quinta-feira, 24 de maio de 2012

Como adquerir casa própria no Brasil para estrangeiros


Comprar um imóvel no Brasil é uma importante decisão, mas isso não significa que existam grandes dificuldades nesse processo.
Antes de mais nada. se é estrangeiro e está decidido a comprar qualquer tipo de imóvel no Brasil em seu nome próprio será necessário obter o “CPF”, Cadastro de Pessoa Física, junto de uma repartição do Ministério da Fazenda no Brasil ou nas representações consulares do Brasil no estrangeiro. Este documento só é válido para a compra de imóveis e é imprescindível na assinatura da escritura de compra e venda.
Faça as coisas de maneira adequada. Informe-se sobre todas as questões e assuntos relacionados aos processos jurídicos e financeiros.
Seguidamente partilhamos consigo alguns passos que devem ser seguidos para que a sua opção de comprar/investir num imóvel no Brasil seja a mais fácil e possível.

1. Decida qual a razão que o motiva a comprar no Brasil

Antes de pesquisar todas as possibilidades que lhe aparecem pela frente, pense claramente qual é o exacto motivo da sua compra. As razões pelas quais está a fazer este investimento e as subsequentes decisões que envolvem estão directamente relacionadas com o motivo pelo qual está a fazer esta compra, seja para investimento, para veraneio ou para a usufruir de uma merecida reforma. O importante é definir antes de tudo qual é real e verdadeiro objectivo.

2. Escolha o lugar

Se o objectivo é investimento, o importante são as localidades que lhe permitam o melhor retorno desse mesmo. Em geral, imóveis no litoral têm maior possibilidade de rendibilidade, pois têm maior procura no mercado de arrendamento (“locação/aluguel”). Se estiver à procura de unidades hoteleiras ou imóveis comerciais, há que analisar as condicionantes dos mercados locais. Para imóveis cujo objectivo é usufruir de uma merecida reforma, procure localidades que ofereçam facilidades de acesso, centros médicos e estruturas comerciais que facilitem a futura estadia. Se o objectivo é a procura de uma residência permanente, com vistas a oportunidades de trabalho, tenha em mente os principais centros urbanos.

3. Separe o capital necessário

Sempre que realiza uma compra de um imóvel, lembre-se dos custos adicionais que envolvem estas transações, tais como custos relacionados com a escritura, impostos de transmissão, taxas de remessa de dinheiro, entre outros. Também é necessário contabilizar o valor do condomínio mensal, se for o caso, e o IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano anual. Para os casos de financiamento bancário para a compra do imóvel são cobradas algumas taxas bancárias referentes à abertura do processo. Ainda sobre o financiamento imobiliário, podem ser possíveis as compras através de hipoteca do próprio imóvel. Nestes casos será sempre necessário apresentar a declaração anual de impostos (IRS) e, em alguns casos, um fiador e respectiva declaração anual de impostos (IRS).

4. Faça sua pesquisa

Assim que estiver definido claramente o lugar, o valor e o motivo, procure-se informar mais detalhadamente sobre o local, seus costumes, sua gente. Suplementos, guias e outros materiais de divulgação turísticos, além da internet, são interessantes fontes de pesquisa para tal.

5. Visite o local

Dificilmente sentir-se-á à vontade ao comprar um imóvel sem antes fazer ao menos uma visita ao local. Mesmo que esteja certo de sua decisão, é importante que vá ao local e interaja com as pessoas, o meio ambiente, perceba o movimento ao longo do dia, o trânsito local, as lojas próximas, a vizinhança, enfim, será sempre de bom grado ter um contacto ainda que breve, com a sua futura residência.

6. Procure um advogado

A legislação brasileira, como de um modo geral toda legislação envolvendo a compra e venda de imóveis, tem a sua particularidade local. É importante que se sinta à vontade em tratar de maneira clara e sem sobressaltos da regularização jurídica do processo de venda. Ainda que esteja assegurado pelo vendedor tome as precauções devidas ao negócio. Não se furte de solicitar um advogado brasileiro que possa orientá-lo nestes aspectos, ainda que isso lhe possa trazer algum custo adicional.

7. Negocie os termos

Uma vez que tenha escolhido o imóvel, o preço e as condições precisam ser acordadas. Além da possibilidade de discutir uma oferta através de financiamento bancário, procure saber as opções de pagamento parcelado, os prazos destes pagamentos e as condições gerais de ajustamento de custos.

8. Esteja preparado para agir rapidamente

Como o mercado imobiliário brasileiro é extremamente competitivo, os negócios devem ser acertados e imediatamente, assegurados através de uma reserva para firmar o acordo. Este procedimento garantir-lhe-á o “bloqueio” do imóvel pelo tempo determinado pelo vendedor. Normalmente é solicitado uma reserva correspondente ao valor do sinal - entre 10% e 25% do valor do imóvel - e ser-lhe-á entregue um recibo e uma cópia do cheque.

9. Contrato de Promessa de Compra e Venda

Com a oferta aceite e o depósito assegurado, o próximo passo é assinar o contrato privado, CPCV - “Contrato de Promessa de Compra e Venda”, que estabelece o preço acordado e as condições de venda e construção, prazo de entrega quando for o caso, do imóvel. Geralmente o CPCV é formalizado e assinado pelas partes cerca de duas semanas após a oferta ter sido aceite e as informações acerca do imóvel em questão estarem todas normalizadas (sem débitos, nem cauções). Neste momento, deve-se substituir o valor de reserva pelo valor de sinal a acordar. O próprio contrato é o comprovante do pagamento do sinal, servindo da respectiva quitação.

10. Conclusão final do negócio, assinatura da escritura e registro do imóvel

A conclusão final do negócio tem lugar quando são pagos os impostos e taxas relativos às transações imobiliárias e é assinada a escritura da propriedade em nome do novo proprietário e, se for o caso, o pagamento restante é efectivado. Este procedimento é sempre feito no cartório ou na presença de um notário ou representante do mesmo. Após a assinatura da escritura é importante fazer-se o registro do imóvel em nome do novo proprietário. O pedido pode ser enviado pelo próprio cartório sendo necessário apenas a escritura e o pagamento de uma taxa para o efeito ou directamente no Cartório de Registro de Imóveis com a apresentação da escritura.
Documentação necessária para a compra de um imóvel no Brasil para estrangeirosQualquer cidadão estrangeiro que decida comprar um imóvel no Brasil deverá solicitar no Ministério da Fazenda, Secretaria da Receita Federal, o CPF, Cadastro de Pessoa Física.
Este documento poderá ser solicitado em repartições da Receita Federal de qualquer cidade brasileira, em qualquer representação consular do Brasil no exterior ou através da internet.
Quando o comprador(a) for casado(a) também será necessária a apresentação do CPF do cônjuge.
O CPF é imprescindível para a compra do imóvel. A sua apresentação não é necessária para a reserva de imóveis ou assinatura de contratos de promessa de compra e venda mas é obrigatória na assinatura da escritura.
Embora o CPF seja o documento de identificação junto à Receita Federal, o cidadão estrangeiro que não tenha visto de residência no Brasil terá o seu uso restrito a transações imobiliárias.
Concessão de visto permanente para estrangeiros
Qualquer cidadão estrangeiro que fizer um investimento igual ou superior a US$ 50,000.00 (cinquenta mil dólares americanos) ou apresentar um projecto que contemple no mínimo 10 (dez) novos empregos, mediante a apresentação de um plano de absorção de mão-de-obra brasileira para o período mínimo de 5 (cinco) anos, mesmo que o montante seja inferior ao valor anteriormente referido, poderá solicitar a concessão de visto permanente no Brasil.
Outras situações possíveis de um estrangeiro obter residência permanente no Brasil:
»» Um administrador, gerente ou director de uma empresa;
»» Um estrangeiro que pretenda permanecer no Brasil e investir fundos estrangeiros em actividades produtivas, absorvendo ou formando trabalhadores especializados;
»» Um pesquisador ou especialista de alto nível;
»» Um estrangeiro aposentado, com mais de 50 anos, que transfira, mensalmente, para o Brasil, no mínimo, o equivalente a US$ 2,000.00 (dois mil dólares americanos);
»» Um estrangeiro(a) casado(a) com um(a) cidadão(ã) brasileiro(a); e
»» Um estrangeiro que tenha como dependente um filho brasileiro (nascido no em território brasileiro).

Japão quer produzir pneu de “dente-de-leão” da Rússia

Bridgestone pretende abrir filial para explorar potencial da planta russa

A Bridgestone, maior empresa de pneus do Japão, pretende fabricá-los utilizando uma planta russa, o dente-de-leão. A corporação japonesa planeja extrair látex do vegetal e consequente fabricar a borracha dos seus produtos. Esta espécie de flor amarela, abundante na Rússia, é considerada pelos botânicos como a melhor para a produção da borracha industrial.
De acordo com o presidente do Centro de Investigação e Tecnologia da Bridgestone America, Hiroshi Mouri, existem mais de 1.200 espécies de plantas das quais se pode produzir borracha, porém é difícil encontrar uma que possa servir de matéria-prima em quantidades industriais. Segundo o cientista japonês, as pesquisas efetuadas pelos especialistas da empresa mostraram que o dente-de-leão russo tem excelentes possibilidades de fornecer o látex na quantidade necessária à produção dos seus pneus.
A empresa já pensa em criar uma filial na Rússia e iniciar a produção experimental dos novos pneus, à base da planta russa, até 2014, explica Hiroshi Mouri. “O látex natural pode ser substituído pela borracha sintética, mas isso nem sempre satisfaz os fabricantes de pneus. Atualmente, cerca de 60% dos melhores pneus para automóveis são de borracha natural, que é fabricada pela transformação do látex, ou suco da seringueira, planta nativa da América do Sul e do Sudeste Asiático. Os preços elevados dessa matéria-prima obrigam os fabricantes de pneus a procurar alternativas. Nesse particular, a planta dente-de-leão torna-se interessante porque, ao contrário da seringueira, o seu crescimento não está limitado aos países de clima quente. Além disso, a qualidade do seu látex é comparável ao látex do extraído por métodos tradicionais. Por isso, a planta da Rússia atraiu o interesse do Japão e também de outros países, como Estados Unidos, Alemanha e China. O dente-de-leão russo é um achado para a indústria de pneus.”
Para o Catedrático de Química e de Tecnologia do Caucho e da Borracha do Instituto Estatal de Tecnologia de São Petersburgo, Nikolai Sirotinkin, o problema da produção do látex em escala industrial é realmente complexo. Caucho é uma árvore que atinge mais de 35 metros de altura, presente na Floresta Amazônica, que também se presta á obtenção do látex. Ele lembra que, desde os anos 30 do século XX, a Rússia da era soviética investiu fortunas tentando encontrar a solução para o problema."Foram encontradas outras fontes de látex, entre as quais o dente-de-leão. Ou seja, existe uma solução positiva do ponto de vista técnico. Mas o panorama é diferente do ponto de vista econômico: a partir de uma tonelada de caules de dente-de-leão secos, podem ser obtidos 80 quilos de látex. Trata-se de um retorno de apenas 8%. No caso do látex da seringueira, esse indicador é de, pelo menos 50 a 60%. Isto explica a razão de tantos investimentos feitos para a obtenção do produto.”
No entanto, apesar de necessitar de todo este volume de investimentos, o dente-de-leão russo é uma aposta alta na Bridgestone, porém tida como certeira, segundo Hiroshi Mouri. “O custo de produção do látex, a partir do dente-de-leão russo, será sempre bastante inferior ao da matéria-prima tradicional.” O Dente-de-leão, nome popular de várias espécies pertencentes ao gênero botânico Taraxacum, das quais a mais comum é a Taraxacum officinale, trata-se de uma planta medicinal herbácea conhecida no Brasil também por outros nomes populares, como taráxaco, amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira.
A planta taraxacum ou dente-de-leão também tem uso medicinal, sendo usada como diurético, purificador do sangue e laxante e é recomendada por botânicos e por adeptos da medicina natural para facilitar a digestão, estimular o apetite e, em alguns casos, tratar da constipação intestinal. A planta também é recomendada para aumentar a produção de bílis e, por isso, é adequado para os problemas do fígado e da vesícula biliar. Há quem também indique a planta para reumatismo e artrite.

Novos destinos europeus tentam atrair turista brasileiro 'gastador'


O cenário de crise na União Europeia e o aumento do turismo brasileiro no exterior está fazendo com que novos destinos busquem atrair mais viajantes do Brasil, que têm fama de gastadores.
Dados da Organização Mundial do Turismo, da ONU, apontam que os turistas brasileiros aumentaram em cerca de 30% seus gastos no exterior entre 2010 e 2011, de US$ 16,4 bilhões para US$ 21,2 bilhões.
Com isso, o país passou do 18º para o 11º no ranking dos turistas que mais gastam em viagens internacionais.
A República Tcheca "descobriu" o valor do turista brasileiro em 2006, quando viajantes à Copa do Mundo da Alemanha fizeram uma "esticada" em Praga. No ano seguinte, o país do Leste Europeu abriu um escritório turístico latino-americano para promover campanhas de marketing que atraíssem os viajantes da região.
"De lá para cá, os resultados foram crescentes em todos os anos", disse à BBC Brasil Luiz Fernando Destro, representante em São Paulo do escritório turístico da República Tcheca. "O país recebeu 43 mil turistas brasileiros em 2011, contra 11 mil em 2007."
O mais interessante para os tchecos, porém, não é o número de turistas, e sim o quanto eles gastam.
"Os turistas brasileiros representam apenas 0,5% do total que visitam a República Tcheca, mas seu gasto per capita diário é o terceiro maior no país, só perdendo para o dos turistas da Rússia e do Japão", afirmou Destro.
"Percebeu-se que é um turista que dá lucro. Afinal, se você vai viajar 11 horas, vai querer ficar vários dias no país, vai querer um bom hotel, fazer compras e ver bons espetáculos."
Dinamarca e Hungria
A Dinamarca e a Hungria são outros países que, mesmo sem voos diretos, despertaram recentemente para o turista brasileiro.
Turismo crescente
  • Segundo a Organização Mundial do Turismo, os gastos dos turistas brasileiros no exterior cresceram de US$ 16,4 bi em 2010 para US$ 21,2 bi em 2011;
  • Com isso, o país passou do 18º para o 11º no ranking dos turistas que mais gastam em viagens internacionais;
  • Os gastos brasileiros no exterior bateram recorde no primeiro trimestre de 2012, segundo o Banco Central: somaram US$ 5,38 bilhões (R$ 10 bilhões);
  • No entanto, em março, os gastos foram menores do que os registrados no mesmo mês em 2011;
  • Os gastos brasileiros em turismo de negócios devem crescer 13% em 2012 e 15,7% em 2013, prevê a Global Business Travel Association;
  • De olho nesses números, os EUA recentemente anunciaram medidas para facilitar a obtenção de vistos americanos por brasileiros

Nos dois últimos anos, os escritórios turísticos dinamarquês e húngaro deram início a campanhas de marketing no Brasil, focando em feiras setoriais e agentes de viagens.
Entre março de 2011 e 2012, 33 mil brasileiros visitaram a Dinamarca (entre viajantes aéreos e participantes de cruzeiros), crescimento de 30% em relação ao mesmo período um ano antes, informou Nikolas Mortensen, do escritório de turismo do governo dinamarquês.
"Todos os países emergentes estão no nosso radar, por seu potencial", disse Mortensen, explicando que a Dinamarca pensa, no futuro, em manter um agente turístico fixo no Brasil, função que já existe na Rússia, por exemplo.
Quanto aos gastos brasileiros na Dinamarca, porém, Mortensen é mais cauteloso: "Depende de com quem você compara o turista brasileiro. Muitos estão em cruzeiros e passam apenas um ou poucos dias em Copenhague. Já o turista alemão muitas vezes aluga uma casa e passa uma temporada aqui".
Uns dias a mais
A Hungria não tem números consolidados, mas também afirma que o número de visitantes brasileiros está crescendo.
"Até pouco tempo atrás, não fazíamos nenhuma ação proativa. O Brasil e a América do Sul eram lugares distantes, não víamos motivos. Mas agora vemos", afirma Kristina Bacsak, da agência oficial de turismo húngara.


Dinamarca tem o Brasil entre os países emergentes em seu radar
Ela explica que o objetivo é convencer o turista que faz o tradicional tour Viena-Budapeste-Praga a passar uns dias a mais na Hungria – e, obviamente, a deixar seus reais em festivais culturais, atrações gastronômicas e até na Fórmula 1.
"É um turista que tende a gastar bastante, por estar interessado em serviços de qualidade, boa gastronomia e compras", agrega.
Outro indicativo do interesse pelo turista brasileiro é um convênio assinado pela Comissão Europeia e pelo Itamaraty em outubro passado, para incentivar o turismo entre a América do Sul e a Europa.
A iniciativa, chamada "50.000 Tourists", prevê convênios com agências de turismo, companhias aéreas e governos para "desenvolver o fluxo turístico, usando o espaço vago nas aeronaves e nos hotéis durante a baixa estação", diz o acordo, com o envio de 25 mil turistas de cada continente ao outro. O Brasil é destacado como um dos focos principais.
A iniciativa tem entre signatários países tradicionalmente visitados, como França e Espanha, mas também destinos ainda pouco procurados por brasileiros, como Polônia e Lituânia.
Mas alguns países europeus, como Irlanda e Polônia, dizem não ter verba para investir individualmente em novos mercados e preferem concentrar seu marketing em países vizinhos, de onde saem a maioria de seus visitantes.
No entanto, um economista citado em reportagem do jornal Irish Times criticou a falta de investimentos irlandeses na atração de turistas brasileiros, alegando que é preciso despertar para esse mercado antes que ele amadureça completamente.
Desaceleração econômica e câmbio
Ao mesmo tempo, o setor turístico espera para ver o impacto que a recente desvalorização do real e a desaceleração econômica brasileira terão nas viagens internacionais dos brasileiros.
Em abril, ao anunciar que os gastos brasileiros no exterior em março haviam sido menores do que no mesmo mês em 2011, o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, disse à Agência Brasil que as viagens de brasileiros ao exterior são bastante "sensíveis" ao câmbio.

Gastos de turistas brasileiros no exterior cresceram entre 2010 e 2011, segundo dado da ONU
Os representantes do setor turístico consultados pela BBC Brasil, porém, minimizam esse impacto.
"Para um país como o Brasil, que no passado administrava uma alta inflação, isso não é nada", disse Edmar Bull, vice-presidente da Associação Brasileira de Agentes de Viagens (Abav).
"A moeda brasileira ainda tem grande valor em comparação com a moeda húngara", afirmou Kristina Bacsak. A Hungria, assim como Polônia, República Tcheca e Dinamarca, não fazem parte da zona do euro e tem moedas próprias.
Para a Dinamarca, o câmbio pode ser um problema de longo prazo, mas, com o real comprando 2,85 coroas dinamarquesas, o país nórdico ainda é competitivo, disse Mortensen. "É possível fazer uma boa refeição por R$ 25 aqui; nossos preços são parecidos com os de São Paulo."
Para Destro, representante da República Tcheca, as variações cambiais tendem a afetar mais o fluxo a destinos turísticos mais populares, como Miami e Argentina, e não tanto os que vão para o Leste Europeu, por exemplo. "O turista brasileiro (no Leste Europeu) é quem já viajou para a Europa e gostou e agora busca novos destinos dentro do continente. A alta (do dólar) não é tão significativa para ele."

Brasil na Rio+20


Desde a Rio-92, o tema do desenvolvimento sustentável ocupa lugar central na política externa brasileira. A proposta do país de sediar a Rio+20 se enquadra nessa prioridade, ao criar oportunidade para que todos os países das Nações Unidas se reúnam, mais uma vez no Rio de Janeiro, para discutir os rumos do desenvolvimento sustentável para os próximos vinte anos.
Na qualidade de Presidente da Conferência, o Brasil será responsável pela coordenação das discussões e trabalhará para a formação de consensos e adoção de decisões concretas que visem ao objetivo do desenvolvimento sustentável.

Como país-membro das Nações Unidas, o Brasil apresentou ao Secretariado da Conferência sua contribuição nacional ao documento-base que dará início ao processo negociador dos documentos da Rio+20.

É especial o significado de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro. Como sede da Cúpula da Terra, que consolidou o conceito de desenvolvimento sustentável em 1992, o Rio de Janeiro é o local ideal para realização da Rio+20, que apontará os caminhos futuros do desenvolvimento. O legado da Rio-92 – principalmente a Declaração do Rio, a Agenda 21, a Convenção Quadro sobre Mudança do Clima e a Convenção sobre Diversidade Biológica - estarão associados para sempre à lembrança da intensa participação da sociedade civil em debates da ONU, gerando o que se chamou de  “espírito do Rio”.

No plano interno, a Comissão Nacional para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, criada pelo Decreto 7.495 de 7 de junho de 2011, tem a atribuição de articular os eixos da participação do Brasil na Conferência. É co-presidida pelo Ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, e pela Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Fazem parte da Comissão outros 28 Ministérios e órgãos da Administração Federal associados aos temas do desenvolvimento sustentável, bem como representantes do Governo do Estado e da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. A Comissão Nacional conta ainda com uma Secretaria-Executiva, presidida pelo Ministério das Relações Exteriores e integrada pelo Ministério da Fazenda; o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; e o Ministério do Meio Ambiente, responsáveis, respectivamente, pelos pilares econômico, social e ambiental na Secretaria-Executiva.

A sociedade civil é parte integral da Comissão Nacional, contando com cerca de quarenta membros, representantes de diversos setores sociais, selecionados em processo transparente e inclusivo. Fazem parte da Comissão representantes de órgãos estaduais e municipais do meio ambiente, da comunidade acadêmica, de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, setores empresariais, trabalhadores, jovens, organizações não-governamentais e movimentos sociais. O processo de escolha dos integrantes da Comissão Nacional foi guiado pela Portaria Interministerial 217, de 17 de junho de 2011.

Para tratar da organização logística da Conferência, foi criado, também pelo Decreto 7.495, o “Comitê Nacional de Organização” (CNO), que tem como atribuições o planejamento e a execução das medidas necessárias à realização da Conferência Rio+20, inclusive a gestão dos recursos e contratos relativos aos eventos oficiais realizados no contexto da Organização das Nações Unidas. Também faz parte de suas competências a execução das atividades referentes à administração de material, obras, transportes, patrimônio, recursos humanos, orçamentários e financeiros, à comunicação, ao protocolo, à segurança e à conservação dos imóveis e do mobiliário utilizados na organização e na realização da Rio+20.
Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.
O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Conferência terá dois temas principais:

  • A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
  • A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.
A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16  e 19 de junho, serão programados eventos com a sociedade civil. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.
Leia mais no site : www.rio20.gov.br

Noruega diz que Indonésia não atingirá meta de corte de emissões de carbono CO2

O progresso da Indonésia na reforma do setor florestal não será suficiente para cumprir a sua promessa de reduzir as emissões de carbono em 26 por cento até 2020, afirmou o ministro do Ambiente da Noruega, Bard Vegar Solhjell, nesta terça-feira.
A Indonésia impôs uma moratória de dois anos sobre o desmatamento das florestas, em maio passado, no âmbito de um acordo climático no valor de US$ 1 bilhão com a Noruega para reduzir as emissões provenientes do desmatamento, apesar da resistência de alguns departamentos governamentais e das empresas de recursos que procuram crescer no arquipélago.
A Noruega ficou impressionada com o que a Indonésia alcançou em termos de transparência no setor florestal e pela mudança no sentido de ser mais a favor do ambiente nos debates políticos sobre o uso da terra, disse o ministro Solhjell.
No entanto, o desmatamento continua em áreas que não são abrangidas pela moratória, bem como em situação irregular no país de florestas tropicais ricas em carbono e turfeiras (zonas úmidas). Licenças para devastar a terra muitas vezes são dadas por governadores locais e há uma falta de fiscalização do governo central.
"Sabemos que a moratória em si não é suficiente para alcançar a mitigação das alterações climáticas prometidas, ou para deter o desmatamento na velocidade que é necessário", Solhjell à Reuters em uma entrevista.
Foi a primeira vez que Noruega indicou que a moratória pode não ser suficiente. O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, assinou o acordo de moratória com a Noruega como parte de sua promessa de reduzir as emissões nesta década, mas tem havido poucas políticas para conter as emissões na economia do G20 em rápido crescimento.
"É um compromisso muito progressista, mas também é muito desafiador para realmente executar", disse Solhjell. A quantia de US$ 1 bilhão que a Noruega prometeu no acordo é condicionada a mudança de políticas e reduções comprováveis das emissões do setor florestal. O Ministério da Floresta fatura bilhões de dólares com a venda de licenças para manuseio de florestas todo ano.

Noruega e Islândia são os melhores países para se tornar se mãe, diz ONG internacional


Noruega e Islândia são os melhores países do mundo para ser mãe, enquanto Níger superou o Afeganistão e se tornou o pior local, informou nesta terça-feira a organização Save the Children através de seu ranking anual. Nesta 13º edição do relatório, a ONG internacional analisa os melhores e piores países para assumir uma maternidade em diversos fatores, como nível educativo, econômico, sanitário e político das mães, além do bem-estar "básico" dos filhos.
Desta forma, os dez melhores países desta lista são: Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia, Austrália, Bélgica, Irlanda e Holanda e Reino Unido, que dividem o décimo posto.
O Brasil, que aparece na 12º posição do grupo intermediário (países em desenvolvimento), ocupa o 55º lugar no ranking geral.
Entre os dez melhores lugares para exercer a maternidade, oito são europeus. Por outro lado, entre os dez piores países para se ter um filho, oito se encontram na África Subsaariana, sendo que sete vivem em crise alimentícia.
Níger, que aparece como o pior país desta lista, é seguido pelo Afeganistão - o pior do último ano -, Iêmen, Guiné-Bissau, Mali, Eritréia, Chade, Sudão, Sudão do Sul e República Democrática do Congo.
O relatório da Save the Children ainda ressalta que na Noruega uma mulher estuda uma média de 18 anos, tem uma expectativa de vida média de 82 anos e apenas uma mãe de cada 175 corre risco de perder seu filho antes que ele complete os cinco anos, além de 82% usar métodos anticoncepcionais.
Já em Níger, a situação é oposta: uma mulher estuda apenas quatro anos, possui uma expectativa de vida de 56 anos e uma em cada sete crianças morre antes de seu quinto ano de vida. Além disso, uma em cada 16 mulheres morre por causas relacionadas ao parto e gravidez, sendo que somente 5% usam métodos anticoncepcionais.
De acordo com a ONG, a desnutrição ainda é a causa subjacente de "pelo menos" um quinto da mortalidade materna e também de mais de um terço das mortes infantis.
Um terço das crianças na Ásia, aproximadamente 100 milhões, sofre de desnutrição crônica, enquanto na África essa média se situa em quase duas a cada cinco, cerca de 60 milhões no total.
Na África Subsaariana, 20% das mulheres são consideradas excessivamente magras. Na Ásia meridional, esse número alcança os 35%, enquanto nos países em desenvolvimento 49% das grávidas possuem anemia.
Além de classificar os países, a ONG cita seis medidas "essenciais" que podem atuar como "salva-vidas" e que podem chegar a qualquer mãe do mundo: amamentação materna, alimentação suplementar, vitamina A, ferro, zinco e boas práticas de higiene. O leite materno, de fato, poderia prevenir um milhão de mortes infantis a cada ano.
"Nosso relatório demonstra que o leite materno pode salvar vidas. Todos os países devem implantar políticas e programas que facilitem e incentivem a lactação materna", afirma Yolanda Román, responsável de Incidência Política da ONG.
A Save The Children recomenda a todos os países, entre outras coisas, que façam da luta contra a desnutrição uma prioridade e que invistam em saúde e na educação das crianças.

Islândia, a ilha da resistência em plena crise europeia anda melhor que a zona do Euro

Três anos e meio depois de a Islândia ter se estatelado numa crise econômica, é incrível a atmosfera de recuperação na processadora de pescado de Dadi Palsson em Vestmannaeyjar.
Em um dia recente, Palsson chegou ao trabalho às 4 da manhã. Doze toneladas de bacalhau chegariam dali a pouco. Em breve, os trabalhadores estariam limpando, cortando e embalando o peixe para o embarque em gigantescos navios de contêineres com destino a outros países.
Em 2008, a Islândia foi a primeira vítima da crise financeira que, desde então, vem preparando a zona do euro para outro cataclismo econômico: a Grécia ruma para uma saída catastrófica do bloco, a Espanha é açoitada por um sistema bancário cambaleante e políticos alemães batem boca para definir como manter todas essas peças juntas.
Enquanto isso, a Islândia cresce. O desemprego cai. Menos gente deixa o país.
Só que a Islândia tem uma vantagem expressiva em relação a países em crise na zona do euro: uma moeda que pode ser desvalorizada. Isso converteu o déficit comercial em superávit e facilitou a recuperação.
Ali, a indústria pesqueira vai tão bem que a processadora de Palsson atrai trabalhadores poloneses para a diminuta ilha, formada por rocha vulcânica em formato de coração a cinco quilômetros da costa sul da Islândia.
"As casas estão todas ocupadas porque há muito emprego aqui", disse Palsson, de 37 anos. Em sua movimentada processadora, uma série de máquinas corta a cabeça do bacalhau e retira as espinhas automaticamente. Fileiras de trabalhadores de uniforme "azul-smurf" se debruçam sobre mesas iluminadas para fatiar o peixe.
A Islândia — que tem moeda, banco central e autonomia para decidir regras só suas — pôde adotar políticas com as quais países da zona do euro não podem mais que sonhar. Suas vitórias dão um panorama vívido de tudo aquilo a que países da zona do euro renunciaram com a unificação monetária. E, talvez, um gostinho do que seria possível caso abandonem o bloco.
O tombo da Islândia em 2008 foi duro. Inchado, o sistema bancário do país ruiu e o desemprego disparou. O governo foi escorraçado por furiosas manifestações nas ruas e eleitores desiludidos. Jovens fizeram as malas. Assim como na zona euro, o FMI entrou em cena com um pacote de socorro.
A moeda do país perdeu metade do valor. Isso turbinou as exportações, como a do bacalhau de Palsson, e reduziu a importação de artigos caros como carros. Desvalorizada, a coroa dificultou a vida de quem emprestou dinheiro em moeda estrangeira para comprar imóveis, mas autoridades islandesas orquestraram um socorro para esse devedor. O encarecimento de produtos importados também trouxe inflação. O índice de preços ao consumidor subiu 26% desde 2008.
O socorro, por sua vez, abalou o sistema financeiro. Mas, ao contrário da Irlanda, por exemplo, a Islândia deixou os bancos quebrarem e passou a conta do prejuízo basicamente para credores estrangeiros — não para o contribuinte islandês.
O país também instituiu controles de capital draconianos — tabu na União Europeia com sua doutrina de fronteiras financeiras abertas — que impediram a aterrorizante fuga de capital e crédito que atingiu Grécia, Irlanda e Portugal e agora ameaça Espanha e Itália. E, em vez de promover o afoito corte de gastos que devastou a Grécia e a Espanha, a Islândia adiou o arrocho. A princípio, o país chegou a elevar o desembolso de benefícios sociais aos cidadãos mais pobres, que seguiram consumindo e ajudaram a proteger a economia.
"A estratégia em geral deu certíssimo para a Islândia, mas não foi só uma medida, foram todas elas juntas", disse Julie Kozak, até bem pouco diretora da missão do FMI no país.
A Islândia tem 320 mil habitantes. Uma solução que funcionou ali pode não ser reproduzível em escala maior.
Abandonar o euro seria traumático para a Grécia, mesmo com as vantagens que uma desvalorização possa trazer. Aberta, a economia da Islândia é muito mais voltada ao comércio exterior; os 52 bilhões de euros exportados pela Grécia em 2011 somam 24% do PIB. No caso da Islândia, a parcela é de 59% do PIB. As casas islandesas usam energia geotérmica; a Grécia importa energia e sofreria um sério choque de preços com uma desvalorização.
No começo do mês, a Islândia vendeu US$ 1 bilhão em títulos de dívida de dez anos a juros de 5,875%. É menos do que pagariam hoje Grécia, Irlanda ou Portugal — isso se tivessem acesso ao mercado financeiro. Em março, antes do previsto, a Islândia começou a quitar a dívida com o FMI.
A nascente recuperação da Islândia está longe de perfeita. O país continua mais pobre do que antes do estouro da bolha de crédito. E persiste a desilusão com uma classe política que permitiu os excessos que levaram à crise.
Ainda assim, o futuro da Islândia parece mais promissor do que o de países da zona do euro que entraram em crise um ano depois.
Grande parte da crise da dívida na zona do euro se deve ao desequilíbrio econômico. Durante anos, Grécia e Portugal consumiram mais do que produziram, exigindo a busca de crédito no exterior para tapar o rombo. Quando credores estrangeiros pararam de emprestar, veio o desastre. Um problema parecido ameaça a Espanha.
"Tínhamos, pela maioria dos parâmetros, um desequilíbrio pior do que o da Grécia e o da Espanha", disse Gylfi Magnusson, professor universitário que foi ministro da Fazenda em 2009 e 2010. "Conseguimos sair dessa, depois de anos muito difíceis, com relativa rapidez".
Dentro da zona do euro, corrigir desequilíbrios é difícil. Lá, a saída é a chamada desvalorização interna, um eufemismo para o empobrecimento da população. Em tese, derrubar salários aumentaria a competitividade de setores voltados à exportação. Na prática, é difícil baixar salários sem abalar a economia interna.
Na Irlanda, o caso de mais sucesso dentre a turma que recebeu socorro financeiro na zona do euro, essa política provocou uma retomada das exportações, mas à custa de alto desemprego e baixo consumo interno. Na Islândia, por outro lado, a moeda desvalorizada obriga a população a comprar menos artigos importados e mais o que o país produz.
"Na Grécia e no sul da Europa estamos vendo como é duro promover ajustes pelo mercado de trabalho", disse Tryggvi Thor Herbertsson, um deputado pelo partido conservador, da oposição. "Ajustar através da moeda é muito menos doloroso", disse.
Uma prova está em Vestmannaeyjar, um lugar tão isolado que é surpresa até que haja atividade econômica ali. Numa noite de janeiro de 1973, o vulcão Heimaey entrou em erupção pela primeira vez em milhares de anos. Os moradores da ilha foram evacuados e equipes de trabalho usaram água do mar para conter o avanço da lava. Um quarto da população nunca voltou, mas Vestmannaeyjar se reergueu. Sua sorte sobe e desce com a dos pescadores. Do começo ao meio da década de 2000, quando a moeda era forte e a farra dos bancos corria solta em Reykjavik, a vida na ilha era dura.
Agora, o jogo virou. Duas vezes por semana, grandes embarcações zarpam cheias de bacalhau fresco, congelado ou salgado, de tilápia, cavala e lagostins.
Em troca, chegam euros e dólares. A um câmbio de cerca de 125 coroas por dólar, a moeda islandesa vale metade do que valia em 2007, antes do colapso. Isso significa que um pescador ganha hoje o dobro em coroas pela mesma quantidade de peixe. Mesmo com a inflação, a situação é bem melhor.
E um lucro maior na atividade empresarial significa mais investimento. Palsson, que pesca lagostins desde os dez anos de idade, abriu a processadora de pescado Godthaab i Nof com quatro sócios uma década atrás. Em 2005, no auge da valorização da coroa islandesa, perdia dinheiro todo mês. "Daquela época até 2008, ninguém queria mexer com peixe", diz. Hoje, a empresa está se expandindo e investiu recentemente US$ 2 milhões para reativar uma fábrica.
Mas a Islândia não saiu totalmente da crise. Mesmo depois do perdão de dívidas, o alto endividamento ainda segura muitas famílias. O aumento do emprego na pesca não se repete em toda parte. Praticamente todos concordam que o país precisa abolir o controle de capitais, embora haja pouco acordo sobre quando ou como.

domingo, 20 de maio de 2012

Reykjavik, Islândia cidade considerada mais limpa do mundo


A capital da Islândia é considerada a cidade mais sustentável do mundo. Sua energia é produzida através de hidrelétricas e de usinas geotermais. O sistema de transporte coletivo trabalha com hidrogênio como combustível. O ar de lá é tão puro que alguns turistas visitam a cidade para conhecer apenas o seu sistema de sustentabilidade
Reykjavik tem uma localização geológica privilegiada. Todos os dias, energia que vem de fontes termais subterrâneas (geotérmica) é usada para gerar eletricidade e aquecimento a 95% de todos os edifícios da cidade.
Reykjavik tem uma localização geológica privilegiada. Todos os dias, energia que vem de fontes termais subterrâneas (geotérmica) é usada para gerar eletricidade e aquecimento a 95% de todos os edifícios da cidade. Em termos de emissões de CO2, a cidade é hoje uma das cidades mais limpas do mundo. Reykjavik tem o maior e mais sofisticado sistema de aquecimento geotérmico do planeta, que utiliza água quente natural para fornecer calor aos edifícios e casas desde 1930. Foram reduzidas as emissões de CO2, entre 1944 e 2006, em até 110 milhões de toneladas, evitando o lançamento de até 4 milhões de toneladas do gás por ano.

Roupa Feita de Jornal ???Isso mesmo feitas de Jornal

 A estilista Samantha Pleet chamou a atenção nas passarelas seu último desfile, em Nova Iorque, apresentando uma coleção de roupas inovadora: peças feitas de folhas de jornal do dia anterior ao desfile. A proposta da estilista é ressaltar a importância de levar práticas sustentáveis para o mercado da moda.

Samanta, de 29 anos, é originária do Brooklyn, e entrou no mercado da moda com sua primeira coleção em 2006. Desde então, a sustentabilidade sempre esteve em pauta nas suas coleções, sempre repletas de materiais orgânicos.


Permissão de Visita a Suécia

Visto de turismo e visto para viagens de negócios ou conferências.


Cidadãos brasileiros não precisam de visto para viajar dentro da área Schengen, e podem ficar até 90 dias nos países de Schengen sem visto.A partir do dia 25 de março de 2001 a Suécia participará de todas as cooperações de Schengen. Isto significa que as pessoas podem viajar livremente entre os membros países de Schengen.

Os seguintes países fazem parte do tratado de Schengen: Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Islândia, França, Alemanha, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Grécia, Itália e Áustria. Irlanda e o Reino Unido participam somente em certas partes do tratado e continuarão o controle de entradas nas fronteiras.

Um estrangeiro, que não tenha a obrigação de ter visto, tem legalmente o direito, depois da entrada num país Schengen, de viajar livremente na área durante o período máximo de 90 dias. Isso significa que não é permitido entrar na Suécia, ficar 90 dias, ir a outro país de Schegen e retornar a Suécia por mais 90 dias. Os 90 dias devem ser contados a partir da data de entrada na área de Schegen, ou seja, a partir da passagem pela imigração no aeroporto quando recebido o carimbo de entrada na União Européia.

Os estrangeiros possuidores de uma permissão de residência de um país de Schengen, também podem, ao apresentá-la, viajar livremente nesta região durante 3 meses.

Cidadãos brasileiros não precisam de visto para viajar dentro da área Schengen, e podem ficar até 90 dias nos países de Schengen sem visto e sem nenhum pagamento de taxas.
Documentos para visitar Suécia como turista
De acordo com informação da site oficial do Departamento de Imigração sueca. Seguintes documentos são necessários ter na mão na da entrada na Suécia: 
  • Passaporte: Validade mais de 90 dias à duração da estada prevista
  • Extrato bancário 40,00 euros ou 370,00 coras suecas por pessoa e dia ou carta convite com garantia de alimentação e alojamento do interessado durante a sua estada.
  • Seguro-saúde/viagem: Cobertura de € 30.000,00 com validade nos países Schengen
 Recomendável levar um comprovante de emprego fixo no Brasil na hora do controle na entrada da Europa.
 Para mais informação acesse: http://www.migrationsverket.se/ ou http://www.suecia.org.br/

Exposição Ingmar Bergman no Brasil

Com apoio pela Embaixada da Suécia em Brasilia, o Centro Cultural Banco do Brasil irá homenagear o diretor sueco Ingemar Bergman.
Por cerca de 2 meses, os visitantes do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília poderão aproveitar da expressão artística de Bergman através de exibições de filmes, debates e cursos.
Entre 08 de maio até 10 de junho de 2012, uma série de filmes de Bergman serão exibidos no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro.
Os filmes tambem serão exibidos no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo e Brasília.
A programação completa pode ser acessada no site: http://www.mostraingmarbergman.com.br/prog.html

O interesse na literatura sueca e em outras literaturas nórdicas está crescendo rápido no Brasil, segundo Pasi Loman, proprietário da agência literária Vikings of Brazil. Autores como Stieg Larsson e Jostein Gaarder estão abrindo caminhos para outros autores e o conhecimento sobre a literatura e cultura nórdicas vem aumentando.


Falta de contatos e a dificuldade de se encontrar tradutores de línguas nórdicas eram os fatores principais para o sucesso limitado de autores nórdicos no Brasil, que, em outros mercados, como o alemão e o francês, já possuíam grande sucesso há muito tempo.
O finlandês Pasi Loman e sua esposa brasileira Lilia fundaram a agência literária Vikings of Brazil - a única agência literária brasileira especializada em literatura nórdica – com o objetivo de fornecer exatamente esses dois serviços: contatos e traduções. Eles formaram parcerias com as maiores editoras e agências literárias nórdicas, como a Otava, Stilton Literary Agency, Grand Agency, Gyldendal, Aschehoug, Lindhart og Ringhof, and Forlagid, entre outras, e o sucesso tornou-se apenas uma consequência.
O rápido sucesso da Vikings of Brazil surpreendeu até mesmo os seus fundadores: "Nosso objetivo era vender cerca de cinco livros em um ano, mas em cerca de quatro meses já vendemos 24 livros", conta Pasi Loman. Os compradores incluem tanto editoras pequenas quanto algumas das maiores editoras brasileiras, como a Rocco e a Novo Século.
Como era de se esperar, vários romances policiais figuram entre os títulos vendidos, uma vez que o "Scandi Crime" é conhecido mundialmente. Entre os romances policias vendidos pela Vikings of Brazil, destaca-se uma trilogia do casal sueco Cilla e Rolf Börjlind. Entretanto, as vendas não se limitaram ao "Scandi Crime", incluindo gêneros tão variados como literatura infantil e não-ficção. Por exemplo, um livro sobre a Segunda Guerra, Stridens skönhet och sorg, de Peter Englund foi comprado pela Companhia das Letras no Brasil.
Por várias vezes, de fato, obras foram vendidas em leilão entre editoras competindo pelos direitos de publicação. Além disso, vale notar que a publicação de obras nórdicas no Brasil, como Expurgo de Sofi Oksanen, foi acompanhada com grande atenção pela mídia.
A Vikings of Brazil já representa também alguns dos melhores autores brasileiros, como Cristovão Tezza e Ziraldo, nos mercados nórdicos e, após conquistar o mercado brasileiro, planeja expandir para outros mercados sul-americanos.

Indústria Sueca no Brasil


Há décadas que o Brasil é um grande parceiro comercial da Suécia. Tudo começou com o fornecimento do primeiro telefone pela Ericsson em 1891.
Deste momento em diante, a indústria sueca implantou mais de 200 empresas no Brasil, e este compromisso de longo prazo evoluiu para uma "pequena Suécia" estabelecida na cidade com a maior economia da América Latina; São Paulo, o centro financeiro e espírito do Brasil, também considerado o maior centro da indústria sueca juntamente com Gotenburgo.
Se isto não for o bastante para ilustrar a importância brasileira como a principal economia da América Latina, Curitiba, a capital do Paraná, é também considerado um dos dez maiores mercados para a indústria sueca.
Os negócios e a indústria suecos são responsáveis por um faturamento de mais de R$ 23 bilhões (2007) a cada ano no Brasil e emprega aproximadamente 50 mil funcionários.
Com estes laços econômicos e históricos fortes é certo dizer que a indústria sueca tem um grande interesse no Brasil. Pesquisas mostram que Suécia investiu cerca de U$ 3,3 bilhões na economia brasileira no período de 2000 a 2005, fazendo da Suécia um dos maiores investidores estrangeiros do Brasil.
Desenvolvimento do comércio sueco-brasileiro


Principais Multinacionais Suecas Atualmente no Brasil
Alguns exemplos das maiores empresas multinacionais suecas no Brasil.
 
CompanhiaSetorCompanhiaSetor
ABBEquipamentos elétricosSandvikFerramentas de corte
Alfa LavalEquipamentos mecânicosScaniaIndústria automotiva
Arla FoodLaticíniosSKFRolamentos
Astra ZenecaFarmacêuticosSony EricssonCelulares
Atlas CopcoEquipamento mecânicoSwedish MatchProdutos para o consumidor
ElectroluxBens de consumoTetra PakEmbalagens
EricssonTelecomunicaçõesTrelleborgProdutos de borracha
InterprintFormulário de negócios, impressão de segurançaVeracel (Stora)Papel e celulose
RelacomTelecomVolvoIndústria automotiva

Kuka de Morango

Ingredientes
1 colher (sopa) de margarina light
1 xícara (chá) de adoçante
1 ovo
½ copo de leite desnatado
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 pitadinha de sal
½ colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de morango fatiado
½ colher (sopa) de adoçante
½ colher (sopa) de adoçante
½ colher (café) de canela em póv ½ colher (sopa) de margarina light
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
Modo de preparo
Coloque os morangos numa peneira e salpique com a ½ colher (sopa) de adoçante. Reserve. Bata o adoçante, o ovo e a margarina light. Acrescente os demais ingredientes e mexa novamente. Coloque a metade da mistura em forma redonda, de 24 cm, untada e enfarinhada. Coloque as rodelas de morango e jogue a outra parte da mistura por cima. Coloque algumas rodelas por cima. Para preparar a farofa, misture manualmente todos os ingredientes da mesma. Despeje a farofa sobre a massa e leve para assar em forno pré-aquecido, até dourar.

Ginza Tanaka

 mais de 115 anos de liderança em metais preciosos negócio japãoEm 1892, Ginza Tanaka originalmente chamado de "Shoten Shimizu", iniciou a sua actividade como revendedor de acessórios de metais preciosos em Asakusa, Tóquio. Nosso fundador, Kamekichi Yamazaki, foi a primeira pessoa no Japão para utilizar o K18 (18 quilates) e K24 (24 quilates de ouro) para o sistema de medição de ouro para julgar a qualidade do ouro. Ele se tornou amplamente conhecido como um pioneiro no mundo dos metais preciosos e criou um negócio bem sucedido aqui no Japão.No início da era Showa (1930), importou uma máquina de relógio especial da Suíça. Ao integrar as nossas técnicas e utilizando essa máquina, conseguimos conseguiu fabricante um relógio de bolso, pela primeira vez no Japão, que recebeu a aprovação da norma global. Este relógio de bolso memorável foi comprado pelo imperador Hirohito da era Showa.
 Nós sempre desempenharam um papel de liderança no ramo de metais preciosos e foram nomeados os fabricantes exclusivos de medalhas comemorativas para os Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964, bem como a Exposição de Osaka em 1970.Em 1990, o nosso nome da empresa mudou de "Yamazaki KK" para "Jóias Kikinzoku Tanaka", de modo a enfatizar que "Tanaka Kikinzoku Jewelry está aqui para satisfazer todos e cada um de nossos clientes, fornecendo a jóia de melhor qualidade e metais preciosos trabalhada ornamentos".2002 foi ponto de viragem para a nossa empresa. Em conjunto com nossas celebrações 110 anos, a nossa loja em Ginza foi totalmente renovado. A empresa foi rebatizada de "Ginza Tanaka", a fim de fazermos um novo começo, mantendo a nossa tradição e história.
 A primeira loja chamada "Shoten Shimizu" foi inaugurado em Tóquio. A loja, posteriormente mudou-se para a área Nihombashi e foi operado pelo nosso fundador, Kamekichi YamazakiO nome da empresa tornou-se "Shoten Yamazaki" ea loja se mudou para a Ginza, o bairro mais elegante de Tóquio, em seguida, e mesmo agora.O primeiro relógio de bolso interno-made foi introduzido no mercado com a colaboração de "Shokosha" (agora chamado de Cidadão), a empresa fabricou o primeiro relógio de bolso no Japão. Este produto foi comprado pelo Imperador Hirohito (o imperador da era Showa), que depois comentou: "Fiquei espantado ao descobrir que este maravilhoso produto foi fabricado internamente por Shoten Yamazaki no Ginza". Tem sido dito que o imperador gostava muito de usar este produto.O negócio foi transferido para Shoten Tanaka KK (Agora chamado Tanaka Kikinzoku Kogyo).
 Shoten Yamazaki localizado em Ginza 1-chome Rua Após a Segunda Guerra Mundial, quando o país ainda estava em reabilitação, "ouro" foi considerado um dos itens mais preciosos. Naquela época, Shoten Yamazaki tornou-se o pioneiro na criação de vários regulamentos e termos relacionados com medidas de controle de qualidade de metais preciosos no Japão, como o sistema de medição de K18 e K24. A empresa expandiu seus negócios através da utilização de várias categorias de metais preciosos e estabelecida com sucesso o seu estatuto como uma das principais empresas de metais preciosos.
 
Manufacturado medalhas comemorativas para o Jogos Olímpicos de Tóquio
 
Manufacturado medalhas comemorativas para a Exposição de Osaka. Abriu uma nova loja em Osaka, que foi a primeira loja na região de Kansai.
Um verdadeiro diamante tiara vale mais e, 300 milhões de ienes foi fabricado. Esta tiara foi especialmente oferecido para noivas no Japão para vestir no dia do casamento, juntamente com um conjunto de brincos combinando.O nome da empresa mudou de Yamazaki K.K. Jóias para Tanaka Kikinzoku.O nome da empresa tornou-se Ginza Tanaka.A loja em Ginza foi renovado sob o novo nome, Ginza Tanaka. Ginza Tanaka dedica-se a oferecer a melhor qualidade e serviço aos seus clientes. Nós carregamos linhas de jóias diversas, incluindo o projeto original por Ginza Tanaka, além de importações exclusivas. Nossa qualidade do diamante também é excelente. Outras ofertas incluem ornamentos de metais preciosos artesanais.
 

A marca já apresentou, por exemplo, uma caneca de cerveja de 5 milhões de ienes (equivalente a 101 mil reais), um calendário de valor aproximado de 30 milhões de ienes (570 mil reais) e uma árvore de natal enfeitada com mais de 240 jóias, no valor de 150 milhões de ienes (2,85 milhões de reais).





As pessoas que realmente adoram o metal amarelo não se importa a forma que tomou. Isso é o que Ginza Tanaka teve em mente quando moldado ouro puro em Monte do Japão Fuji. Japonês Ginza Tanaka fabricante de jóias tem mostrado a sua criação, ouro (pesando 3 kg e tamanho de 6cm de altura e 22 centímetros de largura), em Tóquio. O artefato será colocado à venda por US $ 135.000.

Kokichi Designer Mikimoto Legendary e Criador do pérola cultivada

 Kokichi Biografia MikimotoKokichi Mikimoto foi o primeiro filho de um proprietário da loja udon (macarrão) em Toba Shima Província (atualmente Província de Mie). Ele deixou a escola em uma pequena sala de 13 anos para sustentar a família trabalhando no restaurante de macarrão e vender vegetais. Assistindo mergulhadores de pérolas no Ise descarga suas pérolas, começou seu fascínio com eles. Em 1888, juntamente com sua esposa e Ume parceiro, ele obteve um empréstimo para iniciar a sua fazenda de ostras primeira pérola, na baía de Ago de Mie. Em julho de 1893, depois de muitos fracassos e falências perto, ele foi capaz de criar sua primeira pérola hemisférica culta. Em 1897, a uma exposição de produtos marinhos na Noruega, ele apresentou suas novas criações e começou seu negócio de exportação. No entanto, levaria até 1909, antes, ele poderia criar pérolas esféricas que eram indistinguíveis dos entes naturais de qualidade e uma escala grande colheita comercial não foi possível obter até 1920.
 Kokichi iria para garantir três patentes mundiais para o seu trabalho, o primeiro em 1896 para a produção de pérolas ou hemisféricas mabes. A segunda, em 1908, para o tecido cultura manto eo terceiro em 1916 para cobrir uma técnica para fazer as pérolas redondas em tecido do manto. No entanto, Kokiche ainda teve que superar muitos contratempos, marés vermelhas e baixa temperaturas de água de chumbo a falhas constantes. Kokichi viria a superar a natureza e até mesmo desenvolver técnicas que tornam o seu aliado. Kokichi agora teria de superar seu maior revés, a perda de seu mais ferrenho defensor e Ume mulher muito amada. Na idade de 32 ela foi operada a partir do que se acreditava ser um ovário infectado e morreu três dias depois de peritonite, deixando Kokichi sozinha para criar os seus 5 filhos. Ume viveu tempo suficiente para ver Kokichi produzir seu Akoya semi-primeira rodada. Kokichi Mikimoto nunca iria se casar e ir para elevar seus cinco filhos sozinho.
A partir de 1916 sobre a tecnologia recém-encontrado Kokichi permitiu a indústria japonesa de pérola cultivada para expandir-se rapidamente e em 1934 havia 350 fazendas de pérolas no Japão, produzindo 10 milhões de pérolas cultivadas anualmente. Em 1935 a indústria japonesa de pérola cultivada sofria de excesso de oferta e queda de preços. Mikimoto agora a promover as suas pérolas na Europa e os EUA, publicamente queimadas toneladas de pérolas de baixa qualidade como um golpe publicitário para mostrar que Mikimoto só vendeu as pérolas da mais alta qualidade. Em 1899, no elegante distrito de Ginza em Tóquio, Mikimoto abriu sua loja de pérola em primeiro lugar. Mikimoto expandiu internacionalmente e em 1913 abriu lojas em Londres. Após a Segunda Guerra Mundial Mikimoto abriu lojas em Paris - New York - Chicago - Boston - Los Angeles - San Francisco - Xangai e Bombaim. No entanto, ao contrário de relatórios científicos, Mikimoto teve que lutar constantemente as acusações de que suas pérolas eram imitações de pérolas reais
 Ele aproveitou todas as oportunidades para promover as suas pérolas, incluindo um 1926 Philadelphia Exposição Mundial, onde ele exibia uma Sino da Liberdade coberta com pérolas. Durante um encontro com Thomas Edison, Edison disse que "é uma das maravilhas do mundo que você fosse capaz de pérolas de cultura." Kokichi humildemente respondeu: "Se você fosse a lua do mundo dos inventores, eu seria simplesmente uma das muitas estrelas pequenas." No dia 21 de setembro de 1954, Kokichi Mikimoto morreu com a idade de 96. Ele foi premiado com o Grande Cordão do Tesouro Sagrado.

Sonho Mikimoto"Eu gostaria de adornar o pescoço de todas as mulheres do mundo com pérolas", Kokichi Mikimoto disse logo depois que ele conseguiu cultivar uma pérola perfeitamente redondo. Ele parecia estar a divagar sobre um sonho inatingível. No entanto, a beleza elegante de pérolas cultivadas Kokichi acabou por ser reconhecido por mulheres de todo o mundo, e seu desejo foi cumprido, como o nome "Mikimoto" tornou-se conhecido em todo o mundo. Com o seu sentido, ansiosos instintivo da beleza, Kokichi era o mais entusiasmado de joalheiros, um homem que dedicou sua vida às pérolas cultivadas e jóias de pérolas que ele amava e definir as suas esperanças em cima. Hoje Mikimoto ainda é o padrão pelo qual todas as outras pérolas são julgados. Mikimoto só aceita 3 a 5% da produção do Japão, pérolas cultivadas e joalheiro de todo o mundo ainda se referem a suas pérolas como comparável à qualidade Mikimoto. Mikimoto hoje não é sem desafios, as marés altas e poluição reduziram a produção do Japão pérola cultivada em 60%. No entanto, se a família Mikimoto tem apenas metade da tenacidade de sua forbearer o lendário Kokichi Mikimoto, eu tenho certeza que vai prevalecer.

www.mikimoto.com