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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Volkswagen resgata o nome Fusca e lança nova geração do Beetle no Brasil

Um dos carros mais queridos de todos os tempos no Brasil, o Fusca, voltará a ser vendido no país. Mas esqueça a aparência do passado, o novo modelo, uma adaptação da nova geração do Beetle, terá todos os componentes e tecnologias do veículo lançado em 1997 para substituir o o modelo histórico da Volkswagen.

Com motor de 200 cavalos de potência e transmissão automática de seis marchas, o njvo Fusca vai ter seu maior apelo na esportividade. Segundo a marca alemã, o modelo é capaz de chegar os 100km/h em 7,3 segundos e atingir velocidade máxima de 210 km/h. O lançamento do compacto acontecerá no Salão do Automóvel de São Paulo, no dia 24 de outubro, e as vendas terão início na semana seguinte.

Lançado no Salão de Xangai de 2011, o Beetle recebeu tratamento especial da VW, que permotiu que o modelo fosse vendido em cada país com o seu apelido local: Fusca, no Brasil, Coccinelle, na França, e Maggiolino, na Itália, por exemplo.

domingo, 23 de setembro de 2012

A tecnologia Empresa lança na Alemanha pneu que enche sozinho

Regulador interno atua automaticamente ao detectar perda de pressão.
Goodyear promete economia de combustível no Salão de Hannover.

A Goodyear apresentou durante a 64ª edição do Salão de Hannover (Alemanha, 20 a 27 de setembro) seu 1º pneu autoinflável, destinado a caminhões. Um regulador de pressão interna analisa se o nível está abaixo dos parâmetros normais, e em caso positivo se abre e permite a entrada de ar por um tubo, que contorna a circunferência dos pneus. Segundo a marca, as vantagens são a comodidade em não ter que parar para inflar o pneu murcho e mais economia de combustível.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Fabricantes de contar com o gás natural


Na Baixa Saxônia, Hanover feira a maior do mundo do comércio para veículos comerciais, abriu as suas portas aos visitantes. Para 27 Setembro show no Expositores novos caminhões, ônibus e vans.

É líder mundial de transporte e exposição de logística. A 64 Às vezes, ele vai na IAA para ônibus, caminhões e vans. Cerca de 1.800 expositores de 46 países serão representados este ano. Inúmeros fornecedores mostrar os seus produtos.

A maioria dos participantes estrangeiros que vêm este ano da China. "Esta IAA mostra o poder da inovação impressionante da indústria veículo comercial inteiro", disse o presidente da Associação da Indústria Automotiva (VDA), Matthias Wissmann. "Os novos veículos são mais eficientes no consumo, ainda mais seguro e ainda mais limpa."

Depois de dois anos de muito sucesso foi 2012, o vento tornou-se áspera, Wissmann disse em vista da demanda por caminhões. A indústria está sentindo o impacto da crise da dívida soberana em alguns países do sul da Europa, o mercado da Europa Ocidental de caminhões pesados ​​com mais de seis toneladas vai diminuir no corrente ano. "Mas não devemos tirar os olhos semicerrados na Europa sozinho. De relevância para o mercado comercial veículo alemão mundo fabricantes de caminhões pesados ​​em 2012 é estável".

Os principais fabricantes utilizam gás natural

Entre os ônibus, caminhões e vans também vários veículos a gás natural. Um dos destaques da Estrada Stralis Iveco Hi-GNL / GNC. O trator corre ao lado de gás natural gasoso (GNV), o gás natural liquefeito (GNL), que é considerado o combustível do futuro.

No Hall 13 no Stand D53 gás natural fornece os combustíveis móveis inovadores gás natural e biometano em detalhe. O motor alternativo tem duas vantagens principais, que são para operadores de frotas, transitários e empresas de logística, e mais importante: os custos operacionais baixos e baixos níveis de poluentes que já estão bem abaixo dos limites da norma Euro 6.

Novos modelos com unidade de gás natural também fornece Mercedes-Benz no Salão de Frankfurt. O construtor alemão caminhão apresenta em seu estande o GNL Econic. Os tratores 279 cv está disponível com 162 ou 324 kg maneira natural liquefeito, que é armazenado em um ou dois multi-walled tanques de aço inoxidável isolados. O alcance aumenta por várias centenas de quilômetros em relação à versão CNG, que também foi revisto e está para ser visto no Salão de Frankfurt.

Ministro dos pedágios mais baixos para baixa emissão caminhões

O ministro dos Transportes alemão Peter Ramsauer (CSU) quer oferecer para caminhões com emissões particularmente baixos e sua classe própria taxa mais favorável no sistema de pedágio alemão. Até a próxima eleição geral no outono de 2013, ele aspira a um regime específico para os veículos com motores do padrão Euro-6 novo, ele disse no programa.

A VDA detém a exposição de veículos comerciais a cada dois anos, alternando com IAA Cars em Frankfurt / Main. Precedeu os dias mídia (18 de setembro e 19), muitas empresas têm sido uma perspectiva mista para os próximos meses: Enquanto a crise da dívida do euro, os mercados na Europa Ocidental e hits do Sul da Europa rígidos, a indústria suspeita em outros continentes grandes oportunidades.

Crise chegou à classe premium


A montadora Daimler começa a queda na sensação Europa. Porsche parece preocupado com o futuro. As quedas nas vendas na Europa são agora também os fabricantes de carros topo de gama mais e mais para criar.


Daimler espera por causa da indústria automobilística em dificuldades em sua divisão de carro com um declínio nos lucros e responder com medidas de austeridade. "Na Europa, temos um mercado cada vez mais condições difíceis", disse o CEO Dieter Zetsche dentro O setor automotivo, que compreende as marcas Mercedes-Benz, Smart, Maybach e AMG estão indo, não atingem o lucro do ano anterior também. Naquela ocasião, o resultado tinha sido antes de juros e impostos da divisão de 5,2 bilhões de euros. A previsão para todo o grupo não era Zetsche.

A tendência na Europa é "negativo, como já esperado, mesmo curto espaço de tempo", disse Zetsche.Mesmo no crescente mercado chinês, a situação se deteriorou significativamente competitivo. Assim, o enfraquecimento da economia na Europa propõe para montadoras como Fiat, Opel, Ford, Renault também através dos fabricantes de classe alta.
Porsche prepara-se para tempos difíceis


Além disso, o carro desportivo Porsche fabricante espera que a face da crise do euro e crescentes preocupações globais económicas com ventos mais no ano que vem. Embora a fabricante de veículos esportivos vai vender mais carros em todo o mundo em 2013 do que este ano, mas o crescimento pode vir entre cinco e 10 por cento menor do que o anteriormente previsto, disse o CEO da Porsche Matthias Müller.

Porsche já anunciou planos de deixar a linha de produção no próximo ano vai ficar mais lento, porque a demanda está enfraquecendo. Os mercados mundiais tenderia in Reverse. Além disso, o fabricante prémio não poderia escapar a esta tendência.
BMW e Audi permanecem em seus objetivos


Ao contrário da classe alta concorrente Daimler, a montadora BMW permanece em suas metas anuais. "Estamos mantendo nossa previsão para o ano de 2012", disse um porta-voz da empresa, em Munique. É procurado inalterada a superar os números do ano anterior, de vendas e de lucro líquido antes de impostos. No segmento de automóveis deve devolver o montante de oito a dez por cento. O valor poderia estar no topo, desde que a economia global não continue eintrübe, reiterou o Grupo.

Além disso, a Audi Ingolstadt-rival está mantendo sua previsão para 2012. De acordo com as vendas de aumentar e manter o resultado do ano anterior.
Lo / wen (rtrD dpa),

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Empresa Porsche a Marca Alemã que marcou muito em filmes e celebridades.


Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG, geralmente abreviado para PORSCHE AG, ou somente PORSCHE, é uma das principais marcas de automóveis esportivos do Mundo, criada e sediada na Alemanha.
A marca alemã Porsche foi fundada em 1931 por Ferdinand Porsche e o seu filho Ferry Porsche. Ferdinand Porsche já era conhecido antes de fundar a Porsche, ele havia trabalhado para outras marcas, tais como a Volkswagen. Havia também lançado em 1900 o primeiro automóvel híbrido.
Em 1934 Ferdinand Porsche, depois de lhe ser solicitada a criação de um automóvel acessível a todos os alemães, criou o Volkswagen Carocha. O Carocha serviu de base mecânica ao Type 64 criado em 1939 e ao Porsche 356 produzido em 1948, sendo este o primeiro Porsche a ser produzido. O Porsche 356 recorria em grande parte às peças utilizadas no Volkswagen Carocha, tais como motorização traseira com refrigeração a ar. Mais tarde o 356 viria a ser totalmente construído a partir de peças Porsche.
A utilização de um motor com refrigeração a ar e localização traseira foi desde o início, a principal característica da Porsche. Em 1951 Ferdinand Porsche morre devido a complicações de um enfarte, nesse mesmo ano a Porsche vence a classe nas 24h de Le Mans com o Porsche 356 SL, conseguindo assim notoriedade internacional.
Em 1953 a Porsche lança o 550 Spyder, modelo responsável por um grande número de vitórias na competição automóvel. Este modelo tinha como principal característica, possuir quatro árvores de cames ao invés de uma central.
Em 1964 é lançado o ícone da Porsche, o Porsche 911. Este modelo foi lançado inicialmente com o nome de 901, mas devido aos direitos comerciais adquiridos pela Peugeot, teve que alterar o nome. O Porsche 911 possuía um motor de 6 cilindros com localização traseira. Este modelo causou problemas internos na Porsche, pois as linhas da autoria de Ferry Porsche não agradavam a todos.
Em 1966 entra em produção o Porsche 911 Targa, aquele que foi considerado o cabriolet seguro, devido ao seu tecto rebatível em vidro.
Em 1969 é lançado o VW-Porsche 914, um desportivo de motorização média feito em coligação com a Volkswagen.
Em 1972 devido à falta de apoio dos restantes membros da direcção, Ferry Porsche e a sua irmã Louise Piëch decidem passar a Porsche para empresa pública. Para isso entregaram a direcção da empresa a pessoas fora do círculo familiar, mantendo-se os membros da família a supervisionar.
Em 1974 é lançado o potente Porsche 911 Turbo e até aos inícios dos anos 80 são lançados os modelos 924, 928 e 944. Os novos modelos foram os primeiros automóveis da Porsche a possuir motor com localização frontal.
Em 1988 é lançado o Porsche 911 Carrera 4, com tracção integral.
Em 1991 a Porsche passa a introduzir de série na produção, airbag frontal para o condutor e passageiro.
Em 1992 quando se pensava que a Porsche estava pronta a ser comprada por um grande grupo, chega à presidência da Porsche o Dr. Wendelin Wiedeking. A Porsche passa então a aumentar as suas receitas financeiras.
Em 1995 a Porsche lança o EBD II, um sistema de controlo de emissões de dióxido de carbono. Este modelo foi incorporado no Porsche 911 Turbo, passando a ser o automóvel de produção com o nível mais baixo de emissões de CO2. Nesse mesmo ano é lançado o 911 GT2, até então o Porsche mais potente construído para estrada, sendo este modelo criado com edição limitada.
Em 1996 é lançado o Porsche Boxster, um roadster derivado da versão conversível do Fusca produzida no México, com motorização média.
Em 1997 é lançada a nova geração do 911 Carrera, não muito diferente das outras gerações. Este modelo passa a incorporar o primeiro motor produzido pela Porsche com refrigeração a água, até então a Porsche utilizava a refrigeração a ar, que fora os Porsche só era utilizada pela Kombi, uma herança do motor baseado no Fusca, que era utilizado desde os primeiros Porsche construídos.
Em 1998 Ferry Porsche morre com a idade de 88 anos.
Em 1999 são lançados o Porsche 911 GT3 e o Boxster S. Nesse mesmo ano a Porsche apresenta os discos de travão cerâmicos. Eles são introduzidos de série na nova geração do Porsche 911 GT2 construído em 2001.
Recentemente, o Grupo Volkswagen tornou-se o principal acionista da Porsche e a Porsche o maior acionista do Grupo Volkswagen. Isso causou uma grande revolução na Porsche que passou a compartilhar muitas peças com modelos Volkswagen para reduzir custos, Porsche Cayenne e VW Touareg compartilham câmbio, plataforma, algumas opções de motorização e até mesmo o design de ambas são muito semelhante

A empresa mais popular conhecida no mundo a Alemã Volkswagen


 É uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha.
O Grupo Volkswagen, além da marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Ducati, Lamborghini, Seat, Porsche,Skoda, MAN e Volkswagen Caminhões e Scania.
A origem da empresa remonta à década de 1930, na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no Brasil como "Fusca", em Portugal como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O termo "Volkswagen" foi cunhado por volta de 1924 pelo engenheiro alemão-judeu Josef Ganz, que lutava para modernizar a indústria automobilística alemã, publicando suas idéias de introduzir suspensões independentes com semieixos oscilantes, baixo centro de gravidade e chassi com tubo central num automóvel popular que custasse o mesmo que uma motocicleta. Em 1933, Adolf Hitler visita o Salão Internacional do Automóvel de Berlim e vê no Volkswagen, uma forma eficiente de propaganda nazista, e passa a defender a ideia de carro do povo como se fosse sua. Josef Ganz e Edmund Rumpler foram cogitados para dirigir o projeto, mas logo foram descartados por serem judeus. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand Porsche (1875-1952), apesar de grande parte de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka para a empresa Tatra.
Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira, similar ao Tatra. Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.
A nova fábrica - implantada numa cidade que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como consequência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo anfíbio Schwimmwagen e o Kommandeurwagen.
A empresa deve a sua existência no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos: o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.

O carro e a cidade mudaram seus nomes da época da Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes". Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger, modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge Polara" - para a Volkswagen.
Após 1948, a Volkswagen se tornou um importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua morte em 1968.
A produção do "tipo 1", nome oficial do "Carocha" ou "Fusca", cresceu enormemente ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.
Durante a década de 1960 e o início dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos, suas exportações para os EUA, sua publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo "T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de unidades.
A Volkswagen expandiu sua linha de produtos em 1967 com a introdução de vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco, transmissão automática e injeção de combustível.
A Volkswagen (VW) enfrentou sérios problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e "tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu "tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de Volkswagens: Polo, Golf e Passat.
A produção do Käfer na fábrica de Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho, com suas linhas retas desenhadas pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972—o Golf tinha um motor refrigerado a água montado transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer (Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da produção foi deslocado para o Brasil e o México.

Desde a introdução do Golf, a Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho, foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o chamado New Beetle, um carro com plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e o SUV Touareg.
Em 30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em todo o mundo.
Hoje, a Volkswagen é parte do Volkswagen AG (Volkswagen Aktiengesellschaft), que inclui as marcas:
  • Audi -- antiga Auto Union/DKW—comprada da Daimler-Benz em 1964-1966.
  • NSU Motorenwerke AG -- comprada em 1969 pela divisão Audi. A marca não é mais usada desde 1977.
  • SEAT -- marca espanhola adquirida em 1987.
  • Škoda -- adquirida em 1991.
  • Bentley -- adquirida em 1998 da empresa inglesa Vickers, junto com a marca Rolls-Royce.
  • Bugatti -- adquirida em 1998.
  • Lamborghini -- adquirida em 1998 pela divisão Audi.
  • MAN SE -- Tornou-se sócia marjoritária em 2008 com 55,9% das ações
  • Scania AG—adquirida em 2008.
  • Italdesign Giugiaro S.p.A -- adquirida em 2010.
  • Ducati Motor Holding -- adquirida em 2012 pela divisão Audi
De julho de 1998 até dezembro de 2002 a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar automóveis com a marca Rolls-Royce. Possui 19,9% das ações da Suzuki Motor Corporation desde 2009.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Vendas de Audi aumentam 15% em agosto

A Audi atingiu um recorde de vendas no mês de agosto. Com a venda de 108.100 veículos, alta de 14,9% em comparação com 2011, a subsidiária da Volkswagen comercializou mais carros do que em nenhum outro agosto anterior.

Durante os primeiros oito meses do ano, Audi vendeu 961.000 unidades, 12,7% a mais do que no mesmo período do ano passado. Com esses resultados, a empresa automobilística está mais perto de atingir seu objetivo de vender em um ano mais de 1,4 milhões de veículos.

Os mercados que apresentaram os crescimentos mais sólidos foram mais uma vez a China (+24%) e os Estados Unidos (+13%). A pesar da crise da dívida, as vendas de Audi cresceram 8% na Europa.


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Audi inaugura Centro de Distribuição em Jundiaí

A Audi Brasil inaugurou, no dia  (28.08), seu novo Centro de Distribuição de Peças e Competência Tecnológica, em Jundiaí (SP).
Segundo a montadora alemã, o novo prédio, com área total de 3.400 m², dá suporte à estratégia de crescimento da marca ao prever a possibilidade de aumento do estoque, incrementando a agilidade do atendimento às concessionárias. O município de Jundiaí foi escolhido para receber a unidade por estar próximo ao aeroporto de Viracopos (em Campinas) e ter acesso privilegiado à malha rodoviária (anteriormente, o centro ficava no bairro da Lapa, na capital paulista).
A nova filial funciona, também, como um centro de treinamento tanto para técnicos da rede de concessionárias, que receberão atualizações sobre as novas tecnologias lançadas pela empresa, quanto para os vendedores e consultores de serviços da rede, que poderão se aperfeiçoar no atendimento ao cliente e em vendas.
Paralelamente ao evento de inauguração, a fabricante apresentou três novos modelos à imprensa especializada, o A1 Sport, o A5 Sportback e o Audi S5.
A Audi tem um plano de crescimento agressivo para o mercado brasileiro. Nosso objetivo é alcançarmos a liderança no mercado premium do País em 2015, ano em que a AUDI AG deverá ser líder mundial neste segmento, afirmou Leandro Radomile, diretor de Marketing e Vendas da Audi Brasil e atual responsável pela empresa no País.
Perguntado sobre as estratégias para conquistar essa liderança, Radomile cita, em primeiro lugar, o encantamento do cliente. A gente acredita fortemente que o cliente satisfeito, o cliente encantado com a marca não só vai continuar comprando carros conosco como vai ter aquele efeito positivo no seu circulo de amizades. Essa é a primeira estratégia, e que você vê concretizada aqui, neste investimento que fizemos, que é um investimento, basicamente, de apoio aos produtos existentes, aos nossos clientes. A segunda estratégia, já mais na área comercial, é trazer uma variedade grande de produtos ao Brasil, atender a pequenos nichos de mercado e, assim, ser competitivo e ganhar marketshare.
Globalmente, o Grupo Audi comercializou 1,3 milhão de carros da marca em 2011, registrando receitas de  44,1 bilhões e lucro operacional de  5,3 bilhões.
A montadora não divulga os números de receita e lucro do mercado brasileiro, mas Radomile revelou que, em termos de volume de vendas, fecharam o ano passado com 5,5 mil carros comercializados no Brasil, o que representa um crescimento de mais de 60% em relação ao ano anterior. Nesse ano  em função do aumento da tributação sobre os importados  esperam crescer cerca de 15%.
Em nível mundial, a Audi deve crescer 12% em 2012, e já tem a segunda posição em vendas no segmento premium. No Brasil, estamos caminhando para a segunda posição, conforme o executivo, talvez ainda não até o final do ano, mas em 2013.
 A companhia, que tem fábricas na Alemanha, Hungria, Bélgica, China, Índia, Espanha e Eslováquia, deve inaugurar sua segunda planta chinesa no final de 2013 e uma no México em 2016. Entre 2012 e 2016, a marca planeja investir mais de  13 bilhões, principalmente em novos produtos, recursos humanos e na extensão da capacidade de produção.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

BMW, orgulho do povo Alemão

Montadora de Munique é a companhia européia de maior prestígio no mundo empresarial, segundo a revista "Fortune". Após livrar-se da Rover e investir nos EUA, BMW vive fase de expansão.

A presença de empresas não americanas entre as 50 de maior prestígio no meio empresarial dobrou no ranking deste ano da revista Fortune. Na relação, 14 têm suas matrizes além das fronteiras da terra do Tio Sam. Dez delas são européias, encabeçadas pela Fábrica Bávara de Motores, a BMW. Desde 1997, a Fortune encomenda ao Hay Group a elaboração do ranking, através da consulta a 10 mil empresários, executivos e outras lideranças de 345 empresas em todo o mundo.

Na classificação geral, a BMW alcançou a 12ª colocação, a melhor de uma companhia européia, deixando para trás concorrentes de peso, como a finlandesa Nokia (18º lugar), a suíça Nestlé (19º), a francesa L'Oreal (23º), a holandesa Shell (33º) e a conterrânea Volkswagen (37º), além da Unilever, Michelin e HSBC. A montadora alemã não pode entretanto festejar o primeiro lugar da indústria automobilística. O topo do pódio coube à japonesa Toyota.


Xô Rover, viva Mini
O prestígio do grupo BMW no cenário empresarial mundial pode ser creditado a passos decisivos, que alavancaram sua expansão nos últimos anos. Um deles foi desfazer-se da Rover, a subsidiária britânica que corroía todo o lucro obtido pelo restante do conglomerado. Num ato de desprendimento, a BMW passou o pepino adiante pelo simbólico preço de um marco.




Manteve porém suas atividades na Grã-Bretanha através da marca Mini, cujo veículo – famoso pelo seriado Mister Bean – ganhou nova cara, novo motor, e muitos novos consumidores. O motor, aliás, vem do Brasil, onde é fabricado através da joint-venture Tritec, de Curitiba.
Impulso americanoOutra cartada importante foi atravessar o Atlântico, não mais com veículos made in Germany, mas com investimentos diretos. Duas fábricas foram abertas na América do Norte. A do México produz diferentes modelos de carros de passeio da Série 3, enquanto a de Spartanburg, na Carolina do Sul (EUA), fabrica o esportivo Z4 e o jipe X5. Além de atender ao cobiçado mercado norte-americano, as linhas de montagem visam vendas em outros países, inclusive no Brasil.

Estar presente nos Estados Unidos também contorna as oscilações do câmbio, especialmente agora quando o euro vale mais que o dólar, de modo que as importações de produtos made in Germany encareceram para o mercado americano.
Em 2002, a BMW vendeu 250 mil veículos nos Estados Unidos, e a fatia de mercado ficou em 1,4%. Parece pouco, mas este 1,4% nos EUA equivaleu a 25% das vendas do grupo em todo o mundo. A matriz em Munique está decidida a elevar esta participação para um terço e já estuda a instalação de uma segunda fábrica em solo americano. Um projeto para daqui a três ou quatro anos.

Razões de sobra para o prestígioA reorganização do grupo e a política de ampliar o leque de produtos – em breve, será lançada a Série 1, visando o mercado de compactos – recolocaram a BMW na trilha do sucesso, inabalável até mesmo nestes tempos de crise econômica. O último balanço, divulgado em setembro de 2002, apontava crescimento de lucro de 19%. Um desempenho merecedor do reconhecimento do empresariado mundial.

Golf, o rei dos carros compactos

O calouro

O novo Golf está pronto para chegar às ruas. Externamente, ele não mudou muito: a revolução ocorre sob as chapas da carroceria, deixando o novo modelo 100 quilos mais leve do que o seu antecessor. Com o sistema de construção modular transversal (MQB, em alemão), a Volkswagen inova: o Golf VII e o novo Audi A3 dividem uma plataforma comum. O Golf VII é apresentado no dia 4 de setembro.






O ancestral

Com o Golf I, a Volkswagen começou em 1974 uma inesperada história de sucesso. Até 1983, a montadora alemã havia vendido 6,78 milhões de unidades. Ele foi o sucessor do legendário Fusca, mas tinha motor refrigerado à água e tração dianteira. Graças às montagem transversal do motor, o veículo oferecia maior espaço para transporte, apesar do pouco comprimento.

O mais rápido

O Golf II, aqui na versão esportiva GTI, foi montado 6,3 milhões de vezes, até 1991. Apesar da aparência semelhante à do antecessor, tanto a resistência aerodinâmica quanto o consumo de combustível foram reduzidos. Introduziram-se novos motores de combustão com tecnologia de quatro válvulas e turbo diesel econômico. Além disso, o II trazia extras como direção hidráulica e tração nas quatro rodas.

O sofisticado

Em comparação aos antecessores, que tinham carroceria arredondada, o Golf III (primeiro à esq.) marcou a transição da apresentação mais simples para a sofisticada, na categoria dos modelos compactos. Até 1997 foram vendidos cerca de 4,8 milhões de unidades. O modelo recebeu críticas por seu acabamento descuidado e propensão a corrosão.

O defeituoso

O Golf IV chegou ao mercado em outubro de 1997. Ele tinha algumas falhas de construção, passíveis de gerar custos elevados. Além do congelamento do motor, vidros laterais que caiam repentinamente, um problemático sistema central de fechamento de portas, havia defeitos na parte elétrica. Mesmo assim, o modelo atingiu a impressionante marca de 4,1 milhões de vendas até 2003.

O conversível

Os primeiros Golfs conversíveis foram fabricados a partir de março de 1979, com base na plataforma técnica do Golf I. O Golf Cabrio foi um dos automóveis mais populares do mercado alemão, em sua classe, desde de 1979 até a interrupção de sua produção no início de 2002. Em junho de 2011, a Volkswagen lançou seu novo Golf conversível.

A minivan

O Golf V chegou ao mercado no segundo semestre de 2003, e foi tão bem sucedido como o IV. Até sua substituição em 2008, ele vendeu cerca de 4,3 milhões de unidades. Com esse modelo, a Volkswagen ampliou sua gama de produtos com o modelo minivan Golf Plus. Entre as características especiais, estavam mais espaço e um teto mais alto, tornando-o popular entre famílias e idosos.

O eficiente

O Golf VI é muito semelhante ao V. Somente as extremidades dianteiras e traseiras foram ligeiramente modificadas. Como o seu antecessor, oferece variações de carroceria: além da limusine compacta, há a minivan, a perua e, desde o início de 2011, também o novo Golf Cabriolet. Até junho de 2012, foram vendidas cerca de 3,2 milhões de unidades.

O best-seller

Desde 1974, quando seu primeiro modelo chegou às ruas, mais de 29 milhões de Golf já foram construídos, entre os diferentes modelos. Em comparação, o legendário Fusca alcançou, em 50 anos, 21,5 milhões de veículos vendidos. Porém nessa época a motorização não estava tão avançada como hoje.