Sol, no Canto dos Gesser, distante 10km do centro; o Parque Aquático Junckes, na localidade de Louro, a 9km do centro, e o Parque Aquático Arco-Íris, na estrada de Rachadel.

Infra-estrutura turística - A cidade tem tímida infra-estrutura hoteleira, mas há muitas formas de hospedagem alternativa, como nos parques aquáticos, que normalmente oferecem estadia, e em áreas para camping. O turismo rural é bem desenvolvido na região.


Destaque

A Festa do Colono. Realizada em julho, no centro da cidade, com desfile de máquinas agrícolas, cavaleiros e grupos folclóricos, oferece também atividades culturais, bailes e shows.


Como Chegar

Para chegar a Antônio Carlos, siga pela BR-101 até Biguaçu e pegue a SC-408. Use como referência o ponto de apoio Vitória Régia, utilizado por diversas empresas de transporte rodoviário como local de parada.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Últimos dias para inscrição no desfile de abertura da 27ª Fenarreco

As inscrições para mais uma edição do desfile da Fenarreco entraram na reta final. O prazo para grupos e entidades interessados garantirem participação termina na próxima segunda-feira, dia 1º de outubro. A ficha de inscrição deve ser preenchida e entregue na Secretaria de Turismo, nos fundos do Pavilhão da Fenarreco. O documento está disponível no site da Prefeitura de Brusque (www.brusque.sc.gov.br) e também pode ser enviado para o endereço eletrônico turismo@brusque.sc.gov.br.

A Secretaria de Turismo informa que é pré-requisito principal para os participantes estarem trajados com roupas que lembrem as tradições alemãs. Vale ressaltar que camisetas, tiaras, aventais ou suspensórios são considerados apenas adereços. O traje típico completo para os homens é composto por sapato marrom ou preto, meia, camisas, calça curta ou comprida (exceto jeans). Já as mulheres devem usar blusas claras, vestidos ou saias.

Depois de garantir a inscrição, basta tirar os trajes típicos alemães do armário e se preparar para o desfile de abertura da 27ª Fenarreco com muita empolgação para aproveitar a festa mais gostosa do Brasil. O desfile será realizado no dia 10 de outubro, a partir das 18h30, Avenida Cônsul Carlos Renaux, e a concentração começa às 17h30, na rua Hercílio Luz.

Todo o trajeto do desfile de abertura da 27ª Fenarreco estará preparado para receber o público e os participantes, que poderão se apresentar em veículos alegóricos motorizados ou não, desde que adequados ao espírito da festa. A decoração dos veículos precisa ser descrita pelos participantes para prévia aprovação. Para mais informações, é só entrar em contato com a Secretaria de Turismo pelo telefone 3396-6718.

FESTA NACIONAL DO MARRECO EM BRUSQUE-SC O FENARRECO

 Fenarreco - Festa Nacional do Marreco: a festa mais saborosa de Santa Catarina ocorre em Brusque de 10 a 21 de outubro. A cidade se transforma no centro gastronômico do Vale do Itajaí.  Seus milhares de visitantes vêm em busca das atrações culturais, folclóricas e musicais, mas, principalmente, do melhor da gastronomia alemã. 

A Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, nasceu em 1985, inspirada na criação da Oktoberfest, de Blumenau, para atender aos inúmeros turistas que chegavam à cidade à procura da carne de pato. O marreco tornou-se tradicional depois que os clubes começaram a adotá-lo entre as opções gastronômicas servidas durante festas e eventos sociais. O costume do uso da carne do marreco foi trazido pelos imigrantes alemães, que no continente europeu utilizavam o ganso como o principal prato na ceia natalina. Como em terras brasileiras, no início do século 19, não existiam gansos, eles foram substituídos inicialmente por patos selvagens e depois pela atual qualidade, denominado pato de pequim, já que marreco é a denominação dada ao pato de pequim na nossa região.

Seu gosto exótico e requintado, acrescido pelos temperos criados na cozinha regional, levaram o marreco a ser considerado uma iguaria e isso começou a despertar a curiosidade do público. A fama do seu produto logo cruzou fronteiras e a frenética procura surgida daí em diante inspirou a Secretaria de Turismo de Brusque a criar um evento em cima da fama do marreco. Assim, em 1985 foi criado o primeiro esboço para a realização de uma festa. Entretanto, em virtude da grande destruição que a cidade viveu um ano antes, com a maior enchente do século, não houve condições físicas nem financeiras para sua realização.

Na época a cidade possuía pouco mais de 50 mil habitantes e quase nenhuma tradição turística. Por isso, também não existiam locais para a realização de eventos. Desta maneira, foram utilizadas as dependências do Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque, que também precisou passar por profundas reformas em virtude dos estragos da enchente e pela falta de conservação de algumas áreas daquela sociedade. Assim, em 1986, foi anunciada oficialmente a realização da 1ª Fenarreco, promoção que a então Comissão Municipal de Turismo passou a divulgar em âmbito nacional junto com a Santur.

A ideia dos organizadores era preparar uma festa gastronômica na qual o público aproveitaria o clima de outubro para almoçar ou jantar em Brusque e depois seguir para Blumenau, onde na Oktoberfest, continuariam o divertimento. Por isso, ela abria ao meio-dia e tinha encerramento previsto para às 23 horas. Entretanto, essa proposta foi desfeita no primeiro dia. Aberto no início da noite, o “jantar” que deveria terminar no horário previsto foi tomado por uma multidão. As pessoas, ao contrário do que se havia imaginado, não foram apenas para a Fenarreco para comer. Foram com a disposição de também beber muita cerveja e dançar o ritmo das músicas tradicionais. Quando, às 23 horas, a banda tocou a valsa da despedida, o público não entendeu o que estava acontecendo e ninguém ia embora. A organização convenceu os integrantes a tocarem por mais algum tempo e o baile seguiu até a 1 hora da manhã.

Em 1986, o país passava por uma série crise de desabastecimento. Os planos econômicos que congelaram os preços de mercadorias, inviabilizaram a produção de alguns setores. Esse reflexo também atingiu as cervejarias. As distribuidoras passaram a contar com pequenas cotas e nem a realização de novas festividades convenceu as indústrias a aumentarem os volumes. Assim a Fenarreco tinha um número limitado de chopp para ser dividido pelos 10 dias de festa e, se por acaso em algum deles fosse consumido mais, faltaria para o dia seguinte.

Evidentemente que o chopp faltou no primeiro dia e lançaram mão sobre a cota do dia seguinte. Por isso, em alguns dias foi servida cerveja em latinhas. Todavia, o que mais impressionou e causou dores de cabeça aos organizadores foi o consumo do marreco. O ecônomo do clube e responsável pelas refeições havia preparado 800 aves para o final de semana, totalizando 1.600 refeições. Contudo o jantar do primeiro dia (sexta-feira) e o almoço de sábado tinham limpado o estoque. E o pior: o forno do clube comportava assar somente 30 marrecos a cada 3 horas. Como todos sabiam que o ponto alto da gastronomia aconteceria no domingo ao meio dia, precisaram tomar providências urgentes. Vale ressaltar que a época era 1986, com uma cidade pequena, sem telefones celulares e com enorme carência de telefones fixos.


A vontade de fazer uma grande promoção não desanimou ninguém. Naquele sábado à tarde, contando com a boa vontade de voluntários, foram mobilizados diversas panificadoras da cidade que viraram a noite e o domingo assando marrecos. A falta de telefones e até de transporte mobilizou a polícia militar. Através do sistema de rádio que equipava as viaturas militares, os responsáveis sabiam onde buscar carne assada. Muitas vezes os próprios camburões da polícia transportavam o marreco. As filas no domingo ao meio-dia chegavam a mais de 300 metros e esse público acabou descobrindo que cada vez que um carro da polícia entrava nas dependências do clube, significava a chegada de novos marrecos. Os policiais eram aplaudidos e a fila voltava a andar.

Mesmo com todas essas dificuldades, a 1ª edição da Fenarreco consolidou o evento. A festa gastronômica deu lugar a um autêntico festival alemão e então, no segundo ano, ousadamente, além de todas as outras atrações, já foi contratada uma banda que veio especialmente da Alemanha para tocar em Brusque.

Alavanca do turismo

Apesar de Brusque já realizar algumas edições da feira industrial durante os meses de verão, foi a chegada da Fenarreco que alavancou o turismo na cidade. O crescimento da festa foi tão intenso e tão rápido que o Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque não comportava mais a expectativa de um público maior. Foi assim que a Prefeitura, em parceria com a iniciativa privada, construiu o Centro de Promoções. Com uma área superior a 12 mil metros quadrados de construção, é atualmente o principal local de eventos da cidade.



Depois de três edições no Clube, a Fenarreco foi realizada pela primeira vez no atual endereço, mas sem o pavilhão. Duas grandes coberturas de lonas foram utilizadas para os bailes e a feira industrial e outros menores abrigavam os serviços de restaurante e bebidas, além dos sanitários. Pequenas construções de madeira também serviam alternativas de lanches para o público presente.



Somente em 1991, com a conclusão da construção, a festa pôde ser realizada em dependências mais confortáveis e suficientes para receber um grande público. E ele não decepcionou. Com pequenas alternâncias a Fenarreco continuou sendo uma festa típica alemã até o ano 2000. Em 2001, a nova administração tentou dar um novo foco à festa, misturando o típico ao moderno. Para isso foram contratados diversos shows com artistas nacionais, mas o resultado foi decepcionante. O público não participou e criticou a iniciativa. Entretanto, por mais sete anos a experiência continuou sendo mantida, levando a festa aos piores níveis. Muitas pessoas apostavam que seria o fim da era Fenarreco e que esse tipo de festividade tinha cansado os participantes.


Em 2009, a atual administração prometeu resgatar as raízes da festa e voltou a contratar somente bandas típicas, montar novas decorações, preparar diferentes desfiles e exigir maior qualidade aos responsáveis pela alimentação e bebida. E a fórmula deu certo. Não só o povo voltou para o Centro de Promoções Maria Celina, mas também as tradicionais famílias da cidade retornaram. Agora, os organizadores já podem pensar novamente em buscar o turista de outros centros e mostrar-lhes um autêntico festival alemão, um festival brusquense com muito marreco.




Em outubro, a cidade de Brusque se transforma no centro gastronômico do Vale do Itajaí, com a realização da 27ª edição da Festa Nacional do Marreco, a Fenarreco. A alegria e a animação dos milhares de visitantes e turistas que prestigiam a festa mais gostosa do Brasil está garantida com a programação preparada para os 12 dias do evento. São desfiles, atrações culturais, folclóricas e musicais, além de concursos, parque de diversões e o melhor da gastronomia alemã, tudo especialmente organizado para os mais de 140 mil visitantes esperados para o período.

Logo no primeiro dia as ruas serão tomadas por carros alegóricos, flores e trajes típicos no tradicional Desfile Folclórico. A partir das 18h, cerca de 2 mil pessoas, representando os mais diversos grupos e entidades, se apresentam na Avenida Cônsul Carlos Renaux, com muita alegria, representando o espírito contagiante que vai reinar nos 12 dias da festa. Após o desfile acontece a sangria do primeira barril de chope no Pavilhão de Eventos Maria Celina, às 20h.

A Festa Nacional do Marreco abre diariamente às 11h, com uma banda típica recepcionando os visitantes. Para o almoço, o melhor da gastronomia alemã e, à noite, o evento prossegue com as melhores bandas do sul do Brasil, que farão os visitantes dançarem ao ritmo das alegres músicas germânicas. Além das bandas, há shows com grupos folclóricos e a participação da tradicional “Família Fenarreco”. Os visitantes também podem participar dos concursos de chope em metro, de serrador, da corrida de tamancos e outras brincadeiras, tudo regado ao chope gelado das fornecedoras oficiais da festa.

A programação se concentra no Pavilhão de Eventos Maria Celina, mas os bairros de Brusque também recebem a visita diária de bandas típicas e grupos folclóricos que se apresentam no centro, portarias de fábricas e em algumas comunidades. Atividades da já esperada “Fenarreco nas Ruas”, na qual a rainha e as princesas da Fenarreco convidam a todos para os festejos. Dentro das festividades, os grupos da melhor idade e as crianças contam com um dia especial para festar.


Principais pratos servidos na Fenarreco
Marreco com repolho roxo – acompanhado de purê de batatas, macarrão e chucrute
Eisbein (joelho de porco) – cozido e assado
Bock und weiss wurst – salsichas vermelhas e brancas
Frango alemão – frango assado
Steak brasileiro – filé grelhado
Risoto de marreco – arroz arbóreo com carne de marreco
Banana Flambada com sorvete
Panqueca de frutas vermelhas com sorvete
Strudel de maçã com sorvete

Realeza da 27ª Fenarreco
Rainha: Milena Harle
1ª Princesa: Graziele Krupczak
2ª Princesa: Andressa Taboni

Atrações diárias
- 21h - Concursos de Chope em metro, Serrador e Corrida do tamanco
- 20h – Biergarten, com serviço de petiscos e cervejas importadas
- Fenarreco nas ruas
- Feira Setorial
- Café colonial

*O evento conta com atrações diárias a partir das 11h, se estendendo no fim de semana e véspera de feriado até as 4h da manhã. Nesse período, as cozinhas servem o que há de melhor na gastronomia alemã e ainda é possível degustar um delicioso chope.

Informações e contatos
Secretário de Turismo
Vilmar Walendowsky (Negão)
47 8828-9636

Secretaria de Turismo
47 3351-3569

Secretaria de Comunicação
47 3351-0997
e-mail: fenarreco@brusque.sc.gov.br
site: 
www.brusque.sc.gov.br

29º Festa Pomerana





O principal evento do calendário turístico do Município é a Festa Pomerana, realizada na segunda quinzena de Janeiro, no aniversário da cidade. Criada em 1984, a Festa Pomerana tem como atrações os desfiles, apresentações de grupos folclóricos e bandas regionais, chopp e pratos da cozinha regional.


Atrações:

Desfiles Típicos
Os Desfiles típicos, com demonstrações da tradição e apresentação dos clubes de Caça e Tiro do Município, acontecem em todos os dias da festa.






Gastronomia
Marreco com repolho roxo, Bockwurst (salsichão) e Eisbein (joelho de porco) são alguns dos pratos servidos na festa. O tradicional Chopp, tirado na medida certa e bem geladinho completa as delícias da Festa Pomerana.
Uma ótima sugestão gastronômica é o BIERGARTEN da Festa Pomerana, administrado pelos Gastrônomos e Hoteleiros Unidos de Pomerode !!



Competições Típicas

Fischerstechen (fisgar o pescador) - trazida da Alemanha. É uma luta realizada no meio de um rio ou lagoa, em que duas equipes se enfrentam, uma em cada canoa. Cada equipe é munida de um bastão. O objetivo é derrubar o adversário.




Schneidmüller (serrador de lenha) e Holzhacker (lenhador) – apartir da prática dos imigrantes de preparar as madeiras para as construções, se originaram estas competições. São utilizados um tronco, uma serra manual de dupla e um machado. É vencedora a dupla que serrar ou aquele que lenhar seu tronco no menor tempo.



Vogelstechen (pássaro ao alvo) - competição tradicional na qual o participante utilizará um pássaro esculpido em madeira com bico de prego preso a uma corda para acertar o alvo.



Exposição Artesanal, Comercial e Industrial

A Festa Pomerana também conta com uma exposição de empresas locais. Seja em exposição ou na venda direta ao consumidor, há uma grande variedade de artesanatos, produtos caseiros, utilidades para o lar, móveis, equipamentos em geral.

Concursos Culinários

Concursos Culinários de bolos, cucas, tortas, geléias e licores com produtos produzidos por famílias do município. Os visitantes podem provar as delícias e eleger os vencedores de cada categoria.



http://www.festapomerana.com.br/index.php